<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871</id><updated>2012-01-02T18:15:56.771-02:00</updated><category term='Crônicas e contos'/><category term='2009 - 3º Trimestre'/><category term='2010 - 1º Trimestre'/><category term='2009 - 2º Trimestre'/><category term='2009 - 1º Trimestre'/><category term='Extras'/><title type='text'>Preparando a Redação</title><subtitle type='html'>"Bem-aventurados são aqueles que possuem boas leituras. Deles será o Reino das Boas Redações" 
Prof. Otávio Avendano de Vasconcellos - Pelotas/RS</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>95</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-6128017929736210200</id><published>2011-05-05T16:04:00.001-03:00</published><updated>2011-05-05T16:06:58.049-03:00</updated><title type='text'>Computadores serão professores, diz Wozniak</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-eAE-RPU1ikM/TcL08srKIFI/AAAAAAAAATs/x-x9w0MHY6I/s1600/steve-Wozniak--apple-20110504102227.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 294px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-eAE-RPU1ikM/TcL08srKIFI/AAAAAAAAATs/x-x9w0MHY6I/s400/steve-Wozniak--apple-20110504102227.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603310210023825490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para Wozniak, a escola restringe a criatividade; computadores podem permitir que aluno dite seu próprio ritmo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O cofundador da Apple, Steve Wozniak, tem uma ideia que pode ajudar a  melhorar o sistema de educação pública dos Estados Unidos:  computadores, é claro. &lt;p&gt;A tecnologia está chegando a um ponto em que os aparelhos  feitos hoje em dia têm todos os sensores presentes em seres humanos  --movimentos, visão e audição, embora ainda estejam longe de substituir  pessoas e professores, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Estamos próximos a um ponto em que se poderá fazer aparelhos que se  tornam amigos e não apenas um livro de textos digitalizado", afirmou a  engenheiros em um evento no Vale do Silício nesta terça-feira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Frente a cortes no orçamento, estados norte-americanos e  escolas podem ter que fazer cortes que afetam o tamanho das classes,  currículos e salários de professores. Já que escolas públicas são, em  grande parte, financiadas pelos Estados, elas tipicamente sofrem com os  cortes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Wozniak, que fundou a Apple Computer em 1976 com Steve Jobs e  Ronald Wayne, afirmou que os sistemas educacionais não se adaptaram às  necessidades das crianças, com escolas aderindo a filosofias de ensino  de cima para baixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Se você tivesse 30 professores em uma classe com 30 alunos,  todos teriam atenção individual e seguiriam seu próprio ritmo", disse  Wozniak. "Então acho que, algum dia, um computador pode ser um  professor".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Wozniak mencionou ter ensinado no ensino fundamental por oito anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"A escola, em si, é uma força muito restritiva sobre a  criatividade", disse. "Quanto você vem às aulas, faz as exatas mesmas  páginas no livro, gasta as mesmas horas que todos os outros. Não vai no  seu próprio ritmo".&lt;/p&gt; Popularmente conhecido como "Woz", ele obteve a maior parte de  seus conhecimentos de engenharia com seu pai e consertando computadores  tarde da noite em seu quarto. "Nunca usei um livro escolar para isso",  disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/computadores-serao-professores-diz-wosniak-04052011-5.shl"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/computadores-serao-professores-diz-wosniak-04052011-5.shl&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-6128017929736210200?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/6128017929736210200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=6128017929736210200&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6128017929736210200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6128017929736210200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2011/05/computadores-serao-professores-diz.html' title='Computadores serão professores, diz Wozniak'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-eAE-RPU1ikM/TcL08srKIFI/AAAAAAAAATs/x-x9w0MHY6I/s72-c/steve-Wozniak--apple-20110504102227.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-3780289960255789615</id><published>2011-03-19T12:08:00.000-03:00</published><updated>2011-03-19T12:10:35.427-03:00</updated><title type='text'>Sociologia no Ensino Médio: ainda em busca de legitimidade</title><content type='html'>&lt;p&gt;A presença da Sociologia no Ensino Médio nunca foi algo pacífico ou  consensual. Em sua trajetória a Sociologia foi inserida ou excluída dos  currículos deste nível educacional em diversos momentos, ao sabor do  governante da época. Com a abertura política pós-ditadura militar e a  conseqüente redemocratização, os sociólogos passaram a lutar para que a  Sociologia fosse aceita definitivamente na grade curricular do Ensino  Médio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fruto de lutas, avanços e retrocessos, e muita mobilização,  finalmente em 2008 a obrigatoriedade desta disciplina nas três séries do  Ensino Médio foi estabelecida através da alteração do art. 36 da Lei no  9.394, de 20 de dezembro de 1996. O novo texto determina não mais que  estudante apresente conhecimentos de Sociologia ao término do Ensino  Médio, mas que esta disciplina seja lecionada em todos os anos de tal  curso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, a prescrição legal não foi suficiente para que a  Sociologia fosse respeitada por todos como uma disciplina fundamental  para a formação das novas gerações. No Estado do Paraná, desde que  voltou a ser ensinada, a cada ano, os licenciados em Sociologia  enfrentam árduas batalhas para assumirem estas aulas. Impera nos setores  administrativos e nas escolas paranaenses a crença de que qualquer  graduado, de qualquer área, pode lecionar Sociologia, assim como a sua  irmã mais velha, a Filosofia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde a publicação da LDB de 1996 sabe-se que o estudante do Ensino  Médio, ao concluir este curso, deve apresentar domínio de conhecimentos  filosóficos e sociológicos. Contudo, o texto da lei não especifica como  este conhecimento deve ser ensinado. Deste modo, num primeiro momento  estes saberes foram incorporados em outras disciplinas ou tratados como  conteúdos transversais e depois passaram a ser ensinados em disciplinas  específicas, mas em apenas uma série do Ensino Médio. Somente a partir  deste ano, 2011, por determinação legal, a Sociologia – assim como a  Filosofia – passou a ser ensinada nas três séries do Ensino Médio no  Estado do Paraná, cumprindo o decreto presidencial supracitado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Contudo, o Estado parece ter pouca clareza sobre quem é capacitado a  ensinar Sociologia. Nos primeiros anos em que essa foi ensinada no  Paraná, foi comum professores de qualquer área lecionando-a. Em muitos  casos, graduandos em Ciências sociais iam para as escolas fazer o  estágio supervisionado, mas chegando às salas de aula assustavam-se ao  saber que o professor que ia orientá-los no estágio era formado em  matemática, química ou letras. Não raro estes professores se recusaram a  receber o estágio em suas salas de aula. Para evitar deslocamento para  outras escolas estes professores assumiam as aulas de Sociologia e  passavam a (não?) ensiná-las aos estudantes dessas escolas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Indignados com esta situação, profissionais licenciados em Sociologia  passaram a reivindicar o direito de assumir essas aulas. Depois de  muitas lutas, estes professores foram, progressivamente, ocupando seu  lugar nas escolas. No entanto, esta prática privatista de repassar as  aulas de Sociologia para professores amigos ainda é comum em muitas  escolas. De tempos em tempos surgem casos em que o professor não é  formado na ciência específica. E o que mais nos assusta é que há um  exército de sociólogos nas listas de espera para assumir a função que  lhe compete no Ensino Médio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Parece que a lógica que orienta a política para a educação é a do  menor custo e não a da qualidade da educação e da melhor assistência aos  alunos. Para que um professor concursado possa completar o seu padrão  com aulas de sociologia basta que tenha em seu histórico escolar 120  horas dessa disciplina, não importando que ele seja formado em história  ou engenharia mecânica. Como a Sociologia é ensinada na maioria dos  cursos, pasmem, quase todos os graduados são considerados, pelo Estado,  habilitados a ensiná-la e possuem precedência aos licenciados em  Sociologia no caso de inexistência de aulas em sua disciplina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que gera este problema é que praticamente inexistem professores de  Sociologia concursados. O último e único concurso para contratação de  professores desta disciplina foi realizado em 2004. Assim, a defasagem  de professores do Quadro Próprio do Magistério (QPM) em Sociologia é de  mais de 90%. Para suprir esta demanda ano a ano o governo contrata  professores em regime de urgência, através do Processo Seletivo  Simplificado (PSS). No entanto, os professores já concursados em outras  disciplinas, sem aulas no seu padrão, possuem prioridade para assumir as  aulas de Sociologia, desde que possuam a carga horária mínima de 120  horas cursadas em seus currículos da disciplina a ser lecionada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No ano de 2011, a luta dos professores de Sociologia intensificou-se.  As principais bandeiras levantadas foram a defesa de uma educação  pública de qualidade e pelo direito dos alunos aprenderem Sociologia com  sociólogos. O processo de contratação de professores temporários, o  chamado PSS, deste ano caracteriza-se por confusão, processos na  justiça, protestos e a desclassificação de professores formados em  várias disciplinas, incluindo Ciências Sociais, com especialização e  experiência de trabalho no Estado do Paraná. Neste ano ocorreu ainda  mais um agravante: a distribuição de aulas de Sociologia para completar  padrão de professores de outras áreas já é algo comum e previsto na  legislação estadual. Contudo, além da distribuição das aulas para  completar padrão, o Núcleo Regional de Educação entregou as aulas de  Sociologia para professores de outras áreas como aulas extras&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/Meus%20documentos/2011%20BLOG/BLOG%20REA%202011/PRIORI,%20J.%20PROFESSORES%20SE%20MOBILIZAM%20EM%20DEFESA%20DO%20ENSINO%20DE%20SOCIOLOGIA%20NA%20EDUCA%C3%87AO%20P%C3%9ABLICA.docx#_ftn2"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Preocupados em ficar sem aulas e insatisfeitos com esta situação,  nós, graduados e professores de Sociologia, decidimos nos mobilizar e  protestar contra o descaso com a educação pública paranaense. Começamos  através de troca de e-mails e em seguida passamos a nos reunir. Já na  primeira reunião decidimos que tínhamos que trazer a público a situação  que se encontra a educação estadual. Nossa avaliação foi a de que o  cidadão paranaense tem o direito de saber o que ocorre dentro dos muros  das escolas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nossa primeira manifestação foi realizada com diplomas de Cientistas  Sociais nas mãos, nariz de palhaço e apitos na boca. Queríamos denunciar  a desclassificação injusta de colegas e a distribuição de aulas de  Sociologia para outros profissionais. Com apoio da APP Sindicato saímos  em caminhada de frente a sua sede em direção ao Núcleo Regional de  Educação (NRE), onde a imprensa já nos esperava. Depois de algum tempo  de protesto, a chefe do NRE de Maringá admitiu o equívoco e revogou a  distribuição de aulas feita a outros educadores. Tínhamos vencido uma  batalha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na semana seguinte, ao saber que o vice-governador e secretário da  educação, Flávio Arns, viria a Maringá, decidimos fazer nova  manifestação e entregar uma carta relatando a situação ao secretário.  Nossas reivindicações foram por educação pública de qualidade, através  da reorganização do PSS 2011 e da realização de concurso público para  contratar professores de Sociologia. Informamos ao secretário que pelo  menos 90% desses trabalham de forma precária, através do PSS, ou através  das complementações de padrão de outras disciplinas. Atencioso, o  vice-governador disse concordar com nossas reivindicações e admitiu que  solução definitiva é a realização de concurso público para a disciplina  específica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entendemos que demos um passo a mais no sentido da legitimidade e da  consolidação da Sociologia no Ensino Médio. No entanto, a luz no fim do  túnel ainda é tênue. Subsiste ainda forte resistência ao ensino de  Sociologia por alguns setores da educação pública. Nós, Cientistas  Sociais, precisamos matar um leão por dia para garantir que nossa  ciência continue a ser ensinada em nível médio. Diante das perspectivas  incertas precisamos manter a mobilização e luta para que a Sociologia  esteja presente em todos os anos do Ensino Médio e que seja ensinada por  sociólogos ou Cientistas Sociais. Neste cenário tenebroso visualizamos  apenas salários atrasados, poucas perspectivas de realização de concurso  e descaso para com nossos alunos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/2011/03/19/sociologia-no-ensino-medio-ainda-em-busca-de-legitimidade/"&gt;http://espacoacademico.wordpress.com/2011/03/19/sociologia-no-ensino-medio-ainda-em-busca-de-legitimidade/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-3780289960255789615?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/3780289960255789615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=3780289960255789615&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3780289960255789615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3780289960255789615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2011/03/sociologia-no-ensino-medio-ainda-em.html' title='Sociologia no Ensino Médio: ainda em busca de legitimidade'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-1583926718487696164</id><published>2011-03-15T15:00:00.003-03:00</published><updated>2011-03-15T15:01:53.064-03:00</updated><title type='text'>Como tornar o grupo de estudos para concurso mais eficaz?</title><content type='html'>&lt;h2 class="subtitulo"&gt;Rogerio Neiva mostra quais os principais cuidados para tomar antes de estudar junto com outros concurseiros&lt;/h2&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9s0VA3YkJMw/TX-pUSLNhnI/AAAAAAAAARc/VsQ0atJj2gE/s1600/size_590_livros-caderno-caneta.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-9s0VA3YkJMw/TX-pUSLNhnI/AAAAAAAAARc/VsQ0atJj2gE/s400/size_590_livros-caderno-caneta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584368228904044146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  &lt;strong&gt;Como tornar o grupo de estudos para concurso mais eficaz?&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt; Respondido por &lt;strong&gt;Rogerio Neiva&lt;/strong&gt;, juiz e professor de cursos preparatórios para concursos &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Estudar em grupo pode ser uma ótima tática para todo candidato a  concurso público. As vantagens vão desde maior índice de disciplina na  rotina de estudos (já que se firma um compromisso perante terceiros) a  compartilhamento de informações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Além disso, estudar em grupo contribui para a realização do “output”,  que consiste na exteriorização do conhecimento intelectualmente  apropriado e é uma das fases do ciclo de aprendizagem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; No entanto, como tudo na vida, essa estratégia também tem seus pontos  negativos. Entre eles está o risco do compartilhamento de informações  erradas ou desatualizadas por integrantes do grupo. Ou pior, a presença  de pessoas indisciplinadas ou com falta de compromisso - fato que pode  atrapalhar as atividades dos demais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A primeira regra para se blindar contra esse tipo de problema é criar  garantias mínimas de que os membros do grupo têm o mesmo nível de  compromisso com relação ao concurso. E mais: que todos se consideram  como aliados e não como concorrentes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Determinado isso, é preciso partir para a elaboração da dinâmica e  regras de funcionamento do grupo. Não se esqueça de incluir sanções e  normas de tolerância para caso de descumprimentos das normas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Por fim, procure planejar e organizar ao máximo, com divisão dos temas,  matérias e tarefas, bem como pauta e duração das reuniões, prazos e  obrigações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-concurso-publico/noticias/como-tornar-o-grupo-de-estudos-para-concurso-mais-eficaz"&gt;http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-concurso-publico/noticias/como-tornar-o-grupo-de-estudos-para-concurso-mais-eficaz&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-1583926718487696164?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/1583926718487696164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=1583926718487696164&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/1583926718487696164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/1583926718487696164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2011/03/como-tornar-o-grupo-de-estudos-para.html' title='Como tornar o grupo de estudos para concurso mais eficaz?'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9s0VA3YkJMw/TX-pUSLNhnI/AAAAAAAAARc/VsQ0atJj2gE/s72-c/size_590_livros-caderno-caneta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-7923265732205840277</id><published>2011-03-08T19:12:00.001-03:00</published><updated>2011-03-08T19:15:02.406-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas e contos'/><title type='text'>Dercy Gonçalves no Céu... (autoria desconhecida)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-nDm33E93jKg/TXaqOhM1fmI/AAAAAAAAAQ8/rJokPyu7Ulg/s1600/dercy-goncalves.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 300px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-nDm33E93jKg/TXaqOhM1fmI/AAAAAAAAAQ8/rJokPyu7Ulg/s400/dercy-goncalves.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581835954579406434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial Black; color: rgb(0, 0, 128); font-size: 12pt;"&gt;- Porra tá frio aqui em cima.&lt;br /&gt;- O céu não tem temperatura, minha senhora -  pondera um porteiro celestial&lt;br /&gt;de plantão..&lt;br /&gt;- Não tem o cacête. Tá frio sim  senhor - insiste Dercy.&lt;br /&gt;- Prefere o inferno? Lá é mais quentinho!&lt;br /&gt;- Manda  tua mãe pra lá. Cadê o Pedro?&lt;br /&gt;- Pedro só atende aos purificados.&lt;br /&gt;- E eu tô  suja por acaso? Tô cagada, esporreada?&lt;br /&gt;- Você primeiro tem que passar pelo  purgatório, ajustar umas continhas...&lt;br /&gt;- Não devo nada a viado nenhum.&lt;br /&gt;-  Você foi muito sapeca lá por baixo.&lt;br /&gt;- Como é que você sabe? Andava escondido  debaixo das minhas saias?&lt;br /&gt;- Dercy, daqui de cima a gente vê tudo.&lt;br /&gt;- Vê  porra nenhuma. Vê a pobreza, a violência, meninas de 4 anos sendo&lt;br /&gt;estupradas  pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres,&lt;br /&gt;carinha cheirando  até bosta pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só me viam?&lt;br /&gt;- Você fala muito  palavrão.&lt;br /&gt;- Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem  escutava.&lt;br /&gt;Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o  mundo é&lt;br /&gt;deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e  o&lt;br /&gt;cacête!&lt;br /&gt;- Está vendo? Outro palavrão.&lt;br /&gt;- Cacête é palavrão, seu  porteiro do caralho? Palavrão é a Puta Que o Pariu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(silêncio por alguns  segundos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  CARAAAAAALHO!!! Não é que eu morri mesmo?!!! E o purgatório?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você já  passou 101 anos por ele, lá no Brasil. Venha descansar!!!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-7923265732205840277?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/7923265732205840277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=7923265732205840277&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/7923265732205840277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/7923265732205840277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2011/03/dercy-goncalves-no-ceu-autoria.html' title='Dercy Gonçalves no Céu... (autoria desconhecida)'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-nDm33E93jKg/TXaqOhM1fmI/AAAAAAAAAQ8/rJokPyu7Ulg/s72-c/dercy-goncalves.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-9139813099354469490</id><published>2011-03-06T13:01:00.003-03:00</published><updated>2011-03-06T13:03:33.076-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas e contos'/><title type='text'>Restos do carnaval, de Clarice Lispector</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-uNqlD2NXLVs/TXOwA_cruZI/AAAAAAAAAQ0/ycDjRl3ObxM/s1600/contos_restos_do_carnaval.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 210px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-uNqlD2NXLVs/TXOwA_cruZI/AAAAAAAAAQ0/ycDjRl3ObxM/s400/contos_restos_do_carnaval.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580997894320404882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me  transportou para a minha infância e para as quartasfeiras de cinzas nas  ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou  outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua  tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro  ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação  íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era  em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim  explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim  cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era  meu, meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, na realidade, eu dele pouco participava.  Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em  compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé  de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se  divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com  avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de  confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como  ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco  à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava  uma menina feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um  medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda  suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À  porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito  entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era  feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu  mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não  me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém  em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma de  minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam  tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo  menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã  acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça – eu mal podia esperar pela  saída de uma infância vulnerável – e pintava minha boca de batom bem  forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e  feminina, eu escapava da meninice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas houve um carnaval  diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que  tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de  uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no  figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom  cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma  flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e  se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu  pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou  papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga – talvez atendendo a meu  apelo mudo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade,  já que sobrara papel – resolveu fazer para mim também uma fantasia de  rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela  primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não  eu mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até os preparativos já me deixavam tonta de  felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e  eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se  chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo  vestidas – à idéia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos&lt;br /&gt; nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos  previamente de vergonha – mas ah! Deus nos ajudaria! não choveria!  Quanto ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de  outra, engoli com alguma dor meu orgulho, que sempre fora feroz, e  aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que  exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão  melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados  para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não  passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da  tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de &lt;em&gt;rosa&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei.  No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um &lt;em&gt;destino&lt;/em&gt;  é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom  todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge –  minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se  criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui  correndo vestida de &lt;em&gt;rosa&lt;/em&gt; – mas o rosto ainda nu não tinha a  máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui  correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e  gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando  horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou e  pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias  que eu havia lido sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu  fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples  menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço  pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes  começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de  minha mãe e de novo eu morria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só horas depois é que veio a  salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me  salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz,  esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho,  grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos, já lisos, de  confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E  eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que  enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.&lt;/p&gt; &lt;div id="box-doted"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conto publicado no livro &lt;em&gt;Felicidade Clandestina&lt;/em&gt;, Ed. Rocco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/coletaneas/restos-carnaval-544941.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/coletaneas/restos-carnaval-544941.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-9139813099354469490?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/9139813099354469490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=9139813099354469490&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/9139813099354469490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/9139813099354469490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2011/03/restos-do-carnaval-de-clarice-lispector.html' title='Restos do carnaval, de Clarice Lispector'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-uNqlD2NXLVs/TXOwA_cruZI/AAAAAAAAAQ0/ycDjRl3ObxM/s72-c/contos_restos_do_carnaval.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-3629087190350074724</id><published>2010-12-18T19:58:00.003-02:00</published><updated>2010-12-18T20:06:06.734-02:00</updated><title type='text'>Os sonhos confiados à esperança: pensar John Lennon 25 anos depois</title><content type='html'>por &lt;strong&gt;PAULO DENISAR FRAGA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vBN0eZXI/AAAAAAAAAPE/bxW9vYjm1JU/s1600/055jlennon2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 130px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vBN0eZXI/AAAAAAAAAPE/bxW9vYjm1JU/s400/055jlennon2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552145613553821042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Em 8 de dezembro de 1980, John Lennon, considerado o líder  intelectual dos Beatles e o mais influente músico pop da história do  rock, era morto por um fã em frente ao edifício Dakota, em Nova Iorque,  onde residia com Yoko Ono e o filho Sean.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Passado um quarto de século, vale uma vez mais mapear aspectos  relevantes do legado público de Lennon, reconhecendo a sua extensa  influência artística e recuperando o sentido crítico de sua obra e de  suas intervenções políticas, marcadas por um pacifismo anárquico, não  raro temperado por uma irreverência &lt;em&gt;clown&lt;/em&gt;, de “anti-herói  palhaço”, para usar figuras de Flávio Tavares (in Carvalho, 1986, p.  104, 103), mas não no sentido negativo atribuído por certa imprensa  abutre da época, especuladora da vida privada e cúmplice do mais vetusto  conservadorismo moral e político.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pensar sua vida, incluindo falar sobre sua morte, não é permanecer  numa cândida fixação nos anos 1960, que o próprio Lennon rejeitou.  Trata-se de rever uma figura sintética central, expressão singular e  social da grande reviravolta juvenil, que teve na contracultura e no  rock – o inovador estilo musical surgido nos anos 1950 – os combustíveis  necessários para a sua irrupção no cenário dos grandes quadros  culturais da modernidade. Como disse Paulo Chacon (1983, p. 74), quem  rejeita com um “olhar superior” temas assim, “não compreendeu muita  coisa dos últimos 40 anos [agora já 60] e do que está por vir”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vUIV_4TI/AAAAAAAAAPM/7i4Itk8_KOQ/s1600/055memorial.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 187px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vUIV_4TI/AAAAAAAAAPM/7i4Itk8_KOQ/s400/055memorial.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552145938501329202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O lorde, Yoko e a paz&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lennon, um homem marcado de berço pela guerra, foi, acima de tudo, um  defensor da paz. Quando nasceu, os alemães bombardeavam Liverpool  (Sagastume, 2005), o que lhe valeu o segundo nome, Winston, uma  homenagem a Churchill, o “lorde da guerra”. Ao contrair sua união com  Yoko Ono – a artista de vanguarda que o surpreendeu numa exposição em  Londres, quando ele, curioso, subiu uma escada e, por um olho mágico  pendente num quadro no teto, leu, simplesmente, “yes” –, infenso aos  valores machistas e à guerra, John, ao invés de dar o seu nome a Yoko,  aproveitou para deixar o lorde de lado e passou a se chamar John Ono  Lennon.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando os Estados Unidos invadiram o Vietnam, pagou um comercial de página inteira no &lt;em&gt;The New York Times&lt;/em&gt;  e em jornais de outros países, deflagrando a campanha “A guerra pára,  se você quiser”. Foi um dos movimentos que pesou internamente contra o  belicismo criminoso dos agentes-laranja de Nixon. O primeiro ato pela  paz, como afirmou Lennon em sua histórica entrevista à &lt;em&gt;Rolling Stone&lt;/em&gt;  (in Wenner, 2001, p. 55), foi o “Bed peace” (“Na cama pela paz”), a  irreverente lua-de-mel com a imprensa em Amsterdam, depois em Toronto,  onde ficaram dez dias na cama em protesto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De fato, ele estranhava uma inequação óbvia do sistema, mas pouco  notada, uma espécie de sintoma esquizofrênico da sociedade, em que a  violência corre a olhos vistos, ao passo que as pessoas precisam se  esconder para fazer amor. Criticado, respondeu: “Fico orgulhoso de ser o  palhaço do ano neste mundo em que as pessoas ditas sérias estão matando  e destruindo nas guerras como a do Vietnam”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nesse embalo, gravaram &lt;em&gt;Give peace a chance&lt;/em&gt; que, como  observou Antônio Bivar (in Bravo!, 2005, p. 45), é uma música de letra  simplíssima: “pegou pelo refrão-grude, tocando o coração até dos mais  insensíveis”. Como não poderia deixar de ser, suspeito de “envolvimentos  radicais” com Jerry Rubin e outros, Lennon enfrentou ameaças de  expulsão dos Estados Unidos, situação que só se reverteu em seu favor  após a revista &lt;em&gt;Rolling Stone&lt;/em&gt; denunciar uma conspiração ilegal para deportá-lo do país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Música e crítica social&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Afora a língua afiada ao paladar da crítica salobra, o viés  mobilizador do ícone John Lennon foi a música de cunho político-social.  Em &lt;em&gt;Working class hero&lt;/em&gt;, ao bom estilo Bob Dylan, discorreu sobre a difícil situação dos trabalhadores. &lt;em&gt;The&lt;/em&gt; w&lt;em&gt;oman is the nigger of the world&lt;/em&gt;  é uma canção com a sensibilidade de reunir numa única frase,  sincronicamente, o repúdio à condição subalterna das mulheres e dos  negros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Happy Christmas&lt;/em&gt;&lt;em&gt; (war is over)&lt;/em&gt;, após a guerra,  como o nome diz, desejou Feliz Natal para brancos e negros, amarelos e  vermelhos, reconhecendo a multiculturalidade, tema que hoje grandes  intelectuais resgatam ao centro do debate social. Em &lt;em&gt;Power to the people&lt;/em&gt;, criticou novamente as condições do trabalho e preconizou a derrubada dos seus exploradores em favor do poder para o povo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Imagine&lt;/em&gt;, a sua principal obra e uma das mais belas músicas  já feitas, ao questionar a religião, a propriedade, as nações, a  ganância, a fome e, de certa forma, o valor de troca (“imagine todo  mundo vivendo para o dia de hoje”), defendendo uma vida comum e fraterna  entre os homens, representou, para a formação de muitos adolescentes,  que ainda não tinham ouvido falar de Marx, uma espécie de prelúdio do &lt;em&gt;Manifesto do partido comunista&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cobrado sobre os grandes concertos beneficentes, vistos como uma  espécie de função social da música, Lennon revelou-se crítico da  caridade assistencialista. Porém, para lembrar um poema de Brecht  (1983), não incorreu propriamente no caso de “Quem não sabe de ajuda”,  pois de muitas campanhas participou até se convencer de que isso só  geraria mais dependência, jamais oferecendo uma solução positiva à  pobreza, favorável à autonomia e afirmação dos povos. E quando se  declarou socialista, não foi hipócrita: assumiu a sua  condição-contradição de rico. Por essas e outras compreende-se por que,  em Havana, Fidel Castro considerou meritório inaugurar oficialmente uma  estátua em homenagem a John Lennon.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os Beatles, Jesus e Lucy&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Que os Beatles tenham sido mais populares do que Jesus Cristo, como  Lennon afirmou numa de suas mais sonoras e polêmicas frases, é  obviamente muito difícil, dado o histórico traço judaico-cristão do  Ocidente, mesmo que a mídia lhes tenha feito as vezes das cruzadas em  direção ao Oriente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas, à parte o criacionismo, Lennon e os Beatles ficam com a vantagem  de terem, indiretamente, “batizado” o primeiro ancestral do homem. O  cientista Donald Johanson conta no seu livro de divulgação, assinado com  Maitland Edey, que, após a localização do fóssil, houve tanta euforia  que à noite ninguém dormiu. E um gravador tocou direto o hit &lt;em&gt;Lucy in the sky with diamonds&lt;/em&gt;, até que a alguém da equipe ocorreu a idéia de chamarem a descoberta de suas vidas de “Lucy” (1996, p. 24-25).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Seria esse um detalhe banal, pois nomes podem surgir quase que de  quaisquer coisas ou casualidades? Talvez. Mas, no entremeado terreno da  ciência e da cultura, depois de Lucy a história da evolução não pode ser  mais contada sem, pelo menos, uma nota de rodapé para os Beatles. E o  próprio Johanson o releva: “– Lucy? Essa é a inevitável pergunta de quem  vê o fóssil pela primeira vez. E tenho sempre que explicar: – Sim, era  uma fêmea. E tem aquela história dos Beatles” (Idem, p. 25).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quase penitenciando-se, a sobriedade do grande cientista confessa:  “Não se esqueça de que ficamos nas nuvens quando a encontramos”  (Ibidem). E foi assim, marcando presença na parte que lhes cabia, que a  turma do “ié-ié-ié” entrou para as crônicas da ciência. É importante  dizer isso, porque em &lt;em&gt;Lucy in the sky with diamonds&lt;/em&gt; muitos não enxergaram nada além do que a mera sigla de LSD.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Legado pop e MPB&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como fora com os Beatles, a influência de Lennon espalhou-se  desde as maiores estrelas do rock internacional, como Roger Waters,  ex-Pink Floyd, e Bono Vox, o engajado vocalista do U2. O que não foi  diferente no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A propósito, Renato Russo, talvez o maior compositor da nova geração  do rock nacional, emergida nos anos 1980, contestou a suposta  incompatibilidade entre o rock e a MPB, alegando que pensar isso seria  desconhecer o rock’n’roll, que não é uma música só de jovens para  jovens, assim como a MPB não é só de velhos para velhos (in Vasco,  1997). É uma idéia que apreende a dinâmica da música acima dos  preconceitos culturais de uma certa xenofobia dos idiomas e ritmos. No  que se refere especificamente ao pop rock, tanto mais isso é verdadeiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora os Beatles tenham influenciado sobremaneira o rock brasileiro desde a Jovem Guarda (quem não se lembra de &lt;em&gt;Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones&lt;/em&gt;,  versão da música italiana de Gianni Morandi), foi na MPB que Lennon se  tornou mais referido, provavelmente superando qualquer outro nome  estrangeiro. A mais enigmática dessas músicas, talvez, seja aquela que  melhor confirme a tese de Russo. &lt;em&gt;Para Lennon e McCartney&lt;/em&gt;, de Fernando Brandt, Lô e Marcio Borges, diz: &lt;strong&gt;“&lt;/strong&gt;Eu  sou da América do Sul/ Eu sei vocês não vão saber/ Mas agora sou  cowboy/ Sou do ouro, eu sou vocês/ Sou do mundo, sou Minas Gerais”.  Afinal, uma boa pista sobre a sua letra está na indagação do sociólogo  José Roberto Zan: “Será que eles não estariam anunciando um novo  regionalismo articulado a linguagens universais?” (in Alves Filho,  2005).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As referências seguem, em letras mais explícitas. A morte de Lennon foi lamentada na bela &lt;em&gt;Canção do novo mundo&lt;/em&gt;, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos:&lt;strong&gt; “…&lt;/strong&gt;como  pode acontecer/ Um simples canalha mata um rei/ Em menos de um segundo/  Oh! Minha estrela amiga/ Por que você não fez a bala parar?”. Em &lt;em&gt;Loucos de cara&lt;/em&gt;,  Kleiton e Vitor Ramil fazem, possivelmente, referência ao irônico fato  de Lennon e Yoko terem feito doações à polícia novaiorquina para compra  de coletes à prova de bala e ele ter morrido assassinado: “Não importa  que Lennon arme no inferno a polícia civil”. O inferno era o lugar para  onde ele cogitara haver o risco de ir, tal como julgara ter ocorrido com  Elvis. Em &lt;em&gt;Lennon&lt;/em&gt;, Dalto queixou-se do impacto da sua ausência  criadora: “Lennon mande alguma coisa nova pra nós/ Há muito tempo não se  ouve uma voz /Que deixa o coração ser mais feliz / [...]/ Você faz  tanta falta por aqui…”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Belchior e José Luis Penna, em &lt;em&gt;Comentário a respeito de John&lt;/em&gt;,  lembraram da campanha contra a guerra: “Sonho escrevo em letras grande  (de novo!)/ Pelos muros do país / Sob a luz do teu cigarro, na cama”.  Contam ao amigo que as coisas não são mais as mesmas: “John, o tempo  andou mexendo com a gente sim!”. E arrematam com uma pinçada de  finíssima sensibilidade: “A felicidade é uma arma quente”. Este era o  nome de uma música do “The white album”, dos Beatles, em 1968,  posteriormente regravada pelo U2. Um título que Lennon tirou de uma  revista de armas, mas que, na verdade, é uma frase sobre a dialética  errática da vida, dominada pela lógica do empuxo da luta pela  felicidade. Uma frase, no fundo, sobre ele mesmo, para quem o uso  figurado veio a colidir tão tragicamente com a sua outra face, a  cara-metade que lhe confere sentido, isto é, o antípoda realístico. Para  ele, o fim da mediação do simbólico. Para o seu assassino, o início.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vldMz8sI/AAAAAAAAAPU/ZzOpgoNzMg0/s1600/055jlennon1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 192px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vldMz8sI/AAAAAAAAAPU/ZzOpgoNzMg0/s400/055jlennon1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552146236157719234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Reconhecimento e violência&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;em&gt;Folha da Tarde&lt;/em&gt; (1980) noticiou que Sean Strub, uma das  testemunhas no edifício Dakota, disse que, após atirar, o jovem Mark  David Chapman, então com 25 anos, “tinha a sombra de um sorriso  irônico”. Lennon já desconfiara da lógica aniquiladora da sociedade de  consumo. Havendo se retirado das gravações, ao ser perguntado o que fez  entre 1975 e 1980, disse à &lt;em&gt;Playboy&lt;/em&gt; que andou fazendo pão e  cuidando do bebê (Sean), porque não se sentia livre com a prisão dos  seus contratos (in Carvalho, 1986, p. 40). Contudo, Lennon não pôde  evitar aquilo do que viveu, e a fama é um dos lugares – em tese –  possíveis de se chegar na luta pelo reconhecimento, crivo pelo qual o  filósofo Hegel (1992) ensinou que todas as consciências necessitam  passar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim como o jovem, que atirou na platéia de um cinema em São Paulo  em época recente, afirmou ter antes pensado em usar uma granada, mas  depois preferiu a metralhadora porque daria maior impacto, Chapman, por  sua vez, declarou que matou John Lennon porque queria se tornar  “conhecido”. Ou seja, é o típico jovem de classe média em busca do  reconhecimento estranhado de “ser alguém” conforme aos cânones fúteis do  &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; midiático, o que torna a escalada da fama algo universalmente &lt;em&gt;desejável&lt;/em&gt;, mas não universalmente &lt;em&gt;alcançável&lt;/em&gt; (cf. Fraga, 2002, p. 52-53). Não é à toa que a banalidade dos &lt;em&gt;reality shows &lt;/em&gt;faz tanto sucesso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agregue-se que, após atirar em Lennon, Chapman deixou cair a arma para ler tranqüilamente &lt;em&gt;O apanhador no campo de centeio&lt;/em&gt;,  de Jerome David Salinger (s.d.). O livro falava de um jovem que voltava  para casa frustrado com seu insucesso escolar, perguntando-se como iria  enfrentar a “barra” diante da família. Era um livro que fizera a  juventude norte-americana reconhecer-se, quem sabe pela primeira vez  (pois saíra em 1951, quando a questão juvenil propriamente começava a  emergir, assim como o rock), em sua problemática psicossocial mais  profunda que, como observou Alejandro Ventura (1994), dependendo das  canalizações possíveis, às vezes pode adquirir uma dimensão explosiva.  Já não seria hora de se entender que Chapman não era só um “maluco”,  como foi descrito, mas uma engrenagem ativa só compreensível no bojo de  uma pergunta muito mais radical por essa lógica que habita a base do  sistema?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A violência, portanto, não é primeiramente um defeito moral, uma  deformação de um suposto verdadeiro ser humano. Ela é uma forma de ser e  de afirmar-se em determinadas condições sociais. John Lennon lutava por  uma sociedade de paz para todos. A eficácia transformadora de sua  ideologia de paz e amor é, evidentemente, questionável. Mas somente uma  sociedade em que as “formas de reconhecimento possam forjar-se no  sentido da construção da liberdade humana, e não no da dominação”  (Fraga, 2002, p. 57), pode ter a chance de superar a violência enquanto  forma de afirmar-se pela necessária negação do outro, o que faria sem  sentido a frase silogisticamente correta que Lennon disse sobre Elvis e  que terminaria servindo tão bem para si: “um rei sempre termina morto  por seus vassalos”. A propósito, a aludida teoria de Hegel sobre o  reconhecimento ficou famosa justamente pelo nome de “dialética do senhor  e do escravo”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sonho romântico e esperança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Renato Russo acreditava que a mensagem do rock ia mais longe que a  dos livros. Sublinhava que grandes músicas são também uma idéia (in  Vasco, 1997). Ou seja, já não são mais apenas músicas. São um ponto de  vista, um modo, ainda que assistemático, de compreensão do mundo. Numa  tese de valor universal, o filósofo Lukács (1981) afirmou que a arte  manifesta a autoconsciência do desenvolvimento da humanidade. O que os  artistas expressam na arte é a sua afetação pela lógica do mundo. Desde o  tempo dos Beatles, a beleza da letra interessou menos a Lennon do que o  sentido da música, independente do tema. Essa foi uma das primeiras  coisas que o contrariaram no grupo, à medida que a ótica empresarial foi  se acentuando. E que iria definir o perfil da sua obra independente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não importa se sua visão política era dominada por contornos  românticos, bem ilustrada no que contou ter dito a Jerry Rubin: de que  se recusava a todas as barricadas, exceto as que fossem feitas de flores  (in Carvalho, 1986, p. 78). Como Gandhi, Lennon preferia a cultura da  não-violência. “Paz, não-violência e todo mundo numa boa” era a sua  filosofia. Mas importa perceber que o seu romantismo podia ser tudo,  menos conservador. Arriscando-se uma análise primeira a partir das  tipologias de Michael Löwy e Robert Sayre, talvez se possa afirmar que,  enquanto músico engajado, Lennon se aproximava de um romantismo  utópico-humanista (não exatamente socialismo utópico, porque lidava com  valores, mas não com modelos), que se orienta preferencialmente à  “humanidade inteira, dirigindo-se a todos os homens de boa vontade”  (Löwy; Sayre, 1993, p. 68). Os utópicos falam do sofrimento do trabalho,  como Lennon falou, mas não vêem o desfecho da história como resultado  do clássico referencial marxista da luta de classes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Seja como for, o fato é que Lennon foi um gigante no terreno da  revolução dos costumes no século XX, e uma destacada figura da luta  contra a guerra. Foi um ridicularizador de variadas formas de  rebaixamento da expressão e da liberdade humanas. Foi um ser autêntico  que se posicionou e falou o que pensava, independente de agradar ou não o  que ele dizia. Foi, enfim, um desses espíritos inquietos  extraordinários – que só de quando em vez a humanidade é capaz de  produzir –, cuja existência contestadora ajuda a entender coisas tão  simples do cotidiano, como a de por que, em geral, parecem tão sem cor e  sem gosto as figuras do conservadorismo moral e/ou político.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A famosa frase de Lennon “o sonho acabou” não era apenas o dobre de  sinos do final dos Beatles para fãs melancólicos. Se o sonho continuou  como uma referência sua, a frase fora, talvez, um corte necessário que,  de algum modo, significou também dizer que, para ele, a dimensão do  sonho ia além dos limites da beatlemania, que passava a criticar. Assim,  de outra parte, a frase denotara, também, a percepção de que o sistema  havia reagido e que o mundo não era mais o mesmo: “Houve toda uma grande  mudança e vamos rumo a um futuro desconhecido. Mas ainda estamos aqui.  Enquanto há vida, há esperança” (in Carvalho, 1986, p. 111). Pouco antes  de morrer, à pergunta sobre qual pensava ser o sonho dos anos 1980,  respondeu, sem modelos: “Faça seu próprio sonho. [...]. Eu não posso te  despertar. Você pode se despertar” (Idem, p. 81). Para ele o sonho tinha  a extensão que tem para cada um e que, às vezes, na história, se  manifesta coletivamente, como foi no Maio de 1968 ou nas revoluções  políticas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na vida política de Lennon, estava de algum modo presente aquilo que o  filósofo Ernst Bloch (2005) chamou, no seu amplo inventário de sonhos e  utopias, de &lt;em&gt;princípio esperança&lt;/em&gt;. “O que nós temos que fazer é  manter viva a esperança, porque sem esperança todos nós vamos  naufragar”, insistia Lennon. Afinal, o que seria dos sonhos, ou melhor,  de&lt;em&gt; &lt;/em&gt;qualquer sonho, sem a esperança? Que elemento mobilizador  poderia ter? De outra parte, que esperança pode existir sem um sonho,  sem algum ideal que se contraste ao realismo cínico? Na recíproca  dialética do sonho e da esperança, as fagulhas da crítica não se apagam  com o tempo. E quem desejar uma expressão mais sintética de como Lennon  unia essas duas coisas, pode vê-la em &lt;em&gt;Imagine&lt;/em&gt;: “Você pode dizer que sou um &lt;em&gt;sonhador&lt;/em&gt;/ mas não sou o único não/ e &lt;em&gt;espero &lt;/em&gt;que um dia você se junte a nós/ e o mundo será uma coisa só”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A MORTE de Lennon repercute no mundo&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://almanaque.folha.uol.com.br/manchetes_10dez00.shtml"&gt;http://almanaque.folha.uol.com.br/manchetes_10dez00.shtml&lt;/a&gt;&gt;. Acesso em: 03 dez. 2005.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;ALVES FILHO, Manuel. Pesquisando por música. &lt;strong&gt;Jornal da Unicamp.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Campinas, n.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;288, 16-22.maio. 2005, p. 12.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2005/ju288pag12.html"&gt;http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2005/ju288pag12.html&lt;/a&gt;&gt;. Acesso em: 03 dez. 2005.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;BLOCH, Ernst. &lt;strong&gt;O princípio esperança.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Rio de Janeiro: Contraponto/Eduerj, 2005. v. 1.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;BRECHT, Bertolt. &lt;strong&gt;Antologia poética.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Rio de Janeiro: Elo, 1983.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;CARVALHO, Eide M. Murta (org.). &lt;strong&gt;O pensamento vivo de John Lennon.&lt;/strong&gt; São Paulo: Martin Claret, 1986.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;CHACON, Paulo. &lt;strong&gt;O que é rock.&lt;/strong&gt; 2.ed. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Primeiros Passos).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;FRAGA, Paulo Denisar. &lt;em&gt;Violência: forma de dilaceramento do ser social.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Serviço Social &amp;amp; Sociedade.&lt;/strong&gt; São Paulo, ano XXIII, n. 70, p. 44-58, jul. 2002.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. &lt;strong&gt;Fenomenologia do espírito.&lt;/strong&gt; Petrópolis: Vozes, 1992. v. 1.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;JOHANSON, Donald C.; EDEY, Maitland A. &lt;strong&gt;Lucy:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;os primórdios da humanidade. &lt;/strong&gt;Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;LENNON, a utopia possível. &lt;strong&gt;Bravo!&lt;/strong&gt; São Paulo, ano 9, n. 98, p. 36-45, nov. 2005.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;LÖWY, Michael; SAYRE, Robert. &lt;strong&gt;Romantismo e política.&lt;/strong&gt; Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;LUKÁCS, György. &lt;strong&gt;Sociologia.&lt;/strong&gt; Org. José Paulo Netto. São Paulo: Ática, 1981. (Grandes cientistas sociais).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;SAGASTUME, Celso Afonso Brum (org.). &lt;strong&gt;John Lennon.&lt;/strong&gt; Santa Maria: Reflexão, [2005]. 1 CD. (Biografias virtuais).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;SALINGER&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; Jerome David. &lt;strong&gt;O apanhador no campo de centeio.&lt;/strong&gt; 8.ed. Rio de Janeiro: Ed. do Autor, s.d.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;VASCO, Júlio (org.). &lt;strong&gt;Conversações com Renato Russo.&lt;/strong&gt; São Paulo: Letra Livre, 1997.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;VENTURA, Alejandro. &lt;strong&gt;1968… o de como la bestia devino imaginación.&lt;/strong&gt; Montevideo: Jenscet, 1994.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;WENNER, Jann. &lt;strong&gt;Lembranças de Lennon.&lt;/strong&gt; 2.ed. São Paulo: Conrad, 2001.&lt;/p&gt; &lt;div&gt; &lt;hr size="1"&gt; &lt;div&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/Meus%20documentos/2010_blogs/REA/FRAGA,%20P.%20D.%20Os%20sonhos%20confiados%20%C3%A0%20esperan%C3%A7a.doc#_ftnref1"&gt;*&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;PAULO DENISAR FRAGA&lt;/strong&gt; é Mestre em Filosofia pelo IFCH, Universidade Estadual de Campinas; Professor do&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Instituto de Ciências Humanas e Letras&lt;/span&gt; da Universidade Federal de Alfenas, MG. Publicado na &lt;strong&gt;REA&lt;/strong&gt;, nº. 55, dezembro de 2005, disponível em &lt;a href="http://www.espacoacademico.com.br/055/55mh_fraga.htm"&gt;http://www.espacoacademico.com.br/055/55mh_fraga.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/12/18/os-sonhos-confiados-a-esperanca-pensar-john-lennon-25-anos-depois/"&gt;http://espacoacademico.wordpress.com/2010/12/18/os-sonhos-confiados-a-esperanca-pensar-john-lennon-25-anos-depois/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-3629087190350074724?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/3629087190350074724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=3629087190350074724&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3629087190350074724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3629087190350074724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/12/os-sonhos-confiados-esperanca-pensar.html' title='Os sonhos confiados à esperança: pensar John Lennon 25 anos depois'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TQ0vBN0eZXI/AAAAAAAAAPE/bxW9vYjm1JU/s72-c/055jlennon2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-4640492014527852220</id><published>2010-11-30T13:48:00.000-02:00</published><updated>2010-11-30T13:49:26.955-02:00</updated><title type='text'>A importância da experiência do trabalho no aprendizado</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Janguiê Diniz*&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Valor Econômico - EU&amp;amp;Carreira &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Imagine  um bacharel em comércio exterior, recém-saído da faculdade, assumir um  importante posto de trabalho. Ou um economista recém-formado, também sem  experiência, assumir um cargo em um grande banco de investimentos. É  quase impossível que isso aconteça. Em primeiro lugar, porque o estágio  profissionalizante faz parte do currículo da maior parte dos cursos de  graduação e possibilita colocar em prática a teoria que aprendeu em sala  de aula. Em segundo lugar, porque a ascensão profissional segue o rito  da meritocracia e do plano de carreira das empresas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A formação acadêmica moderna está centrada mais na  constituição de competências, habilidades e disposições de condutas do  que pela quantidade de informação. Isso representa que o aluno aprende a  aprender, a pensar, a relacionar o conhecimento com dados da  experiência cotidiana, a dar significado ao aprendido, a fazer a ponte  entre a teoria e a prática, além de fundamentar a crítica e argumentar  com base em fatos. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Agora imagine o contrário. Um profissional da área de  informática, com vários anos de experiência, com habilidades e  competência para assumir um cargo de gerência, mas sem formação  superior. Sim, há empresas que retém esses talentos, independentemente  de sua formação acadêmica, mas são exceções. Para fazer carreira é  necessário, além de muita competência, ter uma sólida formação acadêmica  e conhecimento multidisciplinar. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Assim como o jovem recém-formado tem o estágio como  uma ferramenta para seu ingresso no mercado, o profissional experiente  sem formação superior pode validar suas competências para lhe  proporcionar formação acadêmica e uma cultura abrangente. Há mais de 20  anos, é usada em vários países europeus e na América do Norte, uma  metodologia de ensino fundamentada no aprendizado pelo trabalho -  Work-Based Learning. Nela, o próprio trabalho e o seu ambiente são  utilizados como case do programa de aprendizagem. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A experiência e o dia a dia no trabalho são tão  importantes na aprendizagem como a teoria passada na sala de aula. Paulo  Freire já dizia que é preciso trabalhar a realidade do cotidiano do  estudante para uma efetiva aprendizagem. É o aprender fazendo, com o  aprender pensando a respeito do que está sendo feito. E isso se aplica  tanto ao estágio, quanto ao Work-Based Learning.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Essa metodologia, além de conduzir a uma aprendizagem  sustentável, leva o profissional à aquisição de novos conhecimentos, os  quais são construídos e conectados com os já existentes. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;No Brasil, mais de 70% dos adultos trabalhadores não  possuem formação acadêmica, mas possuem ampla experiência profissional  em diversas áreas. A proposta da educação pelo trabalho é oferecer uma  nova alternativa de aprendizagem para adultos trabalhadores. O ensino  superior brasileiro vem se liberando de preconceitos e conservadorismo.  Um grande exemplo disso é a disseminação da Educação a Distância (EAD). &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O Work-Based Learning é uma das alternativas para a  inclusão de trabalhadores no ensino superior. Com esta nova metodologia,  o país pode ter uma população adulta trabalhadora com cursos superiores  nas respectivas áreas de atuação. Educação vem sempre em primeiro lugar  e não faltam oportunidades de aprendizagem para quem quer e precisa. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;*Janguiê Diniz Fundador e presidente do Conselho do Grupo Ser Educacional.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.gruposoma.net/experiencia-trabalho-aprendizado-carreira.html?utm_source=getresponse&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_content=A+import%C3%A2ncia+da+experi%C3%AAncia+do+trabalho+no+aprendizado&amp;amp;utm_campaign=gruposoma"&gt;http://www.gruposoma.net/experiencia-trabalho-aprendizado-carreira.html?utm_source=getresponse&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_content=A+import%C3%A2ncia+da+experi%C3%AAncia+do+trabalho+no+aprendizado&amp;amp;utm_campaign=gruposoma&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-4640492014527852220?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/4640492014527852220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=4640492014527852220&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4640492014527852220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4640492014527852220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/importancia-da-experiencia-do-trabalho.html' title='A importância da experiência do trabalho no aprendizado'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-7468812331388701466</id><published>2010-11-25T13:55:00.002-02:00</published><updated>2010-11-25T13:57:44.660-02:00</updated><title type='text'>Avaliação docente: todos de olho no professor</title><content type='html'>&lt;h2&gt;Para que a prática ajude a ensinar melhor, é preciso desenvolver um sistema que vá além da aplicação de provas&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="PaginaNumero"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TO6HH-PgTqI/AAAAAAAAANY/iMOQ9kw4PP0/s1600/x-questao-avaliacao-docente.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 210px; height: 201px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TO6HH-PgTqI/AAAAAAAAANY/iMOQ9kw4PP0/s400/x-questao-avaliacao-docente.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543516762376523426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="abracaPagina"&gt;  &lt;div class="caixa-sem-fio"&gt; &lt;div class="img-sem-caixa"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="legenda-sem-caixa"&gt;&lt;strong&gt;VISÃO GLOBAL&lt;/strong&gt; A avaliação docente precisa&lt;br /&gt;incluir múltiplos olhares para ser efetiva&lt;/div&gt; &lt;div id="relacionados"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Avaliar, avaliar, avaliar. De alguns anos para cá, a prática tem se  tornado um tema recorrente no mundo da Educação. Países criam complexos  sistemas de medição, juntas de especialistas estabelecem padrões e  faixas de desempenho, organismos internacionais desenvolvem testes para  comparar resultados em todo o mundo. No Brasil, uma das novidades foi a  instituição de um Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente.  Previsto para ser aplicado a partir de 2011, vai medir os conhecimentos  dos que querem se dedicar ao Magistério. O atrativo é grande: municípios  e estados podem aderir à iniciativa, considerando-a um componente da  nota dos concursos ou mesmo substituta dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é interessante. No início da docência, a avaliação é fundamental  para verificar se o candidato cumpre os requisitos de entrada na  profissão. Durante a carreira, ajuda a indicar o que está bom e,  principalmente, o que deve ser aperfeiçoado. Mas não basta aplicar uma  prova e achar que o problema está resolvido. Se desejamos que o processo  ajude o docente a ensinar melhor, é preciso dar um passo atrás e  perguntar: o que é mesmo que estamos avaliando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta requer reflexão sobre o que significa ser um bom professor. É  aquele cujos alunos só tiram dez? O que tem uma formação recheada de  cursos? Quem se dá bem com colegas e funcionários? Ou tudo isso junto (e  muito mais)? Para produzir os Referenciais para o Exame Nacional de  Ingresso na Carreira Docente, o Ministério da Educação (MEC) compilou  pesquisas de padrões docentes em sete países. Chegou a uma lista com 20  características do perfil do professor ideal (conheça algumas delas no  quadro da página seguinte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da constatação de que exercer o Magistério não é nada fácil,  percebe-se que muitos aspectos não podem ser aferidos por provas. Como  elaborar uma questão para certificar se o profissional "estabelece um  clima favorável à aprendizagem?". Ou se demonstra "valores, atitudes e  comportamentos positivos?". Os especialistas na área (e o próprio MEC,  faça-se justiça) reconhecem essa impossibilidade. Ao realizar uma  sondagem comparativa sobre a avaliação de professores em diversas  nações, a uruguaia Denise Vaillant, coordenadora do Programa de  Desenvolvimento Profissional Docente na América Latina e Caribe (Preal),  concluiu que os sistemas de sucesso apostam na combinação de múltiplas  estratégias, como a avaliação pelos pares e pelos gestores das escolas e  a autoavaliação. As provas são apenas uma parte do cardápio - e, muitas  vezes, não a mais importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, ainda precisamos construir essa estrutura de avaliação  múltipla. A esperança é de que a prova seja apenas o primeiro tijolo, ao  qual se somem outros tipos de aferição. Para chegar lá, uma primeira  providência é apostar na formação de bons avaliadores. Aqui, os  programas de formação têm um papel importante, já que o assunto costuma  ser pouco contemplado tanto nos currículos de graduação como na formação  em serviço. Esse conhecimento é a base de sistemas como o australiano,  em que cada ciclo de avaliação dura dois anos e compreende planejamento  (para definir o foco do trabalho), coleta de dados (para aferir a  qualidade do ensino e projetar objetivos de evolução, que variam de  acordo com o nível do desenvolvimento profissional de cada um, dos  principiantes aos mais experientes) e acompanhamento (para avaliar o  auxílio oferecido e o avanço na obtenção das metas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um segundo passo é estabelecer a participação dos avaliados na definição  de critérios e metas. Isso é fundamental para que o corpo docente apoie  a avaliação, encarando-a como uma oportunidade pedagógica e não como  uma ameaça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Avaliação docente e plano de carreira devem caminhar juntos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equacionados o "que" e o "como" avaliar, chega a hora de pensar no que  fazer com os resultados da avaliação. É preciso ter atenção especial aos  dois extremos do estrato: os educadores que se saem mal e os com  performances excelentes. Comecemos pelos que menos se destacam. A  constatação óbvia - a de que esses profissionais precisam de ajuda para  evoluir - não tem sido acompanhada de atitudes práticas nessa direção.  Muitas vezes, se diz que o ideal seria eliminar os piores  automaticamente, mas isso está mais para uma medida extrema, não deve  ser a primeira atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente, o caso australiano pode servir de base. Por lá, docentes com  desempenho ruim têm a chance de passar por um plano de melhora,  elaborado com o coordenador ou o diretor da escola. Durante um ano, o  educador recebe o auxílio de um mentor (geralmente, um colega com ótimos  resultados), incorporando conhecimentos e aprendendo novas práticas de  ensino. Se mesmo após esse período persistir a baixa qualidade, aí, sim,  ele deixa de lecionar - mas raramente abandona a escola: pode, por  exemplo, passar a exercer funções administrativas na instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é preciso considerar o topo da pirâmide. Nesse ponto, fica claro  que a boa avaliação docente precisa caminhar de braços dados com a  estruturação de um plano de carreira no Magistério. No Brasil, a  progressão é burocrática, derivada quase exclusivamente do tempo de  serviço ou da titulação - e, pior, estimula a fuga da sala de aula. Para  muitos, virar coordenador ou diretor é o único caminho para um salário  mais alto. Icentivar professores a assumir mais responsabilidades nas  escolas é uma saída que deu certo em Cingapura, na Inglaterra e em  estados brasileiros, como o Ceará, onde docentes de destaque são  convidados a trabalhar como formadores de seus pares em metade da carga  horária. Esses e outros exemplos mostram que uma avaliação por múltiplos  caminhos, que privilegie a formação inicial e continuada, que contemple  o diálogo entre todos os envolvidos e que esteja atrelada à evolução na  carreira, tem chances mais concretas de fazer a Educação avançar. Já a  prova, sozinha...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/avaliacao-docente-todos-olho-professor-608078.shtml?page=0"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/avaliacao-docente-todos-olho-professor-608078.shtml?page=0&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-7468812331388701466?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/7468812331388701466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=7468812331388701466&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/7468812331388701466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/7468812331388701466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/avaliacao-docente-todos-de-olho-no.html' title='Avaliação docente: todos de olho no professor'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TO6HH-PgTqI/AAAAAAAAANY/iMOQ9kw4PP0/s72-c/x-questao-avaliacao-docente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-503275409431459125</id><published>2010-11-24T17:44:00.000-02:00</published><updated>2010-11-24T17:45:15.408-02:00</updated><title type='text'>Novo Enem será realizado em 15 de dezembro</title><content type='html'>&lt;h2&gt;Apenas os estudantes que foram prejudicados com o erro de impressão da prova amarela poderão refazer o exame&lt;/h2&gt;                                                       &lt;p&gt;O Ministério da Educação (MEC) confirmou, na tarde de hoje, que  os estudantes lesados com o erro de impressão do caderno amarelo farão  uma nova prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 15 de  dezembro. Os estudantes irão refazer a prova do primeiro dia do Enem,  que ocorreu entre 6 e 7 de novembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a assessoria de  imprensa do MEC, cerca de 2.800 estudantes irão refazer a prova. Este  número representa apenas 0,1% do total dos 3,3 milhões de brasileiros  que fizeram o exame no começo deste mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prova será aplicada às 13h, no horário de Brasília. As cidades onde será realizado o exame ainda não foram divulgadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Relembre a questão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- 6 de novembro:&lt;/strong&gt;  estudante fazem o primeiro dia do Enem 2010. Candidatos que receberam o  caderno de questões amarelo notaram erros de impressão na prova.  Algumas dessas provas conseguiram ser substituídas, mas em torno de 2  mil estudantes acabaram sendo prejudicados pelo erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- 8 de novembro:&lt;/strong&gt;  o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais  Anísio Teixeira (Inep), professor Joaquim José Soares Neto, órgão  responsável pela elaboração do Enem, confirmou que o exame seria  reaplicado para os estudantes que se sentiram lesados pelo erro no  caderno de questões amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- 8 de novembro: &lt;/strong&gt;a juíza Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal do Ceará determina a &lt;a target="_self" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/prova-enem-2010-suspensa-607896.shtml"&gt;suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010&lt;/a&gt;.  A decisão atendeu a um pedido do MPF (Ministério Público Federal) e  vale em todo o país. Segundo a juíza, a intenção de realizar novas  provas não resolveriam o problema pois colocaram em desigualdade os  candidatos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/multimidia/multimidia_608158.shtml" target="_self"&gt;- Veja os motivos que levarão a suspensão do Enem 2010&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- 11 de novembro:&lt;/strong&gt;  a Procuradoria Regional Federal da 5ª Região, órgão da Advocacia-Geral  da União (AGU), protocolou, perante o Tribunal Regional Federal da 5ª  Região, em Recife (PE), o pedido de &lt;a target="_self" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/advocacia-geral-uniao-entra-recurso-suspensao-enem-608462.shtml"&gt;cassação da suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- 12 de novembro:&lt;/strong&gt; o presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife (PE), &lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/enem-2010-nao-esta-mais-suspenso-608492.shtml" target="_self"&gt;derrubou a liminar que havia suspendido o Enem&lt;/a&gt;  na segunda-feira. A decisão seguiu o argumento da AGU, de que não seria  razoável que os cerca de 3,3 milhões de estudantes que realizaram o  Enem fossem submetidos a novo exame, quando menos de 2 mil candidatos  foram objetivamente prejudicados em razão de erro na impressão de alguns  cadernos da prova amarela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a suspensão da liminar, o &lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/veja-gabaritos-enem-2010-608569.shtml" target="_self"&gt;Inep divulgou o gabarito do Enem 2010&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/novo-enem-sera-realizado-15-dezembro-610104.shtml"&gt;http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/novo-enem-sera-realizado-15-dezembro-610104.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-503275409431459125?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/503275409431459125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=503275409431459125&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/503275409431459125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/503275409431459125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/novo-enem-sera-realizado-em-15-de.html' title='Novo Enem será realizado em 15 de dezembro'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5135746897257887360</id><published>2010-11-24T14:58:00.003-02:00</published><updated>2010-11-24T15:05:41.349-02:00</updated><title type='text'>Yes, eu tenho currículo!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TO1F2djYmHI/AAAAAAAAANI/2kMcFUOLBaM/s1600/eu-tenho-cv-20101123091846.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 276px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TO1F2djYmHI/AAAAAAAAANI/2kMcFUOLBaM/s400/eu-tenho-cv-20101123091846.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543163518311241842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="entry-body"&gt;&lt;style&gt;#entry-share { overflow: hidden; height: 120px; }#entry-share li { margin: 5px 0pt; }#entry-share-sites { margin: 20px 0pt 0pt 15px; }#entry-share-sites li { margin-top: 3px; }#entry-share-sites img { margin-right: 3px; }#entry-share img { border: medium none; vertical-align: middle; margin-right: 5px; }#entry-tools { width: 125px; float: right; border-top: 1px solid rgb(134, 198, 23); border-bottom: 1px solid rgb(134, 198, 23); margin: 5px 0pt 15px 15px; padding: 5px; }#entry-tools ul { margin: 0pt; padding: 0pt; }#entry-tools li { padding: 0pt; list-style: none outside none; }#entry-tools a { font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px; color: rgb(153, 153, 153); text-decoration: none; }#entry-tools a:hover { text-decoration: underline; }#entry-tags { border-top: 1px dotted rgb(204, 204, 204); padding: 10px; }#entry-tags a { color: rgb(0, 86, 137); }.entry-tags-tit { font-family: "Trebuchet MS",Arial,sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); }&lt;/style&gt;         &lt;div id="texto_link"&gt;&lt;p&gt;Cada vez mais empresas pedem currículo em inglês aos candidatos a emprego. Veja 14 dicas para preparar o seu&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quer  trabalhar no Google? O primeiro passo para se candidatar a um emprego  lá é elaborar um bom currículo em inglês. "Cada candidato é entrevistado  por várias pessoas da empresa e os CVs são encaminhados para nossa  sede, nos Estados Unidos", explica Felix Ximenes, diretor de comunicação  e políticas públicas do Google. Como todo mundo sabe, dominar o inglês é  fundamental para qualquer profissional, especialmente em TI. E muitas  empresas deixam isso claro já no recrutamento, exigindo currículo nesse  idioma. Em alguns casos, como o do Google, a exigência tem o propósito  prático de permitir que o texto seja lido por executivos estrangeiros.  Em outros, é uma forma de desestimular quem não domina o idioma e,  portanto, não atende às exigências do cargo a ser preenchido. A INFO  entrevistou consultores de RH na área de TI, que deram dicas de como  montar seu currículo em inglês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Sempre alerta &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Maria  Paula Menezes, especialista em recrutamento da divisão de tecnologia da  consultoria Robert Half, defende que até os profissionais em início de  carreira devem ter o seu CV em inglês sempre pronto para uso. "Mesmo que  não seja fluente no idioma, vale a pena estar preparado", diz ela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. CV bilíngue &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  maioria dos especialistas diz que o currículo deve ser enviado em  inglês apenas se a empresa pedir. Mas há quem discorde. André Assef,  diretor da Desix, empresa de recursos humanos para a área de TI,  acredita que é melhor mandar sempre versões em português e inglês. "Isso  demonstra que o profissional está preparado para um cargo fora do país  ou para lidar com clientes estrangeiros", diz. "Há pouco tempo,  selecionamos três candidatos com currículo impecável e a mesma  competência técnica. Mas um deles mandou também o documento em inglês. O  responsável pela contratação só selecionou esse candidato para a  entrevista e ele ficou com a vaga", conta Assef.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Somente a verdade &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  mentira mais comum que os recrutadores encontram nos currículos é a  afirmação de que o candidato possui conhecimento de inglês superior ao  que realmente tem. Não adianta. "Se, na entrevista, o empregador percebe  que a pessoa mentiu, isso pode colocar em dúvida a idoneidade dela",  diz Maria Paula Menezes, da Robert Half. Os níveis de conhecimento que  podem ser especificados são quatro: básico, intermediário, avançado e  fluente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Mostre empenho &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se  o candidato tem inglês fraco, deve informar que está estudando e que  tem objetivos definidos para dominar o idioma, diz André Assef. Ele dá  um exemplo de como explicar no currículo: "Inglês: intermediário, curso  em andamento e perspectiva de prestar o exame TOEFL em 2012".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. O básico primeiro &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os itens  principais que precisam constar no currículo em inglês não diferem muito  dos de um bom currículo em português. Além das competências técnicas e  da formação, veja alguns itens essenciais: Nome, endereço, telefone e  e-mail - Sempre no início Objetivos - Escrever "colocação na área de TI"  não resolve, afirma André Assef, da Desix. É preciso ser mais  específico, dizendo, por exemplo: "arquiteto de soluções". Áreas de  negócio que conhece - Varejo, serviços etc. Empresas onde trabalhou -  Coloque todas. Se não tiver desenvolvido nenhum projeto importante,  apenas cite o nome da empresa e o período de atuação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Nível de inglês &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se  você tem dúvidas sobre seu nível de inglês, Maria Paula Menezes, da  Robert Half, dá a dica: Básico - pouca leitura, pouca escrita e nada de  conversação Intermediário - leitura e escrita regulares, conversa com  dificuldade Avançado - boa leitura, boa escrita e conversação  razoávelmente boa Fluente - domínio perfeito do idioma&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. Itens dispensáveis &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em  geral, empresas estrangeiras preferem que o candidato não coloque itens  como idade e estado civil. O Google recomenda que o candidato não  informe seu sexo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. Encolha o CV &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora  não haja número de páginas definido para o currículo, menos é mais.  Cristiane Gonçalves, da KPMG, diz que os detalhes adicionais serão  perguntados na entrevista. "O currículo só deve chegar a três páginas se  o candidato for muito experiente ou tiver nível executivo", afirma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;9. Estude a empresa &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Examine  o site da empresa. Entenda o negócio dela, seu tamanho e  características. Isso vai ajudar tanto na elaboração do currículo como  numa eventual entrevista. Algumas empresas, como o Google, dão dicas em  sua página de recrutamento. "Deixamos claro o que levamos em  consideração na seleção, como cursos, certificações e experiência  profissional", diz Felix Ximenes, diretor de comunicação e políticas  públicas do Google.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10. Foco certo &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O candidato deve dar  ênfase às experiências profissionais e cursos mais importantes para a  vaga desejada. Os itens mais valorizados variam conforme a empresa.  Companhias americanas, por exemplo, tendem a considerar as certificações  obtidas pelo candidato, que devem ser listadas no início. "O recrutador  quer saber se ele está pronto para o desafio. Então, forneça  informações sobre isso", diz Assef, da Desix.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;11. Que empresa é essa &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só  não é necessário dar detalhes sobre uma empresa onde você trabalhou se  ela for mundialmente conhecida. Senão, inclua uma linha descrevendo a  atividade da companhia. Afinal, o empregador estrangeiro não tem a  obrigação de conhecer empresas que atuam apenas no Brasil. Outra  informação importante é o tipo de projeto de que o candidato participou  na empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;12. Seja impessoal &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não  há regra, mas a maioria dos consultores prefere receber currículos  descritivos. Evite conjugar verbos em primeira pessoa (realizei...) ou  na terceira pessoa (desenvolveu...). Escreva seu currículo da mesma  maneira que faria uma proposta técnica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;13. Tradutor traidor &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por  mais avançados que sejam os tradutores online, jamais confie neles. "Se  houver algum erro ou uma frase sem sentido, dificilmente o candidato  será chamado para uma entrevista", diz Cristiane Gonçalves, da KPMG.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;14. Revise, revise &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Erros  no texto são inadmissíveis. "Revise mil vezes", salienta Cristiane  Gonçalves. Ainda que você tenha contratado um tradutor para fazer seu  currículo em inglês, leia com atenção e peça para mais alguém revisar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/yes-eu-tenho-curriculo-23112010-2.shl?3"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/yes-eu-tenho-curriculo-23112010-2.shl?3&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5135746897257887360?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5135746897257887360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5135746897257887360&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5135746897257887360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5135746897257887360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/yes-eu-tenho-curriculo.html' title='Yes, eu tenho currículo!'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TO1F2djYmHI/AAAAAAAAANI/2kMcFUOLBaM/s72-c/eu-tenho-cv-20101123091846.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-373671476471065961</id><published>2010-11-19T11:15:00.000-02:00</published><updated>2010-11-19T11:16:47.126-02:00</updated><title type='text'>Prazo para revisão do Enem termina hoje</title><content type='html'>Os estudantes que tiveram problemas no cartão de respostas do Exame  Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até hoje (19) para pedir a correção  invertida. Os pedidos podem ser feitos   pelo site &lt;a href="http://sistemasenem2.inep.gov.br/correcaoprova"&gt;http://sistemasenem2.inep.gov.br/correcaoprova&lt;/a&gt;. &lt;p&gt;No primeiro dia do exame, a folha em que os estudantes marcam  as respostas  estava com o cabeçalho das duas provas trocado – a  primeira metade das questões era de ciências humanas e o restante, de  ciências da natureza, mas na folha de marcação as perguntas estavam  identificadas de forma invertida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O  Ministério da Educação informou que alertou os fiscais de sala para que  orientassem os alunos a seguirem a ordem numérica. Quem foi mal  orientado e trocou a ordem do preenchimento poderá fazer o requerimento  para a correção invertida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/prazo-para-revisao-do-enem-termina-hoje-19112010-2.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/internet/prazo-para-revisao-do-enem-termina-hoje-19112010-2.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-373671476471065961?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/373671476471065961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=373671476471065961&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/373671476471065961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/373671476471065961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/prazo-para-revisao-do-enem-termina-hoje.html' title='Prazo para revisão do Enem termina hoje'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-3045524745797761413</id><published>2010-11-10T15:31:00.004-02:00</published><updated>2010-11-10T15:35:19.399-02:00</updated><title type='text'>Por que o Enem errou de novo?</title><content type='html'>&lt;h2 class="subtitle"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para especialistas, exame sofreu grandes mudanças de forma acelerada, e seus responsáveis não se adequaram a seu gigantismo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TNrXHKBArdI/AAAAAAAAAMk/t4CTKxy73Aw/s1600/enem-provas-07-20101107-size-598.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TNrXHKBArdI/AAAAAAAAAMk/t4CTKxy73Aw/s400/enem-provas-07-20101107-size-598.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537975209753095634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estudantes chegam a local de prova, em São José dos Campos, no segundo dia de realização do Enem 2010                                          &lt;span&gt;(Lucas Lacaz/Folhapress)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  Em 2009, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi reformulado, e o  que inicialmente era uma avaliação do que os estudantes aprendiam  naquele período escolar se transformou em um atalho para as  universidades federais. Neste ano, por exemplo, 59 dessas instituições  de ensino superior vão considerar, em alguma medida, a nota obtida pelos  estudantes no Enem em seus processos seletivos. A mudança, contudo, foi  acelerada demais: na visão de especialistas ouvidos por VEJA, aí estão  as sementes dos erros que se sucedem no exame. Em 2009, a prova foi  cancelada às vésperas de sua aplicação após ser furtada da gráfica. Um  ano depois, dados sigilosos de 12 milhões de inscritos vazaram na  internet. Finalmente, no último fim de semana, erros de impressão  prejudicaram o desempenho dos estudantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  "A mudança de conceito do exame foi grande, e realizada em pouco tempo,  sem o devido preparo das pessoas envolvidas”, diz Álvaro Chrispino,  doutor em educação e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ). "A  estrutura do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais  (Inep), responsável pela avaliação, não cresceu na mesma proporção da  importância da prova." Para se ter ideia do que fala o professor: quando  foi aplicado pela primeira vez, em 1998, o Enem contou com cerca de  157.000 inscrições. Doze anos depois, o número é quase trinta vezes  maior: 4,6 milhões de candidatos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Ernani Pimentel, presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio  aos Concursos Públicos (Anpac), corrobora com a avaliação. "Instituições  responsáveis pela elaboração e aplicação de qualquer concurso público  devem ter experiência comprovada nessas tarefas: isso é fundamental para  um concurso bem-sucedido", diz Pimentel. "Os problemas ocorridos no  Enem são reflexo da falta de organização e experiência da autarquia  responsável pelo exame, o Inep."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Para Maria Helena Guimarães, que presidiu o Inep durante o governo  Fernando Henrique Cardoso, o gigantismo do Enem propicia a ocorrência de  erros, como a falha de impressão deste ano, e atos ilícitos, como o  fruto do exame, no ano passado. Por isso, seria necessário multiplicar o  zelo em todas as etapas da prova. “Ela se tornou algo muito valioso,  objeto de desejo de muitos”, diz. A especialista prega uma reformulação  em várias etapas. A começar pela impressão das provas. "O erro  descoberto no sábado, mostrando incompatibilidade entre a numeração das  questões dos cadernos de perguntas e de respostas, é de responsabilidade  do Inep. É preciso mais rigor na confecção das provas", afirma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Outro ponto a ser revisto, na visão de Maria Helena, é a estratégia de  aplicação da prova, que atualmente é simultânea em todo o território  nacional. “O sistema de correção do Enem, baseado na teoria de resposta  ao item (TRI), permite que ele seja descentralizado: ou seja, provas  diferentes, com o mesmo grau de dificuldade, podem ser aplicadas em  datas distintas, sem prejuízo ou benefício aos candidatos.” O sistema é  utilizado em avaliações nos Estados Unidos como o SAT, espécie de  vestibular americano que ocorre quatro vezes ao ano em cidades e datas  distintas. “Hoje, só a China tem um vestibular unificado maior do que o  Enem. Esse tipo de estratégia de aplicação única não é solução para o  Brasil”, diz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  A descentralização na aplicação poderia fazer do Enem um exame mais  seguro. Isso porque, devido a suas dimensões, é impossível aplicar a ele  medidas de segurança válidas para outros vestibulares bem-sucedidos,  como Fuvest e Unicamp (a cargo da Comvest) e variados concursos a cargo  da Cesgranrio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Em sentido inverso, as etapas de formulação funcionam melhor  centralizados, defendem especialistas. É novamente o caso de Fuvest,  Unicamp e Cesgranrio. Nessas fundações, todo o processo de elaboração,  revisão, digitação, diagramação e impressão dos testes é realizado  dentro da própria instituição. “Isso aumenta o comprometimento dos  profissionais envolvidos com a integridade do exame", diz Renato  Pedrosa, coordenador do processo de seleção da Unicamp. Ao que o  especialista em concurso público Ricardo Ferreira acrescenta: "Quanto  mais terceirização nessas fases, maiores as chances de erro ou fraude",  diz. No caso do Enem, dá-se o seguinte: o Inep formula questões, uma  gráfica escolhida por licitação faz a impressão e um terceiro aplica a  prova.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  A cada erro nos processos do Enem, faz-se ao menos uma vítima: a  educação brasileira. "Os erros que temos visto dificultam a aceitação do  valor que o Enem merece. A cada novo tropeço, a imagem da prova fica  comprometida perante milhões de jovens que se preparam o ano todo para  fazê-la", diz Chrispino, da FGV-RJ.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/por-que-o-enem-tem-tantos-problemas"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/por-que-o-enem-tem-tantos-problemas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-3045524745797761413?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/3045524745797761413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=3045524745797761413&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3045524745797761413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3045524745797761413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/por-que-o-enem-errou-de-novo.html' title='Por que o Enem errou de novo?'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TNrXHKBArdI/AAAAAAAAAMk/t4CTKxy73Aw/s72-c/enem-provas-07-20101107-size-598.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-3045626993605430439</id><published>2010-11-01T14:36:00.004-02:00</published><updated>2010-11-01T14:40:43.490-02:00</updated><title type='text'>Faltam técnicos no país, diz pesquisa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TM7s-0rNA3I/AAAAAAAAAMc/owrQlzmQcLU/s1600/entrevista-emprego-20101101094212.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 257px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TM7s-0rNA3I/AAAAAAAAAMc/owrQlzmQcLU/s400/entrevista-emprego-20101101094212.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5534621556120814450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;Técnicos, profissionais qualificados e operadores de produção são os que mais faltam no país&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “apagão de talentos”, tão falado ultimamente pelos profissionais de recursos humanos, vai permanecer.&lt;p&gt;Essa  é a previsão de Elaine Saad, gerente geral na América Latina da  consultoria Right Management, responsável por uma pesquisa que apontou  os 10 cargos com maior escassez de trabalhadores no Brasil e no mundo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Técnicos,  profissionais qualificados e operadores de produção são os que mais  faltam no país. No mundo, são os trabalhadores qualificados,  representantes de venda e técnicos. (confira listas na próxima página).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  levantamento, feito com 35.000 empregadores de 36 países, mostrou que o  problema é global, porém mais intenso no Brasil e em outros países em  desenvolvimento. Dados do estudo mostram que 36% dos entrevistados  sentem dificuldade em preencher cargos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Brasil esse  percentual sobe para 64%. “A situação se agrava em países onde a  economia se mostra mais aquecida. Para manter os bons resultados, é  preciso de gente boa”, diz Elaine Saad.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela ressalta, no  entanto, que essa falta de pessoal não se restringe aos jovens prodígios  da “geração Y”. “O problema é muito mais grave do que isso. Essa  mão-de-obra muito qualificada é realmente disputada, mas estamos  percebendo uma escassez de posições básicas para as empresas se  desenvolverem nos próximos cinco anos”, afirma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Elaine  considera que o “apagão” se deve à má formação técnica e profissional da  maioria dos trabalhadores, que têm mais acesso a educação, mas, nem  sempre, o ensino é de qualidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em alguns casos, como de  profissionais de TI e engenheiros, o fenômeno existe há mais tempo. Para  a especialista, muitos jovens não escolhem as áreas exatas por não  haver um retorno financeiro imediato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Às vezes, o jovem prefere seguir carreiras na área de administração,  economia ou do direito porque quer ficar rico mais rápido. Se for um  engenheiro, ele vai demorar mais ou menos 10 anos para ganhar dinheiro”,  diz.&lt;/p&gt;&lt;div id="entry-related"&gt; &lt;span class="entry-related-tit"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que fazer&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante  desse quadro, as empresas enfrentam o grande desafio de encontrar bons  profissionais em meio a uma forte concorrência. Uma possível solução que  Elaine Saad sugere é melhorar a gestão da força de trabalho, dando  enfoque na performance e em como melhorá-la.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto  relevante é fazer um diagnóstico da equipe atual, para ter uma ideia  real do tipo de profissionais com que a empresa pode contar. “Muitas não  conhecem realmente as competências de seus funcionários. Elas crescem  de forma acentuada, mas não conhecem seu pessoal e isso dificulta o  desenvolvimento do trabalhador”, argumenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Movimentar os  funcionários internamente também pode ajudar, segundo a consultora, pois  é uma forma de aproveitar as pessoas que já estão na empresa de acordo  com suas vontades e capacidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por último, é possível  buscar profissionais no mercado, com a consciência de que, às vezes, é  melhor diminuir um pouco as exigências e treinar o funcionário depois,  em vez de esperar tempo demais por alguém perfeito. Após a contratação, o  foco do gestor deve ser no treinamento e na retenção desses talentos  cada vez mais escassos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Profissionais que estão mais em falta no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) Técnicos &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) Trabalhadores qualificados &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3) Operadores de produção &lt;/p&gt;&lt;p&gt;4) Secretários e assistentes pessoais &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5) Operários &lt;/p&gt;&lt;p&gt;6) Engenheiros &lt;/p&gt;&lt;p&gt;7) Motoristas &lt;/p&gt;&lt;p&gt;8) Profissionais de contabilidade/finanças &lt;/p&gt;&lt;p&gt;9) Profissionais de TI &lt;/p&gt;&lt;p&gt;10) Representantes de vendas&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Profissionais que estão mais em falta no mundo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) Trabalhadores qualificados &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) Representantes de vendas &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3) Técnicos &lt;/p&gt;&lt;p&gt;4) Engenheiros &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5) Profissionais de contabilidade/finanças &lt;/p&gt;&lt;p&gt;6) Operadores de produção &lt;/p&gt;&lt;p&gt;7) Secretários e assistentes pessoais &lt;/p&gt;&lt;p&gt;8) Executivos de administração &lt;/p&gt;&lt;p&gt;9) Motoristas &lt;/p&gt;&lt;p&gt;10) Operários&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/faltam-tecnicos-no-pais-diz-pesquisa-01112010-4.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/faltam-tecnicos-no-pais-diz-pesquisa-01112010-4.shl&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-3045626993605430439?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/3045626993605430439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=3045626993605430439&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3045626993605430439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3045626993605430439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/11/faltam-tecnicos-no-pais-diz-pesquisa.html' title='Faltam técnicos no país, diz pesquisa'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TM7s-0rNA3I/AAAAAAAAAMc/owrQlzmQcLU/s72-c/entrevista-emprego-20101101094212.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-2369384385342752850</id><published>2010-10-22T20:38:00.003-02:00</published><updated>2010-10-22T20:43:21.899-02:00</updated><title type='text'>Estudante pode dispensar fiador para Fies</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TMITNO3OXWI/AAAAAAAAAMU/AZ83cEqNjdY/s1600/estudantes-educacao-20101020142639.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 294px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TMITNO3OXWI/AAAAAAAAAMU/AZ83cEqNjdY/s400/estudantes-educacao-20101020142639.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531004410413342050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alunos de baixa renda, de cursos de licenciatura e bolsistas parciais  do ProUni podem pedir financiamento pelo Fies sem a necessidade de  apresentar fiadores.&lt;p&gt;Segundo anunciaram hoje o presidente  Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da educação, Fernando Haddad, a  medida vale para os próximos contratos firmados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para  substituir a figura do fiador, o governo criou o Fundo de Garantia de  Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), composto por recursos do  tesouro nacional e por parte dos títulos transferidos pelo Fies a  instituições de ensino que quiserem participar do programa. A adesão é  voluntária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudante interessado em aderir ao fundo  deve, no momento da inscrição ao programa, optar pela nova modalidade  (sem fiador) e verificar se a instituição na qual pretende ingressar  também aderiu, o que é feito pelo &lt;a href="http://sisfiesportal.mec.gov.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sistema Informatizado do Fies (SisFies)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem pode aderir:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- estudantes que tenham renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- estudantes matriculados em cursos de licenciatura;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-  bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni), que  optem por inscrição no Fies no mesmo curso em que são beneficiários da  bolsa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Renegociação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também  foi anunciada hoje pelo governo a possibilidade de renegociação dos  contratos antigos e a prorrogação do prazo de quitação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a nova regra, estudantes que tenham firmado contrato com o  Fies até 14 de janeiro deste ano podem pedir a revisão do prazo total de  quitação para até três vezes o período de utilização do financiamento,  acrescido de 12 meses.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para  verificar o novo valor da parcela, um simulador estará disponível na  página eletrônica do SisFies, a partir de amanhã, informa o MEC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  pedido de renegociação deve ser feito pelo estudante no SisFies. Em  seguida, a solicitação precisa ser formalizado pelo estudante e por seu  fiador na agência bancária na qual a operação foi contratada (com a  apresentação da documentação exigida) por meio de termo aditivo ao  contrato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Podem renegociar contratos os estudantes que  estiverem nas fases de amortização 1 e 2 do financiamento e que paguem  prestações de valor superior a R$ 100,00. Tanto os adimplentes quanto os  inadimplentes podem pedir o benefício.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o cálculo do novo prazo, será deduzido o período de amortização transcorrido até a data da formalização do pedido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não  há mais um período de inscrições para o Fies. Desde abril deste ano, o  estudante pode aderir ao programa a qualquer momento e pedir reembolso  das parcelas já pagas naquele semestre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra medida que  mudou foi a redução dos juros, de 6,5% para 3,5% ao ano, e o aumento do  prazo de amortização. De acordo com o ministério, essas iniciativas  resultaram em aumento no número de contratos, de 32 mil firmados em 2009  para 58 mil, entre janeiro e setembro deste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/estudante-pode-dispensar-fiador-para-fies-20102010-31.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/estudante-pode-dispensar-fiador-para-fies-20102010-31.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-2369384385342752850?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/2369384385342752850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=2369384385342752850&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2369384385342752850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2369384385342752850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/10/estudante-pode-dispensar-fiador-para.html' title='Estudante pode dispensar fiador para Fies'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TMITNO3OXWI/AAAAAAAAAMU/AZ83cEqNjdY/s72-c/estudantes-educacao-20101020142639.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-4509263765218197644</id><published>2010-10-01T21:24:00.003-03:00</published><updated>2010-10-01T21:32:50.493-03:00</updated><title type='text'>Segredos da entrevista de emprego</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Segredos da entrevista de emprego&lt;/h1&gt;&lt;h2&gt;O primeiro minuto da entrevista é o momento decisivo para você ser contratada. Saiba como encartar os recrutadores logo de cara&lt;/h2&gt;&lt;p class="assinatura"&gt;por Alice Bezerra de Menezes&lt;/p&gt;&lt;div id="miolo_conteudo"&gt;&lt;div style="float: right;" id="destaque_materia"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TKZ8nmU16NI/AAAAAAAAAME/rKm5wUtoFqI/s1600/segredos-entrevista-emprego-338.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TKZ8nmU16NI/AAAAAAAAAME/rKm5wUtoFqI/s400/segredos-entrevista-emprego-338.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523239012761200850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="destaque_materia"&gt;Sorria! Este é um dos ingredientes&lt;br /&gt;para se dar bem na entrevista&lt;br /&gt;Foto: Getty Images&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="texto"&gt;A  Sociedade Americana de Psicologia fez uma pesquisa, em que gravou  simulações de entrevistas, e submeteu as fitas de vídeo a recrutadores,  que teriam de apontar quem contratariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles assistiram aos  primeiros vinte minutos de cada conversa e fizeram sua escolha. Depois  reviram os quinze segundos iniciais e o resultado foi idêntico, para  surpresa dos psicólogos, que batizaram esse fenômeno de efeito-surpresa:  quando o profissional causa um impacto positivo de cara, tudo o que diz  e faz depois apenas reforça a opinião que o avaliador forma no primeiro  minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria é confirmada por vários consultores, entre  eles a headhunter Iêda Novais. ''A escolha de um candidato se dá nos  primeiros sessenta segundos de conversa'', garante ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seja mais do que pontual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  entrar na sala menos ansiosa, o que vai fazer toda a diferença, planeje  chegar cerca de quinze minutos antes do horário marcado. Assim, você  terá tempo para se aclimatar ao ambiente e ganhar confiança. Essa  atitude ajudou Ana Miranda, 28 anos, quando disputou a vaga de gerente  de uma casa noturna. ''Estava tão tensa com a possibilidade de chegar  atrasada que pus os pés no local com vinte minutos de antecedência. Para  fazer hora, comecei a conversar com o barman e descobrimos que tínhamos  um amigo em comum, um DJ que acabara de se mudar para Nova York. Quando  o meu atual patrão apareceu, ríamos como velhos amigos e minha  naturalidade influenciou na sua decisão de me contratar'', ela afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  estratégia de chegar antes do horário marcado também levou a tradutora  Alice Cavalcanti, 27 anos, a conseguir uma colocação numa editora. ''Sei  que foi um exagero chegar uma hora antes, mas por sorte sentei no café  da empresa e me deparei com folhetos institucionais da companhia. Obtive  informações úteis e, de quebra, escutei um grupo conversando sobre um  episódio ocorrido lá. Quando o avaliador falou por alto sobre o assunto,  fiz comentários que o impressionaram. Estou empregada'', Alice se  orgulha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deixe seu corpo falar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;''Ao  ficar cara a cara com a pessoa que vai conduzir a entrevista, não se  esqueça de olhar em seus olhos e dar um aperto de mão que transmita  segurança, mas que não seja longo nem forte demais'', aconselha a  consultora Renata Fabrini, sócia da Fesa, empresa especializada na  contratação de profissionais para o mercado financeiro. Em seguida,  fique atenta à sua postura. ''Meu último chefe me indicou para um curso  em que tinha de fazer apresentações. E ele foi inteiro filmado'', conta  Letícia Souza, 29 anos, executiva de marketing em uma produtora de  vídeo. ''Ao me ver na tevê, fiquei impressionada com minha postura. Eu  não parava de me curvar quando estava nervosa, dando a impressão de que  me encolhia toda. Então, decidi ter aulas para aprender a projetar meu  corpo da forma correta. Semanas depois, concorri a um novo cargo e o  aprendizado foi essencial para prosseguir no processo seletivo'', ela  admite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contadora Sara Santos fez sessões de Reeducação  Postural Global (RPG) quando soube que teria uma entrevista. ''Sabia que  a multinacional era exigente. E meus amigos viviam dizendo que eu não  sentava direito. Funcionou. A avaliadora elogiou a maneira como me  portei'', ela comemora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consultora Aline Zimermann, sócia da  Asap, empresa que contrata profissionais nas áreas de tecnologia,  internet e afins, acrescenta que o modo como você se veste também causa  impacto nos sessenta segundos iniciais de avaliação. ''A roupa ideal é a  adequada ao estilo da empresa em que quer atuar. Não precisa ser cara,  apenas revelar bom gosto e elegância'', ela aconselha. Em outras  palavras, se você passa uma imagem vulgar ou de desleixo, a má impressão  está instalada.&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;Leve um texto ensaiado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistas podem ser  comparadas a performances de atores em novelas. Se você entra em cena  com o script na ponta da língua, transmitirá confiança já na frase  inicial e saberá como começar a conversa. De olho na vaga de gerente de  uma academia de ginástica, Alice Bento, 32 anos, testou a tática:  ''Minha irmã me filmou sendo entrevistada por uma amiga, que fez o papel  de recrutadora. Antes, eu havia escrito um pequeno roteiro e repetido  as palavras escolhidas até ficar segura do que estava dizendo. Na hora  H, me senti tão fortalecida que poderia me candidatar à presidência da  empresa''. Tal segurança também ajudou a historiadora Juliana Pinto a  conseguir o posto de pesquisadora no Arquivo do Estado do Rio de  Janeiro. ''Encontrei um amigo na sala de espera da empresa concorrendo à  mesma vaga. Para piorar a situação, a conversa aconteceu em conjunto.  Antes de entrar sala adentro, porém, me lembrei de tudo o que havia  planejado dizer e me acalmei'', ela conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Domine os nervos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Use  o tempo que antecede a entrevista para relaxar com exercícios de  respiração. Vale até cortar o café e evitar falar no grande dia com a  sogra ou a vizinha que a irrita. Sara Hamilton, 32 anos, redatora  publicitária, aplicou uma técnica de ioga: enquanto inspirava fundo  pensava Eu sou... e ao expirar continuava uma vencedora. Já a  fonoaudióloga Isabela Bezerra fez antes uma oração: ''Fiquei mais calma e  concentrada para conversar com a dona de um clínica''.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meça as palavras&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Resista  à tentação de fazer comentários pessoais para quebrar o gelo, como  ''Essa criança linda no porta-retrato é sua filha?'' Deixe que o  entrevistador dê pistas do grau de intimidade que deseja ter com você.  Nos sessenta segundos cruciais, fale sobre si mesma (com moderação, é  claro). ''Afinal, o avaliador está ali para conhecê-la'', diz Simon  Franco, diretor-geral de desenvolvimento estratégico na América Latina  da consultoria TMP Brasil. Para isso, é importante empregar com  naturalidade a primeira pessoa. Use eu ao falar de si própria e adote  nós e time quando se referir ao grupo com o qual trabalhou. ''O melhor  dos conselhos é usar o bom senso'', completa o consultor de carreiras  Luciano Carbonari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parece bobagem, mas não é...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Relaxe os músculos faciais fazendo caretas diante do espelho do banheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.  Acerte o tom de voz, especialmente se a entrevista for de manhã. Para  evitar aquela voz de pato rouco, cante no banho ou no carro, a caminho  da entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Sorria!&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://mdemulher.abril.com.br/carreira-emprego/reportagem/entrevista-emprego/entrevista-emprego-segredo-60-segundos-569894.shtml"&gt;http://mdemulher.abril.com.br/carreira-emprego/reportagem/entrevista-emprego/entrevista-emprego-segredo-60-segundos-569894.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-4509263765218197644?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/4509263765218197644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=4509263765218197644&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4509263765218197644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4509263765218197644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/10/segredos-da-entrevista-de-emprego.html' title='Segredos da entrevista de emprego'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TKZ8nmU16NI/AAAAAAAAAME/rKm5wUtoFqI/s72-c/segredos-entrevista-emprego-338.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-39032034683693027</id><published>2010-09-26T15:45:00.002-03:00</published><updated>2010-09-26T15:52:23.959-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Aluno de 99 anos é exemplo de vontade e superação</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Aluno de 99 anos é exemplo de vontade e superação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aposentado Simonídio Rosa, 99 anos, e seu colega portador de deficiência visual Rosinei dos Santos Dias de Arruda, 34, são exemplos de força de vontade e de superação. Ambos matricularam-se em 2010 para a Educação de Jovens e Adultos em Mato Grosso. As barreiras naturais advindas com o passar dos anos não serviram como impedimento para que ambos resgatassem um direito constitucional, o de aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dupla frequenta, assiduamente, as aulas do 1º segmento do Centro de Educação de Jovens e Adultos, Ceja Almira Amorim, instalado no bairro CPA II, em Cuiabá. A unidade atende a 1,4 mil alunos dos quais 38 possuem algum tipo de deficiência. Essa, com as outras 23 unidades dos Centros de Educação de Jovens e Adultos atendem em Mato Grosso mais de 92 mil alunos, que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola no período regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simonídio, apesar das dificuldades de locomoção, deixa sua casa às 5h da manhã no bairro Jardim Umuarama I - vai até o terminal do CPA e de lá segue em outro coletivo que o deixa em frente da unidade no CPA II, não pensa em desistir. Bem humorado, conta que já perdeu muito tempo de sua vida sem estudar e por isso nem mesmo as doenças, lhe atrapalham. Faltar não é uma opção que ele gosta de considerar. Quando eu era criança pensava que tanto fazia estudar ou não. Eu ia viver de qualquer jeito, mas percebi que não é assim. Sem saber ler e escrever não se vive, se esconde, diz sabiamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudante conta ainda orgulhoso que é o aluno mais velho da escola, pois nasceu em 13 de julho de 1911. Entretanto, pondera que perdeu o registro de identidade original emitido em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. No momento da emissão de novo documento, dessa vez em Várzea Grande, por desconhecer o mundo das letras não percebeu que o registraram com a data de 13 de julho de 1941. Mas ninguém vai dizer o contrário, avisa. Dono de uma memória invejável ele conta que deixou o Estado do Rio de Janeiro em 1972 e veio para o interior de Mato Grosso em busca de emprego em serrarias. Cansado, resolveu mudar-se para a capital em 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o colega dele, o deficiente visual Rosinei dos Santos, a oportunidade de aprender a ler e escrever em braile, lhe confere autonomia e maior facilidade de locomoção. Antes de freqüentar a sala de aula eu não conseguiria voltar para casa sozinho mesmo que estivesse somente a três metros dela. Natural do município de Santo Antônio do Leveger ele conheceu a Educação de Jovens e Adultos por intermédio de sua namorada (hoje esposa). Morando no bairro Jardim Industriário II, na região do Coxipó, Rosinei sai de casa de madrugada e às 6h25 está na porta do Ceja. É que eu não gosto de me atrasar, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele avalia ainda que é de fundamental valia a presença da ledora. A dedicação dispensada pela profissional, mantida pela Secretaria de Estado de Educação, fomenta sua participação em sala de aula. Minha vida mudou em tudo, disse. A unidade conta com duas profissionais que atendem a seis estudantes portadores de deficiência visuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora da turma de Simonídio e Rosinei, Bertulina Miranda da Silva, explica que a metodologia de trabalho é diferenciada para contemplar o público. Uso no meu dia-a-dia, a realidade dessas pessoas. Nossa produção é baseada no que conhecem, objetos de cozinha, da área rural, da lida profissional de cada um deles. Ela pontua ainda que sem amor jamais poderia desempenhar a função com tamanha dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo sentimento é compartilhado pelos coordenadores da escola, professores Márcia Cruz e José Roberto. Márcia explica ainda que a escola possui uma importante parceria com o Instituto dos Cegos o que deu origem a empregos a alguns dos estudantes que por lá passaram. Atuamos para a promoção da inclusão social e da inserção no mercado de trabalho de jovens e adultos que não tiveram acesso à educação na idade própria. Possibilitamos condições para que essa parte da população construa sua cidadania, finaliza Márcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o atendimento, o Ceja Almira Amorim, dispõe de Sala de Recursos, espaço dotado de diversos recursos tecnológicos e pedagógicos adequados às necessidades educacionais especiais dos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.jurisway.org.br/v2/noticia.asp?idnoticia=57275"&gt;http://www.jurisway.org.br/v2/noticia.asp?idnoticia=57275&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-39032034683693027?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/39032034683693027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=39032034683693027&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/39032034683693027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/39032034683693027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/09/aluno-de-99-anos-e-exemplo-de-vontade-e.html' title='Aluno de 99 anos é exemplo de vontade e superação'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-3979329516902688911</id><published>2010-09-13T10:18:00.004-03:00</published><updated>2010-09-13T10:28:26.213-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Oito dicas para falar bem nas apresentações</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Oito dicas para falar bem nas apresentações &lt;/h1&gt;                     &lt;script&gt;       var link = document.location.href;       var titulotw = 'Oito dicas para falar bem nas apresentações ';       document.write('&gt;&gt;');              &lt;/script&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TI4lAaYLo8I/AAAAAAAAAL0/sCD8jpEXq80/s1600/fala-em-publico-speach-20100911105113.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TI4lAaYLo8I/AAAAAAAAAL0/sCD8jpEXq80/s400/fala-em-publico-speach-20100911105113.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516387282586411970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   &lt;!-- FERRAMENTAS --&gt;       &lt;div id="texto_link"&gt;&lt;p&gt;São Paulo - Mais dia, menos dia, todos profissionais precisam encarar a dura missão de fazer uma apresentação oral.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste  momento, até os mais desinibidos sentem um gelo percorrer o estômago.  Afinal, não é tarefa fácil garantir a atenção e o convencimento de um  público cada vez mais multimídia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para ajudar você a  encarar esta tarefa com maestria, conversamos com Reinaldo Polito,  professor de oratória da Escola de Comunicações e Artes da Universidade  de São Paulo (ECA/USP).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O grande problema é a falta de  concatenação lógica do raciocínio”, afirma o especialista que há 35 anos  ensina empresários a como se expressar em público.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo  ele,  para se livrar dos inimigos do bom discurso é preciso tomar  alguns cuidados antes e durante a apresentação. Confira as dicas:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Conheça o público e a você mesmo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cativar um público não é tarefa fácil. Argumentar de maneira coerente para que ele acate sua proposta? Pior ainda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por  isso, antes de tomar o controle de uma reunião na empresa, é preciso  determinar com clareza quais das suas habilidades pessoais podem  contribuir para o sucesso na apresentação.  “Você precisa saber se tem  bom humor, se o seu vocabulário é compatível com o público”, exemplifica  Polito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Feito este mergulho para dentro de si, investigue  qual o perfil das pessoas que irão acompanhar seu discurso. É com base  nessas informações que você poderá definir o grau de profundidade, os  argumentos e até o tipo de piada que recheará sua fala.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Se a platéia é composta por jovens, você fala de futuro, por exemplo. Se são idosos, do passado”, diz o especialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    &lt;strong&gt;2. Planeje de ponta cabeça&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  planejamento é essencial para quem quer arrebatar o público durante uma  apresentação. Não dá para encarar uma plateia sem ter a estrutura do seu  discurso completamente definida na cabeça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, de acordo  com Polito, para fazer isso é preciso inverter a ordem da apresentação.  Isso mesmo. Em vez de planejar a estrutura do discurso a partir da  introdução, comece pensando na conclusão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, depois disso, desenrole a apresentação do fim até o início.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    &lt;strong&gt;3. Dê um passo de cada vez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para que  nenhum fio de argumento escape do seu planejamento, defina claramente  qual o ponto central do seu discurso. Que tipo de pensamentos você  pretende motivar na platéia? A que conclusão você quer chegar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com  base nisso, pense no contexto em que o objetivo do seu discurso está  inserido. “Para facilitar o entendimento, dê exemplos da vida  corporativa”, aconselha o especialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim que você  desenhar o corpo do seu discurso, parta para a elaboração da introdução.  Este é o ponto chave da sua apresentação. neste momento, todos olhares  estarão, de fato, voltados para você.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;     &lt;strong&gt;4. Elabore uma introdução sedutora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você deve apostar todas as suas fichas para cativar o público na introdução. Mas tenha bom senso. Seja direto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Mostre  quais os benefícios que as pessoas terão ao te ouvir”, explica Polito.  “Se o ouvinte está incomodado com alguma coisa, tire o incômodo”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, se seus superiores são o público alvo da reunião, não faça rodeios. “Mate a ansiedade dessa turma logo no início”, diz.&lt;/p&gt;Assim,  se o objetivo do discurso era apresentar os valores de um projeto, vá  direto a esses números. Depois, espere pelas dúvidas deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;    &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. Tenha um roteiro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não suba ao palco, nem assuma  uma reunião, sem ter consciência de que “apresentações não são testes de  memória”. Ou seja, não é necessário decorar todo discurso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Monte  um roteiro com palavras chaves, uma apresentação em slides ou qualquer  outra ferramenta que ajude você a recordar tudo o que é indispensável  para a sua fala.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma dica é não deixar escapar os pontos principais do discurso. Para isso, o professor Polito sugere uma fórmula básica.&lt;/p&gt;Comece  contado qual é o assunto. Depois explique de maneira resumida qual o  problema em questão. Sugira, então, uma solução. Para torná-la mais  clara, use um exemplo do cotidiano ou conte uma história. Por fim,  conclua pedindo para a platéia agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;    &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. Gerencie as interrupções&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para não perder o fio da  meada, defina um critério para a interação do público. As perguntas  serão feitas durante a apresentação ou depois?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se você tem  pouco tempo para falar, restrinja as questões do público para o final.  Caso contrário, defina isso com base na sua segurança com o assunto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Há  sempre o risco de ficar encurralado por questões que você não sabe  responder. E isso pode minar a sua autoridade”, lembra o professor  Polito.&lt;/p&gt;Por isso, ele aconselha: se seu conhecimento sobre assunto em questão não é lá essas coisas, deixe as perguntas para o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;    &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7. Não se esqueça da sua voz&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De nada vale um  planejamento bem feito ou uma apresentação de slides de tirar o fôlego,  se você não souber usar a sua principal ferramenta durante um discurso: a  voz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, fique atento para a maneira como modula a  voz. “Mantenha um ritmo agradável, pronuncie bem as palavras, repita  informações importantes, alterne a velocidade da fala,faça pausas e,  depois delas, volte a falar com mais energia”, enumera Polito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tenha  cuidado com o vocabulário extremamente técnico ou com o uso excessivo  de estrangeirismos. Novamente, avalie o perfil do seu público para  adequar a melhor expressão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    &lt;strong&gt;8. O corpo a seu favor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A linguagem  corporal também deve ser alvo de sua atenção durante a apresentação. É  preciso coerência entre o que se fala e como se expressa com o corpo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O  semblante precisa corresponder ao sentimento falado”, explica. “Não faz  sentido cruzar os braços enquanto fala sobre um desafio, por exemplo”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste  sentido, o professor condena o ato de colocar as mãos nos bolsos ou  gesticular excessivamente durante uma apresentação. “Isso demonstra  ansiedade”, diz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, se faz parte de sua personalidade  falar demasiadamente com as mãos, não se preocupe. Polito tem uma  técnica para domar este hábito durante uma apresentação: “Faça um gesto  para cada informação predominante. Depois, volte para a sua posição de  apoio. Aguarde com calma. Diante de novo dado importante, faça outro  gesto”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aos tímidos de plantão, ele dá um aviso: mantenha  sempre o contato visual com a plateia. “Com isso, você analisa a reação  do grupo e, além disso, prestigia as pessoas que estão ouvindo você”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/oito-dicas-para-falar-bem-nas-apresentacoes-11092010-4.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/oito-dicas-para-falar-bem-nas-apresentacoes-11092010-4.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-3979329516902688911?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/3979329516902688911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=3979329516902688911&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3979329516902688911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3979329516902688911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/09/oito-dicas-para-falar-bem-nas.html' title='Oito dicas para falar bem nas apresentações'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TI4lAaYLo8I/AAAAAAAAAL0/sCD8jpEXq80/s72-c/fala-em-publico-speach-20100911105113.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-8116288988201619156</id><published>2010-09-10T09:50:00.004-03:00</published><updated>2010-09-10T10:02:01.337-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>IBM dá curso gratuito de inglês a distância</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;IBM dá curso gratuito de inglês a distância&lt;/h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TIornapLvKI/AAAAAAAAALs/wbHshxBQm7s/s1600/curso-de-ingles.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 151px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TIornapLvKI/AAAAAAAAALs/wbHshxBQm7s/s400/curso-de-ingles.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5515268649835543714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt;       var link = document.location.href;       document.write('&gt;&gt;');              &lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="entry-body"&gt;&lt;div id="entry-tools"&gt;&lt;div id="entry-tags"&gt;&lt;!--&lt;span class="entry-tags-tit"&gt;Tags:&lt;/span&gt;--&gt; &lt;div id="level2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;OAS_AD('Bottom');&lt;/script&gt; SÃO PAULO - A IBM Brasil oferece um curso gratuito de inglês a distância,  voltado especificamente a estudantes e profissionais de TI.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;!-- /FERRAMENTAS --&gt; &lt;div id="texto_link"&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Big Blue, o chamado English4Smart foi criado com o objetivo de  minimizar a carência de profissionais que falam o idioma.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O curso, bem como outros temas ligados à área de TI estão hospedados no  recém-criado portal TI Smart &lt;a href="http://www.ti-smart.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;www.ti-smart.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;  (basta digitar English4Smart na busca do site para acessar o curso).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A empresa afirma que o English4Smart é voltado ao inglês utilizado no mundo  dos negócios. O seu conteúdo foi desenvolvido pelo instituto de idiomas União  Cultural Brasil Estados Unidos, parceiro no projeto e que também irá  disponibilizar certificados digitais aos participantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Uma das áreas que mais geram oportunidades de emprego na IBM é a de  exportação de serviços. Por isso, o conhecimento do inglês é fundamental. É  importante acelerar a formação dos profissionais para acompanhar o crescimento  do mercado”, afirma Edson Luiz Pereira, gerente de parcerias educacionais da  companhia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra instituição de ensino que apoiou a empreitada foi a Universidade  Federal do Ceará, responsável pelo desenvolvimento da Ivela - Internet Voice  e-Learning Application -, plataforma aberta de e-learning com reconhecimento de  voz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O projeto é vinculado a parcerias com instituições de ensino que oferecem  cursos de TI. Uma delas é o Centro Paula Souza, do Governo do Estado de São  Paulo, que oferece diversos cursos técnicos e tecnológicos nos níveis médio e  superior.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A IBM pretende firmar novas parcerias com universidades de São Paulo,  Campinas, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/ibm-da-curso-gratuito-de-ingles-a-distancia-06092010-37.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/ibm-da-curso-gratuito-de-ingles-a-distancia-06092010-37.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-8116288988201619156?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/8116288988201619156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=8116288988201619156&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8116288988201619156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8116288988201619156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/09/ibm-da-curso-gratuito-de-ingles.html' title='IBM dá curso gratuito de inglês a distância'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TIornapLvKI/AAAAAAAAALs/wbHshxBQm7s/s72-c/curso-de-ingles.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-9043633562531518935</id><published>2010-09-04T15:45:00.001-03:00</published><updated>2010-09-04T15:49:34.245-03:00</updated><title type='text'>Enem 2010: o que o estudante não pode esquecer</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Enem 2010: o que o estudante não pode esquecer&lt;/h1&gt; &lt;div class="signature"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nathalia Goulart&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="img-article" sizcache="2" sizset="0"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TIKUT_wT2mI/AAAAAAAAALk/C5o95ET2KbM/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TIKUT_wT2mI/AAAAAAAAALk/C5o95ET2KbM/s400/untitled.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513131965107395170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estudantes realizam prova do Enem em São Paulo, em dezembro de 2009  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Folhapress)&lt;/span&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Nos dias 6 e 7 de novembro, 4,6 milhões de pessoas farão o Exame Nacional do  Ensino Médio (Enem) 2010 nas 27 unidades da federação. Até lá, os estudantes  receberão, pelo correio, o cartão de confirmação da inscrição com o respectivo  local de prova.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos dias do exame, o candidato deve portar a inscrição, um documento original  com foto e uma caneta esferográfica de cor preta. As provas terão início às 13h,  mas os portões serão fechados pouco antes, às 12h55. Quem chegar atrasado,  ficará de fora da prova. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No dia 6, os alunos responderão as questões de ciências da natureza (física,  química e biologia) e humanas (geografia e história) - cada uma com 45  perguntas. No dia seguinte, será a vez de matemática e linguagens (língua  portuguesa, literaturas e inglês ou espanhol), também com 45 questões cada, além  da redação. Os resultados devem ser divulgados no início de janeiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dicas – &lt;/strong&gt;Para aqueles que vão enfrentar o Enem, a maratona de  estudos deve se intensificar até o dia da prova. Mas algumas dicas podem ajudar  a não colocar tudo a perder na hora de responder as questões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Famoso por apresentar textos longos, o Enem exige muita atenção do candidato.  A professora Augusta Pereira, do Cursinho XI, aconselha: "Sempre digo para meus  alunos levarem uma régua no dia do exame para acompanhar a leitura linha a linha  e não se perder no meio da questão". Grifar as informações mais importantes  também pode ajudar a localizar o que é relevante e desconsiderar informações  secundárias, que podem confundir.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra dica que pode fazer a diferença é estar atento a gráficos, mapas e  ilustrações. Eles estão presentes em todas as disciplinas do Enem e em muitos  casos oferecem a resposta da questão aos candidatos que sabem interpretar  adequadamente as informações apresentadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"O exame exige que o candidato seja capaz de extrair o que é mais relevante e  relacione as diferentes informações. Por isso, é importante buscar nas tabelas,  gráficos ou mapas todas as respostas. Muitas vezes, elas estão diante do aluno",  alerta o professor Daniel Simões, do cursinho Oficina do Estudante. "Por isso,  jamais assinale uma questão que contrarie um dado apresentado".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/enem-2010-o-que-o-estudante-nao-pode-esquecer"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/enem-2010-o-que-o-estudante-nao-pode-esquecer&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-9043633562531518935?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/9043633562531518935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=9043633562531518935&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/9043633562531518935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/9043633562531518935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/09/enem-2010-o-que-o-estudante-nao-pode.html' title='Enem 2010: o que o estudante não pode esquecer'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TIKUT_wT2mI/AAAAAAAAALk/C5o95ET2KbM/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-2453466796591989136</id><published>2010-08-21T16:28:00.002-03:00</published><updated>2010-08-21T16:33:41.466-03:00</updated><title type='text'>Educadores não podem temer novas tecnologias</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Educadores não podem temer novas tecnologias&lt;/h1&gt; &lt;h2 class="subtitle"&gt;Editora Salete Toledo diz que escolas precisam se abrir às  novidades - que alunos já dominam&lt;/h2&gt; &lt;div class="signature"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nathalia Goulart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/THAptMemvfI/AAAAAAAAALE/XfA3FkHiRPk/s1600/untitledd.bmp"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/THAptMemvfI/AAAAAAAAALE/XfA3FkHiRPk/s400/untitledd.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507948200694562290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="img-article" sizcache="2" sizset="0"&gt;&lt;img title="Aumenta número de alunos na pré-escola e no ensino médio em duas décadas de estatuto" alt="Aumenta número de alunos na pré-escola e no ensino médio em duas décadas de estatuto" src="http://www.blogger.com/assets/pictures/12878/escola-educacao-cortada-size-598.jpg?1279063859" width="598" /&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p&gt;A educação não pode mais ser planejada no contexto da "era de Gutemberg" - ou  seja, dos tipos móveis e, portanto, do livro de papel. Na visão de Salete  Toledo, especialista em educação e editora executiva da Edições SM, é preciso  pensar o ensino em constante contato com as novas tecnologias e mídias. Para  isso, os currículos escolares precisam assimilar as tecnologias, o que, na visão  de Salete, demanda transformações nas intituições de ensino. "Nossa escola segue  um modelo fechado. Precisamos de um ambiente onde possam circular mais  informações, e essas informações estão fora dos muros da escola", diz a  especialista, convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal  Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo. Confira a  seguir os principais trechos da entrevista com ela.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;No âmbito da educação, as novas tecnologia vêm sendo aplicadas de  maneira efetiva no Brasil?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De maneira geral, o uso das mídias ainda  não é efetivo. Existem algumas experiências em curso, mas são projetos  incipientes e ainda há um longo caminho a ser percorrido. O projeto Um  Computador por Aluno, por exemplo, é uma experiência efetiva. Também temos  escolas – principalmente as particulares – que usam recursos para ministrar aula  interativas, como as lousas digitais. Essa realidade, porém, ainda não está  disponível para todos os estudantes e professores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma recente pesquisa da Fundação Victor Civita mostrou que 72% dos  entrevistados não se sentem seguros em utilizar computadores na escola. Como a  senhora enxerga essa situação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ainda existe um investimento a ser  feito na formação dos professores. Algumas universidades começam a tratar das  novas tecnologias em seus currículos, mas esse ainda é um fenômeno muito  recente. A dificuldade dos professores é fruto de falta de conhecimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais os maiores desafios em matéria de integração da tecnologia às  escolas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira dificuldade está na escola. Nossa escola hoje é  uma escola fechada e com horários determinados. Precisamos de um ambiente onde  possam circular mais informações. E essa informações estão fora dos muros da  escola. É preciso pensar também em uma mudança de currículo e da forma como  encaramos a escola. O papel do professor mudou – ele já não é mais o detentor do  conhecimento, mas apenas o mediador e precisa de orientação para isso. Essa é a  grande reflexão que precisa ser feita: dentro dessa nova realidade, o que  podemos fazer para ajudar esse professor a se aproximar dessa realidade tão viva  que está fora da escola? Os desafios são variados, vão desde o material que o  docente não possui até a própria visão do que a escola é. Esses são os grandes  desafios – e eles são grandes mesmo!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A escola muitas vezes é descrita pelos alunos como cansativa e pouco  atraente. A incorporação das novas tecnologias pode aumentar o interesse dos  alunos pelos conteúdos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Elas facilitam na medida em que são usadas  de forma significativa. Se eu quiser apresentar um conteúdo de gramática usando  o computador da mesma forma que faria sem a máquina, não teremos nenhum impacto,  e o aluno terá, igualmente, pouco interesse. Porém, se eu usar uma tecnologia  para fazer com que o aluno participe do conhecimento e construa junto com outros  colegas conceitos, textos e projetos, isso pode ser interessante. O aluno já faz  isso fora da escola, mas a escola ainda não se apropriou disso. Se as  tecnologias forem usadas de um modo significativo para o aluno, com certeza ele  vai se sentir participante, porque deixará de ser expectador e passará a ser  colaborador. Não é mais possível pensar em uma educação na era de Gutemberg. Não  temos mais livros apenas. Temos livros, filmes, celulares, laptops etc. Temos  uma quantidade enorme de possibilidades.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Temos bons exemplos de professores que já incorporaram a tecnologia?  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conheço professores, jovens principalmente, que já tomaram essa  iniciativa. Outro dia, um professor de inglês me contou que pede para seus  alunos consultarem um dicionário no celular. Isso é proibido em outras escolas,  mas ele conseguiu dar a isso uso significativo dentro da aula. Ele deu sentido à  tecnologia. Muitas vezes, o aluno se perde no uso do computador e da internet na  sala de aula porque falta sentido e foco na atividade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os celulares já são amplamente acessíveis e oferecem muitas  possibilidades - fotos, filmagens, mensagens e mesmo a internet. Contudo, a  maioria das escolas prefere proibi-los, assim como o uso das redes sociais e de  outros aparatos. Essa é uma atitude correta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Proibir o uso do  celular é nadar contra a corrente. O jovem usa o celular da mesma forma que usa  boné. Precisamos descobrir maneiras de usá-lo pedagogicamente. E ele pode ser  uma ferramenta importante para trabalhar a questão do conhecimento colaborativo.  Vivemos em uma era digital, já não é o conhecimento particular e individual que  prevalece. E o celular é isso, é uma forma de transmitir conhecimento. Claro que  algumas escolas proíbem porque não sabem o que fazer com o aparelho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em termos de tecnologias na educação, o que se deve  evitar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É preciso ter muito claro o objetivo de cada proposta ou  tudo fica muito solto. Se o aluno tem foco, ele não vai usar a internet pra  procurar outras coisas além daquilo que está sendo pedido. Se o professor der  foco, os conhecimentos se tornam significativos. O que o professor deve evitar,  então, é deixar tudo muito aberto e assim se distanciar do universo do aluno. O  professor tem que se aproximar para conquistar o aluno.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/a-educacao-nao-pode-mais-ser-planejada-na-era-de-gutemberg"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/a-educacao-nao-pode-mais-ser-planejada-na-era-de-gutemberg&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-2453466796591989136?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/2453466796591989136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=2453466796591989136&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2453466796591989136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2453466796591989136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/educadores-nao-podem-temer-novas.html' title='Educadores não podem temer novas tecnologias'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/THAptMemvfI/AAAAAAAAALE/XfA3FkHiRPk/s72-c/untitledd.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-8101919865522807241</id><published>2010-08-20T21:27:00.004-03:00</published><updated>2010-08-20T21:39:10.650-03:00</updated><title type='text'>Enigmas da mente</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Enigmas da mente&lt;/h1&gt; &lt;script&gt;       var link = document.location.href;       document.write('&gt;&gt;');              &lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="divAssina"&gt;da New Scientist&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="entry-data"&gt;Quinta-feira, 19 de agosto de 2010 &lt;/span&gt;  &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Photononstop/Imageplus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TG8efVutdFI/AAAAAAAAAK8/0XtkqDmC3kg/s1600/lata-20100819101202.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 302px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TG8efVutdFI/AAAAAAAAAK8/0XtkqDmC3kg/s400/lata-20100819101202.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507654393055245394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div id="entry-body"&gt; &lt;script&gt;     var tn_orkut = "http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/thumbs/lata-20100819101202.jpg";       &lt;/script&gt; &lt;!-- FERRAMENTAS --&gt; &lt;style&gt; #entry-share {  overflow:hidden;  height:120px; } #entry-share li {  margin:5px 0; } #entry-share-sites {  margin:20px 0 0 15px; } #entry-share-sites li {  margin-top:3px; } #entry-share-sites img {  margin-right:3px; } #entry-share img {  border: none;  vertical-align:middle;  margin-right:5px; } #entry-tools {  width:125px;  float:right;  border-top:1px solid #86C617;  border-bottom:1px solid #86C617;  margin:5px 0 15px 15px;  padding:5px; } #entry-tools ul {  margin:0;  padding:0; } #entry-tools li {  padding:0;  list-style:none; } #entry-tools a {  font-family:Arial, Helvetica, sans-serif; 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&lt;div id="texto_link"&gt; &lt;p&gt;SÃO PAULO - O cérebro humano é a estrutura mais espantosamente complexa no  universo conhecido, mas estamos começando a desvendar alguns dos seus  mistérios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. De que são feitas as memórias?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As memórias são a base do pensamento. Acessamos nosso repertório de  conhecimentos cada vez que executamos uma tarefa, nos comunicamos por meio da  fala ou formulamos os mais simples conceitos. No entanto, a forma física da  memória sempre foi um mistério. Que mudanças ocorrem no cérebro quando uma nova  memória é formada?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma coisa que sabemos é que a formação da memória envolve o fortalecimento  das conexões sinápticas entre células nervosas. Usando lesmas do mar, que têm um  sistema nervoso relativamente simples, uma equipe liderada por Kelsey Martin, da  Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tornou-se no ano passado a primeira  a observar as memórias sendo criadas, na forma denovas proteínas que aparecem  nas sinapses.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas onde o conhecimento é armazenado no cérebro de mamíferos complexos?  Memórias de curto prazo, como um número de telefone que será utilizado de  imediato, parecem ser armazenadas em duas pequenas estruturas curvilíneas  chamadas hipocampo, enterradas nas profundezas dos dois hemisférios do cérebro.  Em 2008, Courtney Miller e David Sweatt, da Universidade do Alabama, em  Tuscaloosa, demonstraram em camundongos que, durante a primeira hora após um  acontecimento memorável, houve mudanças químicas na composição do DNA de  neurônios nessa área, alterando as proteínas produzidas. Durante a semana  posterior, ocorreram transformações similares nos genes dos neurônios no córtex.  Essas alterações parecem ser permanentes, indicando que as memórias de longo  prazo são armazenadas lá. A dupla acredita ter assistido à formação de memórias  de curto prazo no hipocampo, que depois se tornaram memórias de longo prazo no  córtex.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O cérebro presta mais atenção às coisas que nos assustam, já que lembrá-las  pode fazer a diferença entre a vida e a morte. A estrutura ao lado do hipocampo  chamada amígdala é conhecida por desempenhar um papel na criação dessa marca  permanente. No ano passado, uma equipe liderada por Sheena Josselyn, no Sick  Children Hospital, em Toronto, no Canadá, descobriu que nos ratos era possível  apagar a memória de um ruído assustador matando os neurônios da amígdala, cujas  sinapses haviam sido recentemente reforçadas após a exposição ao ruído. Pela  primeira vez, uma memória específica foi rastreada até as células nervosas que a  codificaram.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda estamos muito longe de ver uma memória humana sendo criada, no  entanto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Algum dia seremos capazes de regenerar o cérebro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você já nasceu com todas as células do cérebro que terá, assim diz o ditado.  E lá se vai mais um ditado... Nos anos 90, décadas de dogma foram derrubados  pela descoberta de que os mamíferos, incluindo seres humanos, produzem novos  neurônios ao longo da vida. Em humanos, as tais neurogêneses foram vistas em  dois lugares: neurônios formados no bulbo olfatório parecem estar envolvidos na  aprendizagem de novos cheiros, enquanto os nascidos no hipocampo estão  envolvidos na aprendizagem e memória.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A descoberta de que novos neurônios podem se integrar ao cérebro adulto gera  possibilidades intrigantes. Poderá o processo ser aproveitado para o tratamento  de doenças do cérebro, como Parkinson e Alzheimer? O truque será substituir as  células doentes com o tipo certo de neurônios, diz Jeff Macklis, que estuda a  neurogênese no Massachusetts Institute of Technology. Segundo algumas  estimativas, o sistema nervoso é composto de 10 000 diferentes tipos de  neurônios. Essa complexidade significa que você não pode simplesmente pegar uma  célula pronta produzida por neurogênese. No entanto, pode haver outras formas de  gerar novos neurônios sob medida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Olle Lindvall, da Universidade de Lund, na Suécia, demonstrou que isso pode  ser possível. Ele transplantou neurônios produtores de dopaminaextraídos de  fetos abortados para o cérebro de pessoas com Parkinson, e mostrou que os novos  neurônios podem melhorar a função cerebral, embora o tratamento não funcione  para todos. Lindvall agora está procurando maneiras de produzir esses neurônios  especializados a partir de células-tronco embrionárias ou células-tronco feitas  a partir da reprogramação de células adultas da pele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E Macklis concluiu que, mesmo em regiões não neurogênicas do cérebro, existem  pequenos números de “células progenitoras” que sobraram do desenvolvimento do  cérebro no útero. Essas não são células-tronco verdadeiras, mas têm algumas  capacidades de neurogênese. Macklis demonstrou que — em animais, pelo menos — as  células progenitoras podem ser direcionadas para formar neurônios funcionais. Em  ratos, ele encontrou sinais químicos que transformam as células progenitoras em  neurônios motores. “Sou um grande otimista em relação ao uso da neurogênese em  partes normalmente não neurogênicas do cérebro”, diz Macklis. “Mas o sistema  nervoso foi construído com precisão, e vamos ter de reconstruí-lo com essa  precisão.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Quantos estados de consciência existem?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você pode pensar que a consciência é como um interruptor de luz, ou está  ligada ou desligada. Mas a verdadeira imagem é bem mais nublada, desafiando as  nossas noções de consciência e livre-arbítrio, e levantando questões sobre  consentimento em pacientes em coma.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Costumávamos pensar que apenas três estados de consciência existiam, diz Adam  Zeman, da Escola Médica da Península, em Exeter, Reino Unido. “Ou você está  acordado ou dormindo — e se você está dormindo, você pode estar sonhando ou  não.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas imagens do cérebro sugerem que há mais estados. Um exemplo é o  sonambulismo, que afeta mais de um em cada 20 adultos. “O cérebro do sonâmbulo  está, literalmente, meio acordado, meio dormindo”, disse Zeman. Pesquisadores  conseguiram levar um sonâmbulo até uma máquina de exame cerebral, e viram que  grande parte do córtex — envolvido na percepção e consciência — estava  desligada, mas outras áreas do cérebro estavam ativas, incluindo as relacionadas  com a emoção.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sobreposições similares podem explicar outros estados de consciência  estranhos. No sono com sonho — também conhecido como sono REM —, ficamos parados  porque uma área do tronco cerebral chamada “ponte” bloqueia os sinais para os  músculos. Pessoas com transtorno de comportamento REM perdem essa inibição e  agem fisicamente fora de seus sonhos. A condição oposta, conhecida como  paralisia do sono, ocorre quando as pessoas acordam, mas continuam incapazes de  se mover.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Também pode haver alguns pontos intermediários até então despercebidos no  crepúsculo entre a consciência e o coma. Em fevereiro, uma equipe liderada por  Adrian Owen, da Universidade de Cambridge, descobriu que era possível se  comunicar com um homem em estado vegetativo — estado no qual a pessoa tem os  reflexos intactos e pode respirar sem ajuda de aparelhos, mas parece  completamente inconsciente do que se passa ao redor. Ao pedir que ele se  visualizasse jogando tênis ou se movimentando pela sua casa enquanto seu cérebro  era escaneado, a equipe conseguiu obter dele respostas “sim” ou “não”. Esses  pacientes são tratados atualmente como inconscientes, mas se eles podem  compreender perguntas e se comunicar, também podem ser capazes de expressar  opiniões sobre o seu tratamento — e se ele deverá ou não ser retirado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não sabemos ainda quantos estados de consciência existem, mas a natureza da  consciência parece estar mais próxima de uma escada do que de um interruptor de  luz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Quão poderosa é a conexão mente-corpo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você tiver o infortúnio de precisar permanecer num hospital, tente ficar  num quarto com vista. Você pode se recuperar mais rápido se estiver olhando para  um bosque do que para uma parede de tijolos. O estudo das relações entre mente e  corpo é tão antigo quanto a prática da medicina. Médicos experientes sabem, por  exemplo, sondar o estado mental de um paciente cujos sintomas são difíceis de  explicar fisicamente. E todos nós já ouvimos falar de casos em que um luto ou  divórcio parece ter provocado o aparecimento da doença.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No entanto, considerando o quanto tomamos essas ligações por certas, seus  mecanismos ainda permanecem muito misteriosos. Por que algumas doenças são mais  influenciadas pelo estado mental do que outras? O que está por trás do  incompreensível efeito placebo? Será que poderíamos aprender a melhorar pelo  pensamento?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitos desses efeitos parecem ser mediados pelo sistema imunológico. O  estresse elevado comprovadamente reduz a atividade das células imunológicas,  tanto no tubo de ensaio quanto nas pessoas. O cérebro parece influenciar o  sistema imunológico de diversas formas, desde mediadores químicos até o controle  neural direto. Um ramo do nervo vago liga o cérebro a um regulador chave do  funcionamento do sistema imunológico, diz Kevin Tracey, do Instituto Feinstein  para Pesquisa Médica, em Manhasset, Nova York. “Os sinais que se originam no  cérebro viajam até o nervo vago, onde eles mudam o comportamento das células  imunes no baço”, diz ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A equipe de Tracey já descobriu que a estimulação elétrica diminui a  inflamação do nervo vago, um estado do sistema imunológico de alerta crítico  associado a um grande número de doenças, incluindo o câncer. Eles suspeitam que  possam existir outras ligações nervosas-imunes que têm o efeito de provocar  inflamações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se não podemos controlar conscientemente o sistema imunológico, talvez  possamos ao menos ser capazes de manipulá-lo com drogas, ou por meio do nervo  vago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Por que alguns de nós são mais inteligentes do que  outros?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na autópsia de Einstein, em 1955, seu cérebro causou uma certa decepção: ele  era um pouco menor que o do homem médio. Estudos feitos mais tarde sugeriram uma  ligação mínima entre o tamanho do cérebro e a inteligência. Parece que o que  realmente importa é a qualidade do cérebro, em vez da quantidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um fator importante parece ser a forma como nossos neurônios se comunicam uns  com os outros. Martijn van den Heuvel, neurocientista do Centro Médico da  Universidade de Utrecht, na Holanda, descobriu que os cérebros mais inteligentes  parecemter redes mais eficientes de neurônios — em outras palavras, são  necessários menos passos para transmitir uma mensagem entre as diferentes  regiões do cérebro. Isso poderia explicar cerca de um terço da variação de QI de  uma população, diz ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro fator fundamental é a bainha de gordura isolante que envolve as fibras  dos neurônios, que afeta a velocidade dos sinais elétricos. Paul Thompson, da  Universidade da Califórnia, em Los Angeles, encontrou uma correlação entre QI e  a qualidade das bainhas. Ainda não sabemos exatamente quanto os genes contribuem  para a inteligência, com vários estudos oferecendo estimativas entre 40% a 80%.  Esta ampla variação nas estimativas pode ter surgido porque os genes contribuem  mais para o QI quando ficamos mais velhos, segundo um estudo publicado no ano  passado. Ao comparar a inteligência de 11 000 pares de gêmeos, Robert Plomin, do  King’s College de Londres, descobriu que aos 9 anos os genes explicam 40% da  variação, mas aos 17 anos são responsáveis por cerca de dois terços.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como isso pode ser possível? Talvez os genes afetem a maneira como nosso  cérebro se reestrutura à medida que amadurecemos. Outra explicação é que eles  podem determinar a probabilidade de alguém procurar experiências estimulantes  para ajudar seu cérebro a se desenvolver. “Se estamos predispostos a ter um  talento, podemos procurar ativamente um ambiente que se adapte a ele”, diz  Thompson.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Será que algum dia vamos construir uma máquina  consciente?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos maiores desafios da humanidade é tentar criar a consciência  artificial. Alguns duvidam que isso seja possível — e até mesmo que deva ser  feito. No entanto, pesquisadores mais ousados não deixam de arriscar. “Temos de  considerar a consciência da máquina como um grande desafio, como colocar um  homem na Lua”, diz Antonio Chella, da Universidade de Palermo, na Itália, e  editor da International Journal of Consciousness Machine. Essa revista foi  lançada em 2009, um sinal da crescente atividade na área.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Provavelmente, o software que chegou mais longe até o momento é o IDA, Agente  de Distribuição Inteligente, criado em 2003 por Stan Franklin, da Universidade  de Memphis, no Tennessee. O IDA atribui a oficiais da Marinha norte-americana  novos postos de trabalho quando eles terminam um turno de serviço. Para tanto,  tem de conciliar as políticas navais, as exigências do trabalho, custos  variáveis e as necessidades dos marinheiros. Como as pessoas, o IDA tem níveis  de processamento “consciente” e “inconsciente”. No nível inconsciente, ele usa  agentes de software para coletar dados e processar informação. Esses agentes  competem para entrar na “consciência” do IDA, onde interagem uns com os outros e  as decisões são tomadas. A atualização Learning IDA (LIDA) foi concluída este  ano. Ela aprende com o que chega a sua consciência e usa isso para decisões  futuras. A LIDA também tem o benefício das “emoções” — metas de alto nível que  orientam a tomada de decisão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro avanço surgiu da criação de robôs capazes de manter sua função depois  de danificados. Em 2006, Josh Bongard, na Universidade de Vermont, em  Burlington, nos Estados Unidos, projetou um robô que anda com um modelo interno  de si próprio atualizado continuamente. Se ele for danificado, esse  autoconhecimento permite que ele crie uma maneira alternativa de andar  utilizando as capacidades que ainda tem. Junto com um modelo interno, o robô  desenvolvido pela equipe de Owen Holland, da Universidade de Sussex, Reino  Unido, também é anatomicamente parecido com os humanos. “Um robô com corpo  similar ao de um ser humano vai desenvolver uma cognição parecida com a dos  humanos”, afirma Owen.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nenhuma dessas abordagens resolve o que muitos consideram ser o “problema  difícil” da consciência: a consciência subjetiva. Ninguém sabe ainda como  projetar o software para isso. Mas, à medida que as máquinas se sofisticam, o  problema pode desaparecer — ou porque a consciência vai emergir de forma  espontânea ou porque simplesmente vamos presumir que ela surgiu sem ter certeza  disso. Afinal, quando se trata de outros seres humanos, só podemos supor que  eles têm consciência subjetiva também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Embora talvez nunca saibamos com certeza se uma máquina está expressando a  consciência ou apenas aparentando fazê-lo, a construção de uma máquina desse  tipo iria revolucionar a nossa compreensão do cérebro. “Meu objetivo real é  descobrir como a mente funciona”, diz Franklin. “Você realmente não sabe como  algo funciona até que possa construí-lo.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/enigmas-da-mente-19082010-14.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/enigmas-da-mente-19082010-14.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-8101919865522807241?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/8101919865522807241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=8101919865522807241&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8101919865522807241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8101919865522807241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/enigmas-da-mente.html' title='Enigmas da mente'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TG8efVutdFI/AAAAAAAAAK8/0XtkqDmC3kg/s72-c/lata-20100819101202.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-766819928496001222</id><published>2010-08-18T19:49:00.002-03:00</published><updated>2010-08-18T19:58:14.723-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Veja as áreas em que o salário mais cresceu em 2010</title><content type='html'>&lt;div id="materia_titulo"&gt; &lt;h1&gt;Veja as áreas em que o salário mais cresceu em 2010&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Remuneração fixa de profissionais de contabilidade é a mais valorizada do  ano; contratação de recém-formados puxa salários para baixo em alguns  setores&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt; &lt;span id="materia_autor"&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/perfil/talita-abrantes/"&gt;Talita  Abrantes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;de EXAME.com&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;div id="materia_data"&gt;18/08/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="materia_corpo"&gt; &lt;div id="materia_foto"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGxj7RxgKzI/AAAAAAAAAKs/HykEFqEVHbo/s1600/dinheiro-beatriz-abluquerque.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGxj7RxgKzI/AAAAAAAAAKs/HykEFqEVHbo/s400/dinheiro-beatriz-abluquerque.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506886314401737522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div id="materia_legenda"&gt;Novas normas contábeis aquecem salários de  contadores&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="fonte_materia"&gt; &lt;div style="visibility: visible;" id="materia_ultimas"&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Você fala inglês fluente, domina as novas normas contábeis, tem  experiência de no mínimo cinco anos no setor financeiro e de contabilidade?  Então, cheque seu holerite. Há grandes chances de você estar entre os  profissionais que mais tiveram aumento salarial em 2010 com relação ao ano  passado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É o que aponta pesquisa divulgada  pela consultoria Robert Half - confira a &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/ferramentas/tabela-de-salarios-rh.shtml"&gt;Tabela  de Salários&lt;/a&gt; atualizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os novos dados comprovam o que os  especialistas martelavam desde o início do ano: o mercado de trabalho brasileiro  está vivendo um momento de real aquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, o  setor de finanças e contabilidade apresentou as maiores valorizações  salariais. &lt;p class="pagina"&gt;Um dos fatores para isso, de acordo com Fernando Mantovani,  diretor de operações da Robert Half, é a adoção das novas regras de  contabilidade e o aumento do número de empresas de capital aberto no país.  (saiba mais na matéria &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/contadores-viram-protagonistas-decisoes-583909.html"&gt;O  contador ideal que as empresas procuram&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, no ano passado,  um controller que trabalhava em empresas de pequeno e médio porte recebia, em  média, uma remuneração de 7 a 12 mil reais. Este ano, o salário desses  profissionais pulou para 16 mil reais. Nas empresas de grande porte, o teto  salarial para esse cargo pulou de 21 mil reais para 23 mil reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na  área de Marketing e Vendas, o destaque salarial fica para o cargo de gerente de  desenvolvimento de negócios. Já na área de Tecnologia da Informação, ganharam  mais valorização os profissionais que ocupam os cargos de Analista de Business  Intelligence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em engenharia, profissionais da área de fusões e  aquisições, além de setores ligados ao crédito, estão na lista de destaques. Por  outro lado, em engenharia, a valorização salarial foi para o setor da construção  civil.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Recém-formados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ebulição do mercado, no  entanto, não necessariamente se traduz num aumento da faixa salarial média de  todos cargos. "As mudanças estão no meio da faixa salarial. Por exemplo, com o  aumento da demanda, mais profissionais com menos experiência estão sendo  promovidos", explica Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert  Half.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;O setor de engenharia é um exemplo prático disso. Apesar do aumento da demanda  por novos profissionais na área, alguns do setor tiveram um achatamento  salarial. Isso se deve, em parte, à um processo de juniorização da categoria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da escassez de mão de obra qualificada, as empresas de engenharia  estão apostando em profissionais recém-formados ou com pouca experiência no  mercado.&lt;/p&gt; &lt;p class="pagina"&gt;Por conta disso, o piso salarial de um  Engenheiro de Aplicação/  Processos caiu para a faixa de 2 a 2,5 mil reais. No ano passado, essa  remuneração, em média, era de 2,5 a 3,5 mil reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E isso não acontece  porque as empresas estão querendo pagar menos", explica o diretor. "É porque não  encontram profissionais com o perfil e experiência desejada".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/veja-areas-salario-mais-cresceu-2010-588725.html?page=1"&gt;http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/veja-areas-salario-mais-cresceu-2010-588725.html?page=1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-766819928496001222?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/766819928496001222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=766819928496001222&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/766819928496001222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/766819928496001222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/veja-as-areas-em-que-o-salario-mais.html' title='Veja as áreas em que o salário mais cresceu em 2010'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGxj7RxgKzI/AAAAAAAAAKs/HykEFqEVHbo/s72-c/dinheiro-beatriz-abluquerque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5428840805110141256</id><published>2010-08-16T20:13:00.002-03:00</published><updated>2010-08-16T20:17:43.832-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público</title><content type='html'>&lt;div id="materia_titulo"&gt; &lt;h1&gt;Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut,  órgãos vêm conseguindo melhorar o atendimento&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt; &lt;span id="materia_autor"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="materia_corpo"&gt;&lt;div id="fonte_materia"&gt;&lt;p&gt;Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais  começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de  divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar  Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos  vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;Ao menos quatro instituições -  Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens  Metropolitanos (CPTM) Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do  Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre  outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009 -  quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no  governo -, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria  porém, para divulgação. &lt;p&gt;No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a  empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações  levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41  anos, já causa efeitos práticos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o  planejamento do flash mob No Pants ("Sem Calças"), em maio de 2009. "Nunca havia  ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao  pudor", conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir  daí, definimos uma tática." No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por  16 agentes. Não houve ocorrências.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na CPTM - que permite acesso às redes a todos os funcionários -, o efeito  concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês,  de um painel na estação Guaianases na zona leste, a partir de reclamações no  Orkut. "Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo  trem", disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de  governo. "Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação", disse Fábio Cipriani,  autor de livros sobre mídias sociais. "Captura de informação nas redes é comum  na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui." As informações são do jornal O  Estado de S. Paulo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5428840805110141256?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5428840805110141256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5428840805110141256&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5428840805110141256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5428840805110141256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/redes-sociais-ajudam-melhorar-o-servico.html' title='Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5108582603435427389</id><published>2010-08-16T14:48:00.002-03:00</published><updated>2010-08-16T14:53:50.023-03:00</updated><title type='text'>Frio está associado a mais infartos</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Frio está associado a mais infartos&lt;/h1&gt;                     &lt;script&gt;       var link = document.location.href;       document.write('&gt;&gt;'); &lt;/script&gt; &lt;span id="divAssina"&gt;Agência FAPESP &lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Sábado, 14 de agosto de 2010 - 17h13&lt;/span&gt;    &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGl6VgwrgBI/AAAAAAAAAKk/PuERec9j1LY/s1600/monitor-cardioco-20100814172207.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 282px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGl6VgwrgBI/AAAAAAAAAKk/PuERec9j1LY/s400/monitor-cardioco-20100814172207.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506066529427095570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;Monitor  cardíoco: pesquisadores apontam que uma redução em 1º C na temperatura  externa em um dia esteve associada a cerca de 200 infartos a mais do que  a média anua&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;script&gt;     var tn_orkut = "http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/thumbs/monitor-cardioco-20100814172207.jpg";       &lt;/script&gt;   &lt;!-- FERRAMENTAS --&gt;   &lt;div id="entry-body"&gt;&lt;style&gt; #entry-share {  overflow:hidden;  height:120px; } #entry-share li {  margin:5px 0; } #entry-share-sites {  margin:20px 0 0 15px; } #entry-share-sites li {  margin-top:3px; } #entry-share-sites img {  margin-right:3px; } #entry-share img {  border: none;  vertical-align:middle;  margin-right:5px; } #entry-tools {  width:125px;  float:right;  border-top:1px solid #86C617;  border-bottom:1px solid #86C617;  margin:5px 0 15px 15px;  padding:5px; } #entry-tools ul {  margin:0;  padding:0; } #entry-tools li {  padding:0;  list-style:none; } #entry-tools a {  font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;  font-size:10px;  color:#999;  text-decoration:none; } #entry-tools a:hover {  text-decoration:underline; } #entry-tags {  border-top:1px dotted #CCC;  padding:10px; } #entry-tags a {  color:#005689; 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&lt;span class="related-data"&gt;(03/08/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/pesquisadores-usam-twitter-para-medir-humor-28072010-54.shl"&gt;Pesquisadores usam Twitter para medir humor&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(28/07/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/morre-inventor-da-caixa-preta-de-avioes-21072010-32.shl"&gt;Morre inventor da ´caixa preta´ de aviões&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(21/07/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;A  pesquisa, publicada no British Medical Journal, foi feita a partir da  análise de dados de 84 mil pacientes admitidos em hospitais com  episódios de infarto entre 2003 e 2006. Os dados foram comparados com  temperaturas diárias das regiões em que eles moravam. Foram avaliadas 15  áreas na Inglaterra e no País de Gales.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os resultados  foram ajustados para levar em conta fatores como poluição do ar,  episódios de gripe, sazonalidade e tendências de longo prazo. O estudo  identificou uma associação da redução em 1º C na temperatura média  diária com um aumento cumulativo de 2% no risco de infartos por um  período de 28 dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O maior risco foi observado em até duas  semanas após a exposição a temperatura mais baixa. Segundo os  cientistas, o aumento no risco pode parecer pequeno, mas em uma região  como o Reino Unido, em que ocorrem cerca de 146 mil infartos por ano,  mesmo uma pequena elevação resulta em um impacto significativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Pessoas mais velhas, com idades entre 75 e 84 anos, e indivíduos com  histórico de doenças cardiovasculares aparentemente estão mais  vulneráveis aos efeitos das reduções de temperatura”, disse Krishnan  Bhaskaran, principal autor do estudo.&lt;/p&gt;&lt;div id="entry-related"&gt; &lt;span class="entry-related-tit"&gt;Leia também:&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/controle-de-videogame-simula-temperatura-03082010-37.shl"&gt;Controle de videogame simula temperatura&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(03/08/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/pesquisadores-usam-twitter-para-medir-humor-28072010-54.shl"&gt;Pesquisadores usam Twitter para medir humor&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(28/07/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/morre-inventor-da-caixa-preta-de-avioes-21072010-32.shl"&gt;Morre inventor da ´caixa preta´ de aviões&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(21/07/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;“Não  observamos um aumento no número de infartos em temperaturas mais  elevadas, possivelmente porque a temperatura no Reino Unido não costuma  ser muito alta, em termos globais. Mas os resultados do estudo indicam  que o risco aumenta com a queda de temperatura mesmo no verão”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo  Bhaskaran, mais estudos são necessários para verificar quais medidas  poderiam ser adotadas de modo a evitar o aumento no risco de casos de  infarto agudo do miocárdio, tais como aconselhar a população,  especialmente os mais idosos, a vestir roupas adequadas às temperaturas  mais reduzidas ou manter suas residências aquecidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  artigo Short term effects of temperature on risk of myocardial  infarction in England and Wales: time series regression analysis of the  Myocardial Ischaemia National Audit Project registry  (doi:10.1136/bmj.c3823), de Krishnan Bhaskaran e outros, pode ser lido  por assinantes do British Medical Journal em &lt;a href="http://www.bmj.com/"&gt;&lt;strong&gt;www.bmj.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/frio-esta-associado-a-mais-infartos-14082010-15.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/frio-esta-associado-a-mais-infartos-14082010-15.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5108582603435427389?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5108582603435427389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5108582603435427389&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5108582603435427389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5108582603435427389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/frio-esta-associado-mais-infartos.html' title='Frio está associado a mais infartos'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGl6VgwrgBI/AAAAAAAAAKk/PuERec9j1LY/s72-c/monitor-cardioco-20100814172207.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-673325328267490500</id><published>2010-08-16T13:42:00.002-03:00</published><updated>2010-08-16T13:48:07.868-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Como serão as universidades do futuro?</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Como serão as universidades do futuro?&lt;/h1&gt;                     &lt;script&gt;       var link = document.location.href;       document.write('&gt;&gt;'); &lt;/script&gt;       &lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;span id="divAssina"&gt;Agência FAPESP&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="entry-data"&gt;Domingo, 15 de agosto de 2010 - 17h49&lt;/span&gt;                &lt;script&gt;             &lt;/script&gt;   &lt;!-- FERRAMENTAS --&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="entry-body"&gt;&lt;div id="entry-tools"&gt;   &lt;div id="entry-tags"&gt;&lt;!--&lt;span class="entry-tags-tit"&gt;Tags:&lt;/span&gt;--&gt;   &lt;div id="level2"&gt;     &lt;!-- TAGS --&gt;&lt;!-- /TAGS --&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;OAS_AD('Bottom')&lt;/script&gt;SÃO PAULO – Programas de cooperação com outros países serão mais frequentes. Boa parte dos cursos será oferecida a distância.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;   &lt;!-- /FERRAMENTAS --&gt;    &lt;div id="texto_link"&gt;&lt;p&gt;Alunos de graduação terão formação cada vez mais interdisciplinar.&lt;/p&gt;&lt;div id="entry-related"&gt; &lt;span class="entry-related-tit"&gt;Leia também:&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/inscricoes-abertas-a-olimpiada-de-robotica-12082010-43.shl"&gt;Inscrições abertas à Olimpíada de Robótica&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(12/08/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/jovens-tem-mais-dificuldade-de-achar-emprego-12082010-9.shl"&gt;Jovens têm mais dificuldade de achar emprego&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(12/08/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/ministerio-dara-r865-milhoes-para-pesquisa-26072010-5.shl"&gt;Ministério dará R$865 milhões para pesquisa&lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(26/07/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Essas  são algumas das tendências que deverão formar o perfil da universidade  na década de 2020, segundo Julio Cezar Durigan, vice-reitor da  Universidade Estadual Paulista (Unesp), que coordenou o 1º Ciclo de  Debates “A universidade pública brasileira no decorrer do próximo  decênio” , realizado nesta quarta-feira (11/8) no campus da Barra Funda,  na capital paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O evento foi extremamente produtivo e  cumpriu o objetivo de trazer visões de especialistas de outras  instituições para contribuir com o debate”, disse Durigan, que preside a  Comissão Permanente de Gestão do Plano de Desenvolvimento Institucional  da Unesp, à Agência FAPESP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participaram dos debates os  professores Olgária Matos, da Universidade de São Paulo (USP) e  Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Antonio Constant  Rodrigues da Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),  Gerhard Malnic (USP), Naomar Monteiro de Almeida Filho, reitor da  Universidade Federal da Bahia (UFBA), Hélio Nogueira da Cruz (USP) e  Marco Aurélio Nogueira (Unesp). Abriram a sessão o reitor da Unesp,  Herman Jacobus Cornelis Voorwald, e o secretário de Ensino Superior do  Estado de São Paulo, Carlos Vogt.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das tendências mais lembradas no encontro foi a crescente  interdisciplinaridade. Almeida Filho falou sobre a experiência da  Universidade de Bolonha, na Itália, na qual os graduandos têm uma  formação genérica nos três primeiros anos e escolhem uma carreira  específica, fazendo um curso de mais dois anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Na  primeira fase, o estudante já obtém o diploma de graduação, e, após os  dois anos de especialização, sai com o título de mestrado”, disse  Durigan. No entanto, segundo ele, há vários obstáculos para que esse  modelo seja adotado no Brasil, como, por exemplo, a falta de  reconhecimento desse tipo de pós-graduação pela Coordenação de  Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os  problemas também são de ordem prática. “Se um estudante de engenharia,  por exemplo, quiser cursar disciplinas em ciências sociais, ele terá  dificuldades. Por isso, precisamos facilitar o acesso dos alunos a  outras áreas”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O intercâmbio com instituições de  outros países foi outro ponto abordado no evento e tido como fundamental  para o desenvolvimento da pesquisa brasileira e para o aumento de sua  visibilidade no mundo. Um importante obstáculo nesse caso é o idioma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Enviamos muitos alunos para intercâmbios em Portugal e na Espanha,  por exemplo, mas isso não ocorre com a mesma intensidade com a Alemanha,  China e Coreia do Sul”, disse Durigan, destacando que há muitos  pesquisadores de outros países que desejam trabalhar com brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para  contornar o problema, a Unesp está diversificando os cursos de línguas  que são disponibilizados aos alunos, como o curso de mandarim, ensinado  em cinco unidades da universidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As universidades  paulistas também investem no aprofundamento de intercâmbios com  instituições para a dupla titulação, em que o aluno faz parte de seu  curso no Brasil e parte no exterior e, na conclusão, obtém um diploma  reconhecido pelos dois países.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais tempo para pesquisa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  universidade da próxima década também terá forte infraestrutura de  tecnologias da informação e da comunicação (TIC), segundo os presentes  no debate, uma vez que boa parte de sua função educacional deverá ser  cumprida a distância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ensino a distância é capaz de  atender mais pessoas e apresentar qualidade igual ou até superior à  modalidade presencial, de acordo com o vice-reitor da Unesp. As TIC  também serão uma ferramenta importante nas aulas presenciais. Os  docentes deverão manter sites a fim de fornecer os conteúdos que serão  abordados em sala de aula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Estudos mostram que o aproveitamento do estudante está muito  relacionado à disponibilização de material antes da aula, para que ele  possa se preparar para o encontro com o professor”, disse Durigan.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra  previsão é que as novas tecnologias deverão proporcionar mais tempo  para o docente se dedicar aos trabalhos de pesquisa e de extensão. Já os  serviços de extensão das universidades estarão cada vez mais  relacionados com projetos de inovação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A informática será  ferramenta fundamental também na gestão das universidades. “Por estar  espalhada por todo o Estado de São Paulo, a Unesp, por exemplo, tem uma  logística complexa. Temos que contornar essa questão com a ampliação das  ferramentas de comunicação e informação”, disse Durigan.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  criação de planos de desenvolvimento institucionais foi apontada como  alternativa para o problema da falta de continuidade de projetos nas  universidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durigan explica que a existência do Plano de  Desenvolvimento Institucional da Unesp impede gestões personalistas em  que programas iniciados em outras gestões são abandonados ou  descontinuados por novas administrações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Pretendemos agora  organizar outros debates e visitar as unidades da Unesp para que cada  uma desenvolva o seu plano”, disse Durigan.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/como-serao-as-universidade-do-futuro-15082010-11.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/como-serao-as-universidade-do-futuro-15082010-11.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-673325328267490500?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/673325328267490500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=673325328267490500&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/673325328267490500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/673325328267490500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/como-serao-as-universidades-do-futuro.html' title='Como serão as universidades do futuro?'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-1044438749497735423</id><published>2010-08-16T11:54:00.003-03:00</published><updated>2010-08-16T12:01:22.692-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>5 dicas para navegar nas redes sociais</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;5 dicas para navegar nas redes sociais&lt;/h1&gt;                     &lt;script&gt;       var link = document.location.href;       document.write('&gt;&gt;');&lt;/script&gt;       &lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/rogerio_jovaneli1.shtml"&gt;Rogerio Jovaneli, de INFO Online&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span class="entry-data"&gt;Domingo, 15 de agosto de 2010 - 15h56&lt;/span&gt;    &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGlR-Ta6zwI/AAAAAAAAAKc/UGOjORzO4qg/s1600/redessociais-empresas-20100815160328.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; 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&lt;span class="entry-related-tit"&gt;Leia também:&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/twitter-oferta-botao-tuite-para-sites-12082010-26.shl"&gt;Twitter oferta botão tuíte para sites &lt;/a&gt; &lt;span class="related-data"&gt;(12/08/2010)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Confira, a seguir, cinco dessas dicas:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Sempre tenha cuidado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se  você é novo em rede social, seja extremamente cauteloso. Tente entender  as características da plataforma que você usa e das comunidades que  você interage. Leia cuidadosamente: Termos e Condições, Privacidade,  etc. Nessas seções, você encontra exatamente o que acontece com seu  conteúdo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Deixe seus dados pessoais fora das redes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não  poste ou inclua em seu perfil informações confidenciais que podem ser  usadas para roubar sua identidade, como endereço de e-mail, endereço de  residência, número de telefone, número de inscrição, números de cartão  de crédito, detalhes de passaporte etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso,  contenha-se ao incluir informações pessoais muito detalhadas, ou seja,  lugares onde você costuma sair, onde faz suas compras, lavanderia etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Siga as regras de etiqueta da internet&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não  libere qualquer informação pessoal para alguém que você não conhece.  Além disso, contenha-se em dizer qualquer coisa que possa causar  constrangimento depois. A regra é: se não puder falar sobre isso com  seus pais ou chefe, o ideal é não fazer isso online.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também tenha cuidado sobre os tipos de conteúdo que você posta, como  citação ou referência com implicações jurídicas – alguns podem estar  protegidos por direitos autorais ou por outras formas de direitos de  propriedade intelectual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Ajuste suas configurações de privacidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ajuste  cuidadosamente as configurações globais e locais de sua conta. Uma  ideia sensata seria a de ligar/ativar os comentários de filtragem ou  moderação, e, dependendo da plataforma, restringir comentários anônimos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se  você não postar coisas novas frequentemente, você deve verificar a sua  conta regularmente e monitorar textos ou imagens inapropriadas, spam e  outros conteúdos nocivos ou indesejáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Proteja sua identidade visual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora  o ideal seja não incluir fotos suas ou de outros, é quase impossível  resistir. Para proteger seu conteúdo e identidade visual você deve  considerar adicionar uma marca digital, como seu nome de tela ou  logotipo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora isso altere a imagem (e, em alguns casos,  prejudica um pouco a natureza da imagem), esta prática provavelmente irá  desencorajar qualquer cibercriminoso de roubar sua foto e usar com  propósito diferente (ou seja, forjar a identidade ou infringir os  direitos autorais).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aplicativos de edição de imagem incluem  tal opção, mas você também pode pesquisar na internet por softwares  grátis ou criadores online de marca-d’água com capacidades semelhantes  (também vale verificar se o CD da sua câmera digital oferece uma  utilidade semelhante).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mantenha suas imagens a uma  resolução de 72 dpi ou menos e, se possível, não exceda o tamanho de 640  x 480 pixels. Além disso, você terá mais chances de manter sua  identidade visual intacta. Ter mais espaço de armazenamento nas  plataformas que as redes sociais oferecem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/5-dicas-para-para-navegar-nas-redes-sociais-15082010-7.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/internet/5-dicas-para-para-navegar-nas-redes-sociais-15082010-7.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-1044438749497735423?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/1044438749497735423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=1044438749497735423&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/1044438749497735423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/1044438749497735423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/5-dicas-para-navegar-nas-redes-sociais.html' title='5 dicas para navegar nas redes sociais'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TGlR-Ta6zwI/AAAAAAAAAKc/UGOjORzO4qg/s72-c/redessociais-empresas-20100815160328.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5305442748380023529</id><published>2010-08-08T00:09:00.002-03:00</published><updated>2010-08-08T00:38:10.979-03:00</updated><title type='text'>Com quantos votos se elege um deputado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TF4mav3Z69I/AAAAAAAAAKU/2xNvhGZj50w/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 256px; height: 197px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TF4mav3Z69I/AAAAAAAAAKU/2xNvhGZj50w/s400/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502878035660630994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Com quantos votos se elege um deputado&lt;/h1&gt; &lt;h2 class="subtitle"&gt;No Brasil, um candidato a deputado com pouco mais de 100  votos pode conseguir uma vaga na Câmara, enquanto outro com quase 100.000 corre  o risco de não se eleger&lt;/h2&gt; &lt;div class="signature"&gt;Domitila Becker&lt;/div&gt; &lt;div class="destaque_article" sizcache="2" sizset="0"&gt; &lt;div class="list_article" sizcache="2" sizset="0"&gt; &lt;p&gt;“Os eleitores têm que ter em mente que o seu voto vai antes de tudo para o  partido, e não para o candidato”&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Nas eleições para a Presidência, os governos estaduais, as prefeituras e o  Senado, um voto corresponde a um voto. Nas eleições para a Câmara dos Deputados  e a Assembleia Legislativa, não é bem assim. O sistema proporcional adotado no  Brasil faz com que um deputado federal por São Paulo, por exemplo, represente  432.000 habitantes, enquanto um colega eleito por Roraima representa 33.000  pessoas.&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;As distorções nas eleições proporcionais têm origem no chamado quociente  (ou coeficiente) eleitoral e são agravadas pela existência de limites para as  representações estaduais, que pode ser de no mínimo oito e de no máximo 70. O  número foi imposto pela ditadura militar para inibir o crescimento da oposição,  que tinha seus redutos nos estados mais populosos, como São Paulo, Minas Gerais  e Rio de Janeiro. Com o aumento da densidade demográfica esses estados são cada  vez mais prejudicados.&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;O quociente eleitoral indica quais partidos terão direito a ocupar vagas no  legislativo. É obtido a partir da divisão do total de votos válidos – excluindo  nulos e em branco –, pelo número de cadeiras a serem preenchidas. São Paulo, por  exemplo, tem direito à 70 vagas na Câmara. Caso todos os 30 milhões de eleitores  do estado compareçam às urnas em 2010 (e não haja nenhum voto nulo ou em  branco), o quociente será de 430 mil. Ou seja, a cada 430 mil votos o partido  elege um deputado. Caso não atinja essa marca, não terá representantes. &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Para saber quantas vagas caberão a cada legenda que atingiu o coeficiente  eleitoral, calcula-se o quociente partidário. Para isso, divide-se o número de  votos que o partido recebeu (soma dos votos de todos os seus candidatos, mais  aqueles dados à legenda) pelo quociente eleitoral do estado. A partir do exemplo  descrito acima, se um partido qualquer de São Paulo alcançar 900 mil votos, ele  terá direito a duas vagas na Câmara. É por isso que, no Brasil, um candidato que  recebe mais de 100.000 votos pode não se eleger, enquanto outro com menos de 100  consegue uma vaga.&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Isso significa que a votação de cada candidato só é relevante na hora de  determinar quais deles terão prioridade para ocupar as vagas conquistadas pela  legenda. Mesmo assim, os eleitores brasileiros continuam votando em nomes. No  segundo turno das eleições de 2006, por exemplo, o PSB teve 5.593.627 votos  nominais e apenas 219.867 votos na legenda. No mesmo pleito, os candidatos  tucanos receberam mais de 11 milhões de votos, enquanto menos de 2 milhões  votaram na sigla. “Os eleitores têm que ter em mente que o seu voto vai antes de  tudo para o partido, e não para o candidato”, ressalta Rogério Schimitt,  Cientista político do Centro de Liderança Pública (CLP).&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Isso não ocorre nas demais eleições do país, em que é utilizado o sistema  majoritário relativo e absoluto. No primeiro, adotado para a seleção de  senadores e prefeitos em cidades com menos de 200 mil eleitores, vence o  candidato que tiver a maior votação. Já na escolha de presidente, governador e  prefeito de municípios com mais de 200 mil eleitores, o candidato conquista a  vaga quando recebe 50% dos votos válidos mais um. Isto é, mais do que a soma dos  votos de todos os outros candidatos. Se isso não acontecer, os dois mais bem  votados disputam o segundo turno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/com-quantos-votos-se-elege-um-deputado"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/com-quantos-votos-se-elege-um-deputado&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5305442748380023529?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5305442748380023529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5305442748380023529&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5305442748380023529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5305442748380023529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/com-quantos-votos-se-elege-um-deputado.html' title='Com quantos votos se elege um deputado'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TF4mav3Z69I/AAAAAAAAAKU/2xNvhGZj50w/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-8546652692817578873</id><published>2010-08-07T23:18:00.003-03:00</published><updated>2010-08-07T23:41:21.193-03:00</updated><title type='text'>Através ou por meio?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TF4ZR_QyLgI/AAAAAAAAAKM/QM2vi8eGi-w/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 281px; height: 179px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TF4ZR_QyLgI/AAAAAAAAAKM/QM2vi8eGi-w/s400/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502863591523626498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="content"&gt;&lt;div id="post-" class="post"&gt;&lt;h2 style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Através ou por meio?&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- FIM TITULO DEFAULT--&gt; &lt;div class="postConteudo"&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;“É muito comum, sobretudo nos noticiários da TV, a utilização do advérbio  ‘através’ em substituição a ‘por meio’ ou ‘por intermédio’. É correto?” (Ricardo  Souza da Silva)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;A questão é mais complexa do que parece. Quando alguém diz, por exemplo, que  conheceu fulano “através de um amigo”, está cometendo um erro? Se formos  literais – ou apegados demais à norma clássica, o que neste caso dá no mesmo –  sim. Fazer qualquer coisa “através dos outros” parece sugerir no mínimo uma  radiografia, quando não uma carnificina. Porém…&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Reconheço ser uma boa dica de estilo para escribas amadores ou profissionais  explicar que o uso de “através de” com o sentido de “por meio de” é menos  clássico, menos elegante, mas daí a chamá-lo de erro vai uma boa distância. A  distância que existe entre o furor normativo e uma compreensão maior sobre como  a língua funciona.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acontece que, por mais que consultores gramaticais e manuais de redação  insistam nesse ponto, todo mundo – inclusive falantes cultos – continua  “errando”. Por quê? A questão parece difícil de equacionar, mas só até o momento  em que abandonamos a ideia de erro. Ora, existe na linguagem uma força poderosa  chamada sentido figurado. Condenar tal ampliação semântica de “através” é tão  sensato quanto banir uma expressão como “banho de loja” com base no argumento de  que não se sai molhado do shopping.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É significativo que até os dicionários, conservadores por definição, já  registrem a acepção condenada pelos vigilantes da língua sem lhe fazer reparo  algum. Condenável mesmo – e, aí sim, um erro indiscutível, por atentar contra a  norma culta e contra o uso corrente – é fazer o oposto, como numa notícia da  “Folha de S.Paulo” de alguns anos atrás em que o pobre repórter, certamente  desnorteado pela patrulha contra o “através”, escreveu que “o assaltante entrou  na residência do casal por meio de uma janela na área de serviço”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;Por meio&lt;/i&gt; de uma janela! Dá vontade de dizer aos patrulheiros: bem  feito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/consultorio/atraves-ou-por-meio/"&gt;http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/consultorio/atraves-ou-por-meio/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-8546652692817578873?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/8546652692817578873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=8546652692817578873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8546652692817578873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8546652692817578873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/08/atraves-ou-por-meio.html' title='Através ou por meio?'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TF4ZR_QyLgI/AAAAAAAAAKM/QM2vi8eGi-w/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-4368462976035330313</id><published>2010-07-21T21:22:00.002-03:00</published><updated>2010-07-21T21:25:44.225-03:00</updated><title type='text'>A importância de ouvir antes das decisões</title><content type='html'>&lt;h1&gt;A importância de ouvir antes das decisões&lt;/h1&gt; &lt;h2&gt;Considerar os outros para resolver situações cotidianas é fundamental para a  boa gestão escolar&lt;/h2&gt; &lt;p class="autor"&gt;&lt;span class="trocaautor"&gt;Terezinha Azerêdo Rios &lt;a href="mailto:gestao@atleitor.com.br"&gt;(gestao@atleitor.com.br)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div id="pagination_0"&gt; &lt;div style="width: 210px;" class="caixa-sem-fio"&gt; &lt;div class="img-sem-caixa"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEePgV3_OfI/AAAAAAAAAJ8/pvReEsr7Rqw/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 210px; height: 210px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEePgV3_OfI/AAAAAAAAAJ8/pvReEsr7Rqw/s400/untitled.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496519656019540466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="legenda-sem-caixa"&gt;"A melhor sala de direção é aquela em que estão  presentes os outros ambientes da escola e todos que ali convivem."&lt;br /&gt;Foto:  Marcos Rosa&lt;/div&gt; &lt;div id="relacionados"&gt; &lt;p class="chamada"&gt;Mais sobre ética&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tese&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/tese_jose_lemos.pdf" target="_blank"&gt;Íntegra da tese de doutorado do pesquisador José Carlos Galvão  Lemos sobre o trabalho docente e a construção da identidade profissional&lt;/a&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reportagens&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/questoes-valor-448779.shtml"&gt;Questões  de valor&lt;/a&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/etica-como-metodo-trabalho-431445.shtml"&gt;Da  ética como método de trabalho&lt;/a&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/agir-autonomia-483505.shtml"&gt;Agir  com autonomia&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Fiz parte da banca de uma tese de doutorado na qual o pesquisador realizou  entrevistas com professores de escolas públicas que foram designados para o  cargo de diretor escolar. Inquiridos sobre as razões que os levaram a abandonar  a docência, alguns afirmaram que o fizeram para "se ver livre do trabalho  pedagógico". E, ao falar das características das funções no novo cargo,  mencionaram que "o posto é mais valorizado que o de professor", além de "não  sofrerem com as dificuldades de sala de aula", com problemas relacionados,  principalmente, ao comportamento dos jovens. "Quero distância de alunos e pais",  afirmou um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi realizada em instituições da rede  pública, mas situações e opiniões como as relatadas não são exclusivas dela. A  discussão em torno do estudo nos fez refletir sobre o que está guardado no papel  de gestor. Ou melhor, o que espera o educador - diretor, coordenador pedagógico  ou orientador educacional - quando ele entra nesse espaço chamado de  administração escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a lamentável a separação feita entre o  administrativo e o pedagógico - a principal geradora de atitudes e posições como  as que o pesquisador levantou. Torna-se necessário fazer, sim, a distinção entre  um e outro, mas não se pode separá-los. Até porque a administração, na escola,  só pode ser entendida como pedagógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se buscarmos a etimologia da  palavra administração, verificamos que ela nos remete a um trabalho que se  realiza com alguém. &lt;em&gt;Ad-ministrare&lt;/em&gt;, do latim, significou, em primeiro  lugar, "ministrar junto". Quem ocupa esse cargo aparece, originariamente, como o  mestre cujo trabalho tem a mesma significação daquele feito pelos que o  acompanham em suas tarefas. No campo da Educação e da escola, deveríamos manter  esse sentido original. Ele guarda referência à alteridade e à consideração que  se deve ter pelo outro como um elemento fundamental das relações que se dão na  escola e no contexto social em que ela está inserida. A autoridade do gestor,  portanto, só ganha sentido na perspectiva da alteridade e da igualdade nela  implicadas. A ética nos faz ver que o outro é diferente, mas igual em direitos e  em sua humanidade. Na escola, desempenham-se funções diversas e, na riqueza  desse convívio, se cria a possibilidade de um trabalho realmente coletivo. A boa  atuação do gestor, portanto, não se faz a distância das salas de aula, das  reuniões pedagógicas e da comunidade. A melhor sala de direção é aquela em que  estão presentes os outros ambientes da escola e todos aqueles que convivem nela.  Ninguém, ali, "se livra" do trabalho pedagógico.&lt;/p&gt; &lt;div id="box-solida"&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo-red"&gt;&lt;a href="mailto:gestao@atleitor.com.br"&gt;Terezinha  Azerêdo Rios&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É professora do programa de pós-graduação em Educação da Universidade 9 de  Julho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/ministrar-junto-autonomia-etica-valores-gestao-participativa-trabalho-equipe-508112.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/ministrar-junto-autonomia-etica-valores-gestao-participativa-trabalho-equipe-508112.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="titulo-entrevista"&gt;&lt;span class="intertitulo-red"&gt;&lt;a href="mailto:gestao@atleitor.com.br"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="titulo-entrevista"&gt;&lt;span class="intertitulo-red"&gt;&lt;a href="mailto:gestao@atleitor.com.br"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;script type="text/javascript"&gt;var pwa_pagination_number_pages = 1;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-4368462976035330313?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/4368462976035330313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=4368462976035330313&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4368462976035330313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4368462976035330313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/07/importancia-de-ouvir-antes-das-decisoes.html' title='A importância de ouvir antes das decisões'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEePgV3_OfI/AAAAAAAAAJ8/pvReEsr7Rqw/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-3255261174533179747</id><published>2010-07-21T21:05:00.005-03:00</published><updated>2010-07-21T21:27:16.492-03:00</updated><title type='text'>Como melhorar a comunicação dentro da escola</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Como melhorar a comunicação dentro da escola&lt;/h1&gt; &lt;h2&gt;O bom fluxo de informações entre a direção, a equipe pedagógica e os  funcionários é um dos elementos da gestão transparente&lt;/h2&gt; &lt;p class="autor"&gt;&lt;span class="trocaautor"&gt;Verônica Fraidenraich &lt;a href="mailto:gestao@atleitor.com.br"&gt;(gestao@atleitor.com.br)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEeL3vKNH_I/AAAAAAAAAJs/9EcT5e_5O58/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 135px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEeL3vKNH_I/AAAAAAAAAJs/9EcT5e_5O58/s400/untitled.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496515659897315314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DIVISÃO POR GRUPO Mari Fantoni, de Camboriú, e os  murais para os professores e para as merendeiras. Foto: Sérgio  Vignes&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEeNH_y4LII/AAAAAAAAAJ0/81sQeOob4ps/s1600/untitled1.bmp"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;div class="abracaPagina"&gt;  &lt;p&gt;Certa vez, a diretora Firmina Viterbo Azevêdo, da EE Edvaldo Brandão Correia,  na periferia de Salvador, resolveu colocar em um dos murais da escola um  comunicado com o título Agenda do Diretor. A ideia era fazer com que todos  soubessem o que ela estava fazendo nos vários horários - uma maneira de dar um  pouco mais de transparência à sua gestão. No começo, alguns estranharam e  queriam saber se teriam de participar de alguma das atividades ou se haveria  mudanças na rotina escolar por causa delas. A boa iniciativa pegou todos de  surpresa porque faltava à instituição uma cultura de comunicação interna, em que  as várias equipes trocam informações com o objetivo de valorizar o diálogo e  fortalecer o espírito de grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom termômetro de que há ruído na  comunicação é quando frases como "ninguém me avisou dessa reunião" se tornam  comuns por parte dos funcionários e "eles não se interessam em ler o que  divulgamos" vira uma queixa frequente dos membros da equipe gestora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para criar uma cultura favorável à comunicação, o gestor deve fazer da  troca de informações uma rotina, mostrando às pessoas que com ele trabalham que  o conhecimento sobre as diversas atividades que acontecem na escola favorece a  criação de um bom clima institucional. E isso só se consegue com trabalho  permanente &lt;em&gt;(&lt;a href="http://www.blogger.com/gestao-escolar/diretor/projeto-institucional-comunicacao-interna-574362.shtml"&gt;leia  o passo a passo no projeto institucional&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma maneira de  iniciar esse processo é contar com a ajuda de representantes de cada segmento  (um dos servidores administrativos, outro das merendeiras, um ou dois dos  docentes etc.). Eles terão a função de levar as informações aos pares e também  trazer tudo o que acontece por lá para ser disseminado na escola. "A gestão sai  ganhando muito quando cada setor tem uma pessoa responsável pelo fluxo dos  informes. Isso porque há mais chances de entender um assunto quando ele é  transmitido por alguém mais próximo", explica Marlene Marchiori, professora do  Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina  (UEL).&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;div class="abracaPagina"&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;O objetivo da mensagem determina a escolha do  veículo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao iniciar o projeto de comunicação interna, um primeiro  ponto a observar é o veículo utilizado. De nada adianta divulgar em conversas de  corredor uma reunião cuja presença é obrigatória. A importância do que se vai  comunicar é que determina o meio. A diretora Mari Inês Fantoni, do CAIC Jovem  Ailor Loterio, em Camboriú, a 85 quilômetros de Florianópolis, conta que, quando  o assunto é importante, ela passa uma lista com o comunicado e pede que todos  assinem, confirmando a leitura. Foi o que ela fez recentemente para divulgar um  encontro que não estava na agenda e no qual seria discutida a concessão de um  espaço físico na escola para o centro comunitário. "Alguns professores eram  contra e outros a favor. Todos precisavam ser avisados para garantir que as  várias posições fossem defendidas. Ninguém poderia dizer que não foi avisado",  lembra Mari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos recursos mais utilizados pela escola para divulgar  notícias e trabalhos realizados é o mural, que deve ter seu conteúdo renovado  periodicamente. É aconselhável determinar uma frequência para sua atualização -  pode ser todo dia ou uma vez por semana. Assim, as pessoas criam o hábito da  leitura daquele espaço. Mas isso não impede que, quando haja a necessidade, se  coloquem uma nova mensagem e um aviso maior chamando a atenção para a novidade.  Mari Inês Fantoni, de Camboriú, usa fotos ou recortes e divide o mural por  setores - um para o pessoal de serviços de apoio, outro para os professores etc.  - e os coloca em pontos estratégicos - o das merendeiras ao lado da cozinha, por  exemplo. Esses procedimentos ajudam o leitor a localizar os temas de seu  interesse.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="PaginaNumero"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Para divulgar assuntos importantes, vale organizar  reuniões&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="caixa-sem-fio"&gt; &lt;div class="img-sem-caixa"&gt;&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEeNH_y4LII/AAAAAAAAAJ0/81sQeOob4ps/s1600/untitled1.bmp"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 197px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEeNH_y4LII/AAAAAAAAAJ0/81sQeOob4ps/s400/untitled1.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496517038752410754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="font-weight: bold;" class="legenda-sem-caixa"&gt;TUDO POR E-MAIL Firmina Azevêdo, de  Salvador,&lt;br /&gt;usa a internet para divulgar a Agenda do Diretor.&lt;br /&gt;Foto: Valter  Pontes&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;A reunião em si é uma ferramenta fundamental na comunicacão interna. Bastante  eficiente para difundir assuntos importantes, ela permite que todos os presentes  debatam, exponham suas opiniões e se posicionem. "Algumas podem ser colocadas na  rotina da escola - como as de formação e as de equipe -, o que faz com que as  pessoas saibam que naquele dia e horário têm um compromisso", afirma Alice Happ  Botler, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco  (UFPE). Além disso, é preciso haver uma condução eficiente dos trabalhos,  garantindo uma linguagem clara nas exposições, a participação dos presentes, a  conclusão e o registro do que foi discutido e o encaminhamento das ações  seguintes para que a reunião não acabe no vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto a receber  atenção é o texto utilizado nos comunicados. Uma mensagem bem feita é aquela que  é entendida pelo público-alvo. E, por mais simples que possa parecer, um texto  de fácil compreensão é difícil de fazer. Uma linguagem confusa e rebuscada só  provoca ruídos na comunicação. O grau de formalidade do texto vai depender do  assunto - a convocação feita pela direção da escola para que os professores  compareçam a uma reunião com representantes da Secretaria de Educação tende a  ser mais sóbria do que o convite para o jogo final de um campeonato interno, por  exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a escola tiver computadores com acesso à internet, o e-mail  é um meio prático e rápido para divulgar informações. Firmina Azevêdo, de  Salvador, seguiu os passos para instalar uma comunicação interna eficiente e  agora, quando não avisa onde está e o que está fazendo, é cobrada: "Outro dia,  uma colega me ligou no domingo perguntando por que eu ainda não havia enviado a  agenda da semana". No início do ano, ela criou um grupo de e-mail com os 86  docentes da instituição e agora manda tudo pela internet, inclusive a Agenda do  Diretor. Ela ainda coloca mensagens nos murais e afirma que já percebeu que um  dos efeitos de uma gestão mais transparente é a participação: "Agora,  professores e funcionários sabem de tudo que acontece na escola".&lt;/p&gt; &lt;div id="box-doted"&gt; &lt;p class="titulo-entrevista"&gt;&lt;span class="intertitulo-red"&gt;Quer saber  mais?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="quersabermais"&gt;&lt;strong&gt;CONTATOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:alicebotler@hotmail.com"&gt;Alice Happ  Botler&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:caic_camboriu@hotmail.com"&gt;CAIC  Jovem Ailor Loterio&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, tel. (47) 3363-8067&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:colegioedvaldobrandao@hotmail.com"&gt;EE Edvaldo Brandão  Correia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, tel. (71) 3309-5263&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:marlenemarchiori@gmail.com"&gt;Marlene Marchiori&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="quersabermais"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="quersabermais"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:78%;" &gt;Créditos:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="mailto:marlenemarchiori@gmail.com"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/como-melhorar-comunicacao-dentro-escola-574377.shtml?page=0"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/como-melhorar-comunicacao-dentro-escola-574377.shtml?page=0&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;script type="text/javascript"&gt;var pwa_pagination_number_pages = 1;&lt;/script&gt; &lt;/div&gt; &lt;script type="text/javascript"&gt;var pwa_pagination_number_pages = 1;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-3255261174533179747?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/3255261174533179747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=3255261174533179747&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3255261174533179747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/3255261174533179747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/07/como-melhorar-comunicacao-dentro-da.html' title='Como melhorar a comunicação dentro da escola'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TEeL3vKNH_I/AAAAAAAAAJs/9EcT5e_5O58/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-2383102240226732817</id><published>2010-07-21T20:59:00.003-03:00</published><updated>2010-07-21T21:27:40.113-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Projeto Institucional: comunicação interna</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Projeto Institucional: comunicação interna&lt;/h1&gt; &lt;p class="autor"&gt;&lt;span class="trocaautor"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div id="pagination_0"&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Objetivos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Geral &lt;/strong&gt;Usar a  comunicação interna como forma de dar transparência à gestão e compartilhar  princípios, valores e objetivos do projeto político pedagógico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-  Para a direção &lt;/strong&gt;Ressignificar os suportes utilizados para a comunicação  interna, tornar a comunicação com a equipe mais eficiente, criar um grupo  colaborativo de trabalho e assegurar que as informações cheguem às pessoas no  tempo desejado e de forma clara.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Para os professores  &lt;/strong&gt;Comunicar com regularidade o trabalho pedagógico para os diferentes  públicos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Para os funcionários &lt;/strong&gt;Compreender a comunicação  interna como um meio de valorização da atuação como educador e colaborador da  gestão escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Conteúdos de Gestão  Escolar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Administrativo &lt;/strong&gt;Organização, clareza e  transparência da comunicação interna.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Equipe &lt;/strong&gt;Valorização  do diálogo e fortalecimento da articulação e parceria entre direção, equipe  docente e funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Tempo estimado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O ano todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Material necessário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Murais, painéis, banners, cartazes, faixas, máquina fotográfica, papel  ofício, canetas, caderno, computador, conta de e-mail, alfinetes e tachinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;strong&gt;1ª etapa &lt;/strong&gt;Análise da comunicação  interna&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Organize uma reunião com toda a equipe -  coordenador pedagógico, orientador, professores e funcionários - e faça uma  pesquisa informal para saber o que eles pensam sobre a comunicação interna da  instituição. Para sensibilizar o grupo sobre o tema, lembre que compartilhar as  informações é uma forma de dar transparência à gestão, demonstrar respeito pela  equipe e fazer com que todos participem da rotina da escola. Levante questões  como: qual o valor da comunicação para o trabalho de cada um? Quais são os  maiores entraves para que a comunicação se dê de forma efetiva? Como melhorar o  fluxo interno de informações? Enumere com o grupo os principais meios utilizados  na escola para fazer comunicados: reuniões, murais, e-mail etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;strong&gt;2ª etapa &lt;/strong&gt;O que  divulgar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Reserve um tempo da discussão para esclarecer  quais atividades podem ser divulgadas e como. Ouça as opiniões e se certifique  de que entre os itens lembrados estarão os encontros de formação, o calendário  letivo, as ações realizadas na biblioteca da escola para estimular a leitura, as  datas dos eventos esportivos, a data de apresentação dos trabalhos pedagógicos  realizados pelas turmas etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;strong&gt;3ª etapa  &lt;/strong&gt;Redefinição dos meios&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Retome os resultados da  discussão e defina com o grupo quais veículos serão utilizados e como eles serão  organizados. Lembre que o meio deve variar, segundo a atividade, desde que seja  prático e de fácil difusão para o público-alvo. Exemplos: o cardápio do dia pode  ser afixado num mural ao lado da cozinha pelas próprias merendeiras; já uma  reunião com a participação de integrantes da Secretaria da Educação merece ser  divulgada no caderno de comunicados com assinatura de ciência da informação.  Essas ações, além de favorecer a comunicação interna, fortalecem a constituição  de uma equipe colaborativa. Discuta com o grupo os vários  recursos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Mural &lt;/strong&gt;Um dos meios mais utilizados para  ações que não exijam notificação de recibo, desde que haja alguém responsável  por ‘alimentar’ e organizar o quadro periodicamente. Estabelecer uma rotina na  troca dos avisos - diária ou semanal - é uma medida que favorece a criação do  hábito de leitura. O uso de fotos ou recortes e a divisão por temas facilitam a  visualização e direcionam o leitor aos assuntos de seu interesse. Deve estar em  local visível e de circulação obrigatória de seu público-alvo, como na entrada  da escola ou próximo ao local em que é registrado o ponto dos funcionários. Pode  haver ainda um mural para cada segmento (um para os professores, outro para as  merendeiras etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Caderno de comunicados &lt;/strong&gt;Usado para  mensagens importantes e que necessitam de confirmação de leitura, como um  encontro em que questões financeiras serão definidas por votação, o que exige a  participação de todos os envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- E-mail &lt;/strong&gt;É um meio  prático e que permite enviar mensagens com rapidez a um grande número de  pessoas. Dependendo do programa de e-mail utilizado, permite a confirmação do  recebimento. Ao começar a utilizar esse veículo, é preciso assegurar a  comunicação também por outro meio, como o mural, até que todos se habituem a  acessar o correio eletrônico com certa frequência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-  Faixas/banners &lt;/strong&gt;Chamam a atenção quando colocados em lugar de destaque e  podem ser usados para divulgar resultados de competições, indicadores de  aprendizagem, prêmios conquistados ou fazer homenagens a alunos e professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Bilhetes e comunicados avulsos &lt;/strong&gt;Podem ser entregues  pessoalmente ou colocados em um espaço para correspondência, como os escaninhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Contato informal &lt;/strong&gt;Conversas nos corredores e outras  situações informais de contato face a face devem ser usadas apenas para se  certificar de que a informação correta chegou aos destinatários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Reunião &lt;/strong&gt;É a forma mais comum da comunicação face a  face. Fundamental numa gestão democrática, por promover a interação entre o  grupo e permitir que todos socializem e discutam em tempo real questões  relacionadas à realização de ações. Recomendada para assuntos complexos em que  há divergência de opiniões, necessidade de ouvir argumentações e tomada de  decisões. Pode ser geral (com a presença de todos que trabalham na escola) ou  segmentada por área de atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;strong&gt;4ª etapa &lt;/strong&gt;Escolha  dos responsáveis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Divida os participantes por área e  peça que eles escolham uma pessoa para ser a responsável pela divulgação das  informações para cada segmento. Escolhidos os representantes, marque com eles  uma reunião para conversar sobre as novas responsabilidades: assegurarque as  mensagens cheguem a todos os integrantes de seu grupo e garantir que os informes  produzidos por eles também sejam divulgados. Vale ressaltar a relevância da  atuação de cada um como fonte e agente de comunicação para o bom andamento das  atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Avaliação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe o  andamento de cada ação sempre que algum dos veículos de comunicação for  utilizado para saber se o público está recebendo as mensagens, lendo os murais,  entendendo o que está sendo comunicado e como está reagindo. Verifique se os  líderes e todo o grupo estão, de fato, envolvidos no processo. Promova encontros  regulares para discutir os avanços e rever os procedimentos planejados em cada  etapa do projeto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/projeto-institucional-comunicacao-interna-574362.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/projeto-institucional-comunicacao-interna-574362.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-2383102240226732817?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/2383102240226732817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=2383102240226732817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2383102240226732817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2383102240226732817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/07/projeto-institucional-comunicacao.html' title='Projeto Institucional: comunicação interna'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-8624706527327887908</id><published>2010-06-04T19:04:00.002-03:00</published><updated>2010-06-04T19:10:41.891-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>O Brasil serve de inspiração para os EUA, diz especialista</title><content type='html'>&lt;div id="materia_titulo"&gt; &lt;h1&gt;O Brasil serve de inspiração para os EUA, diz especialista&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Para o cientista político David Fleischer, americano naturalizado no Brasil,  regulação brasileira é exemplo que ajuda os EUA na recuperação pós-crise  &lt;/h2&gt;&lt;/div&gt; &lt;span id="materia_autor"&gt;Cacau Araújo, &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;de EXAME.com&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;  &lt;div id="materia_data"&gt;04/06/2010 | 11:42 &lt;/div&gt;  &lt;div id="materia_ferramentas"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="materia_corpo"&gt; &lt;div id="materia_foto"&gt; &lt;div id="materia_credito"&gt;Robyn Beck/AFP&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TAl43Nx2g6I/AAAAAAAAAJk/sbDqRYmgrKU/s1600/jobseekers-AFP-Robyn-Beck.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TAl43Nx2g6I/AAAAAAAAAJk/sbDqRYmgrKU/s400/jobseekers-AFP-Robyn-Beck.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479043311659811746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-weight: bold;" id="materia_legenda"&gt;Criação de novas vagas de trabalho bate recorde nos EUA,  mas especialista diz que taxa de desemprego ainda é preocupante&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="fonte_materia"&gt; &lt;div style="visibility: visible;" id="materia_ultimas"&gt; &lt;h3&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/noticias/"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Brasília - Em maio, foram &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/mundo/criacao-emprego-eua-atinge-maxima-10-anos-566544.html"&gt;criadas  431 mil novas vagas de emprego nos Estados Unidos&lt;/a&gt;, os dados são do  Departamento de Trabalho norte-americano. Segundo o relatório apresentado nesta  sexta-feira (4), o governo foi o grande empregador, absorvendo 411 mil  trabalhadores. O número é o maior registrado nos últimos dez anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o cientista político David Fleischer - americano naturalizado no Brasil  - o resultado foi impulsionado por uma revisão nos parâmetros de regulação  americanos. "Antes, os bancos eram autorregulados, o que ajudou estourar a  crise. Agora, o governo americano tem adotado medidas de regulação", compara o  professor da Universidade de Brasília (UnB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fleischer defendeu o Brasil  como exemplo para os EUA. "O &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/banco-central1.shtml"&gt;Banco  Central&lt;/a&gt; brasileiro ainda deixa a desejar, mas não permite que os bancos  privados façam o que bem entendem. Isso ajudou o país a se equilibrar durante as  turbulências. Esse tipo de iniciativa foi inspiração para os EUA", avaliou. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A taxa de desemprego caiu de 9,9% em abril para 9,7% em maio. Mas o professor  alerta que o valor ainda é preocupante. Segundo ele, a cada mês existe uma fila  maior de gente à procura de uma vaga de trabalho e que os EUA precisam de um  crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) muito maior do que o atual para  atender a esta demanda. "Desde 2008 o PIB americano é negativo, só voltou a ser  positivo este ano. Há muito a se fazer ainda para melhorar estes números".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Fleischer, os dados apresentados pelo Departamento de Trabalho  norte-americano têm dupla interpretação. "Quem está do lado de Obama, vai olhar  para o recorde na criação de empregos, já os republicanos podem reclamar das  altas taxas de desemprego", disse ele.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crise na Europa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar de catalisador da crise global, os EUA estão atingindo uma recuperação  mais rápida do que a dos países da União Europeia. David Fleischer explica que  isto ocorre por que os EUA, sendo uma federação única, conseguem concentrar  esforços para sair da turbulência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"A Europa foi contaminada pela crise americana, mas lá há um envolvimento  muito maior do Estado na economia, por isso, os déficits públicos são muito  altos", explica Fleischer. Segundo ele, o setor privado nos EUA tem conseguido,  aos poucos, recuperar a economia norte-americana. "Já na Europa, quem paga o  pato é o povo europeu", concluiu. Fleischer não acredita que os problemas da UE  possam atingir o Brasil, já que "o país depende mesmo é de &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/china1.shtml"&gt;China&lt;/a&gt; e Estados  Unidos".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/mundo/brasil-serve-inspiracao-eua-diz-professor-566606.html?page=1"&gt;http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/mundo/brasil-serve-inspiracao-eua-diz-professor-566606.html?page=1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-8624706527327887908?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/8624706527327887908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=8624706527327887908&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8624706527327887908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8624706527327887908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/06/o-brasil-serve-de-inspiracao-para-os.html' title='O Brasil serve de inspiração para os EUA, diz especialista'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TAl43Nx2g6I/AAAAAAAAAJk/sbDqRYmgrKU/s72-c/jobseekers-AFP-Robyn-Beck.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-6976743469858198250</id><published>2010-06-04T16:24:00.003-03:00</published><updated>2010-06-04T16:29:41.044-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Nove maneiras estúpidas de usar o próprio dinheiro</title><content type='html'>&lt;div id="materia_titulo"&gt;             &lt;h1&gt;Nove maneiras estúpidas de usar o próprio dinheiro&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;           &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Você se considera uma pessoa esperta, mas quando o assunto é  dinheiro, só faz escolhas erradas? Saiba como agir para evitá-las&lt;/h2&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;span id="materia_autor"&gt;             &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;de EXAME.com&lt;/a&gt;                                                   &lt;/span&gt;                      &lt;div id="materia_data"&gt;           04/06/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="materia_foto"&gt; &lt;div id="materia_credito"&gt;Getty Images&lt;/div&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TAlTfgvOBMI/AAAAAAAAAJc/2ffbkQskH00/s1600/dolar-queimando-460.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TAlTfgvOBMI/AAAAAAAAAJc/2ffbkQskH00/s400/dolar-queimando-460.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479002222501954754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div id="materia_legenda"&gt;É comum queimar dinheiro na bolsa, no shopping  ou com a falta de planejamento&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;                                                                     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultores financeiros costumam ensinar em livros e palestras que  abrir mão de pequenos prazeres durante um período prolongado de tempo  pode lhe ajudar a se tornar um milionário. Em um país com juros tão  altos como o Brasil, deixar de tomar aquele cafezinho todos os dias após  o almoço, por exemplo, fará com que você junte uma pilha enorme de  dinheiro em 40 anos. Renunciar àquilo que lhe dá prazer, entretanto, não  é a melhor forma de guardar dinheiro. Em geral, há muitos hábitos  estúpidos que podem ser largados sem prejuízo nenhum à qualidade de vida  ou à própria felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Em entrevista ao site americano Moneywatch.com, o psicólogo Brad  Klontz explica que um dos maiores problemas, em qualquer ser humano, é  que a parte do nosso cérebro que controla a lógica é muito menor do que a  que controla as emoções. Para ajudar àqueles que têm o dom do equívoco  financeiro, o site listou as nove coisas mais estúpidas que alguém pode  fazer com o próprio dinheiro e ouviu especialistas que ensinam a fazer  melhores escolhas financeiras:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1 - Se apaixonar por seus  investimentos. &lt;/strong&gt;"Casar" com determinadas ações podem colocá-lo  em perigo. A consultora financeira Lauren Tarbox conta que alguns de  seus clientes se apegam emocionalmente a papéis de empresas listadas em  bolsa que já estão em suas mãos há muito tempo ou que lhe renderam  lucros gordos no passado. Outro hábito bastante comum é a pessoa manter  ações da empresa onde trabalha por acreditar que vendê-los seria  deslealdade. A resposta para o problema é simples: diversificação.  "Ninguém deve ter mais de 10% de seu capital em apenas um investimento",  diz ela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2 - Não entender que "liquidação" não é sinônimo  de "bom negócio".&lt;/strong&gt; Você quer comprar uma TV e tem duas opções  que custam 500 dólares. Entretanto, um dos aparelhos mostra que o preço  original era de 800 dólares. Qual dos dois você compra? A resposta mais  sensata seria o televisor de melhor qualidade. Mas existem pessoas  capazes de comprar aquele que está com desconto pelo simples fato de  "estar mais barato". O alerta é que o consumidor deve, em qualquer  ocasião, analisar se o produto vale o preço da etiqueta, ponderando por  quanto tempo pretende-se fazer uso dele e se é possível comprar outro  modelo, de qualidade similar, por um preço menor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;3 - Seguir a manada. &lt;/strong&gt;As pessoas estão  cansadas de saber que performances bem-sucedidas de determinados  investimentos no passado não significam bons frutos no futuro.  Curiosamente, ninguém se lembra disso na hora de aplicar o próprio  dinheiro. Um estudo analisou durante 19 anos a forma como as pessoas  investem em bolsa e concluiu que existe uma clara tendência de as  pessoas colocarem dinheiro em ativos "quentes" pouco antes de eles  "esfriarem". O psicólogo Brad Klontz alerta que é natural que as ovelhas  sigam o rebanho. Mas se você não quer cair numa roubada, deve traçar  uma meta de investimentos que se adapte aos seus objetivos e permanecer  fiel a ela - mesmo que seus vizinhos estejam, temporariamente, mais  ricos que você.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4 - Comprar por impulso.&lt;/strong&gt; Você não  precisa e não quer comprar determinado bem. Mas basta brigar com o  chefe, namorado ou amigos para que aquela vontade de comprar alguma  coisa apareça. A psicóloga Bonnie Weil fez uma pesquisa para seu livro  "Financial Infidelity" e concluiu que compras por impulso, ocasionadas  por estresse e afins, chegam ao valor de 424 bilhões de dólares ao ano.  Tarbox alerta que o melhor nessas ocasiões é relaxar e contar até dez  antes de descontar as frustrações no bolso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5 - Ignorar as  dívidas.&lt;/strong&gt; O número de pessoas que têm dívidas no cartão de  crédito e dinheiro suficiente em conta corrente para cobri-las é  chocante. Não adianta argumentar que o dinheiro guardado é para  emergências. Se a quantia em mãos é superior à dívida, não vacile e fuja  dos juros altos do cartão. Guarde apenas um mês de salário completo na  conta corrente e use o resto para pagar o que deve. Depois disso, comece  a reconstruir o fundo para emergências.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6 - Sustentar os  filhos adultos.&lt;/strong&gt; Sustentar um filho adulto que esteja em apuros  financeiros pode fazer com que os pais suspendam os planos de  aposentadoria ou vivam de maneira menos confortável, explica o psicólogo  Brad Klontz. Porém, imprevistos acontecem. Sempre que precisar ajudar  um filho adulto, analise o quanto de ajuda é de fato necessário. Faça  apenas o que for preciso durante aquele período de dificuldade. Ajudá-lo  eternamente e sem exigir contrapartidas não contribuirá para a  estabilidade financeira dele.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;7 - Acreditar na insegurança da internet.&lt;/strong&gt;  Atualmente, muitas pessoas consideram a internet a maneira mais prática  de controlar a conta bancária. A economia pode chegar a 50 dólares por  ano em trâmites dos correios. Aqueles que não utilizam esse artifício,  amplamente oferecido por instituições bancárias, justificam a escolha  por considerarem a internet pouco segura. Contudo, os bancos contam com  equipes técnicas e sistemas de privacidade que protegem seus clientes da  melhor forma possível durante 24 horas por dia, sete dias por semana.  Agora vamos analisar a caixa de correios. Seja em casa ou no prédio,  pode ter certeza de que informações são mais fáceis de serem roubadas em  cartas e telegramas que nos sites das instituições financeiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8  - Permanecer em estado de negação&lt;/strong&gt;. Não adianta fechar os olhos  para as crises que afetam o mercado financeiro. Perdas não somem porque  alguém se recusa a reconhecê-las, lamenta a consultora financeira  Lauren Tarbox. E nem sempre após a tempestade virá a bonança. Se você  perdeu muito dinheiro na bolsa, em algum momento precisará admitir isso e  definir o que deverá ser feito para reparar os danos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;9 -  Guardar dinheiro compulsivamente.&lt;/strong&gt; Existem pessoas que tem  tanto medo de ficar sem dinheiro algum no banco que acabam por não  aproveitar o conforto que suas economias podem oferecer. "Quando me  deparo com pessoas que deixam de realizar sonhos que podem comprar,  pergunto qual o objetivo de tanta economia", diz a consultora Lauren  Tarbox. Para quem sempre tem medo de ficar desprevenido no futuro, por  que não sentar com um consultor financeiro e organizar as contas? Ao  garantir um planejamento que considere cenários bons e ruins da  economia, a pessoa poderá sentir-se mais segura com relação ao seu  futuro financeiro e, desta maneira, aproveitar os benefícios que suas  economias podem trazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Já fez alguma burrada com seu  dinheiro? Deixe um comentário abaixo e compartilhe uma situação na qual a  emoção atrapalhou o seu bom senso com o dinheiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/noticias/nove-maneiras-estupidas-usar-proprio-dinheiro-566549.html?page=1"&gt;http://portalexame.abril.com.br/financas/noticias/nove-maneiras-estupidas-usar-proprio-dinheiro-566549.html?page=1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-6976743469858198250?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/6976743469858198250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=6976743469858198250&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6976743469858198250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6976743469858198250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/06/nove-maneiras-estupidas-de-usar-o.html' title='Nove maneiras estúpidas de usar o próprio dinheiro'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/TAlTfgvOBMI/AAAAAAAAAJc/2ffbkQskH00/s72-c/dolar-queimando-460.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5388013407785305002</id><published>2010-05-27T16:04:00.002-03:00</published><updated>2010-05-27T16:30:16.011-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Chuveiro elétrico pode, sim, ser econômico</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Chuveiro elétrico pode, sim, ser econômico&lt;/h1&gt;              &lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000080;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/_%3Ca_href=http://www.exame.com.br%3Evanessa_barbosa%3C/a%3E1.shtml"&gt;  &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.exame.com.br/"&gt;Vanessa Barbosa&lt;/a&gt;, de EXAME.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira, 26 de maio de 2010 - 13h31&lt;/span&gt;    &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Getty Images&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_7EQcZVoHI/AAAAAAAAAJI/U5KUrY7FpVA/s1600/chuveiro-eletrico-banho-20100526133346.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; 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Mas uma pesquisa do Centro Internacional de  Referência em Reuso da Água (Cirra), da Escola Politécnica da USP,  mostra que tomar banho neste modelo de aparelho é mais econômico do que  em equipamentos dotados de aquecedores solares e a gás.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De vilão, o chuveiro elétrico passou a herói da conta de luz  no fim do mês. Vamos à ela. Segundo o estudo, um banho de oito minutos  com este aparelho custa, em média, R$ 0,30.  O mesmo banho sai por R$  0,46 com aquecedores solares tradicionais, ou seja 53%  mais caro. Com  aquecedores a gás, o custo é de R$ 0,59 (96% a mais). Com um boiler  elétrico, ao custo de R$ 1,08  o mesmo banho sai  260% mais caro do que o  chuveiro elétrico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos  sistemas  de aquecimento. Num tempo em que esse recurso é considerado o  bem mais escasso do mundo - segundo dados da ONU, 1,8 bilhão de pessoas  enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 -, a diferença  pesa. Inclusive na conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o estudo, a média anual do consumo de água no  chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto. Mas no aquecedor à gás, a  média foi de 8,7 litros por minuto. Ou seja, 107% maior que o consumo  do chuveiro elétrico. Já o aquecedor solar obteve uma média de 8,4  litros por minuto (100% maior do que o chuveiro elétrico) e o boiler  elétrico, 8,5 litros por minuto (102% maior do que o chuveiro elétrico).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o professor e coordenador da pesquisa, Ivanildo  Hespanhol, da Poli, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico,  uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida. "Mesmo antes da  divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro  elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não  trocam o chuveiro elétrico", acrescenta o professor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de  insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a  gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação  elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de  Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e  Eletrônica (Abinee).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/chuveiro-eletrico-pode-sim-ser-economico-26052010-25.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/chuveiro-eletrico-pode-sim-ser-economico-26052010-25.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5388013407785305002?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5388013407785305002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5388013407785305002&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5388013407785305002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5388013407785305002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/chuveiro-eletrico-pode-sim-ser.html' title='Chuveiro elétrico pode, sim, ser econômico'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_7EQcZVoHI/AAAAAAAAAJI/U5KUrY7FpVA/s72-c/chuveiro-eletrico-banho-20100526133346.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5987073364537850860</id><published>2010-05-27T15:48:00.003-03:00</published><updated>2010-05-27T15:52:38.945-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Como evitar o furto da senha de seu cartão</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Como evitar o furto da senha de seu cartão&lt;/h1&gt;       &lt;div id="comentarios-topo"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/como-evitar-o-furto-da-senha-de-seu-cartao-26052010-31.shl#xxcomente"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;       &lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000080;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/marcela_ayres1.shtml"&gt;Marcela  Ayres, de Exame.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira, 26 de maio de 2010 - 14h41&lt;/span&gt;    &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Getty Images&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_6_DnqLcFI/AAAAAAAAAJA/FAM6JFru3gs/s1600/cartoes-de-credito-20100526144609.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; 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De equipamentos eletrônicos a  passagens aéreas, verdadeiros negócios da China multiplicam-se nos  buscadores e propagandas virtuais. O que o comprador não sabe é que pode  terminar com o carrinho de compras vazio e um rombo na conta bancária.  Ao submeter os dados do seu cartão de crédito em um site falso, ele terá  as informações copiadas e usadas indiscriminadamente por um fraudador.  Afinal, de posse do número, data de validade e código de segurança do  cartão, é possível fazer compras no nome de qualquer pessoa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sofisticação das técnicas empregadas pelos criminosos virtuais é a  outra face da diversificação do comércio eletrônico. Estudo realizado  pela CyberSource Corporation estima que só na América do Norte o  prejuízo causado pelas fraudes em transações online ficou entre 3  bilhões e 4 bilhões de dólares em 2009, ou 1,2% da receita gerada por  e-commerce nos Estados Unidos e Canadá. Não há dados disponíveis no  Brasil, mas os desvios de contas bancárias apurados pela Polícia Federal  fornecem um bom retrato da situação. Das 26 operações conduzidas de  2001 até o ano passado, apenas seis tratavam da clonagem física de  cartões. O restante envolvia fraudes cibernéticas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a  Associação Brasileira de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs) a  popularidade desse tipo de golpe também se apoia na impossibilidade de  clonar os chips que foram introduzidos nos cartões de crédito e débito  ao longo dos últimos anos. Hoje, mais de 60% das transações no Brasil  são feitas com o dispositivo e praticamente todos os terminais estão  preparados para ler esse tipo de cartão. "As antigas tarjas magnéticas  não deixaram de existir, até porque nem todos os países estão envolvidos  na migração para essa tecnologia e os cartões internacionais ficariam  inutilizáveis. Mas se um cartão chipado for copiado no Brasil, a compra  não será efetuada", afirma Henrique Takaki, coordenador do comitê de  segurança da Abecs.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em um cenário de maior segurança para  os negócios presenciais, o anonimato e vastidão da internet forjam o  ambiente propício para o aumento dos golpes virtuais. O que não faltam  são estratégias para obter informações dos mais incautos. Uma das  táticas mais conhecidas é o envio de e-mails que se passam por  comunicados de bancos e órgãos oficiais. As mensagens solicitam o  recadastramento dos clientes a partir da inserção de dados atuais, mas a  Febraban (Federação Brasileira de (Bancos) alerta que as instituições  financeiras nunca enviam esse tipo de pedido por e-mail. Os fraudadores  também costumam anexar arquivos executáveis em mensagens com assuntos  variados. O repertório vai de slides religiosos a cartões com  declarações amorosas. No fim das contas, a curiosidade pode levar o  usuário a instalar programas que permitirão aos criminosos captar senhas  digitadas mais tarde no acesso ao home banking.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para se  precaver de ter o limite do cartão de crédito estourado sem se dar  conta, o consumidor deve ficar atento aos programas de navegação  utilizados na internet. As versões atualizadas dos browsers (como o  Internet Explorer ou o Firefox) geralmente incorporam melhorias nos  mecanismos de segurança. Takaki, da ABECS, aponta que o segredo é  desconfiar sempre - seja de e-mails com remetentes desconhecidos ou de  páginas com ofertas muito baratas. "Os primeiros resultados no Google  também não garantem sites confiáveis. Alguém pode pagar para ter um link  dentro da lista preferencial e, por isso, o ideal é optar por endereços  já reconhecidos no mercado", completa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Consideradas todas as modalidades de fraude envolvendo cópias de  cartão, estima-se que sejam desviados 500 milhões de reais por ano no  país. Apesar da tradicional clonagem ter perdido espaço para os golpes  online, não são raras as ocasiões em que as quadrilhas agem nos caixas  eletrônicos ou máquinas de cartão de crédito e débito. Nesses casos, é  instalado um aparelho conhecido como chupa cabra sobre a placa do  equipamento original, responsável por copiar não apenas a trilha  magnética do cartão, mas também a senha do usuário. "Antigamente, o mais  comum era a existência de uma memória que deveria ser recuperada pelo  criminoso, como se fosse um pen drive. Hoje, com tecnologia wireless e  bluetooth, já é possível receber esses sinais por rádio", explica o  delegado Carlos Eduardo Sobral, da divisão de combate à crimes  cibernéticos da Polícia Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes de fazer uma  operação financeira no caixa eletrônico, o consumidor deve se posicionar  de frente para a tela, não permitindo que outras pessoas vejam qualquer  movimentação manual. Vale testar a firmeza do dispositivo de entrada do  cartão para checar se ele está bem afixado e seguro. Orifícios  suspeitos ou parafusos mal colocados podem esconder câmeras, assim como  panfletos afixados ao lado do equipamento. Tampouco é aconselhável  aceitar a ajuda de estranhos. A despeito de agirem como funcionários do  banco, os supostos ajudantes podem inclusive trocar o seu cartão sem que  você perceba.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso das maquinetas de cartão de crédito,  pode haver substituição sem que o lojista tenha participação no  esquema. Isso acontece quando os criminosos se identificam como técnicos  e adulteram o equipamento. Nessas situações, é impossível identificar  qualquer sinal de fraude. Por outro lado, a conivência dos donos dos  estabelecimentos também garante a execução de muitos golpes. Por isso, é  aconselhável que o cliente fique atento aos movimentos do vendedor, sem  nunca perder o cartão de vista. Mesmo que o plástico tenha chip, o  lojista mal intencionado pode copiar a trilha magnética com uma máquina  modificada e memorizar dados como data de vencimento e código de  segurança quando estiver manipulando o cartão. Assim, ele poderá usar  essas informações para fazer compras online ou por telefone.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estorno&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso  tenha o limite de crédito usado por terceiros, o consumidor pelo menos  não vai sentir o peso do golpe no bolso. A clonagem é de inteira  responsabilidade da operadora de cartão e cabe a ela decidir se vai  ressarcir o cliente ou deixar de cobrar as compras já efetuadas. Não há  prazo estabelecido por lei para que isso aconteça, mas em geral as  instituições pedem cinco dias úteis para averiguar o desvio. Depois  disso, elas são obrigadas a arcar com todos os prejuízos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  reclamação do dano patrimonial pode acontecer até cinco anos depois da  fraude, mas o consumidor deve entrar em contato com o banco assim que  possível para evitar maiores rombos. Justamente por isso, a técnica do  Procon Renata Reis aconselha estar sempre atento aos extratos bancários  para solicitar o reembolso diante de qualquer anormalidade. "Se o desvio  aconteceu com todo o salário do cliente e a empresa ainda não devolveu o  dinheiro, ele pode entrar com uma reclamação no órgão do consumidor  para acelerar o processo. Todo dano gerado pela operação indevida deve  ser obrigatoriamente coberto, inclusive multas sobre contas que não  foram pagas por falta de recursos em caixa", ensina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/como-evitar-o-furto-da-senha-de-seu-cartao-26052010-31.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/como-evitar-o-furto-da-senha-de-seu-cartao-26052010-31.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5987073364537850860?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5987073364537850860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5987073364537850860&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5987073364537850860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5987073364537850860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/como-evitar-o-furto-da-senha-de-seu.html' title='Como evitar o furto da senha de seu cartão'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_6_DnqLcFI/AAAAAAAAAJA/FAM6JFru3gs/s72-c/cartoes-de-credito-20100526144609.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-743927005755030382</id><published>2010-05-24T15:13:00.004-03:00</published><updated>2010-05-24T15:37:55.072-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>SMS melhora saúde de doentes, diz estudo</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;SMS melhora saúde de doentes, diz estudo&lt;/h1&gt;              &lt;span id="divAssina"&gt;Agência Fapesp/Fábio Reynol&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;Sábado, 22 de maio de 2010 - 15h14&lt;/span&gt;    &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Getty Images&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_rGodzoIjI/AAAAAAAAAI4/p1_bWhAvet0/s1600/sms-20100522153447.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_rGodzoIjI/AAAAAAAAAI4/p1_bWhAvet0/s400/sms-20100522153447.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474906695520494130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;script&gt;     var tn_orkut = "http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/thumbs/sms-20100522153447.jpg";       &lt;/script&gt;   &lt;!-- FERRAMENTAS --&gt;   &lt;div id="entry-body"&gt;&lt;style&gt; #entry-share {  overflow:hidden;  height:120px; } #entry-share li {  margin:5px 0; } #entry-share-sites {  margin:20px 0 0 15px; } #entry-share-sites li {  margin-top:3px; } #entry-share-sites img {  margin-right:3px; } #entry-share img {  border: none;  vertical-align:middle;  margin-right:5px; } #entry-tools {  width:125px;  float:right;  border-top:1px solid #86C617;  border-bottom:1px solid #86C617;  margin:5px 0 15px 15px;  padding:5px; } #entry-tools ul {  margin:0;  padding:0; } #entry-tools li {  padding:0;  list-style:none; } #entry-tools a {  font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;  font-size:10px;  color:#999;  text-decoration:none; } #entry-tools a:hover {  text-decoration:underline; } #entry-tags {  border-top:1px dotted #CCC;  padding:10px; } #entry-tags a {  color:#005689; } .entry-tags-tit {  font-family: "Trebuchet MS", Arial, sans-serif;  font-size:12px;  color:#333; } &lt;/style&gt;  &lt;p&gt;SÃO PAULO - Serviços simples realizados por meio de aparelhos  celulares podem salvar vidas e economizar dinheiro público destinado à  área de saúde. É o que afirma o pesquisador Walter Curioso, da  Universidade Peruana Cayetano Heredia, em Lima, Peru, baseando-se em um  trabalho realizado naquele país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pesquisador, que também é  professor assistente afiliado à Universidade de Washington, Estados  Unidos, apresentou seu trabalho no Faculty Summit 2010 América Latina,  evento promovido pela FAPESP e pela Microsoft Research de 12 a 14 de  maio, no Guarujá (SP).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Curioso, a tecnologia voltada à  telefonia celular foi uma das que mais se desenvolveram nos últimos  anos, permitindo que mais pessoas pudessem adquirir aparelhos e  democratizando a comunicação, inclusive nos países mais pobres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além  disso, o aparelho se tornou um dos mais presentes em todo o mundo. “Nós  não adotamos celulares, nós nos casamos com eles. Passamos mais tempo  com esses aparelhos do que ficamos com nossos parceiros”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa  presença constante do celular no cotidiano das pessoas o transforma em  uma poderosa ferramenta para os serviços de saúde, segundo o  especialista, que preconiza o seu uso para diversas finalidades ligadas  ao setor como educação da população, monitoramento de pacientes, coleta  de dados, apoio em emergências e até no auxílio à consulta e ao  diagnóstico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma experiência coordenada por Curioso foi direcionada a pacientes  com o vírus HIV, cujo tratamento exige o consumo de medicamentos  antirretrovirais várias vezes ao dia. A equipe de pesquisa levantou que,  mesmo quando os remédios são fornecidos gratuitamente, 88% dos  pacientes não se medicam por diversas razões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O motivo  principal é o simples esquecimento, enquanto outros alegam morar longe  dos centros de saúde que distribuem os medicamentos. Boa parte dos  participantes disse se preocupar com a discriminação. “Essas pessoas  temem ser identificadas como portadores do vírus ao solicitar os  medicamentos nos postos de saúde”, disse Curioso. Havia ainda os que  abandonavam o tratamento porque se sentiam desmotivados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Percebemos,  naquele momento, uma grande oportunidade de utilizar o celular. Se as  pessoas já o utilizam para manter e criar suas redes sociais, por que  não aplicá-lo na prevenção e no tratamento do HIV?”, indagou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  grupo peruano criou então uma série de mensagens SMS destinada a  pacientes com o HIV. O objetivo não era elaborar simples lembretes, mas  frases motivadoras como “agora é a hora da sua vida”, enviadas com o  intuito de lembrar os horários de tomar os antirretrovirais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Por  não ser explícita como, por exemplo, um SMS que diz ‘é hora de tomar o  seu remédio’, a frase também preserva a privacidade do paciente, que não  se sentirá constrangido ao receber a mensagem quando estiver em uma  roda de amigos. O celular tornou-se um amigo, ou mesmo um anjo-da-guarda  para essas pessoas”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa de caráter qualitativo avaliou a percepção de 20 homens e  seis mulheres portadores de HIV, moradores da capital peruana. Todos  avaliaram de maneira positiva o sistema de lembretes via SMS, de acordo  com o cientista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eles também contribuíram para aprimorar o  serviço com sugestões, como, por exemplo, a criação de mensagens simples  e concisas e que não contivessem palavras como “HIV” ou  “antirretrovirais”, a fim de preservar a privacidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os  resultados foram publicados no trabalho É a hora da sua vida’: Como  devemos lembrar pacientes de tomar remédios usando mensagens curtas de  texto?, apresentado em novembro de 2009 no Simpósio da American Medical  Informatics Association (AMIA).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experiência gerou o  Projeto Cell Pos, realizado pela Universidade Peruana Cayetano Heredia  com a colaboração da universidade norte-americana de Washington, e que  envia mensagens para os participantes inscritos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sistema  foi organizado em três tipos de mensagens: as de lembrete, que alertam  pacientes sobre datas e horários de remédios, terapias e consultas; as  de prevenção de doenças, voltadas a um público mais amplo; e os SMS,  cujo conteúdo procura informar sobre questões gerais relacionadas à  saúde.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Curioso, programas semelhantes de auxílio à  saúde têm sido empregados com sucesso em outros países em  desenvolvimento, entre os quais Ruanda, África do Sul e Filipinas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Culturas diferentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos grandes  desafios enfrentados pelo projeto foram as diferenças culturais entre as  diversas populações atendidas. “Há diferenças entre populações rurais e  urbanas e até entre bairros de uma mesma cidade. Isso exige adaptações  de linguagem para cada grupo a fim de que as mensagens sejam entendidas  por todos eles”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São essas diferenças culturais que  também impedem que programas empregados em um país sejam integralmente  adotados por outros. “Cada país deve formar a sua própria base de dados,  que é muito peculiar de cada região. A base da África do Sul não serve  para o Brasil”, indicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Curioso também reclamou da falta  de políticas públicas claras em vários países. Para que o programa tenha  resultados mais amplos, é necessário que os dados coletados sejam  utilizados por gestores de políticas públicas a fim de que sirvam de  base para serviços de saúde.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro obstáculo a ser superado  é a falta de segurança desses sistemas. Para manter a privacidade dos  pacientes, os serviços de saúde móvel precisam ter mecanismos  extremamente seguros para que informações pessoais não sejam desviadas.  Na opinião de Curioso, a questão da segurança se tornará cada vez mais  importante à medida que as tecnologias móveis ampliam o seu raio de  atuação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pesquisador destacou também o desafio de se  conduzir pesquisas de caráter multidisciplinar como essa, que envolve  profissionais de saúde e de computação, e de criar uma rede colaborativa  ampla, especialmente entre os países do hemisfério Sul.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Precisamos  começar a criar redes colaborativas dentro das próprias universidades e  intensificar as parcerias entre instituições de países do hemisfério  Sul, que partilham de realidades muito similares”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/ti/saude-via-sms-22052010-6.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/ti/saude-via-sms-22052010-6.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;!-- /FERRAMENTAS --&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-743927005755030382?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/743927005755030382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=743927005755030382&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/743927005755030382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/743927005755030382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/sms-melhora-saude-de-doentes-diz-estudo.html' title='SMS melhora saúde de doentes, diz estudo'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_rGodzoIjI/AAAAAAAAAI4/p1_bWhAvet0/s72-c/sms-20100522153447.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-4126361246895282773</id><published>2010-05-23T00:12:00.003-03:00</published><updated>2010-05-23T00:19:49.248-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Saiba se você é o próximo a ser demitido</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Saiba se você é o próximo a ser demitido&lt;/h1&gt;              &lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000080;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/talita_abrantes1.shtml"&gt;Talita  Abrantes, de &lt;/a&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/"&gt; EXAME.com &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 20 de maio de 2010 - 14h56&lt;/span&gt;    &lt;table align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0" width="120"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Getty Images&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_idxoeR5SI/AAAAAAAAAIo/yy4_YQ7s5Do/s1600/demissao-20100520151226.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_idxoeR5SI/AAAAAAAAAIo/yy4_YQ7s5Do/s400/demissao-20100520151226.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474298823072408866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Depois de mudanças  corporativas, problemas de relacionamento lideram a lista de razões para  demissões&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;script&gt;     var tn_orkut = "http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/thumbs/demissao-20100520151226.jpg";       &lt;/script&gt;   &lt;!-- FERRAMENTAS --&gt;   &lt;div id="entry-body"&gt;&lt;style&gt; #entry-share {  overflow:hidden;  height:120px; } #entry-share li {  margin:5px 0; } #entry-share-sites {  margin:20px 0 0 15px; } #entry-share-sites li {  margin-top:3px; } #entry-share-sites img {  margin-right:3px; } #entry-share img {  border: none;  vertical-align:middle;  margin-right:5px; } #entry-tools {  width:125px;  float:right;  border-top:1px solid #86C617;  border-bottom:1px solid #86C617;  margin:5px 0 15px 15px;  padding:5px; } #entry-tools ul {  margin:0;  padding:0; } #entry-tools li {  padding:0;  list-style:none; } #entry-tools a {  font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;  font-size:10px;  color:#999;  text-decoration:none; } #entry-tools a:hover {  text-decoration:underline; } #entry-tags {  border-top:1px dotted #CCC;  padding:10px; } #entry-tags a {  color:#005689; 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É um  período tenso. E as consultorias de recursos humanos não poderiam ser  mais certeiras ao definir boa parte desses casos como o tempo da   "fritura".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"É quando você começa a sentir fumaça. Acontecem situações que levam a  pessoa para a marca do pênalti", diz José Augusto Minarelli,   presidente da consultoria de outplacement Lens&amp;amp;Miranelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Trata-se  de um processo lento de queimar o profissional para descartá-lo do  grupo". O peso desse processo, contudo, não é regra para todas as  companhias. Mesmo assim, "o chefe irá deixar transparecer  alguns  sinais", diz Iaci Rios, consultora da DBM.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Evidentemente,  não está nos planos de nenhum profissional encarar este cenário. Apesar  do tom sombrio, é preciso lembrar que todos estão sujeitos a isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para  não ser pego de surpresa, o conselho dos especialistas é ficar atento  aos sinais. Reconhecer as evidências de que seus dias na empresa podem  estar contados pode ser a primeira estratégia para salvar o emprego ou  dar uma guinada de mestre na sua carreira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1 - A companhia  foi ou será vendida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a empresa está sendo vendida ou  passou por um processo de fusão, fique atento. Este pode ser o primeiro  indício de que seu emprego está em risco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Minarelli, mudanças corporativas como estas estão por traz  de boa parte das demissões de executivos brasileiros. "O vendedor,  geralmente, enxuga as estruturas para tornar a companhia mais leve e  atraente para o comprador", diz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando duas empresas se unem, por sua vez, é comum que algumas vagas  sejam suprimidas."Neste caso, é importante atentar se há duplicidade de  cargos", afirma o presidente. "Se seu histórico dentro da empresa for  bom, os riscos são menores", afirma Iaci.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 - Problemas  financeiros&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tempo de vacas magras dentro das companhias é  outro fator crítico para o desligamento de funcionários. O fim do  contrato com um cliente importante ou a diminuição dos lucros, por  exemplo, demanda uma atenção redobrada com a carreira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cortes  de pessoal ficam mais comuns em períodos de crise. Se o rombo nas  contas for muito grande, pesa sempre o custo-benefício. E a equação  algumas vezes é perversa: se é possível pagar menos pelo mesmo tipo de  serviço, recorre-se ao valor mais em conta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3 - Conflitos  de relacionamento&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Iaci, da DBM, calcula que, depois de  questões ligadas às mudanças na estrutura corporativa, mais da metade  dos casos de demissão assistidos pela consultoria têm relação com algum  problema de relacionamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Acaba a  química", diz. Isso  não significa, contudo, que qualquer desentendimento esporádico já é  motivo para ficar de cabelo em pé.  A "falta de química" só pode ser  notada ao longo do tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"As companhias desejam uma atitude positiva, colaborativa do  funcionário. Se a pessoa é do contra, só faz o que é de sua  responsabilidade e fermenta um mal-estar na equipe, é um forte candidato  para ser demitido",  afirma Minarelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4 - Não cumpre as metas&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro fator que pode acabar com  uma história de amor entre empresa e funcionário é quando esse não  consegue atingir as expectativas da companhia por meses consecutivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As  avaliações de desempenho, feitas, geralmente, a cada quatro meses, são  bons indicativos disso. De acordo com Minarelli, se por duas ou três  vezes você não entregou os resultados previstos, prepare-se para alguma  punição.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;5 - Pressão dos superiores&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atitude  do chefe sempre é um ótimo termômetro para avaliar o quanto seu emprego  está em risco. Quando as broncas e a pressão sobre seu trabalho  aumentam, é sinal de que, por alguma razão, seus serviços ou perfil já  não são mais coerentes com as expectativas da empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Geralmente,  a chefia opta por pressionar o funcionário para que ele saia  espontaneamente", diz Minarelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6 - Desrespeito à  hierarquia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se seus superiores começam a dar ordens  diretamente para seus subordinados (sem conversar com você antes),  previna-se. O tempo de fritura pode ter alcançado sua carreira. Há  grandes chances de que sua autoridade já não seja mais reconhecida  dentro da corporação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;7.    Foi para o escanteio&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não  foi chamado para uma reunião? Suas opiniões não são ouvidas? Cuidado.  Você pode já estar esquentando o banco de reservas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Ser convocado para participar, significa estar dentro. Parar de ser  chamado para decisões que antes faziam parte da sua rotina é sinal de  que está sendo deixado de escanteio ou já está fora da jogo", afirma  Miranelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;8 - Menos projetos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A redução de atribuições dentro da  companhia também pode ser um vestígio de que seus serviços já não são  úteis para a empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cenário é clássico. Aos poucos, os  projetos que estavam sob sua responsabilidade são transferidos para  outros funcionários, seus subalternos são requisitados para outras áreas  ou  você é enviado para algum projeto especial de curta duração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;9  - Relações antiéticas&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ferir o código de conduta da empresa  ou se envolver em questões antiéticas é um passaporte certeiro para ser  eliminado do quadro de funcionários. Se seu escorregão foi digno de um  escândalo dentro da corporação, é bom se preparar para o pior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;10  - Cursos cancelados&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um indicativo claro de que a companhia  não aposta mais em sua carreira é quando você não é mais foco dos  investimentos em cursos de qualificação profissional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se  sua certificação foi cancelada ou você foi o único do setor a não ser  convocado para algum treinamento, há boas razões para cultivar uma pulga  atrás da orelha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/saiba-se-voce-e-o-proximo-a-ser-demitido-20052010-26.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/saiba-se-voce-e-o-proximo-a-ser-demitido-20052010-26.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-4126361246895282773?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/4126361246895282773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=4126361246895282773&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4126361246895282773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/4126361246895282773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/saiba-se-voce-e-o-proximo-ser-demitido.html' title='Saiba se você é o próximo a ser demitido'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_idxoeR5SI/AAAAAAAAAIo/yy4_YQ7s5Do/s72-c/demissao-20100520151226.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-6148074278929731389</id><published>2010-05-22T23:56:00.005-03:00</published><updated>2010-05-23T00:07:55.467-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Chip do boi rastreia o seu churrasco</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Chip do boi rastreia o seu churrasco&lt;/h1&gt;              &lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000080;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/paula_rothman1.shtml"&gt;Paula  Rothman, de INFO Online&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 20 de maio de 2010 - 12h44&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;Divulgação Ceitec&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iZnYBsMiI/AAAAAAAAAII/uJ9bDAQB1SM/s1600/chip-do-boi-em-uso-20100520125207.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iZnYBsMiI/AAAAAAAAAII/uJ9bDAQB1SM/s400/chip-do-boi-em-uso-20100520125207.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474294248812327458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;O chip permite o   rastreamento e também facilita os trabalhos na fazenda&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;SÃO PAULO -  Imagine comprar uma carne no supermercado e, pelo código  de barras, saber tudo sobre o boi que dará origem ao seu churrasco - da  fazenda na qual o animal foi criado até seu histórico de vacinas e data  de abate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é uma realidade que pode não estar tão  distante assim do Brasil. Com o projeto de implementação nacional do  Chip do Boi, o governo federal pretende tornar rastreável toda a carne  produzida no país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tecnologia está sendo desenvolvido pela CEITEC S.A (Centro Nacional  de Tecnologia Eletrônica Avançada), estatal federal vinculada ao  Ministério da Ciência e Tecnologia, líder em semicondutores da América  Latina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O chip permite que a rastreabilidade das  informações sobre os animais seja feita totalmente de forma eletrônica,  eliminando o erro humano na coleta de dados. “O brinco com o chip  funciona como o CPF dos animais”, explica Eduard R. Weichselbaumer,  presidente da Ceitec. “Ele é uma referência para encontrar em um banco  de dados informações como data de nascimento, quem são os pais, vacinas  válidas, manejo e etc”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  sistema vem com um software de banco de dados, um coletor e um brinco  que contém um chip e uma antena. Para colher informações sobre o animal,  basta aproximar um bastão com um leitor do chip. Elas são repassadas a  um computador por meio de cabo ou rádio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O chip é de baixa  freqüência, não possui bateria e é carregado energeticamente pelo sinal  do leitor. No caso de uma pesagem ou vacinação, por exemplo, a economia  de tempo e a confiabilidade dos dados é muito grande, como explica  Weichselbaumer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iaP8JOTMI/AAAAAAAAAIQ/jml-ciORgM4/s1600/chip-do-boi-20100520124456.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 294px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iaP8JOTMI/AAAAAAAAAIQ/jml-ciORgM4/s400/chip-do-boi-20100520124456.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474294945702366402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O  brinco do boi&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Com o leitor colocado no portão de pesagem, basta o animal passar que  seu número e o peso são enviados para o computador e ficam armazenados  em um banco de dados. Com as duas tecnologias anteriores, os brincos com  números e com código de barras, o trabalho é enorme: é preciso ditar o  que está escrito ou assegurar que o brinco esteja limpo para a leitura  do código”, diz ele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos exemplos da praticidade foi um teste realizado em uma fazenda  em Mato Grosso do Sul, no qual a tecnologia do chip do boi reduziu de  cinco horas para 15 minutos a pesagem do gado – uma diminuição de 95%.  “Além do tempo temos a confiabilidade, já que o a margem de erro do chip  fica em torno de 0,001%”, diz Weichselbaumer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse  é um fator importantíssimo para o mercado brasileiro, pois a  rastreabilidade vem sendo cada vez mais exigida por países compradores  de carne. Em 2008, por exemplo, a União Européia embargou as importações  de carne bovina brasileira alegando falhas no sistema de controle  nacional. Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia, até hoje, as  compras não voltaram ao mesmo volume de antes do embargo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  medo não é só o de carne contaminada, como a doença “da vaca louca”,  mas existe cada vez mais um controle europeu para bloquear consumo de  carne criada em áreas de desmatamento. Com a rastreabilidade, é possível  certificar que a fazenda é licenciada – e evitar a venda do chamado  “Boi pirata”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iauuzJQ_I/AAAAAAAAAIY/trLmT--FWkY/s1600/boi-usando-chip-20100520124524.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iauuzJQ_I/AAAAAAAAAIY/trLmT--FWkY/s400/boi-usando-chip-20100520124524.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474295474696045554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O chip do boi, portanto, faz parte de uma estratégia nacional para não  só desenvolver um padrão brasileiro de rastreabilidade (Serviço  Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos  - Sisbov)como garantir a posição do país como maior exportador mundial  de carne bovina. Ao todo, são criadas 200 milhões de cabeças de gado no  país e as exportações do setor ultrapassam R$ 2 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Isso traz vantagens para o país, o fazendeiro e o consumidor”, diz  Weichselbaumer. “Na Europa isso já é obrigatório. O sistema ajuda a  aumentar a produtividade nas fazendas e ajuda o governo a administrar e  controlar doenças nas fronteiras brasileiras”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  popularização do chip deve acontecer em breve. A Ceitec está realizando  testes de campo desde novembro de 2009 e já chegou à última etapa antes  da produção em escala comercial do produto – que deve começar no segundo  semestre. Segundo o presidente da empresa, os brincos comercializados  que não possuem chip custam cerca de R$2. Já os concorrentes  internacionais que têm chip chegam a custar RS$7 a peça – enquanto o  produto da Ceitec, que será produzido 100% no Brasil, custará entre R$2 e  R$3 a unidade para grandes volumes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“No futuro, podemos  pensar em um sistema da fazenda ao supermercado. Você compra uma picanha  que tem código de barras na embalagem e sabe de quem é esse animal, que  dia foi abatido, qual fazenda, qual vacinação... É o rastreamento  completo”, diz Weichselbaumer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_ibnKLXy1I/AAAAAAAAAIg/aYJtK4unMy4/s1600/o-chip-do-boi-separado-20100520124549.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 258px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_ibnKLXy1I/AAAAAAAAAIg/aYJtK4unMy4/s400/o-chip-do-boi-separado-20100520124549.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474296444118092626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O  chip&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/chip-do-boi-rastreia-o-seu-churrasco-20052010-20.shl?3"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/chip-do-boi-rastreia-o-seu-churrasco-20052010-20.shl?3&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-6148074278929731389?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/6148074278929731389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=6148074278929731389&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6148074278929731389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6148074278929731389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/chip-do-boi-rastreia-o-seu-churrasco.html' title='Chip do boi rastreia o seu churrasco'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iZnYBsMiI/AAAAAAAAAII/uJ9bDAQB1SM/s72-c/chip-do-boi-em-uso-20100520125207.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-8039152213822396078</id><published>2010-05-22T22:52:00.004-03:00</published><updated>2010-05-22T23:54:04.551-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Mancha de óleo toma proporções quilométricas</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-h1"&gt;Mancha de óleo toma proporções quilométricas&lt;/h1&gt;       &lt;div id="comentarios-topo"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/mancha-de-oleo-toma-proporcoes-quilometricas-20052010-27.shl#xxcomente"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;       &lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/paula_rothman1.shtml"&gt;Paula  Rothman, de INFO Online&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 20 de maio de 2010 - 15h37&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;i&gt;NASA&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iLFkkKW8I/AAAAAAAAAIA/xZKlyaAEIcU/s1600/mancha-de-oleo-no-golfo-nasa-20100520153949.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iLFkkKW8I/AAAAAAAAAIA/xZKlyaAEIcU/s400/mancha-de-oleo-no-golfo-nasa-20100520153949.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474278274899794882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;O traço branco, à   esquerda, representa 25 km&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;SÃO PAULO - Após um mês, o vazamento causado pela explosão da  plataforma Deepwater Horizon continua a despejar óleo no Golfo do  México.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde o acidente, a mancha vem se movendo em direção ao  nordeste rumo ao delta do Mississipi, chegando às ilhas Chandeleur.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia 17, o satélite Terra, da NASA, usou o instrumento chamado  Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) para fotografar a  larga mancha no oceano.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No canto inferior esquerdo há uma escala que permite  visualizar o tamanho do problema. O pequeno traço branco representa  25km. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As imagens revelam também a movimentação da mancha rumo ao  sul, com um longo braço que, baseado na escala colocada pela NASA, deve  se estender por pelo menos 200 km.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/mancha-de-oleo-toma-proporcoes-quilometricas-20052010-27.shl"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/mancha-de-oleo-toma-proporcoes-quilometricas-20052010-27.shl&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span class="entry-data"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;table style="width: 397px; height: 542px;" align="center" border="0" cellpadding="6" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="left"&gt;&lt;td&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iLFkkKW8I/AAAAAAAAAIA/xZKlyaAEIcU/s1600/mancha-de-oleo-no-golfo-nasa-20100520153949.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-8039152213822396078?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/8039152213822396078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=8039152213822396078&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8039152213822396078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8039152213822396078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/mancha-de-oleo-toma-proporcoes.html' title='Mancha de óleo toma proporções quilométricas'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_iLFkkKW8I/AAAAAAAAAIA/xZKlyaAEIcU/s72-c/mancha-de-oleo-no-golfo-nasa-20100520153949.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-7764248874513671758</id><published>2010-05-22T13:21:00.014-03:00</published><updated>2010-05-22T23:53:41.449-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Contar histórias já é negócio de gente grande</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Contar histórias já é negócio de gente grande&lt;/h1&gt; &lt;p id="__dataconteudo" class="data"&gt;21 de maio de 2010&lt;/p&gt; &lt;p class="assinatura"&gt;Por Maria Carolina Maia&lt;/p&gt;&lt;p class="assinatura"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="topoNoticia"&gt;&lt;p class="assinatura"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;script language="javascript" type="text/javascript"&gt;   var vjMeses     = new Array("Janeiro","Fevereiro","Mar&amp;ccedil;o","Abril","Maio","Junho","Julho","Agosto","Setembro","Outubro","Novembro","Dezembro");   var vjDiaSemana = new Array("Domingo","Segunda-feira","Ter&amp;ccedil;a-feira","Quarta-feira","Quinta-feira","Sexta-feira","S&amp;aacute;bado");   var __dataconteudo  = document.getElementById("__dataconteudo");   __dataconteudo.innerHTML=__formata_data(__dataconteudo.innerHTML,false);   function __formata_data(dt,weekDay) {    if (!weekDay) dt = dt.substr(0,dt.indexOf(" ")) ;    dt = dt.split("/");    var nwDate = new Date(dt[1]+"/"+dt[0]+"/"+dt[2]+"/06:00") ;    var t = (weekDay) ? vjDiaSemana[nwDate.getDay()] + ", " : "" ;    return ( t + nwDate.getDate() + " de " + vjMeses[nwDate.getMonth()].toLowerCase() + " de " + nwDate.getFullYear());   }   &lt;/script&gt;  &lt;div class="noticia"&gt; &lt;div class="imgNoticia"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_gFU2qdLcI/AAAAAAAAAHw/AQD_dzYgSoY/s1600/ilan-brenman_620.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 235px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_gFU2qdLcI/AAAAAAAAAHw/AQD_dzYgSoY/s400/ilan-brenman_620.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474131202897948098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="legendaExp"&gt;&lt;b&gt;O israelense naturalizado brasileiro Ilan Brenman vive  de escrever e narrar histórias&lt;/b&gt; (Foto: Divulgação)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="display: block;" id="__pp"&gt; &lt;p&gt;"Há muito, muito tempo, existia um imperador chamado Gengis Khan. Esse  imperador era muito poderoso. Quando ele não estava conquistando terras, ficava  descansando no seu castelo de veraneio. O hobby preferido do imperador era  caçar. Com quem? Com uma águia, que ele levava no braço." Este é um trecho de  &lt;i&gt;O Imperador e a Águia&lt;/i&gt;, uma das histórias que compõem o repertório do  contador Ilan Brenman. Israelense naturalizado brasileiro, Ilan, 37, vive de  contar histórias. Mas se engana quem pensa que contadores como ele têm como  público as crianças, apenas. A atividade de narrar histórias se tornou um  negócio de gente grande - tanto para públicos infantis quanto para maduros. Por  cada palestra que dá em escolas sobre o tema, ele recebe de 2.000 a 3.000  reais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Vivo de contar histórias e vivo muito bem", diz outra narradora, a atriz Ana  Luísa Lacombe, 46. Ela enveredou pelo ramo há oito anos e hoje se apresenta em  locais variados, de clubes a projetos sociais, contando histórias para adultos e  crianças de todas as idades. "Só faço isso."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Brenman começou há quase duas décadas. Ao longo desse tempo, viu a atividade  crescer - especialmente nos últimos anos - e arregimentar um público cada vez  maior. Uma das fontes de renda de Brenman, um projeto de narração de histórias  para adultos, feito em uma livraria de São Paulo, teve início com uma  apresentação por semana, há seis anos. Hoje, já são quatro apresentações  semanais, com a casa cheia. "Recentemente, houve um &lt;i&gt;boom&lt;/i&gt; atroz da  atividade. Quando eu comecei, contar histórias era uma coisa rara, hoje é uma  avalanche. Os guias culturais passaram a trazer notícias de apresentações de  contadores. É um mercado que se expandiu", comenta Brenman.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Doroty Rojas, programadora do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo,  atesta. "É visível que a demanda se intensifica, não somente em nossos  endereços, mas também em espaços culturais privados e alternativos." Uma das  bibliotecas geridas por Doroty, a Hans Christian Andersen, do Tatuapé, duplicou  o número de vagas em seus cursos de formação de contadores para atender à  procura. Em 2008, a biblioteca realizou dois cursos de 35 pessoas cada. Neste  ano, serão duas turmas de 70 alunos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O número de inscritos por classe - que no segundo semestre de 2008 chegou a  atingir 412 pessoas - permanece alto. São cerca de 200 pessoas para cada turma,  contra 65 no primeiro semestre de 2008 e apenas 30 em 2007. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No município de Cordisburgo, Minas Gerais, contar histórias é também uma  forma de ter um futuro acadêmico e profissional mais promissor. O Grupo de  Contadores de Estórias Miguilim, projeto focado em textos de Guimarães Rosa,  encaminha jovens de classe baixa da cidade natal do escritor  para a narração de  histórias e para a educação - &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/minas-contar-historias-guimaraes-rosa-futuro-561845.shtml" target="_blank"&gt;leia mais aqui&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_gFuDZlE3I/AAAAAAAAAH4/GjTwjVjc3_8/s1600/regina-machado-int.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Institucionalização e moda -&lt;/b&gt; Para Ilan  Brenman, o aumento do interesse pelas narrativas orais pode ser visto como uma  reação da sociedade ao ritmo do mundo atual. Um ritmo acelerado, em que as  pessoas pouco se falam e se tocam. A opinião do contador é partilhada pela  cineasta Laís Bodanzky, que no último dia 11 participou do &lt;i&gt;Boca do Céu -  Encontro Internacional de Contadores de Histórias&lt;/i&gt;, evento anual de narração  de histórias realizado em São Paulo – &lt;a href="http://veja.abril.com.br/mediacenter/artes-espetaculos/como-boa-historia-579f96c5130e082c2687aa9d76f68084.shtml" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;saiba mais aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. "Os contadores de história  nos lembram da importância de nos desplugarmos do nosso pequeno universo e  aprender a ouvir e a olhar nos olhos das pessoas."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_gFuDZlE3I/AAAAAAAAAH4/GjTwjVjc3_8/s1600/regina-machado-int.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 300px; height: 283px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_gFuDZlE3I/AAAAAAAAAH4/GjTwjVjc3_8/s400/regina-machado-int.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474131635813553010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pesquisadora e professora da USP, Regina Machado (foto acima), também  idealizadora do evento, faz coro a Brenman e Laís. "No mundo, hoje, há muita  réplica e excesso de informação, mas pouca qualidade nas relações humanas, nos  contatos e nos encontros, e a narração de história propicia isso", pondera  Regina, para quem há uma expansão da atividade não apenas no Brasil, mas em todo  o mundo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Regina só não gosta do alvoroço em torno da atividade, surgido no embalo de  seu recente aumento. Abomina, por exemplo, o termo "contação" de história, que,  para ela, representa um "modismo". "Eu não faço contação de histórias. Para mim,  esse é um nome que vulgariza a coisa. A narração de histórias é uma forma de  aprendizado para quem ouve e para quem narra. Mas quem entra na onda da moda não  aprende muito."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas se, como toda moda, essa passará, o trabalho dos contadores deve  continuar. Para a pesquisadora, não se pode prescindir da narração oral. "As  histórias têm uma função simbólica importante para o ser humano de qualquer  época e de qualquer lugar."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/adiant-narracao-historias-se-torna-negocio-gente-grande-561708.shtml"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/adiant-narracao-historias-se-torna-negocio-gente-grande-561708.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="430" height="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IIDUzf59UR8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IIDUzf59UR8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="430" height="320"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Saiba mais sobre o Festival Boca do Céu, encontro de contadores de história,  e descubra também o que define uma boa história.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-7764248874513671758?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/7764248874513671758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=7764248874513671758&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/7764248874513671758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/7764248874513671758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/contar-historias-ja-e-negocio-de-gente.html' title='Contar histórias já é negócio de gente grande'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_gFU2qdLcI/AAAAAAAAAHw/AQD_dzYgSoY/s72-c/ilan-brenman_620.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-6143776687539212914</id><published>2010-05-21T21:09:00.004-03:00</published><updated>2010-05-21T21:18:21.641-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Cientistas criam vida artificial em laboratório</title><content type='html'>&lt;div id="materia_chapeu"&gt; &lt;h2&gt;Biotecnologia &lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div id="materia_titulo"&gt; &lt;h1&gt;Cientistas criam vida artificial em laboratório&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt; &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Primeiro ser vivo artificial é uma bactéria unicelular capaz de se  reproduzir. Para chegar ao feito, equipe sintetizou a estrutura completa do  DNA&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt; &lt;span id="materia_autor"&gt;Célio Yano, &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;de EXAME.com&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;  &lt;div id="materia_data"&gt;20/05/2010 | 21:09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="materia_foto"&gt; &lt;div id="materia_credito"&gt;Divulgação&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_chRccdCpI/AAAAAAAAAHo/16xuAc4zuCE/s1600/bacterias-460.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 261px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_chRccdCpI/AAAAAAAAAHo/16xuAc4zuCE/s400/bacterias-460.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473880455669156498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;/div&gt;&lt;img alt="Bactéria se reproduziu gerando novos seres com DNA totalmente artificial" src="http://www.blogger.com/imagem/bacterias-460.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="fonte_materia"&gt;&lt;div style="visibility: visible;" id="materia_ultimas"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ultimas_todas"&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/index.shtml"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt; &lt;p class="pagina"&gt;São Paulo - Pesquisadores do Instituto J. Craig Venter, dos &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/estados-unidos1.shtml"&gt;Estados  Unidos&lt;/a&gt;, anunciaram nesta quinta-feira a criação de um organismo vivo com  genoma totalmente sintético, desenvolvido artificialmente a partir de compostos  químicos. A equipe conseguiu sintetizar toda a estrutura de DNA da bactéria  unicelular &lt;em&gt;Mycoplasma mucoides&lt;/em&gt;, gerando um novo organismo capaz de se  autorreproduzir. Os resultados do experimento foram publicados na revista &lt;a href="http://www.sciencemag.org/cgi/rapidpdf/science.1190719v1.pdf"&gt;Science&lt;/a&gt;  e abriram espaço para uma grande discussão sobre a ética do procedimento.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Por quase 15 anos, Ham Smith, Clyde Huchison e o resto de nossa equipe  estiveram trabalhando por esta publicação de hoje - a conclusão com êxito do  nosso trabalho de construir uma célula bacteriana, totalmente controlada por  genoma sintético", disse Craig Venter, presidente do instituto a que dá nome, no  artigo. "Esperamos revisões e o diálogo sobre as importantes aplicações deste  trabalho para garantir que será usado para o benefício de todos", afirmou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para criar vida em laboratório, os pesquisadores se basearam no  sequenciamento do genoma da bactéria e redesenharam, em computador, a estrutura  do DNA da espécie. Sem utilizar qualquer pedaço de DNA natural, eles  sintetizaram quimicamente o genoma completo e o transportaram para uma célula de  uma levedura (espécie unicelular de fungo), onde desenvolveu-se um cromossomo  artificial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O genoma sintético inteiro foi então isolado da célula de levedura e  transplantado em uma célula recipiente da espécie &lt;em&gt;Mycoplasma capricolum&lt;/em&gt;  cujos genes haviam sido removidos. Depois de dois dias, com a autorreprodução do  organismo, já era possível observar o aumento no número de bactérias&lt;em&gt; M.  mycoides&lt;/em&gt;, cujo DNA era totalmente artificial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antes disso, os mesmos pesquisadores já haviam obtido sucesso na criação de  genoma artificial e, em outro experimento, na transferência de genoma de &lt;em&gt;M.  mycoides &lt;/em&gt;para a célula de uma &lt;em&gt;M. capricolum&lt;/em&gt;. Utilizando as duas  técnicas já dominadas, foi possível criar a primeira bactéria viva e capaz de se  reproduzir com genoma artificial.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Polêmica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vários cientistas receberam o anúncio da criação de vida em laboratório com  desconfiança. "Este é um momento da caixa de Pandora - como a divisão do átomo  ou a clonagem da ovelha Dolly, todos teremos de lidar com as consequências dessa  experiência alarmante", disse o presidente do Action Group on Erosion,  Technology and Concentration (ETC Group), Pat Mooney, ao jornal britânico Daily  Mail.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Ele não está simplesmente copiando vida artificialmente ou modificando vida  com engenharia genética. Ele está caminhando para a função de Deus: criar vida  artificial que jamais poderia existir", disse Julian Savulescu, professor de  ética da Univeridade de Oxford. "Isso pode ser usado no futuro para criar armas  biológicas poderosas".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O editor de ciência do Daily Mail, &lt;a href="http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1279988/Artificial-life-created-genome-pioneer-sparking-moral-dilemma.html?ITO=1490"&gt;Michael  Hanlon&lt;/a&gt;, também questionou o trabalho em um artigo opinativo publicado no  site do periódico. Hanlon classificou Venter como um "showman" e "mestre em  autopromoção" e disse que o feito abre um leque de questionamentos que vão desde  "para que isso será útil?" até "teremos que redefinir o que é a vida?".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"A bacteria dele [Craig Venter] parece ser frágil e débil; estamos a um longo  caminho de superpragas sintéticas, e ainda mais distantes de um animal ou uma  planta artificial. Mas é difícil fugir da sensação de que uma fronteira foi  cruzada. O problema é que está longe de se saber aonde vamos a partir de agora",  escreveu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Do outro lado da polêmica, o especialista em biologia sintética Paul Freeman,  codiretor do EPSRC Centre for Synthetic Biology do Imperial College, em Londres,  acredita que estamos diante de um "avanço extraordinário". Em entrevista à BBC,  ele disse que o estudo de Venter e sua equipe pode marcar o início de uma nova  era na biotecnologia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A revista &lt;a href="http://www.economist.com/opinion/displayStory.cfm?story_id=16163154&amp;amp;source=hptextfeature"&gt;The  Economist&lt;/a&gt; faz várias ressalvas, mas classifica a vida artificial como "uma  coisa maravilhosa". "Esse feito poderia provar o domínio do homem sobre a  natureza de uma forma mais profunda que a detonação da primeira bomba atômica. A  bomba, embora justificada pelo contexto da Segunda Guerra Mundial, foi puramente  destrutiva. Biologia tem a ver com nutrição e crescimento". O artigo opinativo  da publicação prossegue: "Para o bem ou para o mal, está aí. Criar vida não é  mais uma prerrogativa dos deuses".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/05/21/science/21cell.html?ref=science"&gt;The New  York Times&lt;/a&gt;, o assunto chegou ao presidente norte-americano Barack Obama, que  pediu à comissão de bioética da Casa Branca realizar um estudo sobre as questões  suscitadas pela biologia sintética e apresentar em seis meses as conclusões.  Ainda segundo o jornal, Obama disse que o empreendimento levantou "verdadeiras  preocupações", embora ele não tenha especificado quais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Instituto Craig Venter &lt;a href="http://www.jcvi.org/cms/press/press-releases/full-text/article/first-self-replicating-synthetic-bacterial-cell-constructed-by-j-craig-venter-institute-researcher/"&gt;declarou&lt;/a&gt;  que sua equipe tem se preocupado com os questionamentos da sociedade desde o  início do trabalho. "Em 1995, enquanto o grupo estava fazendo a pesquisa no  genoma mínimo, o trabalho passou por uma revisão ética significativa por um  painel de especialistas da Universidade da Pensilvania", afirma a instituição.  "As deliberações do grupo biolético independente resultaram em uma decisão  unânime de que não havia razões éticas para que o trabalho não continuasse".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A entidade explica ainda que recebeu em dezembro de 2008 um financiamento da  Fundação Alfred P. Sloan para examinar questões éticas e sociais associadas ao  desenvolvimento da ciência da síntese genômica. "A investigação em andamento tem  a intenção de informar a comunidade científica bem como informar políticos e  jornalistas para que eles possam participar de discussões sobre o  assunto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comentar o assunto, o &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/vaticano-reage-cautela-celulas-sinteticas-561898.html"&gt;Vaticano  preferiu não entrar em detalhes &lt;/a&gt;e limitou-se a dizer que era necessário  cautela. O porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, disse ser "necessário saber  mais" do tema para falar. "É necessário esperar, para saber mais do caso", disse  à imprensa Lombardi.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos:&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/cientistas-criam-vida-artificial-laboratorio-561878.html"&gt;http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/cientistas-criam-vida-artificial-laboratorio-561878.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-6143776687539212914?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/6143776687539212914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=6143776687539212914&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6143776687539212914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6143776687539212914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/cientistas-criam-vida-artificial-em.html' title='Cientistas criam vida artificial em laboratório'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S_chRccdCpI/AAAAAAAAAHo/16xuAc4zuCE/s72-c/bacterias-460.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-5454664628881145657</id><published>2010-05-14T10:59:00.002-03:00</published><updated>2010-05-14T11:03:18.832-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Mulheres são melhores líderes que homens</title><content type='html'>&lt;div id="materia_chapeu"&gt; &lt;h2&gt;Pesquisa &lt;/h2&gt;                &lt;/div&gt;                      &lt;div id="materia_titulo"&gt;             &lt;h1&gt;Mulheres são melhores líderes que homens&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;           &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;De acordo com estudo da Universidade Duke, nos Estados Unidos, elas  são mais sensíveis para tomar decisões nos negócios&lt;/h2&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;span id="materia_autor"&gt;                                                &lt;/span&gt;                      &lt;div id="materia_data"&gt;           13/05/2010 | 11:26&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-1Xl2BWWBI/AAAAAAAAAHg/J0JlbKwjaSI/s1600/mulheres--lideres--eua.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-1Xl2BWWBI/AAAAAAAAAHg/J0JlbKwjaSI/s400/mulheres--lideres--eua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471125429992970258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pesquisa nos EUA mostram que as mulheres são melhores líderes do que os  homens. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Mulheres que ocupam cargos executivos são vistas como  melhores líderes do que os homens, aponto um novo estudo da Universidade  Duke, dos &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/estados-unidos1.shtml"&gt;Estados  Unidos&lt;/a&gt;. O importante, de acordo com os especialistas, é que elas  quebrem a barreira do estereótipo de que são muito "sensíveis" para  comandar uma negociação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, que foi publicada no Journal of Applied Psychology,  concluiu que as mulheres são consideradas mais eficientes para assumir  cargos de lideranças, e elas também sabem levar melhor os  relacionamentos profissionais do que os homens. "Em ambientes de  negócios, competência e simpatia costumam ter um certo nível de  compatibilidade para as mulheres", destaca o coordenador Ashleigh  Rosestte.&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Avaliação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O levantamento para  avaliar o papel das mulheres à frente dos negócios foi feito com mais de  300 estudantes da universidade - de graduação e pós-graduação -, que  analisaram as características de líderes fictícios. Quando compararam as  trajetórias de mulheres e homens citados e a razão de seu sucesso, eles  se mostraram mais favoráveis à ascensão delas. Eles justificaram  dizendo que as mulheres são mais competentes, principalmente por  enfrentar os preconceitos da sociedade para assumir funções antes  exclusivamente masculinas.&lt;/p&gt;"Muitas vezes, as mulheres têm que  trabalhar duas vezes mais para obter a metade do reconhecimento  conferido aos homens. Então, executivas bem-sucedidas podem se  beneficiar desta percepção, levando vantagem no posto de líder", explica  Rosestte, salientando que os traços de um líder tradicional, geralmente  remetidos a um homem, devem ser eliminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/mulheres-sao-melhores-lideres-homens-559240.html"&gt;http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/mulheres-sao-melhores-lideres-homens-559240.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-5454664628881145657?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/5454664628881145657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=5454664628881145657&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5454664628881145657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/5454664628881145657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/mulheres-sao-melhores-lideres-que.html' title='Mulheres são melhores líderes que homens'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-1Xl2BWWBI/AAAAAAAAAHg/J0JlbKwjaSI/s72-c/mulheres--lideres--eua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-6699215093432897739</id><published>2010-05-14T10:54:00.002-03:00</published><updated>2010-05-14T10:58:28.986-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Mantega: corte será de R$ 10 bi no Orçamento da União</title><content type='html'>&lt;div id="materia_chapeu"&gt; &lt;h2&gt;Governo &lt;/h2&gt;                &lt;/div&gt;                      &lt;div id="materia_titulo"&gt;             &lt;h1&gt;Mantega: corte será de R$ 10 bi no Orçamento da União&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;           &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;O objetivo, segundo o ministro da Fazenda, é conter conter o  aquecimento da demanda na economia brasileira&lt;/h2&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;span id="materia_autor"&gt;                                                &lt;/span&gt;                      &lt;div id="materia_data"&gt;           13/05/2010 | 12:02&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-1WVS9rPFI/AAAAAAAAAHY/QhOcR7-W2aI/s1600/guido--mantega--7fd.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 273px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-1WVS9rPFI/AAAAAAAAAHY/QhOcR7-W2aI/s400/guido--mantega--7fd.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471124046192786514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou corte nas despesas de  custeio do Orçamento da União neste ano. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou hoje que o  governo fará um corte em torno de R$ 10 bilhões nas despesas de custeio  do Orçamento da União deste ano. Segundo ele, os ministérios vão ter que  fazer esse "sacrifício" para conter o aquecimento da demanda na  economia. De acordo com o ministro, a demanda da economia, que é formada  pelo setor público e privado, está acima do normal. A maneira mais  rápida de agir, segundo ele é cortando a demanda pública por meio de um  contingenciamento nos gastos de custeio, que ele comparou a "um corte na  veia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Mantega, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já concordou  com a medida, que será o segundo corte no Orçamento de 2010. O primeiro  corte foi de R$ 21,8 bilhões. "Esse (novo corte) será um complemento",  disse Mantega, na portaria do Ministério da Fazenda. O ministro disse  que o corte nos gastos é mais vantajoso do que um aumento de juros,  porque o efeito é mais rápido. Segundo ele, os investimentos e programas  sociais serão preservados. "Para a economia é um bom sinal", disse.Mantega  declarou que o governo não deixará que o crescimento da economia em  2010 seja maior do que 7%. Segundo ele o governo tem instrumentos, entre  eles o aumento dos juros, para manter o crescimento equilibrado. O  ministro disse que o primeiro trimestre será aquecido, mas depois haverá  uma desaceleração do crescimento. "Depois será menos aquecido", afirmou  Mantega. Ele disse que o governo tem que "ir observando para, não fazer  bobagem". Mantega destacou que o governo não pode deixar a economia  crescer "demais ou de menos". E disse que não acredita que o crescimento  será de 7,5% ou 8%, como preveem analistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/mantega-corte-orcamento-sera-torno-r-10-bi-559272.html"&gt;http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/mantega-corte-orcamento-sera-torno-r-10-bi-559272.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-6699215093432897739?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/6699215093432897739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=6699215093432897739&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6699215093432897739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6699215093432897739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/mantega-corte-sera-de-r-10-bi-no.html' title='Mantega: corte será de R$ 10 bi no Orçamento da União'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-1WVS9rPFI/AAAAAAAAAHY/QhOcR7-W2aI/s72-c/guido--mantega--7fd.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-2868094399767411184</id><published>2010-05-08T11:17:00.015-03:00</published><updated>2010-05-08T12:09:32.998-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>A geração tolerância</title><content type='html'>&lt;h5&gt;Especial&lt;/h5&gt; &lt;h1&gt;A geração tolerância&lt;/h1&gt; &lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Os adolescentes e jovens brasileiros começam a vencer o arraigado  preconceito contra os homossexuais, e nunca foi tão natural ser diferente  quanto agora. É uma conquista da juventude que deveria servir de lição para  muitos adultos&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p class="assinatura"&gt;Silvia Rogar e Marcelo Bortoloti&lt;/p&gt; &lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V0rfel-yI/AAAAAAAAAGI/xGdRXUgWqlM/s1600/especial1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V0rfel-yI/AAAAAAAAAGI/xGdRXUgWqlM/s400/especial1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468905613044349730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span class="legendaCor"&gt;UMA TURMA COLORIDA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legenda"&gt;Paulo,  William, Marcus, David, Charles, Akira, Jefferson&lt;i&gt; (de pé, da esq. para a  dir.);&lt;/i&gt; e Harumi e Daniele &lt;i&gt;(sentadas):&lt;/i&gt;eles abriram o jogo para os  pais ainda na adolescência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="300"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);" class="legendaCor"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Longe do estereótipo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);" class="legendaSemBold"&gt;"Sempre tive atração por meninas, só que morria de vergonha  de me aproximar delas e revelar o que sentia. Precisei de alguns anos para  aceitar, eu mesma, a ideia. Foi na internet que consegui arranjar a primeira  namorada. Quando a coisa ficou séria e eu quis levá-la a minha casa, contei a  meus pais, que, como era esperado, sofreram. Meus amigos também já sabem que sou  homossexual. No começo, estranharam. Nunca me enquadrei no estereótipo da menina  gay, masculinizada, mas não tenho dúvida quanto à minha opção. O melhor: depois  de um processo difícil, isso acabou se tornando natural para mim e para todos à  minha volta."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);" class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Harumi Nakasone,&lt;/b&gt; 20  anos, estudante de artes visuais em Campinas&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;" class="corpo"&gt;Apresentar boletim escolar com notas ruins, bater o  carro novo da casa, arrumar inimizade com o vizinho já são situações difíceis de  enfrentar diante do tribunal familiar, com aquela atemorizante combinação de  intimidade com autoridade dos pais. Imagine parar ali diante deles e dizer a  frase: "Eu sou gay". Não é fácil para quem fala, menos ainda para quem ouve. As  mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo. Os pais  demoram mais a metabolizar a novidade. A orientação sexual ainda é e vai ser por  muito tempo uma questão complexa e tensa no seio das famílias. Isso muda muito  lentamente. O que mudou muito rapidamente, porém, foi a maneira como a  homossexualidade é encarada por adolescentes e jovens no Brasil. Declarar-se gay  em uma turma ou no colégio de uma grande cidade brasileira deixou de ser uma  condenação ao banimento ou às gozações eternas. A rapaziada está imprimindo um  alto grau de tolerância a suas relações, a um ponto em que nada é mais feio do  que demonstrar preconceito contra pessoas de raças, religiões ou orientações  sexuais diferentes das da maioria. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;" class="corpo"&gt;Esses meninos e meninas estão desfrutando uma  convivência mais leve justamente em uma fase da vida de muitas incertezas,  quando a aceitação pelos pares é decisiva para a saúde emocional e mental. Isso  é um avanço notável. Por essa razão talvez, a idade em que um jovem acredita que  definiu sua preferência sexual tem caído. Uma pesquisa feita pelas universidades  estaduais do Rio de Janeiro (Uerj) e de Campinas (Unicamp) tem os números: aos  18 anos, 95% dos jovens já se declararam gays. A maior parte, aos 16. Na geração  exatamente anterior, a revelação pública da homossexua-lidade ocorria em torno  dos 21 anos, de acordo com a maior compilação de estudos já feita sobre o  assunto. À frente do levantamento, o psicólogo americano Ritch Savin-Williams,  autor do livro &lt;i&gt;The New Gay Teenager&lt;/i&gt; (O Novo Adolescente Gay), resumiu a  VEJA: "O peso de sair do armário já não existe para os jovens gays do Ocidente:  tornou-se natural". &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="300"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Lailson Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V1dC__ENI/AAAAAAAAAGQ/1XgZd7Q5LHY/s1600/especial2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 262px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V1dC__ENI/AAAAAAAAAGQ/1XgZd7Q5LHY/s400/especial2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468906464393236690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="legendaCor"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A mãe torce para que ele ache um bom  companheiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;"Aos 16 anos, quando contei à  minha mãe que preferia os homens às mulheres, ela ficou possuída de raiva. Eu  achava que a notícia não causaria tanta comoção. Não havia aberto o jogo sobre  minha sexualidade, mas tinha certeza de que minha mãe já desconfiava. Nunca  levava garotas em casa nem falava delas. O dia em que contei tudo, no entanto,  foi um divisor de águas para nós dois. A relação ficou muito tensa. É  interessante como a coisa, depois, vai sendo assimilada. Ela abandonou o sonho  de me ver chefe de uma família tradicional e, no lugar disso, passou a sonhar  com um bom companheiro para mim. Isso ainda não aconteceu. Hoje, no entanto,  minha vida é ótima. Não escondo das pessoas de que mais gosto o que realmente  sou."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Gabriel Taverna, &lt;/b&gt;19 anos,  estudante de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;span class="legendaCor"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Os jovens que aparecem nas páginas desta reportagem, que em nenhum instante  cogitaram esconder o nome ou o rosto, são o retrato de uma geração para a qual  não faz mais sentido enfurnar-se em boates GLS (sigla para gays, lésbicas e  simpatizantes) - muito menos juntar-se a organizações de defesa de uma causa  que, na realidade, não veem mais como sua. Na última parada gay de São Paulo, a  maior do mundo, a esmagadora maioria dos participantes até 18 anos diz estar ali  apenas para "se divertir e paquerar" &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;(na faixa dos 30 o objetivo número 1 é  "militar"). A questão central é que eles simplesmente deixaram de se entender  como um grupo. São, sim, gays, mas essa é apenas uma de suas inúmeras  singularidades - e não aquela que os define no mundo, como antes. Explica o  sociólogo Carlos Martins: "Os jovens nunca se viram às voltas com tantas  identidades. Para eles, ficar reafirmando o rótulo gay não só perdeu a razão de  ser como soa antiquado". Ícone desses meninos e meninas, a cantora americana  Lady Gaga os fascina justamente por ser "difícil de definir o que ela é". São  marcas de uma geração que, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;não há dúvida, é bem menos dada a estereótipos do que  aquela que a precedeu. Diz, com a firmeza típica de seus pares, a estudante  paulista Harumi Nakasone, 20 anos: "Nunca fiz o tipo masculino nem quis chocar  ninguém com cenas de homossexualidade. Basta que esteja em paz e feliz com a  minha opção". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="300"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Miriam Fichtner&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V5CiBKP4I/AAAAAAAAAGY/enGxBVW1Nbs/s1600/especial3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 311px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V5CiBKP4I/AAAAAAAAAGY/enGxBVW1Nbs/s400/especial3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468910406909706114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="legendaCor"&gt;Não era uma fase&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;"No início da adolescência, já me sentia atraída por  meninas. Aluna de um colégio de freiras, havia crescido ouvindo que o amor entre  pessoas do mesmo sexo era algo imperdoável, mas nunca vi a coisa assim. A mim,  parecia natural. Aos 14, até tentei namorar um menino. Não funcionou. Um ano  depois, quando me apaixonei de verdade por uma garota, resolvi contar a meus  pais. Minha mãe repetia: ‘Calma que passa, é uma fase’. A aceitação da ideia é  um processo lento, que envolve agressões de todos os lados e decepção. Sei que  contrariei o sonho da minha família, de me ver de grinalda e com filhos, mas a  melhor coisa que fiz para mim mesma foi ser verdadeira. Por que me sentir uma  criminosa por algo que, afinal, diz respeito ao amor?"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Amanda Rodrigues,&lt;/b&gt; 18 anos, estudante de artes  visuais no Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;A tolerância às diferenças, antes verificada apenas no ambiente de vanguardas e  nas rodas intelectuais e artísticas, está se tornando uma regra - especialmente  entre os escolarizados das grandes cidades brasileiras. Uma comparação entre  duas pesquisas nacionais, distantes quase duas décadas no tempo, dá uma ideia do  avanço quanto à aceitação dos homossexuais no país. Em 1993, uma aferição do  Ibope cravou um número assustador: quase 60% dos brasileiros assumiam, sem  rodeios, rejeitar os gays. Hoje, o mesmo porcentual declara achar a  homossexualidade "natural", segundo um novo levantamento com 1 500 adolescentes  de onze regiões metropolitanas, encabeçado pelo instituto TNS Research  International. O mesmo estudo dá outras mostras de como a maior parte dos jovens  brasileiros já se conduz pela tolerância em vários campos: 89% acham que homens  e mulheres têm exatamente os mesmos direitos e em torno de 80% se casariam com  alguém de outra raça ou religião. "À medida que as pessoas se educam e se  informam, a tendência é que se tornem também mais intransigentes com o  preconceito e encarem as questões à luz de uma visão menos dogmática", diz a  psicóloga Lulli Milman, da Uerj. Foi o que já ocorreu em países de alto IDH,  como Holanda, Bélgica e Dinamarca. Lá, isso se refletiu em avanços na  legislação: casamentos gays e adoção de crianças por parte desses casais são  aceitos há anos. No Brasil, onde não há leis nacionais como essas, a apreciação  fica sujeita a cada tribunal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="350"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fotos divulgação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V529d59PI/AAAAAAAAAGg/DZBYLF43Lko/s1600/especial4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 350px; height: 221px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V529d59PI/AAAAAAAAAGg/DZBYLF43Lko/s400/especial4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468911307631228146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="legendaCor"  style="font-size:85%;"&gt;OS GAYS NA ARTE&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legenda"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Homossexualidade contida na tela de Caravaggio &lt;i&gt;(à esq.)&lt;/i&gt; e  escancarada na taça romana do século I&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Ainda que o preconceito persista em alguns círculos, atingiu-se um estágio de  evolução em que professá-lo se tornou um gesto condenável pela maioria - um  sinal de progresso no Brasil. Nas Forças Armadas, onde a aversão a gays sempre  se pronunciou em grau máximo (apesar de o regimento interno repudiar a  perseguição aos homossexuais), a diferença é que, agora, quando surge um caso  desses entre os muros do Exército, o assunto logo suscita indignação. Ocorreu  com um general que, neste ano, veio a público posicionar-se contra a presença de  gays nas Forças Armadas. Sob pressão, precisou retratar-se. Recentemente, o  lutador de vale-tudo Mar-celo Dourado, 38 anos, surgiu no programa &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Big  Brother Brasil,&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; da Rede Globo, dizendo que "homem hétero não pega aids".  Além de uma bobagem, a declaração foi tachada de preconceituosa - e a Globo  precisou ocupar seu horário nobre com as explicações do Ministério da Saúde  sobre o tema. Mesmo que às vezes usados como bandeira por bandos de militantes  paparicados por políticos em busca de votos, pode-se dizer que tais episódios  apontam para uma direção positiva. Afirma o filósofo Roberto Romano: "A  experiência mostra que o desconforto com o preconceito cria um ambiente propício  para que ele vá sendo exterminado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="300"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Miriam Fichtner&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V6cQ9n8fI/AAAAAAAAAGo/jnIX_GiTPQg/s1600/especial5.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V6cQ9n8fI/AAAAAAAAAGo/jnIX_GiTPQg/s400/especial5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468911948519698930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;td&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="legendaCor"&gt;Assumidos, mas discretos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;"Aos 15 anos, depois de alguns flertes com meninos e  nenhuma relação com meninas, conheci meu atual namorado. Apaixonado e angustiado  por viver escondido, achei que não havia outro caminho senão abrir a questão  para os meus pais. Até hoje, não falamos muito sobre o assunto, mas eles já  aceitam a situação, e até levo o Leandro para dormir lá em casa. Às vezes,  andamos de mãos dadas, mas não trocamos beijos em público. Não preciso ficar  expondo minha sexualidade. Prefiro as boates que meus amigos, gays ou não,  frequentam ao circuito GLS."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Victor  Guedes,&lt;/b&gt; 19 anos, produtor de moda&lt;i&gt; (à esq.),&lt;/i&gt; com o namorado &lt;b&gt;Luiz  Leandro Caiafa,&lt;/b&gt; 20, estudante de ensino técnico no Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;A notícia de que um filho é homossexual continua a causar a dor da decepção a  pais e mães (descrita pela maioria dos ouvidos por VEJA como "a pior de toda a  vida"). Com pavor de uma reação violenta do pai, meninos e meninas preferem, em  geral, contar primeiro à mãe. "Quando meu filho me disse que gostava de meninos,  sabia que os velhos sonhos teriam de ser substituídos por algo que eu não tinha  a menor ideia do que seria", relata a analista financeira paulista Suerda Reder,  41 anos. É com o tempo que a vida vai sendo reconstruída sob novas expectativas.  Dois anos depois da revelação, o namorado de Victor, filho de Suerda, frequenta  sua casa sem que isso seja motivo de constrangimento. Muitos pais já compreendem  (com algumas idas e vindas) que, ao apoiar os filhos, estão lhes prestando ajuda  decisiva. "Quando a própria mãe trata o fato com naturalidade, a tendência é que  o preconceito em relação a ele diminua", diz a estilista gaúcha Ana Maria  Konrath, 55 anos, em coro com uma nova geração de mães - também mais tolerantes.  O que elas sabem por experiência a ciência em parte já investigou. Segundo um  estudo americano, conduzido pela Universidade Estadual de São Francisco, jovens  gays que convivem em harmonia com os pais raramente sofrem de depressão, doença  comum entre vítimas de preconceito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Miriam Fichtner&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V69kd0W7I/AAAAAAAAAGw/uodRwEVuXMI/s1600/especial6.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 271px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V69kd0W7I/AAAAAAAAAGw/uodRwEVuXMI/s400/especial6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468912520690686898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="legendaCor"&gt;"Nunca me escondi"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;"Cheguei a beijar garotas, mas foi só quando troquei o  primeiro beijo com um menino, aos 14 anos, que senti uma emoção real. Era tão  claro para mim que resolvi contar a meus amigos mais próximos da escola que era  gay. A princípio, eles estranharam. Cheguei a ser alvo de olhares tortos e  gritos de ‘bicha’, mas logo passou. Quando contei a meus pais, no ano passado,  eles no fundo já sabiam. Nunca me preocupei em levar garotas para casa só para  me passar pelo que não era. Também não tenho necessidade de ficar me reafirmando  gay na frente dos outros. Isso é bobo demais. Para mim, é só mais uma de minhas  características."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Hector Gutierrez,  &lt;/b&gt;17 anos, estudante do 3º ano do ensino médio numa escola particular de Minas  Gerais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Um conjunto de fatores ajuda a explicar o fato de a atual geração gay ser mais  livre de amarras - alguns de ordem sociológica, outros culturais. Um ponto  básico se deve à sua aceitação por outros adolescentes. Para esses jovens, o  conceito de tribo perdeu o valor, como chamou atenção o antropólogo americano  Ted Polhemus, por meio de suas pesquisas. Ele apelidou essa geração de  "supermercado de estilos" - ou só "sem rótulos". Nesse contexto, não há mais  lugar para algo como o grupo em que apenas ingressam os gays ou os negros, algo  que as escolas brasileiras já ecoam. Antes fonte de tormento para alunos  homossexuais, alvo de piadas, quando não de surras e linchamentos, o colégio se  tornou um desses lugares onde, de modo geral, impera a boa convivência com os  gays. Um sinal disso é que a ocorrência de casos de bullying por esse motivo tem  caído gradativamente. "É também mais comum que eles andem de mãos dadas no  recreio, sem ser importunados, ou que se tornem líderes de turma", conta a  pedagoga Rita de Cássia, da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro.  Os próprios colégios reconhecem que, no passado, conduziam a questão à sombra de  certo preconceito. "Se surgia um aluno gay, tratava-se imediatamente o assunto  como um problema, e os pais eram logo chamados", lembra Vera Malato, orientadora  no Colégio Bandeirantes, em São Paulo. "Hoje a postura é apenas dar orientação  ao aluno se for preciso." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="legendaCor"&gt;Meus sonhos precisaram&lt;br /&gt;ser reconstruídos"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;"Acho que toda mãe percebe, a contragosto e com dor, quando  seu filho é gay. Sempre tive certeza disso em relação ao Igor, mas alimentava  esperanças de que ele mudasse. Cheguei a rezar anos a fio por um milagre. No dia  em que meu filho finalmente se abriu comigo, aos 17 anos, fiquei sem chão.  Passado o choque, entendi que meus sonhos em relação a ele precisariam ser  completamente reconstruídos. Não escondo mais de ninguém que meu filho é  homossexual. Sinto que o fato de uma mãe tomar essa iniciativa ajuda a espantar  o preconceito. Sempre que arranja um namorado, ele frequenta a minha casa e  saímos juntos. Meu filho está feliz. Não é isso que todos nós  buscamos?"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Ana Maria Konrath,&lt;/b&gt; 55  anos, estilista gaúcha, mãe de &lt;b&gt;Igor Konrath,&lt;/b&gt; 20, estudante de comunicação  social&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Miriam Fichtner&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V7SZU0KEI/AAAAAAAAAG4/fezsGg3qpBw/s1600/especial8.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V7SZU0KEI/AAAAAAAAAG4/fezsGg3qpBw/s400/especial8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468912878477387842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Para boa parte dos jovens gays de hoje, a vida subterrânea nunca fez sentido.  Diz o produtor de moda carioca Victor Guedes, 19 anos: "Desde que ficou claro  para mim que meu interesse era pelo sexo masculino, não pensei em esconder isso  dos meus pais. Só esperei a hora certa para abrir o jogo, com todo o tato". É  gritante o contraste com as gerações anteriores, às quais lança luz o livro  &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;(a ser lançado pela editora  Best Seller), das jornalistas Consuelo Dieguez e Ticiana Azevedo. O conjunto de  depoimentos ali reunido revela o sofrimento diário enfrentado por políticos,  diplomatas e figurões do mercado financeiro que nunca saíram do armário. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table bg="" style="color: rgb(238, 238, 238);" align="center" border="0" cellpadding="7" cellspacing="2" width="300"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Miriam Fichtner&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V7pIF_MiI/AAAAAAAAAHA/tLrob4DXeJ8/s1600/especial10.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 280px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V7pIF_MiI/AAAAAAAAAHA/tLrob4DXeJ8/s400/especial10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468913268988785186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="legendaCor"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele conta tudo no Twitter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;"Solitário, aos 14 anos resolvi dividir com a minha irmã  aquilo que já era muito claro para mim: gostava de meninos, e sabia que isso  decepcionaria minha família. Ela chorou, disse que logo essa fase passaria, e o  pior: contou para todo mundo. Minha família chegou a me encaminhar ao psicólogo.  Depois, à igreja. Não foi fácil, mas o alívio de compartilhar a situação me  transformou em outra pessoa. Pouco falo sobre meus namoros, e agiria da mesma  forma se eles fossem com meninas. Fico, no entanto, bem à vontade para falar de  minha vida amorosa no Twitter, no qual tenho mais de 1 700 seguidores. De onde  menos se espera às vezes ainda vem uma agressão gratuita, mas a coisa está  mudando para melhor."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legendaSemBold"&gt;&lt;b&gt;Lucas El-Osta,&lt;/b&gt;  17 anos, estudante do 2º ano do ensino médio no Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Ao longo da última década, a indústria do entretenimento tem refletido, de forma  acentuada, as mudanças culturais em relação à sexualidade. Na televisão, nunca  houve tantas séries retratando o universo gay. Entre as produções de maior  sucesso, figuram o seriado americano &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Glee,&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; que tem como um dos  protagonistas um adolescente recém-assumido gay para o pai, e &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;The L Word,&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  sobre um grupo de lésbicas atraentes e chiques de Los Angeles. Nas novelas  brasileiras, os homossexuais já não são mais tratados de maneira tão  caricatural. "É possível exibir na TV a vida comum de casais gays sem que isso  provoque a rejeição do público, como no passado. Hoje, esses personagens fazem o  maior sucesso", analisa Manoel Carlos, autor da atual novela das 8, &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Viver a  Vida&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;. Isso não só ajuda a levantar o diálogo sobre a homossexualidade em  casa como ainda minimiza a resistência a ela. O rol de celebridades que se  assumem gays também cumpre, em certo grau, esse papel. O último a deixar o  armário foi o cantor porto-riquenho Ricky Martin, autor do sucesso &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Livin’ la  Vida Loca,&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt; que, aos 38 anos, declarou ser gay em tom profético: "Hoje aceito  minha homossexualidade como um presente que a vida me deu". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="300"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fotos John Springer/Corbis/Latinstock e Rennio  Maifredi/Trunk Archive&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V7_B5mHLI/AAAAAAAAAHI/UQ2EMjufuzM/s1600/especial11.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 302px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V7_B5mHLI/AAAAAAAAAHI/UQ2EMjufuzM/s400/especial11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468913645283318962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="legendaCor"  style="font-size:85%;"&gt;O GALÃ E A DIVA&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legenda"  style="font-size:85%;"&gt;O ator  Rock Hudson &lt;i&gt;(à esq.),&lt;/i&gt; que manteve casamento de fachada, e Lady Gaga,  atual ícone dos jovens gays&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;A atual geração jamais espera tanto. A idade precoce com que os gays trazem à  tona sua orientação sexual chama a atenção dos especialistas. Aos 16 anos, estão  ainda na adolescência - uma fase de experimentação e dúvidas. Pondera a doutora  em psicologia Ceres Araujo: "Esperar que essa escolha seja eterna para todos é  uma simplificação. O que dá para afirmar é que esses jovens têm grande propensão  de seguir se relacionando com pessoas do mesmo sexo". Para eles, a  homossexualidade está longe de ter a conotação negativa de tantos outros  períodos da história. Durante as trevas da Inquisição, arremessavam-se os gays à  fogueira. Na Inglaterra do século XIX, eles eram considerados nada menos que  criminosos. Em 1895, num dos mais famosos julgamentos de todos os tempos, o  escritor irlandês Oscar Wilde, homossexual assumido, foi acusado de sodomia e  comportamento indecente. Penou dois anos na prisão. Na Hollywood dos anos 50, o  agente do galã Rock Hudson arranjou, às pressas, um casamento de fachada para o  ator, com uma secretária. Às voltas com fofocas sobre sua homossexualidade, ele  corria o risco de perder contratos. Só em 1985, aos 59 anos e vitimado pela  aids, doença que o mataria naquele ano, Hudson se assumiu gay. Num cenário  inteiramente diferente, os novos gays não precisam mais passar por esse  tormento. Resume o estudante mineiro Hector Gutierrez, 17 anos - típico da  geração tolerância: "O dia em que eu contei a verdade a todos foi o primeiro em  que me senti realmente livre e feliz".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 align="left"&gt;Recém-saídos do armário&lt;/h3&gt; &lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="300"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="credito"  style="font-size:85%;"&gt;Fotos Jeff Moore/LFI, Marc Larkin/LFI, John Clifton/Zuma  Press e Lisa O'Connor/Zuma Press&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V8isy1jMI/AAAAAAAAAHQ/UFPv5d4OLyw/s1600/especial9.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 199px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V8isy1jMI/AAAAAAAAAHQ/UFPv5d4OLyw/s400/especial9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468914258093116610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p class="corpo" align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-size:85%;" &gt;Reprimidas durante anos, celebridades das mais  diversas áreas resolveram vir a público nos últimos meses para assumir-se gays  com estardalhaço: da esquerda para a direita, a cantora gospel Jennifer Knapp, o  jogador de rúgbi galês Gareth Thomas e o cantor Ricky Martin&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Créditos: &lt;a href="http://veja.abril.com.br/120510/geracao-tolerancia-p-106.shtml"&gt;http://veja.abril.com.br/120510/geracao-tolerancia-p-106.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-2868094399767411184?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/2868094399767411184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=2868094399767411184&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2868094399767411184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2868094399767411184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/geracao-tolerancia.html' title='A geração tolerância'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-V0rfel-yI/AAAAAAAAAGI/xGdRXUgWqlM/s72-c/especial1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-8886961132672023486</id><published>2010-05-07T19:29:00.002-03:00</published><updated>2010-05-07T19:33:44.886-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Mãe ajuda aluno a bater em diretora no Rio; professores reclamam de insegurança</title><content type='html'>&lt;h1 class="titulo"&gt;Mãe ajuda aluno a bater em diretora no Rio;  professores reclamam de insegurança&lt;/h1&gt;     &lt;strong class="olho"&gt;Sindicato prepara documento com relatos de  agressão e encaminha ao Ministério Público; antropóloga vê  'desvalorização' da categoria&lt;/strong&gt;               &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;da  redação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1 class="titulo"&gt;&lt;a onblur="try  {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SUmj_yjCI/AAAAAAAAAFw/r1CNvNnj3mE/s1600/violencia-professores.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 327px; height: 184px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SUmj_yjCI/AAAAAAAAAFw/r1CNvNnj3mE/s400/violencia-professores.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468659237753359394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span&gt;Professores do Rio se queixam tensão nas escolas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Uma diretora de &lt;a target="_self" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/busca/?qu=escola" class="busca_guia"&gt;escola&lt;/a&gt; pública do &lt;a target="_self" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/busca/?qu=Rio%20de%20Janeiro" class="busca_guia"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt; recebeu socos de um  estudante  durante reunião com de pais de alunos envolvidos em uma briga. A mãe   ajudou o aluno na agressão, conforme publicou a Agência Brasil nesta   segunda-feira (3), gritando palavrões para ofender a diretora e  arrancando a  fiação do telefone da secretaria para impedir que a  polícia fosse chamada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatório com esse e outros casos de  violência escolar foi encaminhado ao  Ministério Público pelo Sindicato  Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe)  do Rio. A categoria reclama  da insegurança nas escolas fluminenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Procuramos também a  Câmara de Vereadores e a OAB [&lt;em&gt;Ordem dos Advogados  do Brasil&lt;/em&gt;]  para cobrar do governo medidas que garantam a segurança das  pessoas”,  disse a professora Edna Félix, diretora do sindicato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  relatório também traz o caso de um professor ameaçado depois de  repreender  um estudante em sala. “Depois da aula, encontrei meu carro  pichado, com  referências a uma facção criminosa, a frase ‘vai morrer’ e  palavras obscenas”,  disse. O professor trabalha em uma &lt;a target="_self" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/busca/?qu=escola" class="busca_guia"&gt;escola&lt;/a&gt; em Campo Grande, na zona  oeste do Rio, e  relatou que tem medo de trabalhar, pois o aluno continua  frequentando  as aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DROGAS E DESVALORIZAÇÃO&lt;br /&gt;A antropóloga Alba  Zaluar, coordenadora do Núcleo de Pesquisas das  Violências da  Universidade do Estado do &lt;a target="_self" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/busca/?qu=Rio%20de%20Janeiro" class="busca_guia"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt; (Uerj), avalia que o   comportamento violento é consequência da desvalorização da profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Estamos vivendo uma crise das  figuras de autoridades”, define a  antropóloga. Para ela, ironia, desacato,  agressões verbais e às vezes  físicas seriam reflexo da postura cada vez mais  desafiadora dos jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para a pesquisadora, o problema também tem a ver com a aproximação do   tráfico de drogas na vida dos alunos. Os conflitos de quadrilhas são  levados  para dentro dos colégios, e os professores, diante disso, ficam  de mãos atadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não temos como acompanhar se está realmente  havendo um aumento dos casos de  violência nas escolas porque o poder  público não oferece dados oficiais”, disse  a pesquisadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular/noticias/mae-ajuda-aluno-bater-diretora-rio-professores-pedem-seguranca-555506.shtml"&gt;http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular/noticias/mae-ajuda-aluno-bater-diretora-rio-professores-pedem-seguranca-555506.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-8886961132672023486?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/8886961132672023486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=8886961132672023486&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8886961132672023486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/8886961132672023486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/mae-ajuda-aluno-bater-em-diretora-no.html' title='Mãe ajuda aluno a bater em diretora no Rio; professores reclamam de insegurança'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SUmj_yjCI/AAAAAAAAAFw/r1CNvNnj3mE/s72-c/violencia-professores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-534562711275055956</id><published>2010-05-07T19:06:00.009-03:00</published><updated>2010-05-07T19:24:12.022-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Quanto você se parece com sua mãe?</title><content type='html'>&lt;h1 style="color: rgb(255, 0, 0);" class="nomargin"&gt;Quanto você se  parece com sua mãe?&lt;/h1&gt;    &lt;p class="content nomargin"&gt;Aprenda uma técnica para reduzir  problemas de relacionamento&lt;/p&gt;&lt;p class="content nomargin"&gt;por &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.personare.com.br/quem-somos/colaborador/14/regina-restelli" title="Saiba mais sobre o autor"&gt;Regina Restelli&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SRRMIl6TI/AAAAAAAAAFo/U3wpsGKZRmQ/s1600/672_L.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SRRMIl6TI/AAAAAAAAAFo/U3wpsGKZRmQ/s400/672_L.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468655572035692850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="content nomargin"&gt;&lt;a href="http://www.personare.com.br/quem-somos/colaborador/14/regina-restelli" title="Saiba mais sobre o autor"&gt;    &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr class="off"&gt;  &lt;a name="body_anchor"&gt;&lt;/a&gt;          &lt;div id="magazine_articlecontent"&gt;&lt;div id="article_header"&gt;&lt;div class="controls clearfix"&gt;&lt;div id="article_content"&gt;&lt;a href="http://www.personare.com.br/revista/casa-e-familia/materia/544/quanto-voce-se-parece-com-sua-mae?utm_source=MailingList&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_content=otavioavendano%40hotmail.com&amp;amp;utm_campaign=Newsletter+-+07%2F05%2F2010" class="out" id="article_out"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Relações mães e filhos, tantas vezes tão  amorosas e tantas outras tão delicadas... Se você tem algum tipo de  problema no relacionamento com sua mãe, se ela tem o poder de lhe  irritar, adora mexer no seu ponto fraco, você nunca está certo e é  culpado por tudo, leia este texto. Conheça uma possível solução para  este problema que muitas vezes levamos para nossas terapias e, mesmo  assim, temos a impressão que sempre tem mais um ponto a ser trabalhado.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Enquanto vamos crescendo, nos agarramos a algumas conclusões  em relação aos acontecimentos de nossas vidas. Quando uma mãe, por  exemplo, reclama insistentemente e fala ao filho "Acho que só abrindo  sua cabeça para você entender!", não significa que ela vai realmente  abrir a cabeça da criança, mas muitas, podem registrar em seus  inconscientes o perigo que é expor suas vontades - e assim criar um  limitador de comportamento. Este padrão de medo pode se repetir em  vários momentos na vida adulta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O que vivenciamos quando  crianças vai sendo gravado em nosso inconsciente e formando as nossas  verdades absolutas.&lt;span class="eye_container"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;   Nossas porque não tem nada a ver com nossas mães, pais ou professoras  como costumamos dizer, mas sim com as conclusões das nossas fantasias  mentais em relação ao que vemos, ouvimos e experimentamos.&lt;/p&gt;      &lt;h2 class="bold"&gt;Causa e efeito das escolhas&lt;/h2&gt;           &lt;p&gt;Quantas vezes escutamos: "Não faça isso, não é bom para  você"? Muitos escolherão viver o supostamente errado e outros aceitarão a  orientação. Vai depender só da própria escolha. Quantos irmãos foram  criados pelos mesmos pais, estudaram nas mesmas escolas e são muitas  vezes muito diferentes?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Podemos optar em fazer a rebelião  e não repetir o comportamento de nossos educadores, mas geralmente  aceitamos o que nos é oferecido. Cada mente reage, aceita e cria o que  quer, do jeito que quer. As mães fazem o que podem e os filhos idem.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Já esta na hora de assumirmos que criamos conclusões e  programações internas. No decorrer da vida usamos como regra o padrão e  definimos o que necessitamos para sermos felizes. Na maior parte das  vezes, de uma forma bem inconsciente. Não somos vitimas de ninguém,  somos causa e efeito de nossas escolhas. Esse tipo de pensamento nos  fortalece, pois concluímos que ainda temos o livre arbítrio de escolher o  que viver.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com esta conclusão, gostaria de ressaltar que  quando vemos nossas situações de vida como algo de nossa  responsabilidade, chegamos mais perto das soluções e da felicidade.  Chega de colocar a culpa no outro! Não perca mais tempo acusando  ninguém.&lt;/p&gt;      &lt;h2 class="bold"&gt;Amor e perdão&lt;/h2&gt;           &lt;p&gt;Já pensou estar vendo o seu próprio reflexo no espelho,  quando está com a sua mãe? Se reconhecer nas ações dessa mulher que lhe  colocou no mundo, pode se tornar, em primeiro lugar, um grande  instrumento de autoconhecimento. Em segundo, de autocura através do  amor. E em terceiro de transformação da ralação com ela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existe  uma técnica que pode ajudar muito. Amar a si mesmo. Só isso. Se  reconhecer, se perdoar e se aceitar no fundo de seu coração. Parece bem  simples e por esta razão tão complexo num primeiro momento. O resultado é  que, se amar é a melhor forma de melhorar a si mesmo. E enquanto você  se melhora, melhora seu mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tudo que lhe irrita está  em você, não na sua mãe. Sei que é difícil escutar isso. Mas não  rejeite, experimente ver desta forma. Reconheça em você o aspecto da sua  mãe que lhe irrita, como prepotência, falta de limite, arrogância,  manipulação, medo e muitos outros. Assim feito, se perdoe por ter e agir  com esta característica e se aceite completamente. Você não é diferente  de ninguém, é simplesmente mais um humano único. Todos temos nossas  fragilidades e é só assumindo a totalidade de nossa personalidade que  podemos agir com mais consciência em nosso futuro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Repita  mentalmente:"Sinto muito. Te amo." Muitas e muitas vezes, com  humildade, até sentir que realmente se perdoou, aceitou e começou a se  amar. Faça isso quantas vezes quiser ou achar necessário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você  só reconhece este comportamento no outro porque ele está em você, de  outra forma ele não existiria na sua vida. Se houver o reconhecimento e a  aceitação com amor, tudo se desfará, transformará, transmutará. Você  cria consciência, muda seu padrão de comportamento e sua mãe começa a  agir de forma diferente. Isso serve para as mães fazerem com seus filhos  também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não existe fora. Toda hora que desejar melhorar  algo em sua vida, lembre-se que só existe um lugar onde procurar ajuda ?  dentro de você. E quando olhar, faça isso com muito amor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span class="eye_container"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;O que  vivenciamos quando crianças vai sendo gravado em nosso inconsciente e  formando as nossas verdades absolutas.&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span class="eye_container"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span class="eye_container"&gt;&lt;strong&gt;Créditos: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span class="eye_container"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span class="eye_container"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:arial;" &gt;&lt;a href="http://www.personare.com.br/revista/casa-e-familia/materia/544/quanto-voce-se-parece-com-sua-mae"&gt;http://www.personare.com.br/revista/casa-e-familia/materia/544/quanto-voce-se-parece-com-sua-mae&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;   Event.observe('article_in', 'click', PatternControler.ManageTextZoom.bindAsEventListener(this, 'article_content')); Event.observe('article_out', 'click', PatternControler.ManageTextZoom.bindAsEventListener(this, 'article_content'));  &lt;/script&gt;  &lt;/div&gt;         &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-534562711275055956?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/534562711275055956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=534562711275055956&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/534562711275055956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/534562711275055956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/quanto-voce-se-parece-com-sua-mae.html' title='Quanto você se parece com sua mãe?'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SRRMIl6TI/AAAAAAAAAFo/U3wpsGKZRmQ/s72-c/672_L.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-2593059425458242442</id><published>2010-05-07T18:39:00.003-03:00</published><updated>2010-05-07T18:56:53.393-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>"Tiramos o país da estagnação", diz Dilma Rousseff</title><content type='html'>&lt;div id="materia_chapeu"&gt; &lt;h2&gt;Eleições 2010 &lt;/h2&gt;                &lt;/div&gt;                      &lt;div id="materia_titulo"&gt;             &lt;h1&gt;"Tiramos o país da estagnação", diz Dilma Rousseff&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;           &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Leia a versão completa da entrevista concedida a EXAME pela  pré-candidata do PT à Presidência da República&lt;/h2&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;span id="materia_autor"&gt;    &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;EXAME.com&lt;/a&gt;                                            &lt;/span&gt;                      &lt;div id="materia_data"&gt;           03/05/2010 | 01:43           &lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SJHMQnabI/AAAAAAAAAFg/0rWiM7gTuv8/s1600/dilma-angela-460.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SJHMQnabI/AAAAAAAAAFg/0rWiM7gTuv8/s400/dilma-angela-460.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468646604177631666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;Brasília - A editora de EXAME em Brasília, Angela Pimenta, entrevistou a  ex-ministra da Casa Civil Dilma Roussef, atual pré-candidata do PT à  presidência da República. A petista falou sobre o histórico brasileiro  de presença estatal na economia, as possibilidades de investimento em  infraestrutura por parte governo e afirmou que a gestão do presidente  Lula foi responsável por tirar o país e as pessoas da estagnação  econômica. Confira a entrevista na íntegra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Quando a senhora fala da presença do Estado na  economia - e existe o Estado indutor e o Estado regulador - o que a  senhora exatamente está querendo dizer? No eventual governo da senhora,  qual seria o real papel do Estado na economia brasileira?&lt;/strong&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma Rouseff &lt;/strong&gt;- Primeiro, acho  importante destacar que o Estado - você pode avaliar nos anos  pós-República - que começa a se formar na década de 30 e vai até a  década de 50, foi um Estado empresário e relacionado com uma economia  muito pouco diversificada, com uma fragilidade imensa de vários setores  da cadeia produtiva industrial, dificuldades imensas na área de  prestação de serviços e bastantes conflitos com a garantia da prestação  de serviços básicos. Enfim, você tem um quadro que reflete uma economia  bem pouco desenvolvida. Depois nós vamos ter um Estado que é  convencionalmente chamado de neoliberal, mas eu acho que ele se  caracterizou por outras questões. Ele foi um Estado que desmantelou uma  parte do que se tinha e não colocou nada no lugar em termos de  eficiência, modernidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Quando foi isso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Eu acho que começa em 86, 87,  por aí...&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - No governo Sarney?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Não, acho que não foi no  governo Sarney. No governo Sarney ele ainda se mantinha. Acho que começa  mais forte talvez no governo Collor, em toda a crise naquele momento.  Uma parte disso diz respeito a uma profunda crise do Estado brasileiro,  que chega a um limite, a uma determinada forma de se organizar. Ele  entra em crise fiscal, porque tem o fato que houve sempre essa sombra da  crise externa sobre as finanças públicas brasileiras, como a crise da  dívida de 82, que praticamente inviabiliza a manutenção de padrão de  gasto público. E esse Estado tem uma característica ruim para o país  porque ele coincide com um período de estagnação muito grande, com o  crescimento baixíssimo da economia, um problema sério, porque ao mesmo  tempo em que a gente dava os primeiros passos para a democracia, uma  parte da população brasileira estava inteiramente marginalizada. Temos a  formação das grandes favelas. Você tem uma perda muito grande de  inclusão e mobilidade social, que ocorria nos períodos anteriores. E  inclusive situações de conflito: começam a aparecer vários conflitos  sociais por terra, nas cidades, sindicais e de todos os tipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E  é interessante ver que nesse período nós começamos a melhorar  politicamente. O &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt;  passa a ter liberdade de expressão, liberdade de opinião, liberdade de  imprensa, volta para os direitos básicos da criatura humana, como o  direito ao habeas corpus. Você vai ganhando musculatura e ao mesmo tempo  há uma crise profunda do Estado brasileiro. Isso explica, eu acho, em  nível internacional duas propostas, que era a da Thatcher e a do Reagan  que ganham corpo e formam o Consenso de Washington. E você tem um  desmantelamento do Estado brasileiro em termos de planejamento, de  gestão e daquilo que os Estados das economias desenvolvidas tiveram  acesso, como meritocracia e profissionalismo. Você tem os &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/estados-unidos1.shtml"&gt;Estados  Unidos&lt;/a&gt; e demais países que entram, já nesse período, já com uma  estrutura meritocrática e profissional, que eles nunca abandonaram, até  para intensificar seus negócios. Acho que o mais grave disso é que se  fez da necessidade, virtude. Havia necessidade de você reduzir gasto  público, fazer o ajuste fiscal, mas naquele período você nem fazia o  ajuste fiscal... Você pode olhar que o período do Estado neoliberal teve  pico de déficit fiscal altíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - A senhora está falando de quando?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Do governo FHC. Incluo sim. Nós  saímos de uma relação dívida/PIB baixa, em que chegamos a 56%. Houve  uma série de processos que naquele momento têm uma imensa fragilidade  externa. E a margem de manobra do &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt; é  desse tamaninho... Uma dependência absurda do Fundo Monetário  Internacional, naquela política mais tradicional que nós não vimos ser  aplicada nessa crise para nenhum país desenvolvido. Então, aumenta os  juros lá em cima e corta todos os gastos sociais e impede o reajuste do  salário mínimo. Impede qualquer política de investimento público e o  Estado faz parte do problema em todas as crises. Em todas as crises:  você pega a da &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/asia1.shtml"&gt;Ásia&lt;/a&gt;,  pega Rússia, pega &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/argentina1.shtml"&gt;Argentina&lt;/a&gt;,  pega a do México, que foi a primeira dessa etapa. E você vai ver que há  um processo grave em que o Estado quebra junto. O primeiro a ser  afetado é o Estado, até porque vai num crescendo com a indexação da  dívida pública ao dólar. Bateu a crise externa e você não tem margem de  manobra nenhuma, e reservas baixíssimas. E uma dificuldade enorme para  assegurar um espaço de manobra internacional.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;E  então chegamos nós. Nós chegamos nesse contexto. E não vamos esquecer  que nós chegamos ao governo quando tinha 14 bilhões de dólares devendo  ao FMI e uma inflação de 12% tendendo a maior e o início da explosão do  déficit público. Ele tinha voltado a acelerar, porque no primeiro  governo Fernando Henrique eles deixam o déficit solto. No segundo  período, eles tentam dar um controle. O que nós fomos obrigados a fazer?  Em 2003, nós fizemos um ajuste fiscal brutal. A nossa margem de manobra  era zero. Nós entramos numa situação extremamente difícil e vocês  encontraram ali uma pessoa, o Antonio Palocci, que apesar de médico  soube construir as condições nas quais nós pudemos entrar num novo  período, no governo do presidente Lula. Nós saímos desse período de  crise das contas públicas, de absoluta fragilidade externa e do período  em que se perdia o controle sobre a inflação e ela explodia. Eu acho que  o mérito do primeiro governo Lula é ter sabido estruturar uma nova  etapa nessa questão do Estado. Porque estruturar uma nova etapa na  questão do Estado? O que nos distingue dos períodos anteriores é que nós  abrimos uma nova era de prosperidade para o Brasil. Acho que o Brasil  de crescimento estabilizado, ou seja, nós não crescemos no stop and go,  nós passamos a crescer de forma sustentada. Agora, com um esforço  enorme: primeiro estabilizamos a economia. Mantivemos alguns pilares.  Exemplo: mantivemos a inflação sob controle. Mantivemos as contas  públicas - nunca deixamos de fazer o superávit primário. Reduzimos a  relação dívida líquida/PIB. Reduzimos também toda a parcela indexada da  nossa dívida ao dólar. E absolutamente diferente de qualquer política  macroeconômica do passado, construímos um colchão de reservas, que,  aliás, foi muito criticado. Vocês lembram bem como foi criticado a gente  ter montado os 243 bilhões de dólares que hoje nós temos de reservas,  mas que deu margem de manobra para o país diante dessa crise. Bom, isso  eu acho que foram os pré-requisitos fundamentais para a gente ser o que a  gente é hoje. E para termos chegado aos 8,75% de juros. Porque nós  reduzimos os juros com estabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME -  Os juros vão subir?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Não sei. Não faço prognósticos sobre juros porque eu acho que não é  adequado. Acho que nenhum candidato deve fazer isso e eu como ministra  jamais fiz. Então o Estado que nós viemos é de uma outra economia.  Primeiro, o setor privado, que eu chamo de darwiniano, porque ele sofreu  tanta crise, ele superou tanta dificuldade, todos os planos que a gente  lembra. E chegou a um ponto em que os nossos empresários sobreviventes  são empresários que ganharam eficiência e um alto nível de  produtividade. E nós saímos desse processo mantendo na sua  diversificação possível uma economia privada competitiva que já tinha  experimentado todas as adversidades numa abertura, que foi necessária, e  numa globalização. Eu acho que o nosso setor privado provou que ele  tinha resistência e musculatura, porque sobreviveu às crises. Aí nós  chegamos ao governo. Nós temos um Estado absolutamente inadequado para  as exigências dessa nova era de prosperidade. Um exemplo: planejamento.  Eu lembro que em 2004, quando eu passei a lei de modificação do setor  elétrico no Congresso, era considerado um absurdo o Estado voltar a ter  horizonte de planejamento. Como se as grandes empresas do mundo não  planejassem. A Exxon planeja, a Shell, todas as grandes petrolíferas.  Todas as grandes empresas do mundo têm uma coisa que se chama  planejamento estratégico.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Eu estou falando de um  setor chave. O que eu acho que aí o ex-ministro Delfim Netto tem razão: o  Brasil sempre teve dois problemas. O energético, como foi a crise do  petróleo e a falta de energia. Uma das razões fundamentais para uma  crise de energia é não ter horizonte de planejamento. No setor elétrico  você planeja em dez anos, constrói em cinco e monitora em dois. Se você  não fizer isso, é surpreendido por falhas incontornáveis. Porque  qualquer sistema pode ter falhas episódicas. Ele é um produto humano,  não é perfeito. Mas ele não pode ter falha sistêmica, estrutural. Não  ter, por oito meses, os megawatts suficientes para abastecer o mercado  do porte do brasileiro é falha sistêmica. Por quê? Porque a decisão que  te garante que você vai ter investimento no Brasil em energia, ela é  tomada, no mínimo, cinco anos antes. Se considerar todas as exigências  legais, é mais, são seis anos. Você coloca um ano para licenciamento,  projeto base e para projeto executivo, e cinco para construir. Então, o  Estado indutor é um Estado que recupera ferramentas que são exigidas  pela complexidade da economia brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - Mas é Estado indutor e produtor? Essa é uma grande questão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - A palavra “indutor” não permite  supor que haja uma participação direta. Ele só induz. Quer um bom  exemplo de indução? Você acredita que no regime capitalista é possível  não ter crédito? Nós saímos dos 380 bilhões - vou arredondar, ok? - dos  400 bilhões de reais de crédito e fomos para 1,4 trilhão de reais. Não é  a mera espontaneidade e o livre jogo das forças do mercado que fizeram  isso. É impossível investir em infraestrutura em qualquer país do mundo  sem financiamento de longo prazo. Em 2003 e 2004, sabe qual o máximo que  se financiava no Brasil? Sete anos, para alguns escolhidos exemplares,  ou seja, para gente que tinha níveis de garantia. Essa estrutura de  crédito é incompatível com o avanço econômico. Quando o pessoal fala que  o Programa de Aceleração do &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/crescimento1.shtml"&gt;Crescimento&lt;/a&gt;  é o Orçamento Geral da União. Onde no mundo um programa de aceleração  do crescimento ou um programa de infraestrutura é o Orçamento Geral da  União? Em nenhum lugar. Em todas as economias, todos os programas de  infraestrutura se sustentaram em cima do crédito. Aí entra outra vez o  indutor. O que é o indutor? É aquele que fornece crédito. Por quê?  Porque é aí que tem que ser o Estado no Brasil. Sinto muito, mas se você  for depender do financiamento de longo prazo dos bancos privados,  internacionais e nacionais, você tem pouco, você não tem a quantidade  necessária. Então, de certa forma, nós vamos ter que esperar isso daqui a  pouco. Porque isso vai ser uma exigência do nosso desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Como é que a gente pode conceber que um desenvolvimento  de infraestrutura não seja um processo em que o tomador é o setor  privado? É impossível. Porque o Estado não faz um milímetro, um  quilômetro de estrada. Tirante o Exército, que às vezes nos socorreu, é  empreiteiro que vai fazer. O Estado não faz ferrovia. Não faz  hidrelétrica. Ninguém tem dinheiro do bolso para botar. Nem a dona  Petrobrás que é uma das maiores empresas de energia hoje do mundo. A  estrutura de crédito tem que ser adequada para que os empresários possam  tomar. Nós precisamos que as garantias não sejam as absurdas que foram  no Brasil. Por quê? Houve uns anos no passado em que em empréstimos sem  critério, nós passamos a uma exigência de garantia patrimonial. Quando o  mundo discutia o project finance, que é não ter garantia patrimonial.  Então, o Estado indutor é aquele que toma as medidas necessárias não só  para o ambiente de negócios ser adequado, mas para viabilizar os  investimentos do segmento privado da economia. Sem o que não sai uma  obra no país. A grande incompreensão que às vezes há de alguns segmentos  é supor que nós podemos - e que para o setor privado é bom - um Estado  omisso. Não é bom na prosperidade e não é bom na crise. Ninguém entra  numa nova era de prosperidade sem os elementos institucionais que levam a  gente ao desenvolvimento. Colocar o investimento na ordem do dia não é  retórica. É assegurar que houvesse primeiro o crédito, o mínimo de  planejamento e projeto. O Brasil não fazia projeto, por quê? Porque  alguém faria projeto se não tinha o dinheiro para executar? O que leva  um ministério a montar sua prateleira de projetos, se ele sabe que o seu  investimento em saneamento está restrito a 264 milhões de reais? O que  ele faz? Nada. Ele não vai botar um tostão. O Estado indutor é o Estado  que assegura que as condições para aquele processo de crescimento  ocorra, ele apresente. Mas não é para ele fazer. Ele por isso tem de  dialogar com o setor privado.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Nós  estamos muito interessados em saber o que seria mudado ou aprimorado  numa próxima gestão. Por exemplo, nas concessões de estradas, um terreno  em que a gente ouve muita crítica do empresariado. E os aeroportos  também. A senhora poderia linkar essas duas coisas olhando para o  futuro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Então nós  chegamos num terceiro Estado, que é o Estado da era da prosperidade no  Brasil, que tem de ser um Estado moderno, meritocrático. Ele tem de ser  um Estado profissionalizado. Você tem que voltar a fazer concurso, você  tem que voltar a ter funcionário de qualidade. Eu não posso admitir que o  funcionário que fiscalize ganhe quatro vezes mais do que o funcionário  que execute. Nós temos que romper com essa lógica que foi a lógica do  ajuste fiscal. Porque era só o que nós fazíamos no passado: ajusta,  ajusta, ajusta. O Estado estava em crise e externamente nós estávamos em  crise. Levaram vinte anos desmontando esse Estado até que ele tinha, eu  acho, deseconomias, tinha inchaços, a estrutura não era adequada para  os tempos atuais, até porque os instrumentos de planejamento mudaram. Os  instrumentos de gestão melhoraram e nós vamos ter que incorporar tudo  isso. Nós, no governo Lula, mudamos o pneu com o carro andando. Nós  fizemos o ajuste e todo o nosso objetivo era reconstruir as condições  para essa nova era de prosperidade. Eu acho que nós já fizemos o  alicerce.&lt;/p&gt;Daqui para frente nós vamos ter que  recompor as condições de planejamento logístico do país. A questão das  rodovias não é e não pode ser se a rodovia está com buraco ou não. Acho  que no que se refere ao horizonte de manutenção, ele deve ser de cinco  anos. E o empreiteiro que faz a manutenção da rodovia garante um nível  de serviço. Aí tem outra visão, porque a manutenção no Brasil foi feita  nos últimos anos sempre no curto prazo, porque também não tinha  dinheiro. Não era possível fazer um contrato de cinco anos, porque não  tinha horizonte. A conseqüência de se ter uma crise no Estado é essa.&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Isso  no caso das rodovias estatais?&lt;/strong&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Não tem rodovia privada que não seja rodovia planejada pelo Estado.  Não existe. Concessão é o planejamento do Estado, o Estado pegando a  rodovia e falando: setor privado, venha fazer a rodovia.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Das vinte melhores estradas do &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt;,  19 são tocadas em concessão e quase todas estão no estado de São Paulo.  É um regime que parece que funciona. A questão é: esse modelo vai ser  replicado para o Brasil como um todo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Eu posso falar especificamente sobre rodovia. Ao falar em rodovias,  tenho que falar em modais. O governo federal tem que olhar a  interligação da rodovia com a ferrovia, hidrovia e o porto e tenho  também de interligar com o aeroporto. Nós tínhamos uma estrutura de  planejamento que se chamava Geipot. Ela acabou. Em alguns lugares  sobraram algumas coisas, principalmente no Instituto de Engenharia do  Exército. No caso específico de rodovias, daqui para a frente vamos ter  de cuidar de uma coisa que se chama “custo Brasil.” Você tem três tipos  de rodovia: tem uma rodovia que é lucrativa. Você tem uma outra rodovia  que não é lucrativa. E você tem um terceiro tipo de rodovia que tem de  pavimentar mesmo que ela ainda não tenha uma demanda completa. Mas você  sabe que o potencial da região é tão grande que é importante que você  faça. O que aconteceu no Brasil? Quando o Estado quebra, você várias  formas de aumentar a arrecadação. Você tem o imposto direto e tem uma  outra que chama tarifa e concessão onerosa. É interessante que o Brasil  não olha isso como sendo uma tributação e é uma forma velada de  tributação porque eu pego aquela estrada e ela é desvirtuada. Por  exemplo: uma estrada lucrativa. Eu faço uma concessão onerosa, boto uma  tarifa lá em cima, arrecado dinheiro e aplico numa outra que não é  lucrativa. O efeito é que as rodovias lucrativas passam a pagar tarifas  absurdas e é por onde se passa o maior tráfego do Brasil. Eu estou  fazendo duas coisas: primeiro, eu estou cobrando uma tarifa de uma  determinada população, juntando dinheiro e jogando para o outro lado. É  uma forma de arrecadação de recursos de subsídio cruzado, com todas as  distorções. E, além disso, eu onero a produção. Isso é absolutamente  justificado para um Estado em crise, quebrado. Por que nós paramos de  fazer isso? Porque nós achamos que é justo conceder e tarifar, mas não  fazer arrecadação por concessão onerosa. Você pode olhar que todas as  nossas rodovias foram concedidas sem a concessão onerosa. Não arrecado  nenhum tostão e não volto para a outra estrada.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - A reclamação que se tem do setor privado é que foi feito pouco... &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Nós tentamos fazer a BR-163.  Sabe qual foi o modelo de negócios que apresentaram? Uma tarifa de 800  reais. Eu não acho essa tarifa compatível para o Brasil. Por isso, nós  voltamos a fazer obra pública, por isso nós fazemos concessão. É  dinheiro do Orçamento Geral da União que vai para a estrada. Porque hoje  o Estado pode fazer isso. Ele não está quebrado. Ele tem dinheiro. É só  olhar a alteração nos valores que aumentaram no Ministério dos  Transportes. A mesma coisa acontece no Brasil com ferrovia, que não é  feita no Brasil há muitos anos. Uma das coisas mais graves nas estradas é  que por elas passam veículos que tem uma capacidade de deterioração da  estrada violenta. Trafega minério pela estrada e você vai ver o que  acontece com ela. O típico tráfego é ferrovia. Qual é o nosso  planejamento de ferrovia? É a Norte-Sul, a Transnordestina, a  Oeste-Leste, a de integração do &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/centro-oeste1.shtml"&gt;Centro-Oeste&lt;/a&gt;,  que é Uruaçu e Lucas do Rio Verde. Esse ano nós vamos acabar em  Anápolis. E vamos deixar licitado o de Anápolis até Estrela do Oeste, em  São Paulo, então você vai ter Norte-Sul com quase 1 000 km. E nós  estamos propondo no PAC 2 de Panorama a Dourados. E vamos concluir o  trecho que sai de Salgueiro e sobe para o Sará. Isso aqui é a  Oeste-Leste. Ela está sendo licitada agora e vai levar de uns quatro a  cinco anos para ser feita. E esse trecho que liga o norte ao sul do  país, chegando a São Paulo, nós vamos deixar prontinho nos próximos  quatro anos. Isso significa mudar a logística do país.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Quando falarem em logística, eu pergunto: e os outros  modais? Como é que eu integro isso com ferrovia, hidrovia e aeroporto?  Uma das mais importantes hidrovias está em são Paulo, a Tietê-Paraná.  Esta é uma das minhas ambições - resolver isso e colocar dinheiro em  parceria com o estado de São Paulo. Para várias coisas dessas, a União  faz sozinha. Em outras, é muito importante a parceria, até porque os  estados tiveram os mesmos problemas que a União teve em desmantelamento.  Mas muitos estados têm estruturas de planejamento que você pode  aproveitar projetos. São Paulo é um caso. O que eu estou tentando falar é  o seguinte: no Brasil nós temos que tentar implantar de forma clara. O  produtor A e o produtor B vão ter direito de passar a carga de chegar ao  porto e botar no navio e despachar a carga. A concorrência é condição  para se ter um sistema logístico decente. Um dos problemas é o direito  de acesso das ferrovias. O que é uma nova era de prosperidade? É uma  nova era em que todos podem crescer. Todos vão ter direito de crescer. O  grande empresário, mas o médio e o pequeno também. Criar uma  institucionalidade para isso, uma logística, implica, por exemplo, o  porto, primeiro, dar conta de uma tarefa que antes não era possível no  Brasil. Porque antes não tinha dinheiro para você contratar a dragagem e  a garantia da derrocagem e dar um prazo para que o serviço fique pronto  em X anos. Como não tinha dinheiro, as pessoas faziam meia-sola.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Qual a novidade do governo Lula? Nós fizemos a  estabilidade macroeconômica para poder garantir que o porto tenha isso.  Agora, mudamos também o marco regulatório. Criamos o porto público que é  o direito de qualquer um usar e licitamos também terminais específicos  para empresas privadas. Você combina as duas coisas. O porto público  segura todo mundo. O terminal privado vai pegar o grande exportador que  precisa dele para acelerar a sua exportação. O que eu estou dizendo em  logística vale para muitas outras coisas. Uma nova era de prosperidade -  eu vou insistir muito nessa palavra - é nutrir uma abundância  institucional na forma do Estado olhar o setor privado. E eu acho que  nós fizemos isso. O Minha Casa, Minha Vida é obra conjunta. Se a gente  não tivesse chamado o pessoal da construção civil, as grandes empresas, o  pessoal da CBIC, sentado com todos eles e escutado como é que eles  queixavam amargamente de que eram 33 meses de um ciclo de negócios,  entre o cara falar eu vou fazer e entregar a chave para o proprietário.  Eles se queixavam do passeio do dinheiro que saía daqui, vai lá para o  Estado e vai lá para a prefeitura e dá a volta - isso para a habitação  de interesse social. Agora é Caixa-empresa-mutuário. E aí, não tem  intermediário. Além disso, de zero a três salários mínimos, onde estão  90% do déficit, não fecha a equação. Aqui tem que ser subsídio, que foi  uma palavra proibida. Eu me lembro perfeitamente.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - A senhora falou várias vezes: agora o Estado tem dinheiro. Mas o  Estado vai ter dinheiro para fazer tantas coisas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Não. Não dá para ficar  financiando todo o investimento de longo prazo. Eu acho que tem o  mercado de capitais e os bancos privados nacionais e os bancos privados  internacionais. Ou o Brasil faz uso de todas as formas de financiamento,  ou utiliza os todos os esquemas de financiamento possível, ou não  daremos conta das necessidades que teremos. Nós não temos trinta  empresas grandes construtoras que podem arcar com um projeto de porte.  Então ela toma um projeto aqui, outro ali e assim por diante. Você tem  projeto de grande escala na área de energia, na área de transporte,  hidrelétrica, petróleo, estaleiro. Aí eu te pergunto o seguinte: tem um  grande problema que é a garantia patrimonial. Você não pode pegar e  jogar tudo no balanço das empresas. Esse não é um problema apenas  brasileiro. Todo o surto de crescimento asiático se deu porque eles  criaram os recebíveis - o project finance - que é uma forma de você  contornar isso. Nos temos que gerar um project finance à brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Seria através do BNDES?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Eu acho que sim, mas vou  repetir. Eu acho que os bancos privados têm que entrar.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Os estrangeiros também?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Se eles quiserem entrar, são  muito bem-vindos. O problema hoje é o seguinte: não pode querer  participar só do melhor. Tem que participar de tudo.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Mas existem mecanismos para fazer  isso, não é?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Na  área de financiamento também não é bem assim. Você também não pode  exigir que o banco saia por aí financiando uma coisa que não vai dar  retorno. Isso não é realista. A capacidade de gerenciamento nossa,  doméstica, aumentou. Nós não precisamos mais vender a alma para  conseguir o financiamento. Eu me lembro que quando eu cheguei ao governo  eu tinha que fazer o Gasene. Chamei um banco e o segmento que  tradicionalmente financiava o &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt;.  E eles me disseram que estavam muito expostos à Petrobrás, o que  naquela época eram 6 bilhões de reais. Ai, a vida nos levou aos  chineses, que financiaram o Gasene em quase 1 000 km. Eles falaram que  não ia dar certo, que os chineses fazem de má qualidade. Pelo contrário,  eles fizeram de muito boa qualidade, no prazo e com operários  brasileiros. Eu me lembro que a diversidade de interesses de quem quer  investir no Brasil é muito grande.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Em relação ao  capital estrangeiro, é preciso criar condições para que eles venham. Se  você não for amigável, eles não vêm. Nós não precisamos criar condições  além do que o ambiente de negócios aqui já oferece. Por quê? Porque  temos várias vantagens: temos o que se chama grandes projetos  greenfield. Nos outros países do mundo, os projetos greenfield têm taxas  menores de remuneração. Somos atrativos e somos um país estável. Nunca  desrespeitamos contratos. Outro dia me perguntaram: se vocês são contra a  privatização, porque vocês não retomaram as empresas privatizadas? Por  um motivo muito simples: mesmo se fôssemos a favor de reestatizá-las,  nós respeitamos contrato. Respeitar contrato num país como o nosso é um  patamar de exigência absoluto. O governo passado fez tal contrato, eu  respeito. Aí é a visão que o investidor vai ter de você enquanto Estado,  enquanto país. Tanto o privado nacional quanto o internacional.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - A senhora reestatizaria o sistema  Telebrás, ou a &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/vale1.shtml"&gt;Vale&lt;/a&gt;?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - [Não, em gesto feito com a  cabeça]. Olha o que eu acho gravíssimo se privatizasse: acabar com o &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/banco-do-brasil1.shtml"&gt;Banco  do Brasil&lt;/a&gt;,a &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/caixa1.shtml"&gt;Caixa&lt;/a&gt;  Econômica e transformar o BNDES em agente de privatização do patrimônio  público e não em banco de desenvolvimento e investimento. Pegar a &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/petrobras1.shtml"&gt;Petrobras&lt;/a&gt;  e dividi-la e privatizá-la. Ou privatizar nacos da Petrobras. Eu não  acho a telefonia grande coisa hoje. Não acho que tenha problema nenhum.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/embraer1.shtml"&gt;Embraer&lt;/a&gt;,  Vale, nenhum desses?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Acho que nós precisamos de um marco regulatório. Privatizar o minério  e não botar marco regulatório faz com que os negócios fiquem um pouco  soltos. Eu acho que há necessidade. Um dia me contaram que toda a  arrecadação de participações especiais de Campos dos Goytacazes, no Rio  de Janeiro, é igual ao do estado de Minas Gerais no que se refere ao  minério. Aí está errado. É muito pouco, porque o petróleo é uma variante  de minério. Não tem cabimento que os tratamentos sejam tão díspares.  Esse é um pleito que você vê sempre em Minas, na sociedade mineira e por  partes de governos como o de Minas, do Pará, Bahia, Espírito Santo,  Amapá. Os grandes estados minerários do Brasil têm esse pleito.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - O novo marco seria no formato em que o  ex-ministro Edison Lobão vinha trabalhando?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Aí eu não posso responder, mas  imagino que seria, porque eu sempre tenho uma boa interlocução com eles.  Nos últimos tempos, eu não participei dessa discussão. Em linhas gerais  tenho certeza de que concordo com o Lobão porque eu conversei com ele.  Mas não tenho conhecimento profundo do que foi escrito para saber. Posso  achar que está muito, mas posso achar que está pouco. Ai eu sou  mineira. Pode ser um pouquinho mais ou um pouquinho menos. Agora, uma  forma perigosa em relação à Petrobras e que tem efeito macroeconômico.  Proíba a Petrobras de investir em refino. Fala que a Petrobras só tem de  investir em exploração, produção e prospecção, e assim mesmo pouco.  Sabe o que acontece? Como nós somos abastecidos por refinarias quando a  utilização da capacidade das refinarias chega a 92%, começa a ficar  perigoso. Qualquer problema numa refinaria, sabe o que significa?  Significa importar petróleo. E isso desequilibra a balança de  pagamentos. É impossível olhar empresas desse tamanho sem olhar o país  também.&lt;br /&gt;Então, o Brasil ficou quase 25 anos sem investir em refino  se eu não me engano. O Brasil proibiu a Petrobras de entrar em  petroquímica. Então, a não ser que a gente conte uma história de fadas  para nós, tem certos mercados internacionais que não só são imperfeitos,  cheios de distorções, inclusive guerras, briga de cachorro grande, ou  seja, a empresa tem de ter porte para entrar e você tem de ter  musculatura para entrar na competição. E isso ocorre com a petroquímica.  Você não dá um passo no mercado internacional com a petroquímica deste  tamanhozinho. E aí eu te pergunto: nós vamos ter petróleo em quantidades  “arábica-saudiaanas.” Nós vamos ter bastante petróleo. Então, a troco  de quê você exporta o óleo bruto? Nós não somos um país sem know-how...  Você sabe a diferença de preço? Multiplica por 1 000. O preço  internacional de produtos petroquímicos em relação ao petróleo bruto.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Agora, quando a Petrobras fica essa  coisa gigantesca - ela se define como uma empresa de energia e não uma  empresa de petróleo. Ela entrou no etanol, entrou na petroquímica, e  teve a questão da &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/braskem1.shtml"&gt;Braskem&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Todas as empresas  internacionais são verticalizadas.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME -  Quando se tem no Brasil uma empresa do porte da Petrobras - não é ruim  ser uma empresa grande, não é isso. Mas quando se olha a listas das  maiores empresas, em relação ao resto do ambiente empresarial, ela é  enorme. A Petrobras fica tão monstruosa que você começa a ouvir coisas  assim: não dá para competir com a Petrobras. Ela vai ficar sozinha.  Então desestimula a competição em etanol, por exemplo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Isso não acontece. O problema do  etanol é que hoje ele é 25% internacional e você tem aqui um horizonte  significativo de 75% privada nacional. Então a parcela que a Petrobras  pode ter nesse mercado não é muito grande. Mas ela tem de estar  presente. Porque ela é um fator de equilíbrio. Você não pode pegar todo o  seu mercado de energia sem deixar uma presença pública e uma presença  privada nacional e internacional. Aí não tem problema. Agora, não há  possibilidade de fazer o que nós vamos fazer - não é pelo tamanho da  Petrobras. Eu acho que a Petrobras tem de diferente é que a Petrobras  não é uma empresa qualquer. Ela gerou a tecnologia que possibilitou que  nós descobríssemos petróleo em águas profundas. Nós hoje somos  reconhecidos por isso. É essa a diferença da gente para a Statoil. Ela  não tinha tecnologia de águas profundas. Nós não só temos a tecnologia,  como somos considerados dos melhores internacionalmente. Não existe  motivo pelo qual a Petrobras não seja a principal executora do pré-sal.  Agora, se você me perguntar: a Petrobras tem que ser controlada? Eu  digo: tem sim, porque ela é uma empresa e a ANP tem de controlar, mas  nós também no caso do pré-sal criamos uma outra empresa para controlar,  que chama Petrosal. Talvez seja outro nome porque esse aí já existe. Nós  também olhamos a experiência internacional e aprendemos com a Petroro.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;O que está em questão no pré-sal? Está em questão quem é  que fica com a renda. O petróleo hoje - talvez o ouro um pouco e a  terra um outro pouco - é o único ativo que te dá uma relação custo  normal e o preço desproporcional. Ou seja, você tem uma renda pelo  petróleo, que depois de você pagar e remunerar muito bem o capital,  cobrir todos os custos, você ainda tem uma renda. Essa renda, ninguém  que tem petróleo do tipo nosso, que é boa qualidade, sabendo onde, baixo  risco, deixa essa renda com as empresas, aí incluindo a Petrobras. A  grande parte dessa renda tem de ir para a União, para o povo brasileiro.  Por isso é que você vai ter que ter uma empresa controlando. Então,  esse nível de controle é o primeiro passo. E depois a ANP controla a  Petrosal e controla a Petrobras. Por isso, você tem que reforçar a  agência reguladora. É por isso que a gente fala que é um Estado  regulador e indutor. Eu sou muito a favor de profissionalizar daqui para  frente, porque todo mundo passou as peripécias da falta de dinheiro.  Agora é que melhorou um pouco. Quando estava melhorando, veio a crise e  nós tivemos que fazer muita desoneração. O corte foi grande. Nós fizemos  uma contenção de despesas. Ela não é fictícia. Mas nós já retomamos o  nível de atividade e o aumento do PIB vai retomar o nível de arrecadação  para todo mundo, para o município e estados. E eu acredito que nós  entramos numa fase de desenvolvimento sustentável num patamar de 5%.  Acho que nós podemos manter isso para o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Mesmo sem reformas, ministra? Se a  senhora for eleita, qual é a sua prioridade número 1 nesse terreno das  reformas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Duas:  política e tributária. Acho que não vai haver nenhum governante  brasileiro que queira aperfeiçoar as instituições brasileiras que não  proponha a reforma política. Está cada vez maior a consciência disso. Eu  diria que eu sinto isso entre alguns congressistas também. Mas a mais  difícil de passar eu não acho que seja a reforma política. É a  tributária. Tem uma questão federativa... Não vai passar a reforma  tributária se não houver algumas compensações. Nós vamos ter que montar  um sistema de transição com compensação para os estados. E na questão da  eficiência, hoje nós temos a experiência de que a redução tributária é  algo essencial no país. Veja o nível de redução que em plena crise que a  gente segurou. Por que a gente segurou? Porque a gente percebia que  incentiva o setor privado. Você tira um peso de cima dele. Então, a  reforma política é pela questão da estabilidade e melhoria institucional  do país. A questão do financiamento de campanha aberto, a questão de  ter fidelidade partidária, de ter partidos mais fortes. A melhoria da  relação e da governabilidade do país de uma forma mais impessoal. Agora,  em termos dos nossos saltos, eu acredito que a reforma tributária é a  reforma das reformas.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Mas a senhora  acha que é uma reforma com R maiúsculo ou seria o caso de encaminhar  para pequenas mudanças que desonerem a economia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - O bom seria que a gente pudesse  fazer uma reforma com R maiúsculo e um T.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - Seria nos moldes propostos pelo ex-secretário Bernard Appy?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Seria uma parte daquele jeito,  mas antes é de bom tom que se converse e se negocie com os governadores  eleitos, que se abra todo um processo de negociação no início do  governo. O momento mais tranqüilo seria no início de governo. Tem de  acabar com os tributos em cascata. Hoje nós também temos distorções  muito grandes: um estado pode desonerar o ICMS de uma porção de produtos  importados e o produto transita por lá e o outro estado produtor sai  prejudicado. Isso está quebrando a nossa indústria. A ausência de um  sistema tributário mais transparente simples provoca é muito grande.  Você veja também a questão da desoneração da folha. É uma distorção no  nosso país a gente desprezar quem emprega mais. Agora, se você mexer  nisso sem as devidas compensações, você produz efeitos danosos. Mas eu  acho que isso tem que ser a pauta.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - A  senhora faria uma reforma trabalhista?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Acho que não é por aí, aquele negócio de flexibilizar a legislação do  trabalho - até que tem gente que faz essa proposta bem  intencionadamente. Mas eu acho que ela leva à diminuição de direitos  trabalhistas e à redução de salário. Eu acho que o &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt;  não é excessivo hoje em matéria de greve. O Brasil não é excessivo em  matéria de direitos. O setor operário brasileiro teve um comportamento  irrepreensível diante dessa crise. E quando eles falaram, estão  desempregando e não é necessário, eles estavam cobertos de razão. Porque  o pessoal resolveu botar o pézinho no freio mais do que devia. Tanto é  que saiu correndo depois, empregando outra vez. Eu acho que no campo  trabalhista a discussão é outra. Para não dar a impressão errada, eu  acho que tudo isso é uma questão que tem que ser discutida. Não sai da  cabeça do chefe do executivo e vai sendo implementado. E durante várias  vezes ao longo do governo do presidente Lula nós dissemos que isso era  muito importante.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;E não é possível que a gente  resolva os problemas de arrecadação tributando mais. Não é possível  pegar áreas que perpassam a economia brasileira, a sociedade e a  comunidade brasileira de ponta a ponta e aumente o tributo. Exemplo:  energia elétrica. Porque aí é o problema do novo custo Brasil. O custo  Brasil já deixou de ser aquela questão de como é que eles olhavam.  Muitas vezes a gente olhava o custo Brasil e até pra olhar se estavam  cobrando muito de taxa interna de retorno, tinha gente para quem o risco  Brasil caía para 200 e eles continuavam precificando o risco em 1 000.  Eu peguei uma vez uma taxa interna de remuneração de uma rodovia de  25,26% em termos reais e sabe onde estava a distorção? Um dos fatores  era o parâmetro do risco Brasil, no custo médio do capital. Agora o  risco Brasil vai ser o problema do investimento. Vai ser quanto nós  vamos cobrar de tarifa, como nós vamos ver o financiamento de longo  prazo e vai ser isso que eu acabei de dizer.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - E a senhora pensa em fazer a reforma previdenciária?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Na previdência demos uma  demonstração de que essa é uma questão superada, porque é como o  presidente Lula sempre fala: a &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/previdencia1.shtml"&gt;Previdência&lt;/a&gt;  de uma certa forma está equilibrada. Ela está com um déficitizinho. Se  você tirar toda a parte da política social que é o fato da gente ter  dado a aposentadoria rural, a gente ter feito uma série de benefícios e  que você bota na sua conta. Aí é na conta do Tesouro. A conta da  Previdência está sendo equilibrada. Ela sofreu uma mudança radical  quando vocês nem eram nascidos. Hoje você não vê fila na previdência.  Não só o José Pimentel, mas também o Nelson Machado, o Marinho, todos os  ministros da Previdência. Acho que eles deram uma grande contribuição  que foi a capacidade da gente ajustar a fila, que foi melhorar o  atendimento, fazer um diagnóstico claro do desequilíbrio e começar a  reduzir o déficit previdenciário, porque também se reduz o déficit  previdenciário quando a economia começa a se movimentar e a contratar  mais trabalhadores. Outra questão que eu acho fundamental foi o Simples.  E uma das coisas que eu vou ter o maior empenho é na questão do pequeno  e micro empresário de serviços comercial e industrial.&lt;/p&gt;Por quê? Eu acho que a agricultura familiar brasileira  melhorou muito depois que nós começamos a fazer uma política específica  para ela. Apesar de responder por uma parte expressiva da produção de  alimentos - ela não tinha assistência técnica e o crédito era precário e  não tinha uma tentativa de modernizá-la. Acho que o Programa Mais  Alimentos serviu para uma coisa: a produção de tratorezinhos, que a  última vez que eu vi estava em 23 000 e já deve ter aumentado. Nós  seguramos a produção de tratores na crise e 80% foram para a política do  Mais Alimentos. Eu acredito na mesma coisa que foi feita, um tratamento  especial com um órgão do governo só cuidando da pequena, média e da  micro propriedade brasileira que é a que mais emprega. Nós temos um  empreendedorismo recente que é uma coisa interessante no Brasil. Essa  capacidade das pessoas abrirem negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Mas eles morrem muito rápido...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Mas é aí que eu acho que tem de  entrar o governo. Tem que fazer uma avaliação de porque morre. Se  morrer de morte morrida, está ok, mas de morte matada, não. É papel do  governo impedir que morra de morte matada, por causa da burocracia, do  ambiente inadequado para eles, de todo um peso em cima deles. Hoje tem o  Simples, que também melhorou muito. E para nós aqui [mulheres] tem um  estudo do SEBRAE que fala isso: houve uma interação da mulher com o  empreendedorismo. Antes, em torno de 25% de mulheres empreendedoras e  hoje nós já chegamos em torno de 50%. São 53% de mulheres contra 47% de  homens. Isso é algo muito importante para o &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt;.  É o que mais emprega e é responsável pelo dinamismo em várias regiões  do país. Olha o nordeste, a história da dona Eliana. Nós a descobrimos  fazendo a integração da bacia do São Francisco. Ela fazia comida em  quentinhas, os pratos feitos. E depois ela abriu um restaurante e  comprou uma caminhonete e desandou a distribuir. E ela abriu a bolsa e  mostrou para o presidente Lula o comprovante de pagamento de 5 000 reais  do imposto de renda. Você tinha que ver o orgulho dela em pagar o  imposto de renda! Uma mulher dessas é um caso de sucesso. E quantas  mulheres dessas tentaram fazer e não deu certo? Ou não tinham a  caminhonete ou não tiveram assistência técnica.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Você  tem de fazer da mesma forma que a Embrapa faz com o pequeno e médio  agricultor, é preciso fazer uma Embrapa para o pequeno empresário, para  ele poder deslanchar e ter respaldo para ele crescer. Isso eu acho que  muda o Brasil porque é o cara sendo proprietário do seu negócio. A  mulher e o homem sendo proprietários. Isso cria um país mais democrático  e muda também o ambiente de negócios no Brasil. E acho também que a  gente tem de incentivar a exportação desse pessoal também. Temos que  focar nas experiências italianas que são muito boas, que derivam do  artesanato. O que é Caxias do Sul, aquela região do Brasil lá no Rio  Grande do Sul? Tem uma cultura do artesão.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - A senhora citou a questão fundiária e uma das preocupações é o MST.  Qual a sua opinião sobre o MST?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Eu acho que o governo do presidente Lula fez o maior número de  desapropriações. E conseguimos levar à frente a questão do acesso à  terra. Vou citar alguns valores importantes: do total de terras  destinado à reforma agrária, 55% nós destinamos entre 2003 e 2009 - de  todo o período em que se fez reforma agrária no Brasil. Nós incorporamos  46,7 milhões de hectares e o assentamento de 570 000 famílias. Isso  durante esse período nosso.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Isso  precisa continuar ou não?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Eu acho que ainda pode continuar fazendo reassentamentos. A grande  política de reforma agrária correta que nós fizemos foi combinar isso  com a agricultura familiar. Não é só pegar a terra e dar pro cara,  porque daqui a pouco ele abandona a terra...&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME  - Viram favelas rurais, né?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Uma coisa importante que o MDA fez foi política agressiva e correta  de agricultura familiar, com crédito, assistência técnica, criação de  cooperativa onde for o caso, porque não se cria cooperativa de cima para  baixo, além da questão dos tratores. A ideia de reforma agrária é uma  ideia de incorporação produtiva da família beneficiada. Essa nossa  experiência beneficiou, por exemplo, toda a população de assentados que  foram transformados em agricultores familiares porque foram beneficiados  pelo “Luz para Todos.” Esse é um programa que eu tenho orgulho de ter  feito. Quando nós chegamos, pelo censo de 2 000 - que hoje a gente sabe  que estava errado, porque a gente descobriu mais gente. A gente tinha  feito um cálculo que dava mais de 10 milhões de famílias no Brasil sem  acesso à luz elétrica. Depois descobriram mais 1 milhão e agora as  distribuidoras estão falando em mais 495 000 famílias sem luz. A reforma  agrária hoje perdeu muito o ímpeto se você for olhar...&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Mas tem o Abril Vermelho...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Essa é uma outra história. Mas a  proporção é bem menor por causa do Bolsa Família, que é um cordão de  proteção social. Por causa do PAA, que é o Programa de Aquisição de  Alimentos. Como é que o agricultor familiar sobrevive naquela região e  naquela comunidade, o Ministério do Desenvolvimento Social compra a  produção dele e bota na merenda escolar. Com isso se criou renda,  mercado, você deu condição de produção. E se você dá luz elétrica, ele  planta mandioca e faz farinha... E se ele tem um barquinho ali perto,  ele cria peixe, resfria e vende na feira. E ele tem condição de resfriar  leite. O que eu quero dizer é que nós não fizemos uma política de  reforma agrária só em si. É o efeito que sobre essa política tiveram  todas as políticas sociais e sócio-produtivas do governo. Isso muda a  qualidade do pessoal. Muitas vezes a pessoa era assentada em condições  precaríssimas e ela abandonava a terra e voltava a pleitear. O que eu  acho é que o caminho está aberto para que haja paz no campo. Nós o  abrimos e foi um grande mérito do governo do presidente Lula. Do ponto  de vista social, aumentou o grau de paz no Brasil e tivemos pouquíssimas  greves. Eu estava vendo na avaliação do Dieese, que 79,9% das  categorias privadas tiveram reajuste acima da inflação, está lá escrito.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - O Brasil é considerado o maior celeiro  do mundo... Qual a opinião da senhora sobre o agronegócio, uma atividade  que exige escala e que é execradíssima pela esquerda brasileira, que os  chama de latifundiários?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - Eu acho o agronegócio brasileiro exemplar. E propriedade produtiva  não é latifúndio. Acho que o agronegócio brasileiro tem uma  característica: todos eles usam a última tecnologia. É isso que torna a  agricultura brasileira tão produtiva. E você pode olhar que tem o  dedinho da Embrapa. Se nós temos um centro de excelência ele se chama  Embrapa. Isso acontece em quase todas as áreas de agricultura: no  algodão, na soja, no milho, no trigo. Nós temos hoje um padrão de  desenvolvimento do agronegócio que é muito importante. E mais: fiquei  estarrecida com o que eu vi em Uberaba. Um dos diretores da ABCZ, ele  tem em Uberaba uma parceria com a Embrapa. E eu vi um clone, uma vaca e  um bezerro que eram clonados. Nesse local estão fazendo pesquisa em  biotecnologia buscando soluções em diminuição de doenças. O pesquisador  chefe estava me explicando que eles também levam em conta o problema da  esclerose, do envelhecimento, porque o problema do clone é que muitas  vezes ele envelhece mais rápido.&lt;/p&gt;Hoje no Brasil  temos mais na área da agricultura e menos na pecuária. Porque no Brasil a  pecuária tem uma tradição de ser extensiva. Aí não é bom. Nós temos  condição de ter pecuária de alta produtividade não extensiva e quanto  menos extensiva, melhor. Agora, do ponto de vista do agronegócio, eu  acho que é um diferencial do Brasil. E é uma atividade tão importante  quanto ter achado o pré-sal.&lt;br /&gt;Acho que isso também tem que se  refletir na área do etanol. E nós temos que disputar nessa área não só o  protagonismo que nós temos no caso da cana, mas também uma outra  questão que é a segunda geração, celulósica, tanto a hidrólise ácida  quanto a enzimática. E a terceira geração, que estão falando que é a  gaseificação. Temos de olhar uma “etanolquímica.” Essa é uma área que em  termos de investimento e inovação, eu terei um grande compromisso. E  acho que nós entramos numa nova era de prosperidade e que para expandir a  qualidade do salto, temos que expandir a qualidade da educação. Esse  tanto que nós mudamos. Creio que multiplicamos por três os recursos  orçamentários da educação. Nós vamos ter de aumentar outro tanto de 11 a  14 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Nós já estamos com o apagão da  mão-de-obra qualificada...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt;  - E só não temos mais por dois motivos. Porque nós acabamos com aquela  brincadeira da lei 4 689/98, sobre as escolas profissionalizantes. Não  estou dizendo que a lei proibia. A lei praticamente proibia. Ela dizia  que a União não pode investir em escola técnica, a não ser que o estado  ou o município assuma o custeio. Vamos combinar: nenhum estado pobre  desse país, nenhum município consegue. Nós mudamos isso e é uma das  melhores coisas que nós fizemos. E essa repetição é que nem mantra para  nós. De 1909 a 2003, fizeram 140 escolas técnicas. De 2003 até o final  de 2010 o nosso objetivo é fazer 214 escolas técnicas. Mas já tem mais  de 140 feitas. Se não me engano, passamos esse número em agosto. Isso é  fundamental porque é óbvio que as empresas estão capacitando os  trabalhadores. Porque não dá tempo. A demanda por mão-de-obra hoje teria  que ser respondida por uma política tradicional de dez anos atrás. Não  foi.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Como é que as empresas estão fazendo? Eu vi  coisas incríveis. Uma das coisas mais fantásticas que eu vi. Até outro  dia o Elio Gaspari falou isso num artigo dele. Eu vi o estaleiro  Atlântico Sul. Esse estaleiro surge porque em 2002 o presidente disse:  “nós vamos produzir plataformas no &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml"&gt;Brasil&lt;/a&gt;.  Eu me comprometo a fazer isso.” Eu me tornei ministra das Minas e &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/energia1.shtml"&gt;Energia&lt;/a&gt;  e ele me chamou: você é presidente do conselho de administração da &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/petrobras1.shtml"&gt;Petrobras&lt;/a&gt;.  Vai lá e eu quero a produção de plataforma, sonda, navio. Você tinha 1  700 metalúrgicos trabalhando em estaleiros. Nós tínhamos sido a segunda  melhor indústria naval. Nós perdíamos apenas para o Japão. E sucatearam a  nossa indústria naval. Então vamos fazer estaleiros e amadureceu agora.  Você tem o estaleiro Atlântico Sul, porque nós construímos a demanda da  Petrobras. Não foi fácil. Porque a Petrobras estava com aquilo na  cabeça que é muito mais negócio para eu comprar isso lá fora. Acabou a  brincadeira. Vai comprar aqui dentro, desde que seja preço, prazo e  qualidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - É competitivo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - É competitivo. Obviamente,  considerando o nosso custo de capital vis a vis o deles. Agora, o custo  de capital me garante emprego e a recomposição de uma indústria que  daqui para frente vai ser mais competitiva, porque você vai ter de  competir internacionalmente. Nós vamos precisar de uma indústria muito  grande aqui dentro. O pré-sal fará isso. Nós temos o controle da  demanda. E isso nessa indústria é a variável determinante. Nós  calculamos que vamos produzir 300 navios. E na primeira vez que fomos  visitar o estaleiro Atlântico Sul. Eles já tinham montado uma parte do  estaleiro e tinha uma outra parte, que era um grande balcão. Lá dentro  tinha uma porção de mulheres e homens capacitados. Nós fomos conversar  com eles. A grande maioria era de uma cidadezinha ao lado, que se eu não  me engano se chama Ipojuca. E o que eles tinham feito na vida? Tinham  cortado cana. E agora estavam sendo treinados para serem soldadores,  eletricistas, alguns estavam fazendo curso para dirigir caminhão, para  fazer terraplanagem. Enfim, todas aquelas atividades relativas ao  estaleiro.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;Aí eu perguntei: por que vocês estão  fazendo isso. E os empresários responderam: primeiro porque não tem  mão-de-obra. E segundo porque ao lado vem a Petrobras, fazendo a  refinaria de Abreu e Lima. E nós queremos fidelizar o nosso operário. Eu  vi isso também com a Odebrecht formando operários lá em Rondônia. Isso  também está sendo feito lá na Transnordestina. Existe um programa  chamado Promimp. Em 2004, nós sacamos que ia faltar mão-de-obra. Tanto é  que a gente fez o Programa de Mobilização da Indústria do Petróleo e  Gás. A Petrobras não está batendo biela, não está tremendo por falta de  mão-de-obra porque o Promimp foi feito para formar gente para trabalhar  em todos os setores que a impactavam. Foi feito por aquela menina, a  Graça Foster, que hoje é diretora de Gás e Energia da Petrobras.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Nós chegamos e encontramos aqui o  ex-ministro Antonio Palocci, uma figura muito respeitada e querida no  meio empresarial. Qual o papel que ele teria no seu governo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Eu posso falar do papel dele na  minha campanha. Ele é um dos coordenadores. Não posso falar mais do que  isso. Primeiro, é meio esquisito conversar isso nesse momento de  pré-campanha. Tem que ter cuidado nisso. Eu não posso falar nada que  induza alguém a pensar que eu vou fazer um governo concreto. Peço a sua  compreensão. A segunda razão é que se eu começar a falar de um, eu vou  falar de todos. Não posso fazer isso. Agora, eu não escolhi o Palocci  sem ter um fundamento. Eu considero o Palocci um dos grandes quadros  políticos do PT e do governo.&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;EXAME - Eu  queria fazer a última pergunta, para amarrar tudo o que a gente  conversou:  caso a senhora vença as primeiras eleições, ao fim do  primeiro mandato, de quatro anos, como estaria o Brasil?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="pagina"&gt;&lt;strong&gt;Dilma&lt;/strong&gt; - Eu vou repetir o mantra: a gente  teria dado mais um passo na consolidação da nova era de prosperidade,  que rompe com o passado de estagnação do nosso país. E institui talvez  uma das coisas mais importantes: o Brasil cresce mais, e as pessoas  também crescem. E, portanto, a mobilidade social voltou ao Brasil. Eu  acho que o efeito maior de uma nova era de prosperidade é fazer com que  as pessoas “subam na vida.” Mobilidade social é isso. Fazer com que as  pessoas que estão na classe D e E passem para a C. E fazer com que a  classe C se enriqueça. E fazer com que o Brasil seja um grande país de  consumidores, produtores, trabalhadores, empresários, profissionais  liberais, pesquisadores. E fundamentalmente por isso, você pode dizer  que ele será um país com cidadãos. Porque é inconcebível no capitalismo  cidadão sem ser consumidor. O acesso aos bens define também a sua  condição. Você não pode olhar o cidadão só porque ele vota. Você tem que  olhar também a qualidade de vida que ele tem.&lt;/p&gt;Eu  queria falar uma coisa: o Brasil se distingue dos outros países por uma  questão. E isso ficou muito claro para mim em &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/copenhague1.shtml"&gt;Copenhague&lt;/a&gt;.  Para nós, a questão do meio-ambiente não é um jogo em que se outro  fizer, nós faremos. Nós faremos de qualquer jeito. Nós vamos manter a  matriz energética do país renovável, vamos fazer a agricultura sobre  palha, vamos fazer a fixação do nitrogênio na terra, vamos também  procurar acabar com as áreas de degradação na pecuária. Tudo isso  aumenta a produtividade do Brasil. Não há uma contradição no Brasil  entre meio-ambiente e a elevação da produtividade. No próximo período,  nós vamos implantar a redução entre 36% e 39% das emissões brasileiras.  Isso passa, de um lado, por reduzir o desmatamento da Amazônia. E passa  por reduzir o desmatamento no cerrado. E passa pela execução de  políticas pró-ativas, tanto na área da agricultura como da energia. Por  isso também, eu acho, nós entramos numa nova era de prosperidade. É uma  era em que nós seremos um dos países que podemos mostrar com todas as  ênfases necessárias que nós conseguimos crescer e preservar o  meio-ambiente reduzindo a emissão de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/economia/eleicoes-2010/noticias/tiramos-pais-estagnacao-diz-dilma-rousseff-555234.html?page=1"&gt;http://portalexame.abril.com.br/economia/eleicoes-2010/noticias/tiramos-pais-estagnacao-diz-dilma-rousseff-555234.html?page=1&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-2593059425458242442?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/2593059425458242442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=2593059425458242442&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2593059425458242442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/2593059425458242442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/tiramos-o-pais-da-estagnacao-diz-dilma.html' title='&quot;Tiramos o país da estagnação&quot;, diz Dilma Rousseff'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SJHMQnabI/AAAAAAAAAFg/0rWiM7gTuv8/s72-c/dilma-angela-460.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-1164899205963152679</id><published>2010-05-07T18:28:00.002-03:00</published><updated>2010-05-07T18:35:23.770-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>As 5 mentiras mais contadas no currículo</title><content type='html'>&lt;div id="materia_chapeu"&gt; &lt;h2&gt;Currículos &lt;/h2&gt;                &lt;/div&gt;                      &lt;div id="materia_titulo"&gt;             &lt;h1&gt;As 5 mentiras mais contadas no currículo&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;           &lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Quatro em cada dez currículos contém informações falsas, exageradas  ou omitidas&lt;/h2&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;span id="materia_autor"&gt;   Vanessa Barbosa,   &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;de EXAME.com&lt;/a&gt;                                      &lt;/span&gt;                      &lt;div id="materia_data"&gt;           03/05/2010 | 11:36           &lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SGecfEpNI/AAAAAAAAAFY/koPzMAMCVN4/s1600/mentiracurriculo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 259px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SGecfEpNI/AAAAAAAAAFY/koPzMAMCVN4/s400/mentiracurriculo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468643705135342802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pinóquio profissional: segundo especialistas, 40% dos candidatos mentem  ou exageram informações no currículo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;São Paulo - "A verdade é bela, sem dúvida, mas a mentira também",  escreveu, certa vez, o ensaísta americano do século 19, Ralph Waldo  Emerson. Na competitividade da vida moderna é cada vez mais difícil não  lançar mão das belas artimanhas da autopromoção para destacar-se. &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/vale1.shtml"&gt;Vale&lt;/a&gt; de  tudo, até mesmo falsificar informações no currículo, idealizando ou  exagerando competências. A prática se tornou tão comum que já tramita na  Câmara dos Deputados um projeto de lei para torná-la crime sujeito a  pena de detenção. No ano passado, até a candidata à presidência da  República Dilma Roussef foi acusada de inflar o documento com títulos  que não possui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em média, 40% dos currículos trazem algum tipo de informação  inverídica", diz Vander Giordano, diretor executivo da Kroll, empresa  que atua há 40 anos na área de consultoria em gerenciamento de risco. Em  um ano, a demanda da empresa pelo chamado "background check" - um  serviço de levantamento dos antecedentes escolares, profissionais e até  criminais do candidato - aumentou cerca de 25%."Não importa quão  inocente possa parecer, a mentira desfaz a credibilidade do candidato e  pode gerar até um colapso permanente da confiança", afirma a consultora  Juliana Nunes, da Asap. Para evitar constrangimentos ou até, quem sabe,  um processo criminal no futuro, o melhor é manter o pé na realidade e  optar pela honestidade, sempre. A seguir, saiba quais são as cinco  mentiras mais contadas nos currículos, e cuide para manter-se longe  delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 - Idiomas:&lt;/strong&gt;  É a mentira mais popular e também a  mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o  recrutador são suficientes para checar a proficiência no idioma.  Trata-se daquele inglês "básico" que no currículo aparece como  "avançado". Segundo Juliana, nem sempre o candidato age de má fé. "O  problema é de percepção. A pessoa acha que domina a língua mas, na  prática, tá enferrujada", diz. Portanto, cuidado ao colocar no currículo  que você é fluente numa língua. Procure explicar esse grau de fluência,  caracterizando separadamente as habilidades de "fala", "escrita" e  "leitura". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 - Motivo de saída da empresa:&lt;/strong&gt;  Demissões não costumam ser bem vistas. Mas isso não é motivo para  transformar uma dispensa individual em uma demissão em massa ou extinção  de setor. "É comum os candidatos afirmarem que foram mandados embora  porque a empresa onde trabalhavam passou por uma reestruturação ou que o  setor onde atuavam foi extinto", diz Giordano. Se percebida, a mentira  sobre os motivos da saída de empregos anteriores pode passar a impressão  de que o candidato quer esconder algo.&lt;p&gt;Para evitar que um  possível erro do passado influencie na conquista do novo emprego, o  especialista recomenda uma saída ética: "Limite-se a dizer que não  estava sendo bom nem para você nem para a empresa". Caso você não tenha  se adequado bem ao trabalho anterior, não se preocupe. Em geral,  problemas de adaptação cultural são justificativas legítimas para  desligamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 - Exagerar responsabilidades e  salários:&lt;/strong&gt; Aqui, um projeto realizado em equipe pode virar um  triunfo pessoal no currículo. Exageros de competência acontecem aos  montes, porém, nem sempre se sustentam. Principalmente, se recrutador  pedir para o candidato especificar suas atribuições e as dos demais  envolvidos no projeto. Para responder, o candidato precisa recriar e  distorcer toda a história, e no meio do caminho..."Eles sempre se  enrolam, não conseguem dar informações especificas sobre o seu papel,  nem os dos outros participantes", conta Juliana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro tiro no  pé, segundo a consultora, é a artimanha de aumentar o salário do emprego  anterior para tentar cifras maiores na nova oportunidade. "Isso pode  ser tornar um entrave à contratação", alerta Juliana. "A empresa nem  sempre tem condições de cobrir o salário anterior".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 -  Tempo de trabalho:&lt;/strong&gt; O tempo que se dedicou à empresa  também  costuma ser mudado ou omitido pelos candidatos. Seja porque a pessoa  ficou pouco tempo naquela posição e teme ser vista como instável ou com  nível de empregabilidade baixo, seja porque a empresa é mal vista no  mercado. Em qualquer caso, vale dizer a verdade no currículo e explicar  os motivos durante a entrevista.&lt;/p&gt;Para quem tem vergonha de dizer  que estava desempregado esticar em alguns meses a permanência no emprego  anterior pode ser até aceito pelo selecionador. Do contrário, desista  de tentar manipular datas. "Aqui, a mentira tem perna curta mesmo, sendo  facilmente constatada pelos  checadores ao ligar para empresas ou  observar a carteira de trabalho", diz Giordano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;5-  Formação: &lt;/strong&gt; Não minta sob qualquer hipótese sobre sua formação.  Além de ser um critério bem objetivo, você pode simplesmente não  conseguir executar uma função pela falta das competências. Bom senso não  faz mal a ninguém. Um curso de artes no exterior para turistas, por  exemplo, não é o mesmo que uma pós-graduação internacional. Assim como  um MBA pela metade não representa um MBA completo. Seja honesto e  inteligente.  Afinal, qualquer exigência de certificado é suficiente  para desmascarar a mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/5-mentiras-mais-contadas-curriculo-555369.html"&gt;http://portalexame.abril.com.br/carreira/noticias/5-mentiras-mais-contadas-curriculo-555369.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SGecfEpNI/AAAAAAAAAFY/koPzMAMCVN4/s1600/mentiracurriculo.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-1164899205963152679?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/1164899205963152679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=1164899205963152679&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/1164899205963152679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/1164899205963152679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/as-5-mentiras-mais-contadas-no.html' title='As 5 mentiras mais contadas no currículo'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SGecfEpNI/AAAAAAAAAFY/koPzMAMCVN4/s72-c/mentiracurriculo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-6248864178452361198</id><published>2010-05-07T18:15:00.002-03:00</published><updated>2010-05-07T18:21:02.815-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>Rede social não aumenta conexão entre alunos</title><content type='html'>&lt;div id="chapeu"&gt;         &lt;h2&gt;Internet&lt;/h2&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;h1 class="entry-h1"&gt;Rede social não aumenta conexão entre alunos&lt;/h1&gt;              &lt;span id="divAssina"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000080;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/rogerio_jovaneli1.shtml"&gt;Rogerio  Jovaneli, de INFO Online&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span class="entry-data"&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira, 06 de maio de 2010 - 12h33&lt;/span&gt;    &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;Reprodução&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SDbGcHRSI/AAAAAAAAAFQ/abLb9c5-APc/s1600/redes-sociais-20100506151820.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SDbGcHRSI/AAAAAAAAAFQ/abLb9c5-APc/s400/redes-sociais-20100506151820.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468640349142861090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Segundo pesquisa  de instituto, uso de redes sociais dentro da sala de aula tem pouco  impacto no aumento das conexões entre os estudantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;SÃO PAULO - Um estudo recente realizado pelo Laboratório de  Computação Social do Instituto Rochester de Tecnologia, nos Estados  Unidos, aponta que o uso das diferentes opções de redes sociais dentro  da sala de aula tem pouco impacto no aumento das conexões entre os  estudantes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A pesquisa, que fez parte de um curso sobre ferramentas de redes  sociais, examinou o uso de sistemas de gerenciamento e de grupos de  discussão para melhorar a comunicação e as conexões entre os estudantes  na escola.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os resultados desse levantamento indicam que o uso educacional das  redes de relacionamento pessoal não neutraliza as fracas conexões  sociais que ocorrem cara a cara nem reproduzem o mesmo impacto causado  pelo uso de sites como o MySpace e FaceBook.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;De acordo com Susan Barnes, diretora do Laboratório de Computação  Social e chefe da pesquisa, "muitos defensores das redes sociais  argumentam que o uso dessas ferramentas em sala de aula pode aumentar  consideravelmente a interação e aprendizagem, além de ajudar alunos mais  tímidos a tornar-se mais envolvidos, como em outros ambientes online”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Entretanto, nossos achados mostram que o uso de redes sociais não teve  nenhum impacto mensurável sobre as conexões sociais, a tal ponto que os  alunos não considerarem a possibilidade de outros colegas de classe  fazerem parte de suas redes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Créditos: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/rede-social-nao-aumenta-conexao-entre-alunos-06052010-15.shl"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://info.abril.com.br/noticias/internet/rede-social-nao-aumenta-conexao-entre-alunos-06052010-15.shl&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3298109058149541871-6248864178452361198?l=preparandoredacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/feeds/6248864178452361198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3298109058149541871&amp;postID=6248864178452361198&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6248864178452361198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3298109058149541871/posts/default/6248864178452361198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preparandoredacao.blogspot.com/2010/05/rede-social-nao-aumenta-conexao-entre.html' title='Rede social não aumenta conexão entre alunos'/><author><name>Otávio Avendano de Vasconcellos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02547722603086238291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/SvBrwCm8-VI/AAAAAAAAABI/I5HoeVk7urc/S220/Otavio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S-SDbGcHRSI/AAAAAAAAAFQ/abLb9c5-APc/s72-c/redes-sociais-20100506151820.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3298109058149541871.post-2221485931154207656</id><published>2010-04-30T17:45:00.002-03:00</published><updated>2010-04-30T17:55:07.811-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Extras'/><title type='text'>11 dicas para um bom currículo</title><content type='html'>&lt;h1&gt;11 dicas para um bom currículo&lt;/h1&gt;&lt;div id="materia_olho"&gt; &lt;h2&gt;Ao preparar ou atualizar o seu CV, pergunte a si mesmo: "Quem ler este texto  vai querer me conhecer?"&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt; &lt;span id="materia_autor"&gt;Vanessa Barbosa, &lt;a href="http://www.exame.abril.com.br/"&gt;de EXAME.com&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;  &lt;div id="materia_data"&gt;27/04/2010 | 16:34&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="materia_credito"&gt;Ramas Gecas&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S9tBu0SvcxI/AAAAAAAAAFI/APurTuJXXYw/s1600/carreiracurriculo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 288px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v9Dj3sdp9d0/S9tBu0SvcxI/AAAAAAAAAFI/APurTuJXXYw/s400/carreiracurriculo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466034845311267602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Currículo: segundo especilaistas, ele é o espelho da sua vida profissional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Português errado, excesso de informação, fotos inadequadas, letras  coloridas...A lista de pecados curriculares não termina aí, e cometê-los pode  custar uma boa oportunidade de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de preparar ou atualizar o currículo, lembre-se de que ele é uma  apresentação da sua própria vida. "Na verdade, ele é o espelho da pessoa, um  reflexo", afirma a headhunter Laís Passarelli, sócia da Passarelli  Consultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Às vezes o candidato é ótimo, mas transmite uma péssima  imagem por apresentar um CV ruim", ressalta Neussymar Magalhães, consultora da  RHMC. A seguir, saiba como preparar um currículo com o layout e conteúdo  recomendados pelos principais profissionais da área:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 - Dados pessoais:&lt;/strong&gt; Resumem-se ao seu nome, endereço com CEP,  telefone, email e só. Idade e estado civil são optativos. Não há necessidade de  colocar número de CIC, RG, carteira profissional ou título de eleitor. A função  do currículo é estimular uma entrevista pessoal - documentos serão pedidos nas  etapas seguintes. Para ser encontrado de forma fácil e rápida, mantenha sempre  atualizados telefone e email.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 - Objetivo:&lt;/strong&gt; Deixe claro,  logo no início, a qual cargo você está se candidatando ou qual a sua área de  interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 - Formação:&lt;/strong&gt; Mencione os cursos de nível  superior, de pós-graduação e especializações que fez, na ordem do último para o  primeiro. Não se esqueça de colocar os anos de início e término de cada um e o  nome completo das instituições. Desista de tentar impressionar o leitor de seu  currículo aglomerando cursos relâmpagos. Destaque apenas os que realmente  contribuíram para sua formação profissional e realizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 -  Experiência profissional: &lt;/strong&gt;Trata-se de um resumo relâmpago (máximo de  dez linhas), sobre sua carreira, a ser exposto na primeira página. O leitor  precisa entender sua evolução profissional numa rápida passada de olhos, por  isso vá direto ao ponto. Inicie sempre pela experiência mais recente e foque nos  resultados alcançados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 - Histórico profissional: &lt;/strong&gt;O  ideal é salientar os cargos mais recentes. Inclua data de admissão e de saída, o  nome da empresa e o cargo. "O que interessa são as experiências dos últimos  cinco ou dez anos", ressalta Laís. Se as empresas por onde você passou não forem  conhecidas, faça um resumo (de duas linhas no máximo) do perfil, setor em que  atua, faturamento e número de empregados. Comente sobre o departamento em que  atuava e explique a sua importância para a empresa. Sintetize suas principais  realizações em duas linhas. Destaque projetos que liderou ou dos quais  participou, metas atingidas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 - Idiomas: &lt;/strong&gt;Seja  honesto, qualquer informação colocada no currículo sempre será checada. Se for  fluente, diga que é fluente. Se for intermediário, coloque intermediário. Também  mencione se estiver frequentando algum curso. Listar nomes dos certificados de  proficiência da língua e intercâmbios culturais ajuda. Desculpas do tipo "meu  inglês está enferru
