sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como funciona o crack

Como funciona o crack
por Stephanie Watson - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução

Em meados dos anos 80, uma nova droga surgiu. Devido ao seu baixo custo e "barato" rápido e intenso, o crack rapidamente ganhou popularidade entre seus usuários, especialmente nas áreas urbanas mais pobres. Em duas décadas, o crack já tinha cobrado um alto preço, deixando problemas físicos e emocionais sérios não apenas em seus usuários, mas em comunidades inteiras e nos Estados Unidos como um todo.



As pedras de crack são brancas ou cor de canela e pesam geralmente de 1 a 5 gramas. Segundo a U.S. Drug Enforcement Agency (site em inglês), as pedras de crack contêm de 75% a 90% de cocaína pura.

O crack no corpo


Imagem cedida por U.S. DEA
O crack é geralmente fumado
A maioria dos usuários prefere fumar crack, apenas uma minoria usa a droga injetável. Para fumar o crack, o usuário coloca a droga em um pequeno cachimbo de vidro. Com um pedaço pequeno de palha de aço em um lado do cachimbo e, do outro lado desse filtro, a pedra. Quando a pedra é aquecida por baixo, produz um vapor ou fumaça. O usuário aspira esse vapor para dentro de seus pulmões. A partir daí, a droga é levada à corrente sangüínea.

Quando chega no corpo, o crack age em uma parte do cérebro chamada área tegmental ventral (VTA).





Lá, a droga interfere com um neuro-transmissor químico do cérebro chamado dopamina, que está envolvido nas respostas do corpo ao prazer. A dopamina é liberada por células do sistema nervoso durante atividades prazerosas, como comer ou fazer sexo. Assim que é liberada, a dopamina viaja através das lacunas existentes entre as células nervosas, fazendo uma sinapse, e se liga a um receptor em uma célula nervosa vizinha (também chamada neurônio). Isso envia um sinal àquela célula nervosa, que produz um sentimento bom. Em condições normais, assim que a dopamina envia esse sinal, ela é reabsorvida pelo neurônio que a liberou. Essa reabsorção acontece com a ajuda de uma proteína chamada transportador de dopamina.

O crack interrompe esse ciclo. Ele se liga ao transportador de dopamina, impedindo o processo normal de reabsorção. Depois de liberada na sinapse, a dopamina continua estimulando o receptor, criando um sentimento permanente de empolgação ou euforia no usuário.

Como o crack é inalado na forma de fumaça, ele chega ao cérebro muito mais rápido que a cocaína em pó. Ele pode chegar ao cérebro e criar um barato em 10 a 15 segundos, enquanto a cocaína em pó inalada leva de 10 a 15 minutos para surtir o mesmo efeito. O barato do crack pode durar de 5 a 15 minutos.

Efeitos colaterais do uso do crack

Ao mesmo tempo que cria uma sensação de alegria no usuário, o crack também deixa muitos efeitos significativos e potencialmente perigosos no corpo. As pessoas que o utilizam mesmo poucas vezes correm riscos de sofrer infarto, derrame, problemas respiratórios e problemas mentais sérios.

Ao percorrer a corrente sangüínea, o crack primeiro deixa o usuário se sentindo energizado, mais alerta e mais sensível aos estímulos da visão, da audição e do tato. O ritmo cardíaco aumenta, as pupilas se dilatam e a pressão sangüínea e a temperatura sobem. O usuário pode começar, então, a sentir-se inquieto, ansioso e/ou irritado. Em grandes quantidades, o crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranóica e/ou fora da realidade.

Devido aos efeitos no ritmo cardíaco e na respiração, o crack pode causar problemas cardíacos, parada respiratória, derrames ou infartos. Ele também pode afetar o trato digestivo, causando náusea, dor abdominal e perda de apetite.

Se o crack for inalado com álcool, as duas substâncias podem se combinar no fígado e produzir uma substância química chamada cocaetileno. Essa substância tóxica e potencialmente fatal produz um barato mais intenso que o crack sozinho, mas também aumenta ainda mais o ritmo cardíaco e a pressão arterial, levando a resultados letais.

Filhos do crack - mito ou realidade?
Em meados dos anos 80, quando o crack era um problema de saúde pública crescente, um outro problema relacionado surgiu: os chamados "filhos do crack". Em 1985, a Dra. Isa Chasnoff escreveu um artigo no New England Journal of Medicine (sitem em inglês) afirmando que os bebês expostos ao crack quando estavam no útero desenvolviam deficiências cognitivas permanentes. Logo, as imagens dos filhos do crack estavam em todos os meios de comunicação. Eles se tornaram agentes simbólicos da luta contra as drogas.

Desde então, muitos pesquisadores têm contestado a idéia dos filhos do crack. Um estudo realizado em 2004 pela Society for Research in Child Development (site em inglês) descobriu que a exposição à cocaína no período pré-natal não tinha afetado o desenvolvimento de uma criança com dois anos e sugeria que os efeitos nocivos descobertos previamente em bebês expostos à cocaína podem ter tido mais relação com cuidados pós-parto do que com a exposição à droga no útero.

Mas, apesar das descobertas recentes, os médicos concordam que o consumo de crack durante a gravidez é extremamente prejudicial. Bebês que são expostos ao crack ainda no útero geralmente nascem prematuros e são menores que os outros bebês. A exposição ao crack também pode contribuir para os atrasos no desenvolvimento cognitivo.

Como as pessoas se viciam em crack?

A cocaína é uma substância altamente viciante. Pessoas que a utilizam podem tornar-se fisicamente e psicologicamente dependentes, ao ponto de não poder controlar seus desejos. Pesquisadores descobriram que macacos viciados em cocaína chegam a pressionar uma barra mais de 12 mil vezes para conseguir uma única dose da droga. Assim que conseguem, recomeçam a pressionar a barra para conseguir mais.

O crack e outras drogas viciantes alteram quimicamente uma parte do cérebro chamada sistema de recompensa. Como mencionado anteriormente, quando as pessoas fumam crack, a droga prende a dopamina nos espaços entre as células nervosas. A dopamina cria as sensações de prazer que obtemos em atividades prazerosas, como comer ou fazer sexo. Mas em usuários de crack, a dopamina continua estimulando essas células, criando um "barato", uma sensação de euforia que dura de 5 a 15 minutos. Então, a droga começa a perder efeito, deixando a pessoa desanimada e depressiva, resultando em um desejo de fumar mais crack para se sentir bem de novo.

O cérebro responde à overdose de dopamina criada pelo crack destruindo parte da dopamina, produzindo menos ou bloqueando os receptores. O resultado é que, depois de utilizar a droga por certo tempo, os usuários de crack se tornam menos sensíveis a ela, e precisam utilizar mais e mais para obter o efeito desejado. Conseqüentemente, eles não conseguem parar de usar a droga porque seus cérebros são "reprogramados", eles precisam da droga para funcionar corretamente. Quanto tempo leva para se viciar? Varia de pessoa para pessoa, e é difícil determinar um tempo exato, principalmente porque o vício físico está ligado ao vício psicológico.

Evidentemente, nem todo mundo reage da mesma forma ao uso prolongado. Há usuários que se tornam ainda mais sensíveis ao crack quanto mais o utilizam. Alguns chegam a morrer depois de utilizar uma pequena quantidade, devido a sua sensibilidade aumentada.

Em dólares
Os americanos gastaram um total de US$ 35,3 bilhões em cocaína no ano 2000.
Quando uma pessoa viciada pára de utilizar o crack, há uma "crise". Ela enfrenta os sintomas da abstinência, que incluem:
  • depressão
  • ansiedade
  • necessidade intensa da droga
  • irritabilidade
  • agitação
  • exaustão
  • raiva

Uma cultura de viciados?

Em meados dos anos 80, o uso de crack explodiu nos Estados Unidos, principalmente por causa do barato rápido e do preço relativamente baixo: o crack custa muito menos que a cocaína em pó.


Imagem cedida por U.S. Drug Enforcement Administration
O crack (esquerda) custa menos que a cocaína em pó (direita)

O baixo custo do crack ajuda a explicar seu desenfreado avanço nas áreas urbanas mais pobres. Grande parte dos usuários de crack são americanos negros entre 18 e 30 anos que vivem em más condições socioeconômicas.

Gírias para o crack
Pedra, pitada, fumo, tijolo, casca, merla, pino.
O crack já atingiu quase 4% da população americana. Cerca de 8 milhões de americanos com 12 anos ou mais afirmam que já utilizaram crack alguma vez durante a vida, de acordo com o 2003 National Survey on Drug Use and Health (site em inglês). Ainda segundo esse estudo, o número de usuários de crack em 2002 era de cerca de 567 mil pessoas.

O crack não é um problema somente entre os adultos. Um estudo de 2003 da Universidade de Michigan, chamado Monitorando o Futuro, descobriu que cerca de 4% dos alunos do terceiro ano do ensino médio e 2,5% dos alunos do ensino fundamental disseram que já tinham usado crack pelo menos uma vez.


O vício do crack está custando caro para a saúde nos EUA. Em 2002, os pronto-socorros relataram mais de 42 mil casos relacionados ao crack. Esse número caiu, pois em 2001 foram 49 mil casos, mas é bem superior aos 34 mil relatados em 1995.

O crack está mais associado à prostituição, crimes violentos e gangues do que qualquer outra droga.

O crack fora dos Estados Unidos
O Estados Unidos não é o único país que lida com os vícios. O uso de cocaína também tem aumentado na Europa nos últimos anos, apesar de o maior problema na maioria dos países, exceto Reino Unido e Holanda, ser a forma em pó da droga. O Reino Unido tem as maiores taxas de utilização de crack da Europa.

Lidando com o problema: prisões

O crack, assim como a maior parte das drogas com exceção do álcool, é ilegal. A Lei Harrison contra narcóticos, de 1914, baniu o uso da cocaína com fins não-médicos e proibiu sua importação para os Estados Unidos. Com a Lei de Substâncias Controladas, de 1970, o Congresso Americano classificou a cocaína como uma substância de Classe II, o que significa que é altamente viciante. A classificação estipulou que a cocaína poderia ser utilizada legalmente apenas como anestésico em determinadas cirurgias, e ela ainda é utilizada dessa forma atualmente.


Imagem cedida pelo FBI.gov
As penas para o uso e a venda de cocaína são rigorosas. Em 2002, o DEA prendeu 4.400 pessoas por crimes relacionados ao crack. O crack foi responsável por 15% das prisões realizadas naquele ano. Quase 83% dos presos eram negros, 9% eram hispânicos e 7% eram brancos.

As penas e o tempo de prisão para quem utiliza e vende crack são mais duras do que para as outras drogas. A pena para prisões relacionadas ao crack é em média 9 anos mais longa que outras sentenças por drogas. Um vendedor que comercializa 5g de crack pode ficar até 20 anos na cadeia. Vender 50g ou mais pode resultar em prisão perpétua.

Enquanto a polícia local prende os usuários e traficantes de droga, o governo federal tenta impedir que ela chegue ao país. Em 2002, oficiais das alfândegas apreenderam cerca de 77.560kg de cocaína com contrabandistas que tentavam passar pelas fronteiras.

Enfrentando o problema: tratamentos

crack é uma droga altamente viciante, mas há tratamentos para quem a utiliza regularmente. Existem dois tipos principais de tratamento: medicação e terapia cognitiva ou comportamental. Em novembro de 2004 ainda não existiam medicamentos para tratar viciados em crack, mas o National Institute on Drug Abuse (Instituto Americano contra o Uso de Drogas - site em inglês) está pesquisando diversas opções promissoras. A droga Selegilina, usada para tratar o Mal de Parkinson, está sendo testada por sua capacidade de reduzir o metabolismo da dopamina. O Disulfiram, usado para tratar o alcoolismo, é outro candidato. A droga cria uma reação física negativa (náusea, vômitos, etc.) sempre que a pessoa viciada ingere álcool. Pesquisadores esperam que ela também possa ajudar viciados em cocaína. Às vezes também são prescritos antidepressivos para tratar as mudanças de humor causadas pela abstinência.

Terapias comportamentais são atualmente o meio mais comum para tratar o vício do crack. Os pacientes podem ser ou não internados para o tratamento. Em 2002, 176 mil pessoas foram admitidas em centros de tratamentos por serem viciadas em cocaína. Admissões relacionadas ao crack representaram pouco menos de 10% de todos os internamentos em centros antidrogas em 2002.

Uma das terapias comportamentais mais populares é a autocontenção, que recompensa os viciados por ficarem livres das drogas, dando a eles cupons para realizar todo tipo de atividade, como entradas para o cinema e associação em academias de ginástica. Outro método é a terapia cognitiva comportamental, que ensina as pessoas a evitar ou lidar com situações em que elas podem se sentir tentadas a usar o crack. Pessoas com vícios graves, doenças mentais ou ficha criminal podem ficar em centros terapêuticos por um período de seis meses a um ano, no qual passam por reabilitação e aprendem a reintegrar-se à sociedade, livres de drogas.

Mais links interessantes (em inglês)

Livros

  • Crack and Cocaine, de David Browne
  • Psychological Effects of Cocaine and Crack Addiction, de Ann Holmes
  • Crack in America: Demon Drugs and Social Justice, de Craig Reinarman e Harry Gene Levine
  • Crack and Cocaine Drug Dangers, de Paul R. Robbins, Ph.D.
  • Fast Lives: women who use crack cocaine, de Claire E. Sterk

Fontes

  • "Annual Report 2003: the State of the Drugs Problem in the European Union and Norway."
  • Arkangel, Carmelito, MD. "Cocaine Abuse," eMedicine, 9 de Junho de 2002.
  • "Cocaine Abuse and Addiction," Relatório de pesquisa do National Institute on Drug Abuse, Maio de 1999.
  • Crack Cocaine, StreetDrugs.org.
  • Executive Office of the President Office of National Drug Control Policy, "Cocaine Fact Sheet," Novembro de 2003.
  • Haasen, Christian, et al. "Cocaine Use in Europe - A Multi-Centre Study." European Addiction Research 2004; 10:139-146.
  • National Drug Intelligence Center, "Crack Fast Facts." Acessado em 8 de Novembro de 2004.
  • National Institute on Drug Abuse, "InfoFacts: Crack and Cocaine." Acessado em 8 de Novembro de 2004.
  • Office of National Drug Control Policy. "Crack - Facts and Figures." Acessado em 8 de Novembro de 2004.
  • "Pulse Check: Trends in Drug Abuse, Janeiro-Junho de 2002." Executive Office of the President Office of National Drug Control Policy, Novembro de 2002.
  • Blake, Mariah. "The Damage Done: Crack Babies Talk Back," Columbia Journalism Review, 5ª Edição, Setembro/Outubro de 2004.
  • "Schumer: New Data Shows Westchester Becoming Vulnerable to Crystal Meth," Press Release da DEA, 5 de Agosto de 2004.
  • "Study Questions 'Crack Baby' Syndrome," HealthDayNews, 16 de Julho de 2004.
  • U.S. Customs and Border Protection. "Drug Interdiction Statistics by Fiscal Year."
  • U.S. Department of Health and Human Services and SAMHSA's National Clearinghouse for Alcohol and Drug Information, "Tips for Teens: The Truth About Cocaine."
  • U.S. Department of Justice, "What's Up With Cocaine and Crack?"

Créditos: http://saude.hsw.uol.com.br/crack1.htm

ATENÇÃO: Depois da leitura acima, comentar sobre alguns fatores que levam o indivíduo a buscar uma droga tão perigosa como o crack.

30 comentários:

Jéssica Porto disse...

Acho que quando uma pessoa vai consumir a cocaína pela primeira vez,ela não sabe os riscos que irá correr se experimentar.Principalmente os jovens de renda baixa que moram em periferias onde há drogas e criminalidade,não há informação de parte alguma.Os próprios pais ás vezes fazem uso de drogas.
E fico me perguntando como é que um pai de família que faz uso da cocaína vai prevenir o seus filhos da mesma já que serão criados no meio da droga e de traficantes.
Mas há outra questão,jovens de classe média e alta também fazem uso da droga e até mais,pois por terem mais dinheiro podem consumir a droga a qualquer momento,acho que novamente à falta de informação dos pais para com os filhos,esses pais podem até não consumirem drogas mas cometem um erro,não prestam atenção em seus filhos e no que eles andam fazendo.
Primeiramente deve haver uma conscientização dos pais diante desse problema que é as drogas e segundo perceberem a importância de conversarem com seus filhos sobre as drogas e do perigos que elas trazem para eles.Muitas vezes o jovem procura a droga por sentir-se sozinho e por não ter o que fazer e cabe aos pais resolverem este problema,dando mais atenção e educação,acabando com qualquer brecha para a droga.

priscila lemos disse...

Acho que a falta de informação por parte dos usuarios, faz com que aumente o consumo da droga, acredito que a maioria das pessoas não sabe que certamente serão muito prejudicadas ou talvez não se importam. Devido ao baixo custo e um prazer muito rápido, para os jovens com a mente de hoje é muito fácil se tornar um viciado, o que é horrível, um prazer rápido, ilegal e que vai te prejudicar de inúmeras maneiras.

PRISCILA LEMOS
3º C

Rafael de Lima disse...

Acredito que um dos principais fatores que levam alguém ir em busca de um "refúgio" no caso o crack, ou qualquer outra droga, seja a desestrutura. Tanto a familiar, quanto a financeira...
Mas pelo fato de sofrer um abalo tão grande, acabam não pensando nas consequências que o uso dessas substâncias podem causar a sua vida e a vida do próximo.
Também existem aqueles que acabam entrando no mundo das drogas apenas por curiosidade, ou em momentos de euforia, e quando percebem já tornaram-se viciados.

Rafael de Lima, 3ºC

sheilaCoimbra disse...

Sheila Coimbra.3C
O maior fator é a falta de diálogo com pais e por outro o descaso dos mesmos.A população tem sim uma grande parcela com tudo mas também não é ma rua que tudo ocorre,quase sempre ocorre ma própria casa onde meninas ficam grávidas precose e meninos se afastam de seus estudos e muitas vezes antes de tudo de serem jovens,crianças, adolscente e no futuro adultos.Não concordo com campanhas pois acho que promove a curiosidade .

Carolina Gomes disse...

Há fazes da vida de uma pessoa que ocorrem muitas modificações internas na característica da personalidade, e com essas perturbações emocionais o indivíduo vai a procura de uma liberdade nas drogas achando que pode ser apenas uma fase e que pode parar a hora que achar melhor. As vezes por falta de informação a pessoa não enxerga que quanto mais ela usar, mais vai querer experimentar drogas piores. Isso pode principalmente ocorrer quando tudo na vida de uma pessoa parece não estar dando certo, seja em questão familiar ou financeira, e as vezes até mesmo por uma simples curiosidade sobre do efeito da droga.

Carolina Gomes
3ºC

thais disse...

Acho que o uso de drogas, ocorra não por falta de informação, pois televisões, jornais, revistas entre outras falam e explicam muito bem sobre o assunto.Mas acredito nos motivos que levam uma pessoa a ser usuário de drogas, pela falta de dialogo, presença e interesse dos pais nas vidas de seus filhos, falta de estrutura familiar é umas das principais causas do ingresso de um adolescente nas drogas.

Thaís Rodrigues Cruz 3C

Jean disse...

Um fator que pode influenciar bastante é a convivência em casa,isto é, alguém que convive com brigas diárias entre os pais.Pode levar o filho a buscar um artifício para tentar fugir daquela situação frustrante.
Outro fator é algum amigo legal lhe oferecer e sem saber no que estão se metendo alguns jovens aceitam, depois é tarde para voltar atrás.

Jean Mendes 3ºC

Felipe Dutra disse...

Na minha opinião a maioria das pessoas que usam droga, não usam porque não sabem o que ela causa, ou porque ela não conheça sobre o crack, mas sim por problemas familiares.Porque os pais não dão bola pra eles, ou pensarem que o dinheiro pode pagar pela falta de presença dos pais.E como não sabem absolutamente nada de seus filhos e só dão dinheiro e deixam eles fazerem tudo que quiserem, eles acabam se envolvendo sem mesmo os pais saberem.

Felipe Dutra 2G

Thais disse...

Bom eu acho que tem que ser muito idiota para entrar nas drogas e pior ainda o crack porque pode viciar após o primeiro consumo.
De verdade, eu não entendo o que essas pessoas tem na cabeça.
A família dessas pessoas viciadas também sofrem muito com essa situação, eu sei porque o meu tio de 23 anos com mulher e dois filhos um de 2 anos e uma de 4 anos de idade, é viciado e nós que estamos em sua volta também sofremos.
Thais Botelho da Cunha 2g

RENATA BRITTO disse...

Acho que são influenciados por amigo,e também por serem de renda baixa,e alguns também por que tem curiosidade de experimentar a droga.Talvez alguns por não ter a minima noção do que estão fazendo.Pra mim estas pessoas não tem suas personalidades,acham que isso é curtir a vida,o pior é que quem sofre mais com isso é a familia pois pagam por seus filhos.Mas acho que a policia não está ajudando,pois alguns policias fazem usufruto da droga ,também acho que a droga deveria ser algo que matasse na hora,assim que tivesse alguém afim de se acabar com sigo mesmo.Teria a conciência que estaria se matando naquele momento ali,é uma pena que no brasil não existe lei todo mundo faz o que quer,rouba,mata,se droga,se prostituem e ninguém faz nada.Se tivessemos uma lei rigorosa como nos estados unidos,o brasil com certeza estaria bem melhor,pois ninguém é punido pelo que faz então acho que está tudo muito errado.



RENATA BRITTO
2G

karina disse...

acho que a maioria das que se viciam em drogas por influencia dos outros que usam e acabam experimentando e passando para as outras por que tipo a propaganda e a alma do negocio, dai se espalha e causa essa epidemia que esta tomando conta da populaçao jovem.As vezes as pessoas caem no papo dos outros começando aos poucos e acabam chegando num buraco muito fundo sem perceber que esta tomado pela quimica e dificilmente conseguem voltar a tras!!!!!!!!!!
ter um bom dominio psicologico é a unica coisa que pode salvar uma pessoa desse triste fim que essa droga leva.

leticia machado disse...

Muitas vezes é por uma questão familiar ou financeira, pois é uma droga de baixo custo e que proporciona uma sensação de bem estar e que faz com que aquela pessoa que esta com problemas busque refugio nela e "esqueça" seus problemas, como o efeito dura pouco isso faz com que a pessoa torne-se dependente dela e consuma o crack constantemente.
LETICIA MACHADO 3C

Lucas Nogueira disse...

O consumo de drogas acredito eu que seja por carência de certos cuidados familiares como atenção etc... Uma boa conversa entre pais e filhos digamos que não, em sentido de cobrança, mas, sim de amigo. Ajudaria grande parte dos casos de consumo de drogas.

Anderson disse...

O que pode influenciar isso é a convivência em casa,por parte da família e também pela influência de amigos bem próximo, e outro lado é que a família brasileira é vítima das desigualdades sociais e da falta de assistência social no nosso país.
E acho que eles deveriam mostrar oque acontece realmente com usuarios dessas drogras, não só comentar e sim mostrar cenas fortes pára chocar o povo. acho que só assim melhoraria.

DIGA NÃO AS DROGAS ,ISSO É UMA VIAJEM SEM FIM!

Nome: Anderson Lisboa Santos
Turma: 3º C

kaka disse...

preciso de uma redação pro colégio sobre o crack e suas transgressões se alguém puder ajuda agradeço mto! e é claro no meu 'racunho' ja tem mta coisa sobre esse texto . bjbj ;*

Aline disse...

Na minha visão as pessoas se entregam a esses ficios por falta de atenção, de carinho,de preocupação,dos pais e dos familiares.
Pois muitas vezes os filhos tem tudo o que querem, dinheiro,roupas novas de marca,enfim uma vida cheia de luxo e vaidade,e muitos dos país pensão que isso resolve e é o trato que o pai e a mãe imaginam ser melhor.
Mas na verdade um filho precisa de carinho, amizade, companherismo, atenção e amor, e hoje o que mais se ver é os filhos na rua a qualquer hora do dia e da noite, não frequentam a escola por não gostarem e também por não terem um apoio dos pais muitas vezes não se preocupam nem coom quem os filhos estão e om que estão e assim caiem nesse vicio.
E assim tem colegas que se dizem amigos que oferecem e muitos para afogar suas tristezas e magoas acabam tornando-se usuarios do crack, o problema é que não enchergam as consequencias que esse vicio pode acarretar a saude fisica,e mental.
E infelizmente os país se preocupam e dar apoio e atenção quando o filho não tem mais chances.
Aline Da Silva Grimmler 2ªf

jean disse...

Sabemos que são diversos os motivos que leva a pessoa chegar até a droga,como a carência de familia, pais que trabalham muito, de forma que venham a nao dar atenção devida aos filhos,assim os pais tentam compesar de outra forma,oferecendo um padrão de vida melhor,mas isso não resolveria o problema , pois seus filhos acabarão conhecendo outras pessoas,as quais apresentarão a droga,e assim, começarão a entrar no mundo do vício.Também existe pessoas que usam a droga como fuga dos problemas, achando ser a maneira mais facil de fugir da sua realidade.

Jean 2°F

elizangela mendes gonçalves disse...

Acho quando a pessoa é jovem ela quer experimentar algo de novo e o crack na primeira vez parece ser inofensiva parece que é algo só pra esquecer algum problema mas depois ja vira um vicio por causa das sensações prazerosas e o crack é mais utilizado por ser uma droga de preço baixo e efeito mais rápido.
elizangela mendes 3c

Bruno jachson mendes disse...

na minha opinião os jovens que experimentam as drogas não fazem isso para desobedecer as mães ou para estragar o proprio corpo mas sim por influência dos amigos ou da tribo pertencente , o jovem se sente forçado a usar a droga para não se sentir excluido na sua "galera" então experimenta pela primeira vez e então não conseguem mais sair desse " mundinho" então meu conselho e que os jovens nunca experimentem .





BRUNO JACHSON MENDES 2° G NOITE

Kalvin disse...

O Crack é uma praga que não discrimina cor da pele, nível social, é uma droga altamente destrutiva capaz de destruir qualquer organismo por mais forte que ele seja, todas as pessoas que usam e não conseguem se desvincular tem o mesmo fim, à morte.
Infelizmente os jovens de hoje em dia gostam de experimentar tudo pra tirar suas próprias conclusões não si importar em pagar seu alto preço!

claitonjeske_ disse...

O Crack pode vir a viciar as pessoas com grande facilidade, pois ela pode levar a morte. As pessoas se viciam nessa droga facilmente,tem pessoas que experimentam apenas para ver se é boa ou não e acabam se viciando na droga,a aqueles que experimentam a droga porque acham que não a perigo sem saber o que esta usando. Correndo risco de vida.

Claiton jeske 2ºG

luciana souza da costa disse...

acho que ser usuário vai da cabeça de cada um, eu tenho amigos (vizinhos) que usam mas nem por isso eu entro nessa.
também acho que esta faltando atitude das autoridades, na esquina da minha casa há uma praça onde se encontram vários usuários, por diversas vezes passa o carro da brigada e não fazer nada.
isso deve acabar.
Luciana da Costa
turma 2° f

mariza barboza disse...

Acho que o ser humano está sempre procurando algo pra se sentir feliz mesmo que temporariamente, também as amizades, os grupos a que pertencemos, e acuriosidades nos influenciam ao uso de cigarro, álcool e por fim as drogas de maneira sutil, quando nos damos conta estamos viciados.

Mariza Barboza

Stephanie Prietsch disse...

Acho que a maioria das pessoas que acabam usando a droga, é por falta de informação da dependência que ela pode causar. Levam a primeira vez sempre naquela brincadeira 'é só para experimentar' depois acabam usando a segunda porque teve um sensação boa, e depois a terceira, e quando vão ver já estão dependentes do crack. Mas a droga pode começar a ser usada por falta de estrutura familiar, desilusões, amizades erradas!
Sabemos que entrar nessa vida, é a parte mais fácil, mas depois para sair? Então, melhor pensar muito bem antes de entrar, ou melhor nem pensar né. Tirar essa opção da cabeça na primeira hipótese!

Stephanie Leitzke Prietsch 2ºG

bruno alves disse...

Na minha opinião a maiorias das pessoas que vão usar a droga pela primeira, usam por curiosidade sem saber a precauções que vão acontecer futura mente e acabam se viciando.E depois acabam estragando a vida roubando e vendendo suas coisas para combater o vicio.


Bruno Fagundes 2° G

Rafael Lanzetta P. disse...

Pessoas levam esse caminho por falta de afeto, ou carências familiares ou até mesmo rejeição.
A droga é a saída para eles, mas de acordo com o tempo, o usuário precisa de mais e assim os roubos vão acontecendo levando-os a desgraça e acabando com o pouco de vida que lhes resta.

Rafael Lanzetta P. 3°C

will torres 2° g noturno disse...

Na minha opnião cada pessoa sabe o quer e, o que é melhor para si proprio.
Tudo começa com uma "brincadeira", e depois se torna um vicio.
Muitas vezes é por falta de imformação ou por causa de amizades que fazem entrar num caminho sem volta...
Devemos ter vicios de leitura, esportes e não de drogas ...
Sou contra á todas as drogas e fico longe delas e de que as usa.
Porque amigos que nos oferecem isso, para mim não são meus amigos..............
WILLIAM I. TORRES 2° DO NOITE

ALISON disse...

Alison 2f
Eu acho que as pessoas saem para rua afim de procurar diverção e encontram uma maneira trágica de se divertir,pois os problemas familiares e pessoais o levam a procura de drogas,achando que dessa maneira a de esquecer todos seus problemas no entanto consegue por apenas alguns segundos.

dione disse...

As pessoas entram nesse mundo por fatores familiares ou curiosidade.Ve alguem fumando e quer esperimentar e acaba viciado.Começa com cigarro depois dois e assim sucessivamente,e para sustentar o vicio começa a roubar a vender suas proprias roupas.

katis disse...

O crack é um "epidemia" que está matando milhões de pessoas .
Não usar é uma decisão individual porém inteligente,as vezes as pessoas usam para parecerem "descolados" e para que um certo grupo os aceitem!
Mas para mim o uso do crack é como um veneno que entra na mente e não tem volta,te aprisiona!
Problemas todos temos e quem precisa de crack para enfrentá-los é fraco porque sempre há uma pessoa com mais problemas e mais forte que consegue seguir de cabeça erguida sem uso de drogas!