segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Eu quero ficar sozinho

Eu quero ficar sozinho

É cada vez maior o número de pessoas que vivem sós. Mas isso não significa necessariamente sofrimento. Conheça os segredos dos solitários que são felizes

Claudia Jordão e João Loes


Foto: Frederic Jean/ Ag. istoé








NO CÉU Célio Ashcar, 33 anos, mora só em São Paulo: vida sem horários










No lugar das tradicionais e efusivas discussões familiares, o jantar é marcado pelo tilintar de apenas um par de talheres. Em vez de crianças eufóricas correndo pela casa, os corredores estão vazios e silenciosos. Antes de dormir, não há companhia para ver tevê. A tendência é mundial. Cada vez mais homens e mulheres moram sozinhos. Na Inglaterra, o índice de domicílios habitados por uma única pessoa é de 30%. Nos Estados Unidos, alcança os 25% - em Nova York, a meca dos solteiros, mais da metade da população (50,6%) vive só. No Brasil, o número de indivíduos que moram sem companhia também aumenta a cada ano. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 11,6% dos brasileiros não dividem o teto com ninguém. Há dez anos, esse índice era de 8,4%.

Até recentemente, o "morar só" era inevitavelmente relacionado a "ser só". E essas pessoas, geralmente com problemas de relacionamento ou idosos, carregavam o estigma de isoladas e abandonadas. Hoje, essa condição virou um estilo de vida, graças a um boom de jovens que têm deixado a casa dos pais em busca das tão almejadas liberdade e autonomia. Segundo uma corrente de cientistas sociais com voz cada vez mais ativa, quem mora sozinho é menos solitário do que se supunha e desfruta da vida em comunidade. "Muitos são jovens independentes, que consideram isso uma conquista", diz o sociólogo e cientista político Antonio Flávio Testa, professor da Universidade de Brasília (UnB). "Eles batalharam para ter seu canto e não se sentem sozinhos porque têm o apoio de familiares e amigos."

Rotina A vida agitada das grandes cidades contribui para o desejo das pessoas de se isolar

A tendência começou a ser moldada há duas décadas na Europa. Naquela época, os países desenvolvidos registravam um aumento significativo na expectativa de vida de seus cidadãos. Com isso, os idosos passaram a ter uma vida autônoma. Na maioria das vezes, eram senhores (as) viúvos (as). O perfil desse morador está se transformando, especialmente nos grandes centros urbanos, onde é comum ver jovens independentes partindo para uma vida solo. Não é, necessariamente, uma condição definitiva.

Ao encontrar um parceiro, eles deixam para trás os dias de egoísmo, as vantagens de não ter de dar satisfação a ninguém e o conforto de ter uma casa só deles para dividir o espaço das escovas de dente e constituir família. No Brasil, a maioria dos moradores solitários continua sendo a população mais velha - 40% têm mais de 60 anos. Mas as faixas etárias mais jovens estão ganhando espaço: 11,4% deles têm entre 20 e 29 anos e 13,2%, entre 30 e 39 anos. "O ato de morar sozinho, que outrora evocava debates sobre solidão, começa a ser associado a melhores condições de vida", analisa a socióloga Ana Lúcia Sabóia, do IBGE.

REDE Amigos ajudaram Susane Rabelo a superar um divórcio

O empresário Célio Ashcar Jr. é um representante desta tendência. Aos 33 anos, ele vive só e feliz num apartamento no bairro da Vila Olímpia, zona sul de São Paulo. Até 2003, morava com o pai. Assim que se tornou sóciodiretor da agência de promoção e eventos na qual trabalhava, se sentiu seguro para partir para morar só. "Minha casa é meu templo, onde recarrego as energias e pesquiso referências para o meu trabalho", diz ele. Ashcar adora sua rotina, especialmente pela liberdade que conquistou. "Não tenho horário para chegar em casa, por isso seria impossível comparecer a jantares com hora marcada", diz.

Com uma maior inserção no mercado de trabalho, o contingente feminino também conquistou sua independência. Até alguns anos atrás, a mulher que morava sozinha era estigmatizada, carregava a pecha de mal-amada ou abandonada. "Hoje, aceitamos melhor quem faz essa opção", diz Henriette Morato, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). "É preciso se descobrir e curtir, antes de casar e engravidar. É uma fase muito importante."

A secretáriaexecutiva Juliana Melo, 29 anos, tem essa consciência. Aproveita a vida de solteira sem amarras e cuida da sua casa com prazer. Juliana deixou a casa dos pais para morar com amigas, há dez anos. Há um ano e meio, vive só num apartamento no bairro do Itaim, em São Paulo - a algumas quadras de seu trabalho. Isso lhe permite caminhar até lá, o que numa metrópole significa qualidade de vida. "Considero ter meu próprio espaço uma vitória", diz ela.

INTERNET Nello Sampaio: muitos amigos virtuais e poucos reais

De olho neste filão, as empresas investem no mercado single, como é chamado este nicho, sobretudo os setores de alimentos, imóveis e serviços. Até recentemente, os solteiros viam produtos estragar nas geladeiras, porque eram obrigados a comprar quantidades além do que seriam capazes de consumir. Hoje, é possível encontrar nas gôndolas de supermercados itens voltados para eles. São frutas, verduras e legumes lavados, cortados e dispostos em pequenas quantidades, caixas de ovos com seis unidades, porções de torradas embaladas duas em duas e pratos individuais congelados. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Alimentícias (Abia), o mercado single de alimentos começou a ser estimulado há uma década e, desde então, cresce de 6% a 7% ao ano.

Na área imobiliária, proliferam empreendimentos com serviços especiais. Em São Paulo, a Construtora Gafisa está erguendo o edifício Vision, no bairro do Campo Belo, que possui concierge, para quem não gosta ou não tem tempo de arrumar o apartamento, e serviços "pay-per-use", que oferecem "babá de cachorros", por exemplo, para quem está disposto a pagar uma taxa extra. O sucesso foi tanto que a empresa se prepara para lançar em breve um segundo empreendimento como esse.

Tese Para especialistas, a efervescência das metrópoles estimula a vida em comunidade

A vida agitada das metrópoles contribui para o desejo das pessoas de ficarem sós, de curtirem o silêncio de suas casas, de lidarem com os afazeres do seu próprio jeito. A psicóloga Henriette Morato acredita que é o excesso de relações pessoais que temos no dia a dia que exige um tempo para reavaliações. "Desde que acordamos, nos relacionamos com muita gente por obrigação, seja no elevador do prédio, seja na academia, no trabalho ou na faculdade", diz. "São todos contatos muito fluidos, que exigem de nós um tempo para digerí-los e assimilá-los até mesmo para nos reconhecer como indivíduos ou cidadãos." Segundo ela, o momento de solidão funciona como um mecanismo de defesa da pessoa, para que ela não se sinta diluída em meio a tanta informação e influência externa.





































































































Os grandes centros urbanos sempre foram considerados os maiores vilões das relações interpessoais. Mas, agora, há uma corrente de pensadores que sustenta o oposto. Liderados pelo psicólogo americano John Cacioppo, diretor do Centro de Neurociência Cognitiva e Social da Universidade de Chicago e autor de uma série de estudos sobre o tema, um grupo de acadêmicos tem defendido que metrópoles do porte de Nova York, Tóquio e São Paulo não contribuem para o distanciamento de seus moradores. Pelo contrário, estimulam a vida em comunidade, graças à sua efervescência. "Não é o número de ssrelações pessoais, mas a qualidade delas, que determina se uma pessoa se sente ou não sozinha", disse Cacioppo à IstoÉ. "Então, não é o tamanho das cidades que importa, mas a maneira como cada um se relaciona com a sua vizinhança - e isso vai depender da personalidade de cada um."

Para defender esta tese, Cacioppo usa seu estudo de caso sobre a Grand Central Terminal, estação que integra trens metropolitanos e metrô em Nova York e é o maior terminal de trem do mundo em número de plataformas. Ele argumenta que a sensação ao chegar ao local é de que pessoas se deslocam solitárias na multidão. Como se cada uma seguisse seu caminho, no seu ritmo, com os seus pensamentos e alheia aos demais. No entanto, ao olharmos com mais atenção, percebemos interação entre elas. Há turistas pedindo para nova-iorquinos tirar fotos deles, amigos se encontrando, outros se despedindo. Para o psicólogo, que integra uma corrente evolucionista e acaba de publicar o estudo "Loneliness" (Solidão), nossa espécie não teria sobrevivido por tanto tempo sem o que chama de "instinto de cooperação social".

OFERTA Os setores de alimentos, imóveis e serviços investem neste mercado

A gerente administrativa Susane Rabelo, 48 anos, é prova de que os contatos pessoais são fundamentais para sobreviver na cidade grande. Por causa da vida profissional, há 15 anos, ela deixou a família em Belo Horizonte, em Minas Gerais, para morar na capital paulista. Apaixonou-se e se casou na cidade.

NOVA VIDA Juliana Melo mora há um ano e meio sozinha: "É uma vitória", afirma

A união durou 12 anos e, desde 2005, mora sozinha. Ou melhor, na companhia de Billie Holiday - cadela que ela herdou com o fim do casamento sem filhos. Susane conta que só suportou a ausência da família, especialmente na fase do divórcio, graças aos fortes laços de amizade que construiu em São Paulo. Ela tem seis grandes amigos - uma comprovação da tese de que metrópoles podem aproximar solitários e estimular comunidades. "Como boa mineira que sou, gosto de receber em casa, nem que seja para um café", diz ela.

Na era da internet, as relações virtuais ganharam espaço. Mas nem sempre ter uma imensa quantidade de amigos na rede significa se sentir acolhido e amparado. Dono de uma casa noturna na Barra da Tijuca, o empresário angolano Ermenegildo Nello Sampaio, radicado no Rio de Janeiro, parece enturmado à primeira vista. Graças à sua sociabilidade, todas as sextas-feiras e sábados, ele consegue lotar sua casa noturna com capa cidade para 350 pessoas. Sua lista de contatos no comunicador instantâneo MSN soma 250 pessoas e na rede social Orkut, 200. "Tenho muitos colegas, aos quais me refiro como 'amigos da noite'", diz ele. "Amigo de verdade, tenho apenas um, que nem sempre está presente."



A exemplo de Sampaio, é bastante comum que pessoas com muitos amigos virtuais em redes sociais, como Orkut, Facebook e MySpace, sintam-se isoladas, sem alguém para falar sobre assuntos íntimos. "A internet conforta o solitário apenas num primeiro momento, pois ele se sente integrado a um grupo", diz Caccioppo, que também estuda este tema. "Mas, com o tempo, o bem-estar se esvai, porque ele percebe que as relações não se aprofundam e isso traz mais infelicidade." Para Cacioppo, as redes sociais são positivas quando servem de suporte às amizades, e negativas quando se tornam a principal via de comunicação entre as pessoas.

SINAL A solidão é um tipo de alarme, que soa quando a coesão do grupo é necessária

Conseguir se integrar a outra cultura, com códigos, expectativas e pressupostos diferentes, é um dos grandes desafios do ser humano. O lutador Glover Teixeira, 29 anos, que nasceu no Brasil, mas mora nos Estados Unidos desde 1999, sofreu com a maneira de viver, individualista e solitária, dos americanos. "Por ser latino, eu achava que teria mais facilidade para fazer amizades lá", diz. "Mas a verdade é que foi muito difícil, pois eles são muito fechados." Atualmente, Teixeira tem três amigos fiéis, todos nascidos nos Estados Unidos, o que considera uma grande conquista. Um estudo revelou que os americanos estão cada vez mais sozinhos, sem ter com quem compartilhar seus dramas pessoais.

A pesquisa The American Sociological Review revela que, em 1985, os americanos tinham em média três pessoas a quem podiam confiar sua intimidade. Em 2004, esse número caiu para dois indivíduos. O trabalho mostra ainda que, nesse período, o total de americanos sem alguém para abrir o coração subiu de 10% para um quarto da população.














RECOMEÇO Glover Teixeira foi viver nos EUA e fez novas amizades













Segundo Cacioppo, assim como a fome, a solidão é um tipo de alarme, que soa sempre que a coesão do grupo se torna necessária. "Nossos ancestrais se reuniam para se defender de ataques de predadores", diz o pesquisador. "Hoje, nos estressamos por razões diferentes e precisamos dos outros por motivos distintos, como para organizar a nossa rotina, para prosperar ou mesmo sobreviver." De acordo com o sociólogo Antonio Flávio Testa, da UnB, ao se sentir sozinho, o indivíduo saudável não paralisa. "Ele sai de casa, vai à balada, recorre à igreja, busca ajuda profissional", diz. "Quem se sente só e não se movimenta, sofre de alguma patologia, como depressão."

Há pessoas que se sentem sozinhas cercadas por uma multidão e as que ficam à vontade até mesmo na aridez de um deserto - e aí, quase não faz diferença se a pessoa divide ou não o mesmo teto com alguém. "A solidão não é uma condição, é um sentimento", diz a psicóloga Magda Maetta. "Ela é vivida por cada um de maneira particular." O psicanalista e doutor em psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Sergio Cwaigman Prestes afirma que a dificuldade em ficar sozinho pode estar relacionada a conflitos de personalidade. "Geralmente, são pessoas que não aceitam alguma característica sua", diz.

RAIZ Viver sozinho é uma tendência que começou a ser moldada há 20 anos na Europa

A solidão traz sérios riscos à saúde de quem sofre seus dissabores. De alguns anos para cá, uma série de estudos vem sendo publicada sobre o sentimento e suas consequências mentais e físicas (leia quadro). O mais recente deles, realizado pela Universidade de Cornell (EUA) e divulgado em março, revela que idosos solitários apresentam mais problemas mentais e físicos do que velhinhos que têm companhia. Pessoas nessas condições desenvolvem baixa autoestima, que pode virar depressão. Além disso, idosos desacompanhados correm mais risco de sofrer quedas ou de esquecer de tomar sua medicação.

Outro estudo, de fevereiro, compara os males da solidão com os relacionados à obesidade e ao fumo. Nesse caso, os riscos em comum são pressão alta, imunidade baixa e insônia. O sentimento também dificulta a cura do câncer. Viver só não significa estar condenado à solidão. O saudável é equilibrar os momentos de isolamento e reclusão com os de interação com a família e amigos. Assim, é possível ser feliz sozinho.

Tarefa: Os alunos deverão estar reunidos em duplas. Cada um deverá ter lido o texto antes do comentário. Após, em uma única postagem, a dupla deverá se manifestar, um com argumentos contrários e outro com argumentos favoráveis ao texto. Mesmo que a postagem seja feita por dupla, cada comentário deverá estar identificado por aluno. Comentários fora do proposto não serão aceitos.


Créditos: Revista Istoé http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2085/artigo154639-1.htm


15 comentários:

Jéssica Porto disse...

Morar sozinho tem um gosto de liberdade,de independência,e ser independente é opcional.Muitas pessoas gostam de ficarem sós em suas residências,mas nem por isso esquecem seus familiares e amigos,pelo contrário,se aproximam mais pela saudade que sentem.Viver sem companhia dá a idéia de que não se precisará dar satisfação a alguém ou mesmo cumprir horários ou obedecer regras.Para quem aprecia morar sozinho isto é ótimo e pode lhe fazer bem,imagine poder reunir vários amigos em sua casa e conversar alto até altas horas sem a preocupação de que alguém possa intervir em sua diversão,isto é bom,não é?
Para se viver só é preciso que a pessoa a quem escolha esta condição esteja preparado tanto financeiramente quanto psicologicamente,para que assim ela viva feliz com a sua escolha.
Jéssica Porto 3C

Há muitas pessoas que moram sozinhas por que querem,mas há também o contrário:pessoas que moram sozinhas por falta de opção,como morte de familiares,separação ou mesmo a falta de interesse pela família.Mas uma pessoa que por esse motivo vai morar sozinha não está preparada,pode até estar financeiramente mas não psicologicamente,pois ela concerteza se sentirá só e triste.Esta pessoa poderá adquirir doenças como a depressão ou mesmo a tristeza profunda se não houver alguém ao seu lado,que se preocupe com ela,que faça ela se sentir amada.É preciso que esta pessoa seja acompanhada,mesmo que de longe para que a mesma não se sinta só e que para ela essa experiência seja boa e agradável.
Jéssica Porto 3C

jean disse...

A desvantagem de morar sozinho e não ter com quem conversar, chegar de noite em casa e se deparar com a casa vazia, sem ninguém pra conversar, e dividir suas atividades do dia a dia.
Traduzindo morar sozinho e coisa de entra em depressão por causa da solidão

Jean 2 f

eu sou a favor de quem decide morar sozinho, porque acho que a solidao nao tem haver com o voce estar sozinho num ambiente fechado e sim voce estar de mal consigo mesmo e nao querer falar com alguem. acho errado essa coisa de a midia querer levar vantagem no sofrimento das pessoas.

Maria eduarda v.x 2f

ALISON disse...

samantha 2f
viver sozinha é um modo de conquistar sua própria liberdade,muitas pessoas vivem sozinhas porque acham que certamente conquistaram seu espaço com seu esforço.Cada vez mais jovens sonham em viver sozinhos pois, acreditam que estar só é uma grande oportunidade para suas conquistas,os idosos também acham que estar sozinho é muito bom já que vivem geralmente em lugares bastante movimentados ,sua preferência é de viver em lugares bem calmos e de preferência sozinhos!

Alison 2f
Acho que viver sozinho é uma atitude muito antecipada na vida pois, acredito que a pessoa deve viver sempre com alguém ao seu lado.Porque ela pode sofrer muitas consequências como:tristeza,depressão,além disso a pessoa que vive só tem uma grande possibilidade de afastar de sua família e amigos.

claitonjeske_ disse...

Morar sozinho é uma realização para os jovens, pois todos os jovens depois que fazem 18 anos pensam em se mudar da casa da família para que tenham seu próprio espaço para viver livremente e não se estressar com pessoa alguma, assim a pessoa tem mais privacidade para si.

Claiton Jeske 2º

Morar sozinho também pode vir a ser ruim.Se a pessoa se sentir mau, falta de companhia e não ter alguém ali para conversar, assim ela pode entrar em depressão ou ficar doente por não ter ninguém com quem ela posa desabafar
E assim morar sozinho não vira a ser tão bom.

Claiton Jeske 2º

katis disse...

Morar só,isso é cada vez mais desejado pelos jovens,se torna uma conquista,mais um passo dado!
Antigamente as pessoas rotulavam quem morava sozinho uma pessoa infeliz mas hoje em dia eles consideram vitoriosos!
A indústria ajuda muito quem mora sozinho fabricando alimentos em pouca quantidade pois assim podem comprar só para um dia ou para pelo menos uma semana.
A solidão está dentro das pessoas as vezes podemos estar com 1.000 pessoas mas nos sentindo solitários e o oposto também acontece !
Katiucia Pires 2°f

A parte ruim de morar sozinho porque as vezes precisamos conversar com alguém e na hora não haverá com quem .
A indústria tira muito proveito porque quem mora sozinho precisa de alimentos em pouca quantidade e por mais que possa ser caro,se não comprarmos os alimentos apodrecem.
Não sei muito o que falar sobre morar sozinho porque nunca tive essa experiência e acho que nem gostaria.
Katiucia Pires 2°f

Bruno jachson mendes disse...

Morar sozinho é um sonho para todo o jovem com mais de 18 anos , pois da um gosto de liberdade e de alto-suficiência
e o mais importante o controle total de suas vidas .

Bruno Jachson Mendes 2°g


È certo que o jovem tenha a sensação de poder e de controle mas por outro lado ele esta sozinho no mundo porque muitas vezes saem de casa brigados com os pais e muitas vezes acabam querendo voltar para casa , meus irmãos são a prova disso , sem contar a responsabilidade que estão adquirindo para si . acho que isso deve ser muito bem pensado antes de ser feito .


BRUNO JACHSON MENDES 2°G

Felipe Dutra disse...

O lado bom de viver sozinho é aquela liberdade que você tem, aquela liberdade que pessoas tanto buscam na vida.Você pode acordar a hora que você quiser sem que alguém esteja ali o incomodando.Almoçar, limpar a casa ou fazer qualquer outra coisa no tempo que você mesmo decide.Sem ter que fazer aquilo porque alguém esta lhe mandando.

Felipe Dutra 2G

O lado negativo de morar sozinho é a solidão que da de viver só, sem ter com quem conversar, dividir idéias, sonhos e coisas desse tipo.É você acordar pela manha, e pensar que não vão ver ninguém em casa com você.Mas acho que é gosto de cada um.

Felipe Dutra 2G

Rosiane disse...

Eu sou contra, por que acho que todos devem ter alguém ao seu lado para dividir as alegrias e tristezas do cotidiano, me imagino chegando em casa e não ter ninguém para dar um abraço, contar como foi o dia e desabafar.
Luciana da Costa 2ºF

Ficar sozinho, hoje uma conquista e tanta.
Morar só, não significa que com isso queremos se isolar do mundo. É mais uma questão de liberdade pra muitos, ter e poder chamar de seu com certeza o máximo.
É acho que o comércio não prejudica em nada para quem mora sozinho.
Rosiane Santana 2ºF

Rafael de Lima disse...

Eu quero ficar sozinho... não há nada melhor do que ser independente e ter sua própria liberdade. Você decide como vai proceder não só sua casa, mas também a sua vida, seus planos são somente seus. Não significa solidão ou isolamento, as pessoas continuarão alí onde sempre estiveram e para recebê-los em sua casa será até mais fácil. E quem mora sozinho continuará sendo a mesma pessoa, talvez mais feliz.

Rafael de Lima 3ºC


Morar sozinho tem suas inúmeras vantagens, porém como nada é perfeito contém suas desvantagens. Se você está sozinho em sua casa e passa mal, você pode até avisar alguém, que terá de sair em sua busca, isso se esse alguém estiver disponível para você. Também se um dia você estiver triste, ou se sentindo sozinho quando chega a noite não terá alguém para relatar seu dia, e você vai acabar segurando suas mágoas e problemas durante a noite ou até um outro dia em que encontrar alguém de sua confiança para desabafar.

Rafael de Lima 3ºC

RENATA BRITTO disse...

Morar sozinho é muito bom pois podemos fazer tudo o que queremos,temos liberdade ,privacidade e isso não tem preço algum.Não precisamos aturar o mal humor dos outros ou ficar ouvindo dezaforos porque estamos sozinhos estamos totalmente em paz,podemos convidar quem nós queremos para nos visitar,chegar a hora que quizermos em casa sem compromisso nenhum.

Morar sozinho não é uma boa pois ficar sozinho,deve ser muito ruim ainda mais pra quem é jovem.Jovem gosta de conversar,gosta de barulho,então morar sozinho não era.Chegar em casa e não ter ninguém pra ti conversar e dizer como foi o teu dia é horrivel,sem palavras o bom mesmo é ter alguem junto pelo menos uma pessoa,que tu posso dividir o dia a dia com ela.Sair junto fazer algo no fim de semana pois se não que graça teria morar sozinho morar com algem é bem melhor pois podemos fazer varias coisas juntos se precisarmos de algo ou ficarmos doente temos a quem pedir um favor.

RENATA BRITTO 2G

Rafael Lanzetta P. disse...

O lado bom é de não depender de horário, ter sua própria liberdade, privacidade.
Também pode ter mais concentração para desempenhar estudos, trabalho e até lidar com o estresse do dia a dia.

O lado ruim é sentir falta de conversar, barulho em casa e lidar com as tarefas sozinho, isso acaba virando uma solidão que leva a depressão muitas vezes.

Rafael Lanzetta P. 3ºC

dione disse...

Morar sozinho tem seu lado bom,você faz o que quiser,paga suas contas arruma a casa faz sua comida etc.Você fica mais maduro e responsável.

Morar sozinho também tem seu lado ruim,no cair da noite você fica com a sensação de abandono e procura nos livros buscar a falta das pessoas ao seu lado.
dione freitas 3C

Bruna disse...

Morar sozinho tem um lado maravilhoso que é a independência ser dono literalmente do seu nariz sem ter que dar satisfação de que horas vai chegar e se vai chegar.Viver sem a companhia de ninguém não é se isolar de todo mundo e não ter com que contar em uma hora de aperto isso só significa que você pode ter mais controle sobre sua vida e decidir fazer com ela o que você quiser.Bruna Vahl 3c.


Algumas pessoas associam a frase "quero morar sozinho" com a ideia de que fazer isso é esquecer do resto do mundo sem se envolver mais com os amigos e até mesmo esquecer a existencia de familiares, essa é a maneira mais ignorante de pensar se isolando de pessoas que um dia mesmo que esse dia demore serão fudamentais em algum momento.Todo mundo vive bem sozinho mas não totalmente isolado.Bruna Vahl 3c.

leticia machado disse...

Hoje morar sozinho é um estilo de vida que foi conquistado por muitos jovens,que buscam sua independência e liberdade.
MARIZA BARBOZA 3C

Morar sozinho é ruim tanto para saúde mental quanto para saúde física,pois o ser humano é uma pessoa dependente dos sentimentos dos outros e morar sozinho faz com que futuramente ele desenvolva algum tipo de doença.
LETICIA MACHADO 3C

karina disse...

Acho que todos querem a sua liberdade,idependencia,mas nao sabem que nao é tao facil como imaginamos!ficar sozinho é bom,mas nao sempre,acho que precisamos dos outros e mesmo tanto sozinho,sempre faz falata ter alguem do seu lado e de confiança que é o mais dificil!
Mas como todos gosto dessa ideia e na verdade temos que fazer o que queremos para depois saber o resultado.
karina 2G