sábado, 26 de setembro de 2009

Revolução na escola

Revolução na escola
Como o novo Enem vai mudar a forma de transmitir e avaliar o conhecimento nas instituições de ensino. E essas transformações começam na alfabetização

Francisco Alves Filho e Suzane G. Frutuoso


FOTOS: JULIA MORAES, FREDERIC JEAN - AG. ISTOÉ. AR

Uma nova educação está batendo às portas das escolas brasileiras. Com atraso, é verdade. Durante décadas nosso aprendizado permaneceu focado em ler, escrever e calcular. Educadores e governo esqueceram que o ser humano precisa de compreensão ampla sobre o cotidiano e o mundo para interagir de maneira saudável com a vida. Agora, o pensar será privilegiado no lugar do simples memorizar.

O novo conceito do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a ser testado nos dias 3 e 4 de outubro, será o passo decisivo de uma revolução na educação do País. Para os alunos se saírem cada vez melhor nele e terem a oportunidade de ingressar em universidades de qualidade, as escolas já estão repensando o jeito de ensinar, desde a educação infantil.

Confiança no conteúdo
Felipe e Andressa: bem preparados com o ensino do Vértice, em São Paulo

Em maio foi divulgada a reformulação da prova, criada em 1998. As alterações serão decisivas para boa parte dos cerca de 1,5 milhão de estudantes que ingressarão na universidade no ano que vem. Se antes as 63 questões cobravam organização de informações, interpretação de textos e gráficos, mas num apanhado de testes engessados por disciplinas sem diálogo entre si, na atual versão haverá uma divisão por áreas (leia quadro à pág. 84).

Isso exige raciocínio lógico, compreensão do conteúdo estudado no ensino médio e o uso do conhecimento de disciplinas distintas em uma mesma solução. A prova será mais trabalhosa, com 180 questões de múltipla escolha (além da redação), e em dois dias de testes.

O modelo é parecido com o SAT, elaborado em 1926, nos Estados Unidos, para o ingresso nas universidades americanas. Como o método prima pela excelência, a famosa decoreba não tem vez. Será assim também com o novo Enem. E é justamente o que obrigará as escolas a se adaptar

"O saber é mutável e, hoje, atualizado com rapidez", diz Neide Noffs, diretora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). "Em curto prazo, memorizar é irrelevante. Iniciativa e entendimento devem ser estimulados."

Para isso, as instituições de ensino terão de oferecer aos estudantes a oportunidade de debater um mesmo assunto em várias matérias do currículo escolar, de maneira integrada. No Colégio Rio Branco, em São Paulo, temas da atualidade, como a gripe suína, são enfocados do ponto de vista da geografia, da matemática, da história, da sociologia.

"O excesso de fragmentação das disciplinas, transmitidas de modo isolado ao jovem, impede o aproveitamento significativo do aprendizado na vida dele", diz a diretora Esther Carvalho. Essa proposta de educação não é nova. A determinação existe há 11 anos, quando foram instituídas pelo Ministério da Educação (MEC) as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

Fora os colégios de elite das grandes metrópoles, que têm recursos para investimentos em pessoal e infraestrutura, a maior parte do sistema educacional não adotou os parâmetros. Com o Enem, as escolas foram forçadas a isso. "O exame se tornou uma cobrança oficial", afirma Heliton Ribeiro Tavares, diretor de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Aprovada pelo Enem
Diana ingressou em medicina com os resultados do exame, em 2008

Os professores também serão obrigados a se atualizar. Quem não voltar a estudar e valorizar a transmissão de um ensino inteligente, está fadado a ficar para trás. O aluno está antenado 24 horas por dia, por todos os meios possíveis, graças ao acesso à tecnologia.

Precisa, porém, aprender a organizar tanta informação. "Ele traz o novo ao professor", diz Gracia Klein, diretora pedagógica do Colégio Pentágono, em São Paulo. Esses profissionais não podem mais negar que os alunos pensam junto com o mestre.

Por exemplo, o professor que ignora a capacidade de quem alcança o resultado de uma equação por um caminho diferente da fórmula predeterminada não está aberto para a interação e o questionamento. E a figura autoritária não é respeitada pelo estudante do século XXI. Não é surpresa perceber que as escolas mais bem colocadas no ranking do Enem são justamente as que oferecem um ensino baseado na interdisciplinaridade e investem na formação da equipe.

Em São Paulo, professores de colégios badalados ganham em média R$ 7 mil, por 40 horas de aula semanais. Eles são titulados e recebem toda a estrutura necessária dos empregadores para aperfeiçoamento. "Depois da publicação dos resultados do Enem, escolas de outros Estados vêm nos visitar para conhecer a metodologia que aplicamos", diz Adilson Garcia, diretor do Colégio Vértice, o primeiro no ranking da capital paulista.

Em cinco anos, a escola passou de 600 alunos para 900, tamanha a procura. Para cada uma das 100 vagas oferecidas anualmente, há cerca de oito famílias interessadas. No Colégio São Bento, no Rio de Janeiro, primeiro colocado no ranking nacional do Enem, a constância do modelo de ensino é o que o leva ao sucesso. "Não preparamos o aluno para este ou aquele tipo de vestibular", diz Pedro Araújo, coordenador de ensino médio. "Procuramos dar uma preparação sólida."

Pensando no futuro
No primeiro ano do ensino médio, Caio já estuda com foco no processo de seleção para a universidade

Estudar numa escola com mestres motivados, bem estruturada e incentivadora do raciocínio traz confiança aos candidatos a uma futura vaga nas melhores universidades. "Estou sendo preparado desde já", diz Caio Becker, 16 anos, estudante do primeiro ano do ensino médio do Centro Educacional da Lagoa, no Rio de Janeiro.

Felipe Cabral, 17 anos, aluno do terceiro ano do Vértice, diz sentir segurança com o que aprendeu na escola para disputar uma das vagas de engenharia da computação em instituições de calibre. "Nenhum cursinho me prepararia melhor", afirma. Sua colega Andressa Mendonça, 17 anos, é da mesma opinião.

"Tive contato com pessoas de outras escolas e percebi que estou mais bem preparada", fala a jovem, que sonha com a carreira de arquiteta. O Enem se tornou um indicador de qualidade tão importante que pais de crianças já escolhem a escola dos filhos usando o ranking como critério.

Com dois filhos ainda no ensino fundamental, a arquiteta Carla Pimentel resolveu que eles deveriam ingressar numa escola que rendesse bons resultados no exame nacional. No ano passado, transferiu Maria Inês, 12 anos, e João Vitor, 14, para o Liceu Franco- Brasileiro, no Rio de Janeiro. "Escolhi o colégio porque está bem colocado no ranking", afirma. "Isso me dá a certeza de que há chances maiores de acesso a boas universidades e também no mercado de trabalho."

A preocupação é válida, mas precipitada. Primeiro por não existirem garantias - apesar de ser a hipótese mais provável - de que as escolas campeãs no Enem hoje continuem assim com o passar do tempo. Segundo, porque vale mais optar por uma instituição na qual os valores são semelhantes aos da família da criança.

"Não adianta colocar no colégio rígido por ser o melhor, se em casa a educação é mais liberal", diz Osmar Ferraz, coordenador de vestibular do Colégio Bandeirantes, em São Paulo. Por fim, deixar a criança numa escola em que ela não consegue acompanhar o ritmo puxado pode ser um massacre, que gera traumas e interfere na boa formação

Mobilidade estudantil
Para Miguel Jorge, concorrer em mais de uma universidade é vantagem da prova

"Com o novo Enem haverá uma democratização do acesso ao ensino superior. É um avanço"
Miguel Roberto Jorge, pró-reitor de graduação da Unifesp

Pais que desejam garantir uma educação de qualidade devem ficar atentos se a escola escolhida está adaptada às atuais regras do ensino fundamental. Antes, era obrigatório dos 7 aos 14 anos (da 1ª a 8ª série). A nova faixa etária vai dos 6 aos 14 anos (do 1° ao 9° ano). Além de um ano a mais de estudo, as diretrizes pedem espaço ao conceito de letramento, que significa ensinar as crianças a ler e escrever compreendendo a essência dos exercícios.

O raciocínio lógico também passa a ser valorizado desde cedo. É nessa linha que segue o Pisa (sigla em inglês para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), promovido a cada três anos pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que mede o conhecimento entre jovens de 14 e 15 anos de diversas nações. E o Brasil vai mal. No último resultado, de 2007, os alunos brasileiros obtiveram médias que os colocam, entre 57 países, na 53ª posição em matemática, na 48ª em leitura e na 52ª em ciências.

Outra característica inovadora do Enem é a possibilidade de o candidato concorrer com a mesma prova em até cinco universidades federais. Um avanço que aumenta as chances de ingresso em instituições qualificadas e diminui o gasto com inscrições de vestibular e em deslocamento para realizar o exame.

"Democratiza o acesso ao ensino superior", diz Miguel Roberto Jorge, pró-reitor de graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que utilizará a avaliação como forma de ingresso único em 19 dos 26 cursos. A mineira Diana Salma, 31 anos, entrou na faculdade de medicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 2008 apenas com os resultados do Enem. "Por esse critério, fiquei em 14º lugar", comemora. Malvina Tuttman, reitora da UNIRIO, vê mais uma vantagem. "O exame incentivará a mobilidade estudantil pelo território nacional."

Mas nem todos os educadores estão otimistas com as mudanças. Os críticos dizem que estudantes do Sudeste que não alcançarem pontuação para estudar nas faculdades de seus Estados terão nota suficiente para cursar as instituições do Norte e Nordeste, tomando o lugar dos candidatos dessas regiões.

"Vamos provocar justiça social, ao permitir acesso a candidatos de várias partes do País, ou injustiça social, ao permitir que alunos locais sejam excluídos por pessoas que se preparam em colégios caros?", questiona Roberto Salles, reitor da Universidade Federal Fluminense.

A discussão retorna à necessidade de um investimento de impacto no ensino público para que a desigualdade social, ao invés de aumentar, ganhe menores proporções. O programa Ensino Médio Inovador é um caminho.

O projeto pretende mudar a organização curricular das escolas das redes estaduais. As 100 instituições que apresentarem até 24 de setembro propostas de inovação receberão financiamento do MEC. A intenção é estimular a diversificação de atividades integradoras, com ênfase na formação cultural do aluno.

Em três anos, o MEC espera que o Enem seja o principal processo de seleção de universidades públicas e privadas. "Todas as instituições vão perceber que esse é o melhor método", garante Maria Paula Dalari, secretária de Ensino Superior. Por enquanto, muitas acreditam que seu vestibular tradicional é eficiente.

"Consideramos o nosso sistema consolidado", diz Márcia Abrahão, decana de graduação da Universidade de Brasília (UnB), que usa o Programa de Avaliação Seriada, no qual, por meio de convênios com as escolas locais, acompanha o desempenho dos alunos a cada série do ensino médio desde 1995. "Nosso vestibular já privilegia argumentação, competências e habilidades", diz André Sarmantini, vice-coordenador de graduação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.

"Mas, se o exame evoluir, podemos incorporá-lo." E a avaliação pode melhorar ainda mais. A ideia é que em 2010 a prova seja realizada em duas etapas, tomando novamente como exemplo o SAT americano, que acontece em sete fases. Não demandaria um imenso teste e os alunos se preparariam mais.

Caso a evolução do Enem se concretize, juntamente com as mudanças positivas prometidas para os ensinos fundamental e médio, a esperança é que em dez anos, cálculo dos especialistas ouvidos pela reportagem de ISTOÉ, a educação brasileira forme pessoas mais preparadas para a vida - e resulte em uma nação cada vez melhor.

"O ENEM VAI REORIENTAR O ENSINO"

O ministro da Educação, Fernando Haddad, falou à ISTOÉ sobre os reflexos do exame nas escolas.

ISTOÉ - Por que só agora, 11 anos após sua criação, o Enem chegou a esse novo formato?
Fernando Haddad -
O Enem, no seu formato original, falhou no seu principal propósito, que era acabar com o vestibular tradicional. As principais universidades não viam o Enem como um instrumento adequado para seus processos seletivos nem os secretários estaduais viam no exame o formato adequado para orientar o currículo do ensino médio. Daí a mudança foi necessária e, em minha opinião, recebeu apoio em função de ter sido um formato negociado, tanto com os secretários estaduais quanto com os reitores.

ISTOÉ - Algumas universidades, como o ITA, dizem que não vão aderir porque sua seleção dá certo. Em quanto tempo acredita que todas participarão?
Haddad
- Estamos prevendo para as universidades federais um processo de transição de três anos. Nesse primeiro ano, 50 instituições vão utilizar o Enem como fase única e 26 universidades públicas vão usá-lo como componente da nota. Compreendo que algumas instituições, por adotarem um processo seletivo adequado aos seus propósitos, não tenham a intenção, nesse momento, de fazer do Enem a base de seu processo seletivo

"Hoje, em virtude do conteúdo excessivo, os professores têm pouca condição de aprofundar as disciplinas"

ISTOÉ - O sr. acredita que o conceito do novo Enem vai mudar o jeito de as escolas ensinarem?
Haddad -
Não tenho dúvida de que vai reorientar o ensino médio, fazendo com que diminua o conteúdo e permita o aprofundamento dos temas pertinentes a essa etapa de ensino. Hoje, em virtude do conteúdo excessivo, os professores têm pouca condição de aprofundar as disciplinas porque o currículo do ensino médio acabou se tornando uma espécie de sobreposição de programas de vestibular. É praticamente impossível não lançar mão de decorebas, fórmulas, etc., para dar conta da abrangência dos conteúdos que são cobrados nos milhares de vestibulares que ocorrem no País.

ISTOÉ - Quanto tempo a educação brasileira levará para mudar para melhor, graças ao novo conceito?
Haddad -
Minha expectativa é que o início da mudança ocorra a partir da adesão das universidades. Dependemos dessa adesão, para que o ensino médio consiga respirar aliviado, para cobrir um conteúdo mais inteligente, mais instigante. A velocidade da transição vai determinar a da mudança

"Desde que as notas médias do Enem por escola foram divulgadas começou um movimento de adaptação"

ISTOÉ - Muitas escolas de elite que não se saíram bem na avaliação de 2007 subiram dezenas de posições em 2009. Como isso foi possível?
Haddad -
Na interlocução com diretores de escolas particulares e públicas, percebemos que, desde que as notas médias do Enem por escola foram divulgadas pela primeira vez, em 2006, começou um movimento de adaptação das instituições de ensino.

ISTOÉ - Os alunos de escolas públicas não continuam em desvantagem, já que o problema é a qualidade do ensino nessas instituições?
Haddad
- Em primeiro lugar, as escolas públicas têm um investimento por aluno equivalente a 10% do que se investe em média no estudante de escola privada. E recebem o aluno em condições socioeconômicas muito mais desfavoráveis. A família é um determinante da educação dos filhos. A distância existe, mas entendo que é superável. Fixamos metas até 2022 para que a escola pública se equipare em qualidade à escola particular - que atende apenas 12% da população.

Hugo Marques


ELAS NÃO QUEREM SER AVALIADAS

O exame que confere o desempenho dos estudantes do ensino superior é rejeitado por importantes universidades

A USP de fora
Uma das mais conceituadas universidades do País não aceita as regras do Enade

Algumas das principais instituições de ensino superior do País se negam a participar do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que avalia os alunos ingressantes e formandos das faculdades. A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) se abstêm do teste desde 2004, quando ele foi implantado.

Entre as justificativas, elas alegam a possibilidade de boicote por parte dos alunos, o que interferiria negativamente no resultado. "Antes da divulgação do resultado, a universidade deveria ter tempo de se adaptar para consertar as falhas apontadas", diz a educadora Neide Noffs, da PUC-SP, que participa do Enade.

A secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dalari, acredita que essas universidades ainda se conscientizarão da importância do exame. "Ele é um instrumento para elevar a qualidade do ensino no País."

15 comentários:

Bruno jachson mendes disse...

Nossa educação precisava mesmo de uma revigorada porque o alto índice de reprovação nas escolas a falta de interesse por parte dos alunos .
o enem é a porta de entrada para esse recomeço em nossa educação , mas para esse projeto do enem vingar , a estrutura de ensino dos jovens deve ser melhorada porque se não de nada adianta dificultar o processo do enem

will torres 2° g noturno disse...

Apesar de varias pessoas criticarem esse novo metodo , eu acho uma boa ideia.
Porque mesmo que decorem alguma matéria , precisam ter conhecimento para fazer a prova.
Além do mais a nova maneira de dar aula , misturando as matérias como história e geografia vai ajudar o aluno a ter mais conhecimento nas matérias.
william i. torres 2° g da noite

RENATA BRITTO disse...

Acho que o novo Enem vai melhorar muito a qualidade de ensino do aluno.Mas por outro lado eu acho que quem tem mais chance de passar é quem faz cursinho ou quem estuda em escola particular com certeza tem muito mais chance.O novo Enem vai preparar melhor as pessoas e da há elas uma oportunidade de fazer uma faculdade,que bom pelo menos que tiver a sorte de passar com certeza merece entrar uma faculdade pois deu o maximo de si para o enem.


RENATA BRITTO G

claitonjeske_ disse...

Acho que o enem é uma grande oportunidade para os alunos que não querem saber da escola. Mas a ainda aquele que preferem a escola do que essas chances porque a educação se encontra na escala e não em uma prova de poucas horas.
Acho a educação esta mudando de mais porque todos anos inventam algo para dar chances aos alunos maiores de idade que tenham repetido de ano alguma vez para que não fiquem tanto tempo na escola para que com 18 anos já tenham completado o ensino médio.
É mais ou menos isso que acho da educação ela é boa mais esta decaindo cada ano que passa.

claiton jeske 2ºG

Thais disse...

Eu acho que o novo emem ira melhorar a educação nas escolas por que os alunos tem que ter conhecimento para fazer essa prova, mas acho que quem realmente quer passar nesta prova tem que fazer um cursinho porque só a escola não da a estrutura nessessaria para este tipo de exame e tambem os alunos vão prestar vestibular da um tempo e tem que estar preparados fisica e mentalmente para isso.
Thais Botelho da Cunha 2-g

leticia machado disse...

Acredito que essa é uma ótima oportunidade para quem realmente quer ter um futuro promissor, mas também acho que para que isso aconteça às escolas publicas deveriam ser mais adequadas para essa proposta, pois convenhamos o ensino púbico é um "pouco fraco”, falta condições para um ensino melhor. Quem sabe daqui a dez anos não melhora e ai sim podemos enccarar de frente essa prova, pois ela é muito boa para o aluno e vai ajudá-lo a pensar mais e melhorar "eu acredito" o desempenho deles em qualquer teste que eles futuramente queiram fazer. Eu esspero ansiosamente pela decisão.
LETICIA MACHADO 3C

mariza barboza disse...

Acho que estava na hora de se reformular o ensino no país,e se foi através do ENEN que bom é sinal que alguém viu que cada vez mais o jovem sai de uma faculdade,ou quando vai, cada vez menos preparado para o campo de trabalho.
Sou contra a decoreba mas acho que tem coisas que tem que se aprender e de forma que não se esqueça ,aí´entra a reforma no ensino nas escolas desde o ensino fundamental, porque aí é que está a base de um bom aprendizado.
Mariza Barboza 3c

priscila lemos disse...

Concerteza cada vez mais alunos despreparados estao entrando em faculdades, mas iso tambem quer dizer que cada mais alunos estao saindo despreparados do ensino médio, certamente precisamos de algo que realmente teste nossos conhecimentos, mais antes disso precisamos obte-lo, acho que as preocupaçoes maiores em funçao da educaçao deveria ser melhorar o nosso sistema de ensino antes de qualquer coisa. A prova do enen realmente é otima para os bons alunos que ainda nao somos.
priscila lemos 3ºc

Jéssica Porto disse...

Uma revolução no ensino,é disto que os alunos precisam para se motivarem a estudar.Pois hoje em dia o ensino deixa muito a desejar,pois a cada ano que passa os alunos saem do ensino médio mais despreparados para prestarem provas de raciocínio,lógica,interpretação.Em algumas escolas o aluno não é estimulado a pensar sobre questões de nosso cotidiano.de receber uma informação e se perguntar o porque,o aluno não questiona,ou seja,não pensa.A nova prova do ENEM será uma boa oportunidade de mudar a realidade que vivemos hoje em dia nas escolas,e para que os estudantes se saiam bem nessa prova o professor terá que estimular mais o seu aluno e o aluno se dedicar mais aos estudos e pensar mais um pouco.
Jéssica Porto 3C

Rafael de Lima disse...

É de dar vergonha a nós brasileiros saber que nossa melhor posição no ranking do OCDE foi 48º lugar. Espero que com esses "novos" metodos de ensino, nossa educação melhore e muito, nossa não, dos nossos filhos e netos... Assim os brasileiros que não tem condições de fazer um cursinho, ou estudar em escolas particulares estarão preparados para um futuro bom, e quem sabe assim o crescimento do Brasil.

Rafael de Lima, 3ºC.

jean disse...

Esse novo método vai ajudar na qualidade de ensino do Brasil, nos não veremos muito resultado agora, mas daqui a uma década mais ou menos mostrara o resultado. Nossos vão ver o resultado com eles e nosso nétos.

Jean 2 F

luciana souza da costa disse...

Não crei que quem tem mais chances se passar seja o aluno que fez cursinho ou quem estuda em escola particular. Além do que acabou a decoreba, então vale a pena prestar a atenção em aula, pois é isso que o aluno vai presciasr
LUCIANA DA COSTA 2°F

Anderson disse...

NOME: ANDERSON SANTOS
TURMA: 3ºC

O Novo Enem ajudara a vida de muitos estudantes das escolas publicas, pois nele diversos jovens mostraram seus conhecimentos.E para que o estudante de escolas publicas se de bem nessa prova os professores deveriam dar mais incentivos para os seus alunos e mostrarem que alunos que não estudam em escolas particulares tem a capacidade de passar nessa prova e mostar para todo o Brasil que eles estão preparados para um futuro bem melhor.

bruno alves disse...

Eu acho que o Enem sera uma grande testa para testa o conhecimentos dos aluno e também sera chance para os aluno que estudam nas escolas publicas.
E e um caminho mais fácil para os aluno que pretende ter um futuro melhor nos estudos.


Bruno Fagundes 2°

Felipe Dutra disse...

É acho um passo muito importante em nossa educação mesmo.
Com enem a educação do brasil vai melhorar bastante e vai forçar os jovens a se esforçar mais.
Mas além de tudo isso ser muito bom, acho que ensino publico vai ter que melhorar bastante.Se não o índice de reprovação dos que vem de uma escola publica vai ser imenso.
Mas ja é um grande passo para educação melhorar mesmo, só vamos ver se vai dar certo né.